
Moro vai assumir o novo cargo e um de seus principais objetivos é implementar práticas de combate a corrupção e dar um ritmo ainda mais forte a Operação Lava Jato.
Gilmar, por sua vez, nunca foi simpático a ideia. Muito pelo contrário, é conhecido por sua obstinação em soltar presos envolvidos em casos escabrosos de corrupção.
O juiz, na condição de juiz, sempre utilizou a prisão preventiva como instrumento para elucidação de crimes do colarinho branco.
O ministro do STF sempre agiu contra a prisão de autoridades e empresários envolvidos em casos de corrupção.
Virou rotina a Lava Jato prender e Gilmar soltar.
Coube até um apelido para o magistrado do STF: Laxante.
Todavia, no comando do superministério da Justiça, Moro terá poderes para propor ao Congresso medidas concretas de resgate e fortalecimento da prisão preventiva.
Moro deve utilizar o início da gestão de Jair Bolsonaro para propor a aprovação de novas medidas.
Gilmar vai espernear no sentido contrário, mas assim como teve que amargar e engolir seco inúmeras decisões do juiz, fatalmente será derrotado pelo ministro.
Aliás, os dias de Gilmar podem estar contados.
Os seus pedidos de impeachment finalmente deverão ser desengavetados.
É só aguardar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário