MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 31 de março de 2018

Com pizza e salgadinhos na ‘dieta’, Geddel emagrece 10kg na Papuda


Preso no complexo desde setembro de 2017, após os R$51 milhões achados em apartamento, ex-ministro é frequentador assíduo da cantina do local

BAHIA.BA
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Preso no complexo da Papuda desde setembro de 2017, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), não tem muito o que fazer a não ser comer. De acordo com a coluna Radar Online da revista Veja, Geddel é frequentador assíduo da cantina do local e ataca pizzas, pamonha e salgadinhos sem cerimônia.
Mesmo com a dieta inusitada e altamente calórica, Geddel emagreceu 10kg durante o cárcere.

Entenda o que muda com a regulamentação dos aplicativos de transporte no Brasil


Lei sancionada pelo presidente Michel Temer estabelece regras que devem ser cumpridas por municípios, Distrito Federal e motoristas
Por Agência de Notícias.

Aplicativos de transporte
A nova lei não obriga que os carros dos aplicativos de transporte tenham placa vermelha, como os táxis. Foto: Arquivo-Agência Brasil
Com a sanção da lei que regulamenta os aplicativos privados de transportes, os municípios e o Distrito Federal precisarão padronizar algumas regras para tornar mais seguro o uso dos serviços oferecidos por empresas como a Uber, Cabify e 99 POP. Confira as principais mudanças:  
Obrigações dos municípios e do Distrito Federal
– cobrar os tributos municipais devidos pela prestação do serviço; 
– exigir a contratação de seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) e do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT); 
– exigir a inscrição do motorista como contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Obrigações dos motoristas  
– possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior que contenha a informação de que exerce atividade remunerada; 
– usar veículo que atenda aos requisitos de idade máxima e às características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder público municipal e do Distrito Federal; 
– emitir e manter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV);
– apresentar certidão negativa de antecedentes criminais. 
O que não muda 
A nova lei não obriga que os carros dos aplicativos de transporte tenham placa vermelha, como os táxis. Os motoristas não precisam ser os proprietários dos carros nem ter concessões para oferecer esses serviços. Essas regras continuam valendo apenas para os táxis.
Fonte: Planalto, com informações da Câmara dos Deputados 

Indústria da multa, ou seria de infratores?



Por Anna Maria Garcia Prediger.
PORTAL DO TRÂNSITO
Indústria da multa
Foto: Arquivo Tecnodata.
Hoje comecei uma nova etapa como instrutora em meu currículo. Ministro aulas há alguns anos para a primeira habilitação e para habilitados que têm medo de dirigir, e agora, comecei a ministrar aulas para condutores infratores, a turma da Reciclagem, a qual sempre relutei e combati. Por que combati? Por receio entrar em discussão ou algo parecido, pois afinal de contas, são pessoas que estão realizando o curso não por seu bom comportamento no trânsito.
Enfim, agora comecei essa etapa, e quero falar um pouco sobre esse tema. A turma que eu tive oportunidade de lecionar, até que não se comportaram tão mal. Grande maioria foi por estacionamento, e o rotativo, cada um com seus motivos, ou desculpas.
Quase que em sua maioria, os condutores infratores se acham injustiçados, não querem cumprir essa pena, e ADORAM utilizar a frase INDÚSTRIA DA MULTA. Dizem que o DETRAN somente quer tirar dinheiro do povo, do cidadão de bem, e ainda dizem que NÃO TEM COMO andar muito, dirigir o dia inteiro, sem cometer infrações com as ARAPUCAS colocadas nas ruas (chamados radares).
Ouvi uma condutora infratora dizer “onde já se viu, me multar só porque eu estava estacionada em cima da calçada, mas eu estava com o pisca-alerta acionado”! Fiquei pasma quando ouvi isso.
Isso somente nos mostra que precisamos sim, e muito, de um curso a cada 5 anos, para renovar os conhecimentos dos nossos condutores, que infelizmente, muitas vezes cometem infrações, por desconhecimento da lei, e todos deveriam apoiar esta ideia, para conhecer mais de legislação de trânsito!!! Infelizmente, isso não vai acontecer tão cedo, mas se faz necessário ir em busca de conhecimento, por algo que está tão dentro de nosso dia a dia.
Precisamos entender que não, não existe indústria da multa, mas sim de infratores, basta ficarmos parados 10 minutos em uma esquina movimentada, que iríamos encher um bloco de autuações, das mais diversas infrações, e se houvesse abordagem então, iríamos ficar indignados com a quantidade de pessoas que dirigem com a CNH suspensa, ou sem CNH mesmo. Vejo isso nas aulas, tanto de primeira habilitação, quanto de reciclagem.
Precisamos sim de mais educação, e mais fiscalização, afinal, as duas andam juntas, e muitas vezes as pessoas só se conscientizam, ou param de cometê-las, com a certeza de que será pego, e será penalizado por isso.
Precisamos entender que o trânsito é feito de pessoas, e que os “acidentes” não acontecem por acaso, por obra do destino, e sim porque muito provavelmente, alguém cometeu uma infração. Disse aos meus condutores infratores, que eles tem sorte, de não terem machucado ninguém, e que tão somente foram penalizados com multas, pontos e suspensão em suas carteiras, e que certamente, eles não gostariam de ter, além disso, em seu histórico de motoristas, a lesão ou homicídio, causado por sua irresponsabilidade no trânsito.
Vamos colocar a mão na consciência e nos portar melhor ao assumir a direção de nossos veículos, inclusive no que diz respeito à vagas de estacionamento, pois outros também precisam utilizá-las, e faz parte da consciência cidadã, permitir que isso ocorra.

