General alerta para o Transtorno Obsessivo Compulsivo de Miriam Leitão
02/04/2019 às 12:41 JORNAL DA CIDADE ONLINE
Em
excelente texto publicado nas redes sociais, o ativista político e
militar da reserva, General Paulo Chagas, simplesmente destrói a
jornalista global Miriam Leitão.
O General adverte que a
jornalista, ex-agente de facções criminosas sob o codinome “Amélia”, é
portadora de um Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), “que a leva a
contestar verdades históricas”. Abaixo, a íntegra do texto:
"A
jornalista Miriam Leitão foi militante do PCdoB sob o codinome
"Amélia". Era agente das facções criminosas que aterrorizaram o Brasil
nos anos 60/70 para implantar aqui uma ditadura do proletariado, no
contra fluxo da vontade e das necessidades do povo brasileiro.
Por
razões que só a psicologia explica, anualmente, ao aproximar-se o final
do mês de março, ela se deixa dominar por um tipo de Transtorno
Obsessivo Compulsivo (TOC) que a leva a contestar verdades históricas.
No
corrente ano, a manifestação do TOC veio estimulada pelo apego à
verdade e à liberdade expressado pelo Presidente Jair Bolsonaro por
intermédio de citação bíblica ("Conhecereis a verdade e ela vos
libertará") e pela suspensão da ordem que impedia os militares de
comemorar ostensivamente o dia em que a "Nação salvou a si mesma", 31 de
março de 1964.
Transtornada, ela acusa o Presidente de estar
reabrindo as feridas que ela própria, baseada na premissa leninista de
acusar os adversários do que você é e faz, jamais contribuiu para que
cicatrizassem!
Miriam Leitão chama de triste o período em que os
militares estiveram no poder, mas esquece de lembrar o ambiente e as
intenções que o antecederam, assim como o mal que evitaram.
A
guerra que se se seguiu ao 31 de março de 1964 não pode ser creditada à
iniciativa dos militares, mas ao inconformismo radical dos seus
"kamaradas" de armas e de ideais.
Ela lembra, em sua
última crise obsessiva, cassações, torturas, exílio, fechamento do
Congresso, censura e AI-5, mas esquece que essas atitudes foram tomadas
em consequência de atentados terroristas, ações de guerrilha rural e
urbana, assaltos a bancos, ataques a quartéis, assassinatos e
justiçamentos, sequestros de embaixadores e de aeronaves de passageiros,
trocas de reféns, entre outras ações extraídas das mentes insanas dos
seus "kamaradas" e do "Mini Manual do Guerrilheiro Urbano", de autoria
do celerado Carlos Marighela, ainda hoje, livro de cabeceira de
sanguinários terroristas islâmicos.
O TOC impede a Sra. Miriam de
enxergar que a porta da conciliação foi aberta por iniciativa do Regime
Militar através da Lei da Anistia, aprovada pelo Congresso Nacional e
pela qual todos deveriam passar, mas que ela e seus "Kamaradas" da luta
armada teimam em manter fechada.
Encerro repetindo o que já escrevi em outra mensagem à jornalista:
Dona Miriam, vá rever os seus valores, eles são a causa do seu mal!"
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