MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sexta-feira, 3 de abril de 2026

A lógica do atraso

 



Alex Pipkin, PhD


          Chamam de sensibilidade. Eu chamo de rendição.

Nunca tivemos tanto acesso a dados e evidências. Ainda assim, retrocedemos para uma preferência infantil por soluções que não sobrevivem a cinco minutos de realidade. Decide-se pelo que conforta o ego, não pelo que resolve o problema. A economia se transformou num painel de desejos, em que se ignora que ela continua sendo um sistema brutal de causa e consequência.

A vida não opera sobre intenções. Opera sobre incentivos.

Uma vez que o ambiente premia risco e responsabilidade, o indivíduo avança. Não por altruísmo, mas pela ambição legítima de colher o que plantou. Ao fazer isso, arrasta consigo tudo ao redor. O lucro, agora demonizado em grau máximo, é apenas o sinal de que algo útil foi entregue a alguém.

O que vivemos hoje é o triunfo da antítese. Um Estado que chama gastança do dinheiro do contribuinte de direito e financia o delírio com um garimpo tributário permanente. Um manicômio regulatório em que contratar é um ato de coragem. O resultado não é proteção; é escassez organizada.

Nesse cenário, o empreendedor não hesita; ele se retrai. Não calcula expansão; passa a calcular danos. A prudência se transforma em medo, e esse passa a ser a única estratégia possível.

O mais perverso é que isso não é erro, é planejamento deliberado. Transformaram ressentimento em política e vendem contenção como qualidade. Promete-se justiça destruindo exatamente os mecanismos que permitem a ascensão. No final, sobra o igualitarismo mais antigo da história. Evidente, todos nivelados, por baixo.

Isso contamina tudo. A ambição desaparece do mapa. O esforço próprio perde valor. A mediocridade deixa de ser exceção e passa a ser a regra. O diagnóstico já não é o problema. O problema é a recusa. Recusa em aceitar o que funciona, e em enfrentar o custo do crescimento. Recusa em trocar conforto por responsabilidade.

Sem isso, não há injustiça a corrigir. Há, apenas, a escolha do caminho ordenado do atraso: a desistência, não inocente, de correr riscos, lutar e conquistar.

O necessário debate entre os extremos

 


 

 

Percival Puggina

         O governador do Rio Grande do Sul se encarregou de ilustrar, por conta própria e sem entender a causa, o que acontece com o debate político brasileiro. Apresentando-se como vítima, ele atacou seu alijamento da campanha presidencial como se fosse consequência dos polos a que se refere. 

Vamos imaginar que Eduardo Leite tivesse razão. Suponhamos que os dois polos, intrometidos e igualmente malvados como parece vê-los, não entendam quanto andaríamos melhor de mãos dadas. Já pensou? A canção “Imagine” na Praça dos Três Poderes! Coroa de flores na cabeça, “all the people” unido num único “centro democrático”, “liberal”, comprometido com a “conciliação” e com a “construção de soluções reais”, etc.?

Certamente ele não está falando no Centrão dos negócios, feirão de votos parlamentares, nem nos partidos sem cor nem sabor que se aglutinam representando a maior parte do aparente sincretismo político brasileiro. Pergunto: e se não for à turma da esquerda, nem à da direita, nem à do Centrão, que se refere o governador gaúcho? Quantos votos têm as pessoas com as quais ele vem conversando e tanto apoio diz lhe terem prestado?

Há algo ainda mais intrigante na tese de Eduardo Leite. Ele teve oito anos consecutivos de mandato. Teve todo o tempo do mundo para aplicar sua harmoniosa plataforma no Rio Grande do Sul. Andou disciplinadamente no Centro e muitos o viram como frequentador habitual do topo do muro. Por afinidade, era muito mais fácil para ele do que para qualquer outro trabalhar junto com o PT. No entanto, para governar, precisou articular-se com a direita, com os conservadores do PP gaúcho. Por quê? Porque o PT jamais dá as mãos ou aceita proximidade com quem senta na cadeira que ele pretendeu ocupar e à qual deseja retornar.

De nada adiantou Eduardo Leite se alinhar com o polo esquerdista em questões bem específicas como o “fecha tudo” da Covid e a anistia. Foi o PP gaúcho, de direita, quem lhe deu o apoio de que precisava ao longo de oito anos. É por ideias e ações que se estabelece o antagonismo político. Os dois polos não existem para aborrecer Eduardo Leite, mas por absoluta necessidade do momento. Vejam o Brasil! O petismo e seus coadjuvantes, seus escândalos e desastres, suas práticas e maus costumes precisam ser confrontados! Ainda bem que, com a inesperada liderança original de Bolsonaro, a direita parou de perder por W.O., rompeu o teatro das tesouras e se alinhou como polo oposto. Isso foi e continua sendo historicamente oportuno e necessário. Há que preservar o que subsiste e retomar o bem que se perdeu nos últimos 40 anos.