Faltam caminhões para escoar a produção de grãos em Goiás


BLOG DO CAMINHONEIRO

A falta de caminhões para escoamento da safra de grãos tem prejudicado os produtores de Goiás. De acordo com o setor, muitas empresas de transportes e também caminhoneiros abandonaram a atividade, por causa da crise econômica.
No município goiano de Cristalina, no entorno de Brasília, mais de 2.000 produtores rurais enfrentam esse problema logístico, que os impede de levar soja para armazéns e portos. Para agravar a situação, o atraso do plantio no Sul do país e em Mato Grosso fez com que agricultores de diferentes regiões colhessem ao mesmo tempo, sobrecarregando a frota que escoa os grãos.
Diante dessa situação, o produtor Beto Mazzocco nem pensa em dessecar uma área de soja de sua propriedade. É que o total colhido até agora continua à espera de transporte. “A gente vai tentar colher o mais naturalmente possível, para não chegar tudo de uma vez (ao mercado)”, conta.
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Cristalina, Alécio Maróstica, houve concentração do plantio da soja em diversas estados e regiões. “O Sul começou a plantar e deslanchar o plantio em 15 de outubro, e nós aqui, em 15 de outubro já estávamos plantando. Mato Grosso também estava plantando nessa época. Em consequência, a colheita aconteceu toda praticamente no mesmo período. E a demanda por frete foi toda concentrada”, afirma.
O presidente da Associação das Empresas Transportadoras de Cargas de Goiás, Paulo Afonso Lustosa, diz que o clima proporcionou essa concentração de frete. Mas afirma que a queda na procura por transporte na entressafra impediu a manutenção dos caminhões e agravou a baixa oferta do serviço.
Segundo ele, a recessão de quase três anos provocou uma crise tão profunda no setor que empresas e autônomos não conseguiram se manter na atividade. “Tiveram que devolver ou encostar os caminhões por falta de recursos e falta de manutenção, ocasionados por essa baixa demanda”, diz Lustosa.
Ferrovias
A baixa movimentação nas rodovias regionais comprova a reclamação dos produtores. Em plena época de colheita, é difícil encontrar algum caminhão carregando grãos. Para o coordenador Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, o problema só será resolvido com investimento em outros modais, como o ferroviário. Ele afirma que região de Cristalina, por exemplo, é atendida pelos terminais de Brasília, Araguari e Uberaba, que facilitariam o transporte de grãos. “Mas, de qualquer forma, você tem que ter disponibilidade de caminhões para alimentar a ferrovia”, contemporiza.
Mazzocco é um dos entusiastas do transporte de grãos efetuado por trens. “Imagina só o que iria tirar de caminhão das rodovias, principalmente na minha propriedade, onde tem uma ferrovia que corta a fazenda de fora a fora. Seria uma maravilha para nós”, diz o agricultor.
Enquanto o investimento em logística não vem, os produtores são orientados a aumentar a capacidade de armazenamento agrícola. Dessa forma, seria possível esperar por um momento melhor para vender e transportar o resultado da colheita, diz Paulo Afonso Lustosa.
Fonte: Canal Rural

REVOLUÇÃO REDENTORA!



