
Diz a ‘vox populi’ – entendida como a ‘vox Dei’ - que água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Este texto deve ser entendido como mais uma pancada na pedra dura – a Presidência da República – última esperança desta Nação trabalhadora e honrada, forçando nela o furo metafórico da GLO – Garantia da Lei e da Ordem.
Este furo (metafórico, insisto) na Presidência da República vai na direção contrária dos que ofendem e humilham a Nação brasileira, como os seis da Facção-Pró-Crime do STF, ao permitir a libertação dos maiores, mais deletérios e desprezíveis criminosos do Brasil. Lula é apenas o pior destes desprezíveis bandidos que ofendem e humilham a Nação trabalhadora e honrada.
Há
de se furar esta pedra dura da Presidência da República, metáfora para a
aplicação da GLO, com a convocação das Forças Armadas, visando a
restauração da ordem e da honra nacional, profundamente feridas pela
Facção-Pró-Crime do STF.
A base jurídica para a implantação da GLO encontra-se na Constituição Federal, art. 142, caput, no Decreto no 3.897, de 24/08/2001 e na Lei Complementar nº 97 de 09/06/1999:
Digo muito menos ainda o Poder Judiciário porque é este o responsável maior pela humilhante violência jurídica e civilizatória imposta à Nação brasileira, trabalhadora e honrada.
Violência jurídica e civilizatória que implicou na soltura dos piores bandidos da República e permite que alguns deles, entre os quais o ‘Princeps Corruptorum’ Lula - este condenado em terceira instância por corrupção e lavagem de dinheiro - façam livremente, à frente do rosto consternado da Nação, articulações políticas, comícios e conspirações contra o Judiciário, o MPF e o Presidente da República.
Na realidade, e a esta altura, esperar a implantação da GLO pelo STF seria como esperar-se que o Comando Vermelho e o PCC de Marcola decretassem o fim do tráfico de entorpecentes no Rio, em São Paulo e no resto do Brasil.
Post Scriptum: enquanto terminava de escrever este texto, chega-me a notícia de que, por pressão das Forças Armadas da Bolívia, o aprendiz de Maduro, Evo Morales, renunciara à presidência da República.
Viva as Forças Armadas da Bolívia!
Se foi possível fazer um presidente da República renunciar na Bolívia, porque não será possível impor-se a “renuncia” da Facção-Pró-Crime do STF no Brasil?
Este texto deve ser entendido como mais uma pancada na pedra dura – a Presidência da República – última esperança desta Nação trabalhadora e honrada, forçando nela o furo metafórico da GLO – Garantia da Lei e da Ordem.
Este furo (metafórico, insisto) na Presidência da República vai na direção contrária dos que ofendem e humilham a Nação brasileira, como os seis da Facção-Pró-Crime do STF, ao permitir a libertação dos maiores, mais deletérios e desprezíveis criminosos do Brasil. Lula é apenas o pior destes desprezíveis bandidos que ofendem e humilham a Nação trabalhadora e honrada.
A base jurídica para a implantação da GLO encontra-se na Constituição Federal, art. 142, caput, no Decreto no 3.897, de 24/08/2001 e na Lei Complementar nº 97 de 09/06/1999:
“As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”Claro, não se pode esperar – e nem isso é desejável - a implantação da GLO por iniciativa do Poder Legislativo ou muito menos do Poder Judiciário (STF), sob a presidência de Dias Toffoli, embora a Constituição lhes dê esta prerrogativa.
Digo muito menos ainda o Poder Judiciário porque é este o responsável maior pela humilhante violência jurídica e civilizatória imposta à Nação brasileira, trabalhadora e honrada.
Violência jurídica e civilizatória que implicou na soltura dos piores bandidos da República e permite que alguns deles, entre os quais o ‘Princeps Corruptorum’ Lula - este condenado em terceira instância por corrupção e lavagem de dinheiro - façam livremente, à frente do rosto consternado da Nação, articulações políticas, comícios e conspirações contra o Judiciário, o MPF e o Presidente da República.
Na realidade, e a esta altura, esperar a implantação da GLO pelo STF seria como esperar-se que o Comando Vermelho e o PCC de Marcola decretassem o fim do tráfico de entorpecentes no Rio, em São Paulo e no resto do Brasil.
Post Scriptum: enquanto terminava de escrever este texto, chega-me a notícia de que, por pressão das Forças Armadas da Bolívia, o aprendiz de Maduro, Evo Morales, renunciara à presidência da República.
Viva as Forças Armadas da Bolívia!
Se foi possível fazer um presidente da República renunciar na Bolívia, porque não será possível impor-se a “renuncia” da Facção-Pró-Crime do STF no Brasil?

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