Eis o motivo pelo qual o governador gaúcho fala num centro democrático, liberal e conciliador, sem mencionar a palavra “conservador” e sem nenhum registro sobre o valor da tradição e da fé. Se depender dele, a guerra cultural que confronta o Ocidente já tem perdedor e essa posição exige oposição.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

A paixão de Cristo

 


 

Percival Puggina      

        Durante os primeiros três séculos do cristianismo, a crucifixão de Jesus era vista como algo tão infame que os cristãos não se identificavam pela cruz, mas pelo esquemático desenho de um peixe. Foi com Constantino que ela se afirmou como símbolo cristão. E, mesmo assim, apenas a cruz, não o crucifixo. Outros séculos transcorreram até surgir a representação do crucificado, mas em forma gloriosa, reinando do alto da cruz. E um milênio inteiro decorreu entre agonia do Calvário e as primeiras representações gráficas do sofrimento humano de Cristo.

Creio que esse dado serve para explicar, em parte, o profundo impacto causado pelo filme de Mel Gibson. A pintura e a escultura jamais puderam comunicar, de modo perceptível à sensibilidade humana, a flagelação e a agonia de Jesus. Só com o cinema surgiria o conjunto dos instrumentos de comunicação necessários. E foi preciso ao próprio cinema vencer todo o século XX para chegarmos à uma Paixão de Cristo que alcançasse o realismo e a intensidade atingidos pela obra de Mel Gibson. Se tivermos que buscar um único mérito no filme – e ele tem muitos outros – certamente será este: pela primeira vez em quase dois mil anos, o sofrimento de Jesus encontrou uma representação real, compreensível aos olhos humanos.

Vitorio Messori, num texto que tive a oportunidade de ler, cita São Tomás de Aquino, quando este adverte que não se deve representar a verdade com argumentos irrisórios. A meditação que Gibson faz sobre a Paixão (o filme é isso) por certo não incorre nesse equívoco. Martela, com extraordinário vigor, a mensagem essencial da paixão, morte e ressurreição. Cristo não fez essa trajetória por culpa dos judeus que pediram sua condenação, ou dos romanos que o flagelaram e crucificaram. Foi pelos pecados da humanidade inteira que Ele assumiu a cruz, do alto da qual pediu ao Pai que perdoasse aqueles que o faziam padecer porque eles não sabiam o que faziam. E não sabiam mesmo.

O filme nos põe na cena dos fatos, junto a Maria e João, com uma espada de dor atravessada no peito. Comove e move. Vale à pena submeter-nos à crueza das imagens?  Se apenas comover pela dor, não. Se mover pelo amor, sim.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

 

Receitas para Páscoa: Aprenda a fazer um Ovo de Colher Red Velvet e Biscoitos Amanteigados decorados com Chocolate

 




BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Receitas para Páscoa: Aprenda a fazer um Ovo de Colher Red Velvet e Biscoitos Amanteigados decorados com Chocolate


Sugestões de sobremesas chocolatudas, criativas e saborosas para surpreender no feriado mais doce do ano


OVO DE PÁSCOA DE COLHER RED VELVET

QUALY CREMOSA SEM SAL

 

Rendimento: 12 porções

Tempo de preparo: 1h30 minutos + 20 minutos finalização

Ingredientes:

Casca de chocolate branco:

- 300 g de chocolate branco

Massa de bolo red velvet:

- ¾ xícara (chá) de farinha de trigo (110g)

- ½ xícara (chá) de açúcar (95g)

- 1 colher (chá) de fermento em pó (5g)

- ¼ colher (chá) de bicarbonato de sódio (1g)

- 1/3 xícara (chá) de leite (80ml)

- ½ colher (sopa) de vinagre (7ml)

- 1 colher (chá) de corante vermelho em gel (5g)

-  ½ colher (sopa) de cacau em pó (5g)

- 1 ovo (50g)

- 6 colheres (sopa) de Qualy Cremosa Sem Sal derretida (60 g)

- ½ colher (chá) de essência de baunilha (2ml)

Brigadeiro de cream cheese:

- 1 lata de leite condensado (395g)

- 1 caixinha de creme de leite (200g)

- 2 colheres (sopa) de Qualy Cremosa Sem Sal (20g)

- 150g de cream cheese

Modo de preparo:

Casca de chocolate branco:

  1. Derreta o chocolate conforme as recomendações da embalagem e molde duas cascas do ovo de Páscoa, levando à geladeira até firmar. Assim que o chocolate estiver firme, retire da geladeira, desenforme e reserve.