Caros amigos
Mais do que nunca, vivemos a necessidade de repensar o Brasil, de voltar os nossos olhos para “31 de Março de 1964”, um fato histórico que não pode ser apagado da história da Pátria, muito menos da memória dos que o protagonizaram ou o herdaram.
Vivenciamos o caos político e econômico, agravado por um descalabro moral e ético jamais visto. O povo brasileiro, deixado à mercê de sua vontade, mas, “deseducado e iludido, elegeu uma classe política absurdamente corrupta, irresponsável e despreparada” (Gen Rocha Paiva).
Essa atitude, consequência da desilusão que contamina todos os níveis da sociedade, atesta, em regime de sofrimento, o quanto devemos aos heróis de 1964 que, abraçados aos interesses da Pátria, em meio às ameaças da Guerra Fria, souberam interpretar a vontade nacional, identificar o perigo e tomar a iniciativa para neutralizá-lo.
É nesse contesto que devemos rememorar e enaltecer a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 – desfecho de um movimento civil-militar que mobilizou toda nação sem dar condição de reação a um governo que perdera a autoridade moral, o respeito do povo e o apoio do Congresso Nacional.
O Brasil, ao cortar o mal na raiz, escapou do destino infeliz que lhe desejavam os mesmos que hoje ainda ocupam o poder pela via da mentira e da exploração das próprias vulnerabilidade da democracia.
Em 21 anos de regime militar, tivemos a lamentar cerca de 500 mortos em confrontos nas áreas urbanas e rurais, sendo 400 militantes da esquerda armada. Um alto custo para poucos, mas muito baixo se comparado ao da impunidade e da criminalidade que hoje nos intimida.
É hipocrisia a condenação dos governos militares por excessos no combate ao terrorismo, feita por quem idolatra ditaduras e lideranças criminosas; concede asilo a terroristas estrangeiros condenados, mas devolve fugitivos da ditadura cubana; financia e confraterniza com ditos movimentos sociais, cujas ações resultam, impunemente, em invasões, destruições e mortes.
Os Generais Presidentes reconheciam a excepcionalidade do regime e manifestavam permanentemente a vontade de promover o retorno à normalidade. O Brasil tornou-se uma democracia, aspiração dos governos militares e da sociedade que, em massa, retornará às ruas, nos próximos 3 e 4 de abril, para dizer à Suprema Corte que BASTA de impunidade e de leniência com os crimes da corrupção endêmica que, pela força da demagogia e da mentira, assaltou o poder da República!
Os Marinheiros, Soldados e Aviadores, cidadãos fardados nunca apartados da sociedade a que servem e em nome da qual impunham suas armas, não estão alheios à conjuntura hostil ou descuidados do cumprimento do seu dever. Têm a motiva-los o exemplo histórico da Revolução Democrática de 1964 que não pode ser, nem nunca será, apagado da memória dos que amam com fé e orgulho este solo sagrado das Terras de Vera Cruz!
BRASIL, ACIMA DE TUDO!!
Gen Bda Paulo Chagas

Os devotos de São Lula e O Mecanismo


Lula com o crítico de cinema Pablo Villaça, um petista de carteirinha.
Reação da militância esquerdista à série da Netflix é comentada por Paulo Roberto Silva em artigo publicado no site Amálgama. Muito apropriadamente, o autor chama tal militância de idealista. A esquerda é, de fato, idealista, eternamente presa ao círculo hegeliano-marxista. A propósito, recomendo as obras do saudoso Kenneth Minogue, severo crítico do idealismo político:


Na última sexta-feira estreou na Netflix a série O Mecanismo, de José Padilha, uma reconstrução ficcional da Lava Jato. Imediatamente, o crítico de cinema Pablo Villaça, conhecido por seu alinhamento ao petismo, anunciou que cancelaria a assinatura da Netflix, no que foi seguido pela militância. Exceto pelo Lula, a conta dele está no nome de um amigo.

Do ponto de vista meramente formal, a série não é lá grande coisa. É arrastada, mesmo no formato mais curto de oito episódios. E tem aqueles tiques típicos do Padilha, como o narrador que trata a audiência como burra e o protagonista que lembra o Capitão Nascimento. Mas dá para o gasto. Eu me diverti assistindo, e é isso que importa.

Mas a turma inteligentinha da militância surtou. Além de reduzir a série toda a uma frase do Jucá colocada na boca do personagem Higino – evidentemente inspirado no Lula -, criou o mais novo pleonasmo em inglês, “fake fiction”, o equivalente narrativo do “subir para cima”. O Mecanismo incomodou, e muito. Involuntariamente, o surto deu à série uma divulgação que ela não mereceria tecnicamente, e acabou reforçando seus pontos fortes.

Sílvio Pedrosa lembrou bem que o processo de construção da Narrativa do Golpe foi elaborado. Havia quatro equipes de documentaristas gravando a defesa da Dilma no Senado (sim, parece que temos um golpe com amplo direito a defesa). Não foi por acaso. Estava em produção a construção de diversos filmes sobre a agonia do lulopetismo e a ascensão do “fascismo” (sabe fascismo, aquilo que é característico das pessoas que respiram? Então). A Netflix e o Padilha desmontaram esse discurso com um peteleco, mostrando a promiscuidade da relação entre governo e empresas em todos os governos.

Como mostra o Bruno Cava:
A corrupção é comparada ao câncer, uma doença em geral disparada por razões ambientais e que se alastra molecularmente, com efeitos catastróficos sobre o corpo. Diagnosticado com transtorno bipolar, Ruffo (Selton Mello) vai passear no limiar da loucura, exatamente onde consegue tocar a loucura do próprio sistema, a sua demência constitutiva. A conexão entre a condição mental do protagonista e o autismo da filha, fissurada pelo conjunto de Mandelbrot, leva-os ao clímax revelador da primeira temporada: a lógica fractal da corrupção sistêmica.
O grande mérito de O Mecanismo é mostrar como a corrupção se espalhou na lógica de funcionamento do Estado. Representativo deste processo é o episódio do vazamento de esgoto na porta da casa de Marco Ruffo, personagem de Selton Mello. Ao acionar os caminhos institucionais para resolver o problema – basicamente, chamar a companhia de saneamento básico -, ele se depara com uma versão mais pobre e menor do modelo da Lava Jato. Ali, um bilhão não faz falta. Aqui, retira-se propina de seiscentos reais.

Que os cabeças do poder se incomodem com a Netflix, eu consigo entender. O que espanta é que pessoas que se movem por sentimentos de indignação e mudança estejam ativamente contra a série. Denunciam-na como golpista, mesmo quando ela escancara a relação generalizada de todos os partidos com a corrupção – todos, do PSOL ao PSL do Bolsonaro. Como pessoas que dizem querer mudar o Brasil defendem o que há de mais pernicioso neste país? Sim, não adianta querer reduzir a nada o desejo de mudanças dessas pessoas, gente sem ideal não aloca o tempo livre para discutir política de graça.

O fato é que, ao aderirem à Narrativa do Golpe, eles compram um discurso elaborado a anos que reduz o peso da corrupção na pauta da esquerda. O caso mais acabado é a produção recente de Jessé Souza. Ao tratar a escravidão como “O” grande problema do País, ele reduz a luta contra a corrupção a uma suposta agenda neoliberal com objetivo de reduzir o tamanho do Estado. Jessé deliberadamente insere uma clivagem entre a luta contra a corrupção e o enfrentamento às sequelas da escravidão na nossa sociedade.