Massa de bolo red velvet:

  1. Coloque em uma tigela os seguintes ingredientes secos: farinha de trigo, açúcar, fermento em pó e bicarbonato de sódio, e reserve.
  2. Em outra tigela, coloque o leite e o vinagre e deixe descansar por cerca de 15 minutos, até que o leite tenha coagulado, ou seja, fique com grumos.
  3. Em seguida, adicione à mistura de leite e vinagre o corante em gel e o cacau em pó, e mexa bem. Acrescente o ovo, a Qualy Cremosa Sem Sal derretida e a essência de baunilha e mexa bem.
  4. Por último, acrescente a mistura de ingredientes secos e mexa até obter uma massa lisa e homogênea.
  5. Despeje a massa em uma assadeira retangular untada e enfarinhada, e leve ao forno médio pré-aquecido para assar por cerca de 20 minutos. Retire do forno e reserve.

Brigadeiro de cream cheese:

  1. Coloque o leite condensado, o creme de leite e a Qualy Cremosa Sem Sal em uma panela e misture bem. Leve ao fogo médio e cozinhe mexendo sempre até obter um brigadeiro firme, entre o ponto de enrolar e o de colher. Coloque em um recipiente e leve à geladeira para esfriar.
  2. Coloque na tigela da batedeira o brigadeiro já gelado e o cream cheese e bata até obter um creme homogêneo e cremoso. Coloque o creme dentro de um saco de confeitar e reserve.

Montagem:

  1. Coloque a casca de chocolate branco em uma tigela pequena, para que ela fique bem acomodada. Espalhe uma camada do brigadeiro de cream cheese dentro da casca e, por cima, coloque uma camada do bolo red velvet. Repita as camadas e finalize com o brigadeiro de cream cheese.
  2. Decore com farelos do bolo red velvet, e mantenha em geladeira até servir.

BISCOITOS AMANTEIGADOS DE PÁSCOA DECORADOS COM CHOCOLATE

CLAYBOM SABOR MANTEIGA

Rendimento: 10 porções

Tempo de preparo: 1 hora e 30 minutos

Ingredientes:

Massa:

- ¾ xícara (chá) de Claybom Sabor Manteiga em ponto pomada (120g)

- ¾ xícara (chá) de açúcar de confeiteiro (110g)

- 1 ovo (50 g)

- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (290g)

Decoração:

- 1 xícara (chá) de chocolate meio amargo derretido (240g)

- Confeitos coloridos

- Caixas para presente

- Fitas de cetim

Modo de preparo:

  1. Coloque a Claybom Sabor Manteiga com o açúcar de confeiteiro na tigela da batedeira e bata até obter uma mistura homogênea. Não precisa ficar um creme fofo, apenas combinar os ingredientes.
  2. Adicione o ovo e a farinha de trigo e bata apenas até obter uma massa lisa.
  3. Abra a massa entre duas folhas de papel manteiga ou entre duas camadas de filme plástico, e leve ao freezer por cerca de 20 minutos.
  4. Corte os biscoitos com a massa ainda bem firme, para que fiquem com o formato bem definido, e disponha-os em uma assadeira. Asse em forno pré-aquecido em temperatura média por cerca de 20 minutos. Retire do forno e deixe que esfriem completamente.

Decoração:

  1. Derreta o chocolate conforme as instruções da embalagem, em um pote pequeno. Mergulhe metade dos biscoitos no chocolate derretido e decore com os confeitos. Leve à geladeira para o chocolate firmar e retire assim que o chocolate tiver endurecido.
  2. Embale em caixinhas para presente, com fitas coloridas.
 
 


Ovo de Páscoa de Colher Red Velvet Biscoitos Amanteigados de Páscoa decorados com Chocolate
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Tecnoshow terá máquinas robustas para o preparo de solo

 

Piccin Equipamentos

Tecnoshow terá máquinas robustas para o preparo de solo

Soluções da Piccin Equipamentos, voltadas à eficiência operacional em larga escala, serão apresentadas ao público goiano durante o evento em Rio Verde, e que ocorre de 6 a 10 de abril

O agronegócio brasileiro passa por um momento em que produtores buscam reduzir as paradas, melhorar o rendimento das operações e ampliar o retorno sobre os investimentos em mecanização. Nesse contexto, a Piccin Equipamentos, com sede em São Carlos-SP, disponibiliza máquinas voltadas especialmente ao preparo de solo, com ênfase em soluções de alta capacidade operacional e desempenho adaptado à essas exigências do campo.