O ponto é que não há esta clivagem. A mesma elite que produziu a escravidão criou um Estado para servi-la. Como enfatiza o personagem de O Mecanismo JPR, diretor da estatal Petrobrasil, em sua delação premiada, o primeiro ato de corrupção aconteceu quando um traficante de escravos cedeu seu imóvel para a família real portuguesa em 1808. Escravidão e corrupção andando lado a lado. Desde sempre.

É interessante aliás lembrar a definição de Lênin do Estado como “instrumento de exploração da classe oprimida”, em O Estado e a Revolução:
Na República democrática a riqueza utiliza-se do seu poder indiretamente, mas com maior segurança, pela corrupção pura e simples.
Se a corrupção é o meio pelo qual a riqueza, o grande capital, exerce seu poder sobre o Estado, a luta contra a corrupção é um dever da esquerda. Inclusive, ela precisa ser ainda mais rigorosa com aqueles que levam o poder do capital para dentro das organizações de luta dos trabalhadores, ou seja, partido e sindicatos.

Mas não, ela compra o duplipensar do Jessé Souza e trata qualquer denúncia do Mecanismo de corrupção como parte da agenda neoliberal. A militância idealista passa a assinar o recibo do poder do grande capital sobre o Estado, em detrimento dos pobres. O inimigo real das esquerdas tem nome, e seu nome é Lula.

Mas a galera prefere brigar com o José Padilha.
BLOG ORLANDO TAMBOSI

O regime que estamos a fazer


Com o habitual sarcasmo, Alberto Gonçalves desanca o bloco esquerdista que governa Portugal, junto com o primeiro-ministro, o doutor Costa, esse "farol cuja luz atrai tudo para os calhaus, incluindo os ditos". Segue a sua coluna semanal no Observador:

Seis minutos e 47 segundos. Parece o título de um filme americano, mas é um filme português. Trata-se do tempo – contado pelo Miguel Santos Carrapatoso em reportagem neste jornal e incluindo o pedacinho em que a maquineta encravou – que o dr. Costa demorou a limpar a Serra de São Mamede e a dar o exemplo em matéria de prevenção de fogos florestais.

De agora em diante, o cidadão consciencioso já não tem desculpa para desleixar o matagal. Basta acordar, vestir o casaco verde mais impecável que a alta costura líbia conseguiu conceber, apanhar um helicóptero patrocinado pelo contribuinte, rumar a um bosque à escolha, enfiar caneleiras, viseira, protector dos ouvidos e capacete, pegar na roçadora, garantir que as televisões filmam o exercício, fingir que decepa dois tufos de musgo, remover os adereços, regressar ao helicóptero e a casa e aguardar o justo reconhecimento popular por tão destemida saga em prol do bem comum. Não custa nada: ao dr. Costa não custou um cêntimo.

Os cínicos, leia-se a “direita inorgânica do Observador” (cito Sua Excelência, o primeiro-ministro), reduzirão a proeza a um gesto de propaganda reles, assaz propenso a burlar as massas e pouco propenso a burlar as matas. Ou seja, para esses sujeitos de má-fé, viúvos de Pedro Passos Coelho e lacaios do “neoliberalismo”, logo que volte o calor voltará a arder o que sobrou do ano passado (e que, feliz ou infelizmente, não foi muito). O próprio dr. Costa admite a hipótese.

O que ele não admite, para descanso da população ansiosa, é demitir-se em consequência de eventuais calamidades. Isso é o que a “direita inorgânica” queria (a direita orgânica está bem assim, obrigado): mal se reiniciem os incêndios, o dr. Costa tomará a atitude que o seu cargo exige e, aposto, partirá para uma praia espanhola, a coordenar remotamente as operações de propaganda. De seguida, fará um discurso condoído, promessas de medidas inadiáveis, apelos à participação da “comunidade” e a conscrição forçada ou voluntária de cabras sapadoras. Daqui a um ano, nos intervalos do Benfica, dedicará outros 6 minutos e 47 segundos ao arvoredo, com o espectacular casaco verde, a permanente gargalhada de respeito pelas vítimas e o jornalismo patriótico a tiracolo. O dr. Costa é um líder autêntico, um farol cuja luz atrai tudo para os calhaus, incluindo os ditos.