Durante a Tecnoshow Comigo, que ocorre em Rio Verde-GO, de 6 a 10 de abril, a empresa focará na apresentação de tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e da eficiência operacional das lavouras. Nesta, que é uma das principais vitrines do setor, a empresa levará equipamentos desenvolvidos para operações intensas e grandes áreas, perfil que marca boa parte das propriedades rurais do Centro-Oeste.

Entre aqueles considerados estratégicos para esta edição estão os distribuidores para autopropelidos e caminhões, indicados para propriedades que operam com soja, milho e algodão. “O objetivo é mostrar ao público como a combinação entre estrutura reforçada, durabilidade e facilidade de regulagem pode impactar diretamente o desempenho das lavouras”, explica, Fábio Ramiro, coordenador de vendas da Piccin.

Para ele, a Tecnoshow é uma oportunidade para se aproximar mais de um produtor com perfil altamente tecnificado, que trabalha com escala e exige máquinas confiáveis, produtivas e preparadas para longas jornadas. “Queremos mostrar como essas soluções podem contribuir para aumentar de fato a eficiência no campo”, pontua o profissional.

Portfólio estratégico

O portfólio escolhido para à feira foi pensado para atender uma realidade em que desempenho constante e resistência operacional são fatores decisivos. Em regiões de agricultura intensiva, como o Centro-Oeste, a demanda por implementos com alta capacidade de trabalho e menor necessidade de paradas tem ganhado cada vez mais peso na tomada de decisão do produtor. “Os diferenciais que buscamos evidenciar estão ligados à robustez estrutural, à durabilidade dos componentes, à facilidade de manutenção e ao rendimento operacional. Na prática, isso significa mais agilidade nas operações e melhor aproveitamento das janelas de trabalho”, destaca Ramiro.

Além da exposição de máquinas, a empresa também aposta em atendimento consultivo durante a feira. A proposta é oferecer suporte técnico e comercial a produtores, revendas e parceiros, com orientação sobre as soluções mais adequadas para diferentes perfis de operação. A empresa também prevê condições comerciais especiais para negociações realizadas no evento.

A expectativa é que a participação contribua para ampliar a presença da marca na região e fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros. “A feira é estratégica não apenas pela geração de negócios, mas também por consolidar a marca junto a um público que valoriza tecnologia, resistência e eficiência no campo”, ressalta o coordenador.

A Tecnoshow Comigo, realizada pela cooperativa de mesmo nome, reúne expositores de máquinas, insumos, tecnologias e serviços, além de palestras e demonstrações técnicas, e atrai produtores de diferentes regiões do país em busca de inovação, conhecimento e oportunidades.

Serviço

Tecnoshow Comigo 2026
Data: 6 a 10 de abril de 2026
Horário: 8h às 18h
Local: Centro Tecnológico Comigo (CTC)
Endereço: Anel Viário Paulo Campos, km 7, Zona Rural, Rio Verde (GO)
Site: https://piccin.com.br/

 

 



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Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

 Pode ser uma imagem de texto que diz "ORDEM NÃO VALE NADA UM POVO QUE NÃO SABE DEFENDER A HONRA DA SUA PÁTRIA E PROCRES PROGRES"

Com atraso nas operações de soja e milho, plantas de cobertura podem ajudar a reduzir os riscos

 


SBS Green Seeds

Com atraso nas operações de soja e milho, plantas de cobertura podem ajudar a reduzir os riscos

Cenário da atual safra (2025/26) reduz o intervalo entre as operações e aumenta a exposição das lavouras a condições de menor disponibilidade hídrica ao longo do ciclo. Com isso, as forrageiras passam a ser estratégicas no manejo

Na safra 2025/26, o andamento das operações no campo tem sido marcado por atrasos tanto na colheita da soja quanto na implantação do milho segunda safra em diversas regiões produtoras. O excesso de chuvas ao longo do mês de fevereiro reduziu as janelas operacionais, dificultando a entrada de máquinas nas áreas e mantendo elevados os teores de umidade dos grãos.

Esse cenário tem provocado um efeito em cascata dentro da propriedade: a colheita da soja avança de forma mais lenta, atrasando a liberação das áreas, enquanto o plantio do milho safrinha passa a ocorrer fora do período mais favorável. Como resultado, reduz-se o intervalo entre as operações e aumenta a exposição das lavouras a condições de menor disponibilidade hídrica ao longo do ciclo.

Quando a semeadura da segunda safra ocorre fora da janela considerada mais segura, que é geralmente entre 20 de janeiro e 20 de fevereiro, a depender da região, cresce a probabilidade de que fases sensíveis das culturas coincidam com veranicos ou redução das chuvas. “Em muitos casos, atrasos de 10 a 20 dias já são suficientes para provocar quedas de produtividade entre 20% e 40%, podendo superar 50% em anos mais secos”, diz Lara Gabriely Silva Moura, Zootecnista, mestranda em Forragicultura e Pastagens e Coordenadora de P&D da SBS Green Seeds.

Diante desse cenário, as plantas de cobertura deixam de ocupar um papel secundário e passam a ser parte central da estratégia de manejo. Isso especialmente em áreas onde a janela da safrinha já não permite explorar plenamente o potencial de culturas comerciais.

Variedades versáteis

Espécies como braquiárias (especialmente Urochloa ruziziensis e Urochloa brizantha), milheto (Pennisetum glaucum), crotalárias (Crotalaria spectabilis e Crotalaria juncea) e nabo forrageiro (Raphanus sativus) têm se destacado pela capacidade de adaptação e pelos benefícios ao sistema.

Segundo a especialista, dependendo da espécie e das condições de cultivo, a produção de palhada pode variar entre 5 e 12 toneladas de matéria seca por hectare. Essa camada de palha reduz a evaporação direta do solo em cerca de 30% a 50%, além de contribuir para temperaturas mais estáveis na superfície. “Em períodos de veranico, isso favorece a manutenção da umidade disponível e melhora as condições para o desenvolvimento das culturas seguintes”, reforça.

Outro ponto importante é a ciclagem de nutrientes. Ao longo do ciclo, essas espécies são capazes de absorver e acumular quantidades expressivas de nutrientes, podendo atingir entre 40kg e 120kg de nitrogênio, 10kg a 30kg de fósforo (P₂O₅) e 50kg a 200kg de potássio (K₂O) por hectare. Com a decomposição da palhada, parte desses nutrientes retorna ao sistema, contribuindo para maior eficiência no uso de fertilizantes e melhor aproveitamento dos recursos do solo.

A velocidade com que esses nutrientes são liberados depende da relação (Carbono/Nitrogênio - C/N) das espécies utilizadas. Gramíneas como braquiárias e milheto apresentam relação mais elevada, entre 30:1 e 60:1, o que favorece maior persistência da cobertura no solo. “Já leguminosas como crotalária apresentam relação mais baixa, entre 15:1 e 25:1, com decomposição mais rápida e liberação antecipada de nitrogênio”, diz a zootecnista.

Com a janela da safrinha mais curta, o sistema de produção deixa de depender exclusivamente da implantação de uma segunda cultura com alto potencial produtivo e passa a valorizar práticas que garantem a construção de solo e a estabilidade ao longo dos ciclos. As plantas de cobertura contribuem para manter o sistema ativo, protegendo o solo, melhorando suas condições físicas e químicas e reduzindo os efeitos de períodos secos mais frequentes. “Mais do que uma alternativa, elas passam a ser uma ferramenta essencial para sustentar produtividade e eficiência em cenários de maior variabilidade climática”, finaliza Lara.

Sobre - Comprometidos com o futuro do planeta e com os princípios da agricultura regenerativa, nasce a SBS Green Seeds. Fruto da união de duas potências: A solidez da Boa Safra e a especialização da SememBras, a empresa tem a missão de impulsionar as lavouras e pastagens, tornando-as mais produtivas, saudáveis e resilientes, contribuindo assim para a sustentabilidade de todo o ecossistema. Saiba mais em: https://sbsgreen.com.br.

 

 



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Kassi Bonissoni
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Vacinas para gatos: quais as mais importantes?

 


Por Nathali Vieira

Doenças silenciosas, altamente contagiosas e, em alguns casos, fatais, ainda fazem parte da realidade de muitos gatos — especialmente quando a vacinação não está em dia. A boa notícia é que grande parte dessas ameaças pode ser evitada com um protocolo simples e acessível de vacinação para esses felinos, o que torna de extrema importância que os tutores conheçam essas obrigações e os momentos certos para aplicá-las. 

Apesar do calendário vacinal costumar ser seguido em filhotes, há ainda uma crença muito popular de que essas doses continuam a valer durante toda a vida dos pets, o que não é verdade. Normalmente, entre os dois e três anos, os anticorpos costumam ser perdidos, o que exige que tomem novamente as vacinas necessárias conforme sua idade. 

As obrigatórias para os gatos incluem a V3 (tríplice), a qual protege contra panleucopenia, calicivirose e rinotraqueíte; V4 (quádrupla), que inclui todas da V3 + Clamidiose; e a V5 (Quíntupla), a qual abrange as da V4 + Leucemia Felina (FeLV), considerada como a mais completa disponível. Essa última pode apenas ser aplicada mediante resultado negativo do teste prévio de FeLV, não sendo recomendada para os pets positivados. 

Tudo isso, além da vacina antirrábica, obrigatória para proteger contra a raiva, fatal para gatos e transmissível a humanos. Mesmo sendo amplamente conhecida, ainda vemos casos constantes diagnosticados dessa doença no país. Dados da Vigilância Sanitária registraram 50 ocorrências no país entre 2010 e 2025, reforçando não apenas a preocupação sanitária, como ainda um comportamento negligente com a imunização antirrábica que, assim como as demais doenças capazes de acometer os felinos, pode gerar problemas graves aos animais e humanos. 

O calendário vacinal para cães e gatos é anualmente atualizado pela WSAVA (Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais), emitindo orientações seguidas por veterinários mundialmente para garantir cuidados padronizados a esses pets. Segundo seu protocolo mais recente, filhotes felinos devem receber duas doses com intervalo de 21 dias entre cada uma. Depois, tanto a V4 quanto a V5 podem ser aplicadas a cada ano. 

A depender da região, esses prazos podem ser alterados, caso haja uma maior quantidade de doenças diagnosticadas em locais com maiores problemas sanitários, por exemplo. Mas, de nada adianta ter medidas favoráveis nesse sentido, sem que os tutores realmente compreendam a importância de manter tais vacinações em dia, protegendo o pet de forma que desenvolva defesas contra doenças que, muitas vezes, são silenciosas, altamente contagiosas e potencialmente fatais. 

Isso, além de contribuir para reduzir a circulação de vírus no ambiente, criando uma espécie de “barreira coletiva”, também é fundamental para a proteção do ser humano. A raiva é um exemplo clássico disso, pois embora rara, é praticamente 100% letal após o aparecimento dos sintomas, o que reforça a essencialidade da vacinação em dia como uma medida de saúde pública. 

Seguir corretamente o calendário vacinal — desde as primeiras doses ainda filhote até os reforços anuais — garante que o sistema imunológico do gato esteja sempre preparado, enquanto atrasos ou falhas nesse processo podem deixar “brechas” na proteção do pet, aumentando sua vulnerabilidade a infecções e doenças graves. 

Nathali Vieira é médica veterinária na Pet de TODOS.   

    

Sobre a Pet de TODOS:    

https://petdetodos.com.br/ 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
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Mercado pet: como fidelizar clientes?

 


Por Renata Reis

O mercado pet vive um momento singular no Brasil. Mais do que um setor resiliente, tornou-se um ecossistema altamente emocional, recorrente e orientado à experiência, com os animais de estimação ganhando espaço como verdadeiros membros da família. Essa mudança redefiniu, completamente, a forma como as marcas do segmento devem se comunicar – tendo com a mensageria um dos principais motores de crescimento para conectar marketing, vendas e fidelização em uma jornada contínua, personalizada e escalável. 

Hoje, sete em cada dez brasileiros têm animais de estimação em casa, sendo que cerca de 77% dos tutores têm gastos acima de R$ 100 por mês com seus pets, segundo uma pesquisa da Quaest. Esse é um mercado que está em franca expansão há alguns anos, o que vem, naturalmente, impulsionando o movimento de compras de produtos e serviços destinados aos pets – assim como os critérios de rigor dos tutores quanto às marcas com as quais se envolverão. 

Os tutores estão, atualmente, mais conversacionais do que nunca. Pesquisam muito online antes de comprar, esperam respostas rápidas, valorizam um atendimento humanizado e tendem a recomprar da mesma empresa com grande frequência, sobretudo quando a marca acaba “lembrando” de seu animal de estimação. Todas essas preferências fazem com que canais tradicionais como e-mail genérico, SAC reativo ou campanhas frias, sejam insuficientes para atrair e reter sua fidelidade – ressaltando a comunicação proativa, contextual e bidirecional como bem mais estratégica nesse sentido. E é exatamente aqui que a mensageria se destaca. 

Aqui, não estamos falando apenas de canais vantajosos como WhatsApp, RCS, e-mail ou SMS isoladamente, mas de uma estratégia integrada de comunicação conversacional que conecte toda a operação de receita. Isso porque, no segmento pet, enquanto campanhas genéricas performam mal, as contextualizadas obtêm resultados bem melhores – ainda mais, quando apoiadas por ferramentas robustas capazes de enviar mensagens segmentadas e personalizadas a cada perfil de consumidor, em uma experiência bem mais enriquecida e intuitiva contendo textos com conteúdo visual, botões de ação, respostas em tempo real e jornada mensurável, o que se reflete em mais cliques, conversas e leads qualificados. 

Outro ponto de destaque está no fato de que a conversão no mercado pet raramente é 100% automática, já que o tutor costuma querer tirar dúvidas, comparar opções e sentir segurança em sua compra. Nesse sentido, uma boa estratégia de mensageria integrada ao funil de vendas transforma esse momento em vantagem competitiva, podendo conter, por exemplo, chatbots inteligentes para triagem, transferência fluida para um profissional humano e, ainda, ofertas personalizadas com base no histórico do pet. 

A recorrência — seja de ração, medicamentos, banho e tosa, planos de saúde ou demais serviços — é onde as empresas realmente crescem. A mensageria também favorece esse LTV (Lifetime Value), a qual pode ser direcionada para lembretes de recompra, avisos de fim de estoque, renovação automática de planos, upsell e cross-sell contextual, como exemplo. Mais do que vender novamente, trata-se de cuidar da relação.   

Para que essas ações consigam escalar com êxito, a tecnologia possui papel fundamental, a partir da qual as empresas podem contar com integrações com CRM e CDP; orquestração multicanal; automação com inteligência; mecanismos de compliance e segurança dos dados; assim como métricas claras de ROI a serem acompanhadas em tempo real. 

O mercado pet continuará crescendo. Mas, as marcas que vão liderar essa jornada serão aquelas que entenderem que a comunicação não é um custo — mas sim uma ferramenta de receita. Uma estratégia de mensageria bem construída entra como parte essencial da infraestrutura de expansão da marca, conectando dados, pessoas e canais para gerar experiências relevantes e retorno financeiro previsível. No fim, não se trata apenas de vender produtos para pets, mas de construir relações duradouras com quem cuida deles. 

Renata Reis é Diretora de Receitas na Pontaltech.    

     

Sobre a Pontaltech:    

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Abril Azul: inclusão de autistas em condomínios exige informação e adaptação

 

Abril Azul: inclusão de autistas em condomínios exige informação e adaptação

Tema foi discutido no podcast CondComunica, que aponta caminhos para reduzir conflitos em ambientes coletivos

O Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo celebrado hoje, 2, reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e combater o preconceito. Em meio ao chamado “Abril Azul”, o tema ganha relevância também nos espaços de convivência coletiva, como os condomínios, onde desafios relacionados à inclusão ainda são frequentes.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70 milhões de pessoas no mundo estão no espectro autista. No Brasil, a estimativa é de aproximadamente 2 milhões de pessoas, o que torna cada vez mais comum a convivência com indivíduos autistas em diferentes ambientes — inclusive nos empreendimentos residenciais.
 
A legislação brasileira avançou na garantia de direitos. A Lei nº 13.977/2020, conhecida como Lei Romeo Mion, criou a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), assegurando prioridade no atendimento e acesso a serviços públicos e privados. A norma complementa a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, instituída pela Lei nº 12.764/2012.
 
O tema foi discutido no podcast CondComunica, que dedicou um episódio à neurodivergência em condomínios. Durante o programa, a advogada condominialista e psicóloga Carla Guedes relatou o caso de uma família que passou a ser multada por barulho, sem que os demais moradores soubessem que se tratava de uma criança autista. Após o reconhecimento da condição, o condomínio adotou adaptações, como o uso de áreas comuns em horários diferenciados, o que contribuiu para a redução dos ruídos e o cancelamento das penalidades.
 
Para a especialista, a inclusão depende, sobretudo, de mudança de postura. “Adaptação, inclusão, nem sempre tem a ver com dinheiro, tem a ver com comunicação, conhecimento e boa vontade. Precisamos começar a fomentar dentro do condomínio uma cultura da comunicação, esse é o primeiro passo”, afirmou.
 
A advogada Fabiani Borges, especializada em Direito Digital e LGPD, fundadora do coletivo Autimais e mãe atípica, também destacou o papel da informação na construção de ambientes mais inclusivos. “Informação é transformação. Se você não sabe o que é o autismo, você não sabe lidar com aquilo. Num mundo onde pseudociência, fake news e negacionismo ainda são realidade, quando os pais trazem dificuldades enfrentadas pelos seus filhos autistas, não é porque eles querem se beneficiar”, disse.
 
Entre as medidas apontadas pelas especialistas estão as chamadas adaptações razoáveis, como a criação de “horas silenciosas”, períodos com redução de estímulos como luz e barulho, implantação de salas sensoriais e treinamento de funcionários para lidar com situações específicas. A proposta é reduzir conflitos e garantir o direito à convivência com dignidade.
 
Apresentado pela advogada Jamile Vieira e pela jornalista Monique Melo, o CondComunica, que vai ao ar toda quarta-feira no canal do YouTube do Bahia Notícias, propõe reflexões práticas sobre gestão, comunicação e convivência nos condomínios. O episódio que trata sobre autismo está disponível no link.


Ana Paula Marques
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Coelhinho da Páscoa leva alegria a pacientes em atendimento no INTO

 

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Coelhinho da Páscoa leva alegria a pacientes em atendimento no INTO

Iniciativa do voluntariado distribui chocolates e leva acolhimento e leveza durante o tratamento

O clima de Páscoa chegou mais cedo ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO). Na manhã desta quinta-feira (02/04), os pequenos pacientes do ambulatório infantil receberam uma visita especial: o Coelhinho da Páscoa, que distribuiu dezenas de chocolates para as crianças que aguardavam atendimento.

A ação é uma iniciativa do Serviço de Voluntariado do INTO e tem como objetivo promover o bem-estar emocional dos pacientes durante o tratamento, reforçando a importância do cuidado humanizado. Além da entrega de chocolates, a presença do personagem trouxe leveza ao ambiente e proporcionou momentos de descontração para pacientes e acompanhantes.

O Coelhinho foi interpretado pelo pai de um paciente internado no Instituto, que se voluntariou para participar da ação, contribuindo para tornar o momento ainda mais especial para as crianças.

“A ideia é que eles se sintam acolhidos em uma data tão especial e festiva. Observamos que os pacientes ficam muito felizes e gratos por serem lembrados. É um gesto simples e singelo, mas que traz uma alegria que conseguimos perceber no olhar de cada um”, explica Cristiane Oliveira, da equipe do Voluntariado.

Para a mãe da pequena Maytê, de cinco anos, a ação tornou o dia da filha ainda mais especial. “Foi uma surpresa muito bonita e muito importante para as crianças, porque a Páscoa representa muita coisa. Ela gostou demais, foi tirar foto com o coelho e tudo.  Ela gosta bastante de chocolate, lá em casa tem até que esconder”, contou Maria Cristina. Cristina.

Não foram apenas as crianças que se encantaram com a visita. A paciente Cátia Regina Peralta, de 60 anos, prestes a realizar uma cirurgia no pé esquerdo, também destacou o impacto da iniciativa.

"Maravilhosa, porque as pessoas precisam disso, né? De um pouquinho de carinho, de atenção. Não é só um chocolate, é o cuidado que vocês têm com a gente, como paciente e como ser humano. Isso é muito bacana”, relatou.





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Fundo Clima: BNDES desembolsa R$ 26 mi à projeto da Symbiosis na Bahia, em operação com fiança bancária

 

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Fundo Clima: BNDES desembolsa R$ 26 mi à projeto da Symbiosis na Bahia, em operação com fiança bancária

Fiança do banco Santander viabilizou operação no valor total de R$ 77 milhões voltada à produção sustentável de madeira tropical, restauração florestal e geração de créditos de carbono no sul da BA

BNDES já mobilizou R$ 7 bi para conservação e restauração florestal, nos últimos três anos, o equivalente ao plantio de 280 milhões de árvores, com a recuperação de 168 mil hectares e geração de mais de 70 mil empregos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) realizou o primeiro desembolso de R$ 26 milhões para a Symbiosis Florestal S.A., em operação de R$ 77 milhões do Fundo Clima que conta com fiança bancária do Santander. Os recursos apoiam a expansão de projeto de silvicultura com espécies nativas no sul da Bahia, voltado à produção sustentável de madeira tropical, à restauração produtiva da Mata Atlântica e à geração de créditos de carbono.

Leia mais na Agência BNDES de Notícias: https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/socioambiental/Fundo-Clima-BNDES-desembolsa-R$-26-milhoes-a-projeto-florestal-da-Symbiosis-em-operacao-com-fianca-do-Santander/ 

 

 




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