Agora a sério, em que espécie de país é que semelhante exibição de desprezo pela inteligência alheia passaria impune e até – em casos de sabujice terminal – elogiada? Na Coreia do Norte, de certeza. E talvez naqueles desterros onde o sociólogo Boaventura S. S. passeia trajes indígenas. De resto, se calhar por não conhecer a realidade da Jordânia e do Uganda, falham-me os termos de comparação. Claro que uma “comunicação social” (desculpem o jargão) domesticada, uma resma de partidos vendidos à caridade alemã, a gratidão dos privilegiados e um presidente com fobia do confronto explicam parte das coisas. Duvido que expliquem as coisas todas.

O à-vontade com que os governantes, ou o bando que desempenha o papel, atropelam a decência não é normal sob qualquer perspectiva. Nem eles antecipariam tanta facilidade, donde o evidente gozo com que a usufruem. De facto, fazem o que lhes apetece e, o que agrava só ligeiramente a situação, sabem-se livres de fazer o que lhes apetece. E sabem que nenhum castigo lhes advirá. Podem subir os impostos a níveis inéditos e são aclamados por “virar a página” da “austeridade”. Podem aumentar os gastos do Estado para contentar clientelas e são louvados pelo rigor. Podem estrafegar a saúde e o que calha para controlar o défice e são beatificados a pretexto da “consciência social” (além de apreciados pelos “utentes” que sofrem a manha). Podem baixar o défice de 2,8% para 3% e são glorificados pelo “recorde” da “história democrática” (porque o dinheiro “injectado” na CGD aparentemente não conta). Podem banhar-se nas ignomínias da bola. Podem encenar a comédia de Tancos ou, em actos sucessivos, a tragédia de Pedrógão Grande.
BLOG ORLANDO TAMBOSI

Em suma, podem tudo. E poder tudo, sem escrutínio ou receio, dúvida ou sanção, é um sintoma, razoavelmente inequívoco, de que o regime não se recomenda. A possibilidade, crescentemente rara, de se escrever isto prova que ainda não estamos em ditadura. Porém, já não estamos exactamente em democracia. Entre dois pontos há sempre um processo, brusco ou suave, manso ou violento, sombrio ou cómico. Eis o lugar em que nos encontramos, que por acaso coincide com o que escolhemos e, lá vai redundância, com o que merecemos. Boa Páscoa, para quem acredita em ressurreições.

Prefeito é atacado por vereador que teve esposa exonerada de Secretaria em Eunápolis

31/03/2018 - 15h52 | Por: Informações/Siga a Noticia

A exoneração da secretária de educação de Eunápolis, Maureen Cherubino, foi mal recebida pelo seu marido, o vereador Cherubino José de Souza (PRT). Durante sessão da Câmara dos Vereadores, realizada na última terça-feira, 27 de março, após o anúncio de mudanças na pasta, o vereador acusou o prefeito Flávio Baiôco (PTN) de direcionar licitações do município do sul em proveito próprio.
Sem apresentar provas Cherubino atacou o prefeito no plenário. “Licitações estão sendo direcionadas pelo prefeito Baiôco para a compra de carteiras escolares. Elas já estão direcionadas para um empresário que já está na cidade e um percentual do contrato será devolvido ao prefeito. O empresário está na cidade antes mesmo de vencer a licitação”, declarou Cherubino Souza.
Ainda segundo relatos, colegas consolaram o vereador ao final do “desabafo”. O estado das escolas em Eunápolis virou notícia neste início do ano. Em um dia de chuva, alunos de uma unidade tiveram que assistir às aulas com guarda-chuva para se proteger de goteiras nas salas.

Com o afastamento de Maureen Cherubino, o prefeito Flávio Baiôco, empossou a professora Adail Brito como titular da pasta. “Quando fui chamada pelo Baiôco, não pensei duas vezes, porque gosto de desafios e tenho certeza que com a equipe que tenho, vamos amenizar os problemas e quem sabe até solucioná-los. Essa é a nossa meta”, disse Adail.

Teixeirense cria grupo de WhatsApp para comparar preços de gasolina

31/03/2018 - 13h49 | Por: Sulbahianews

Está circulando nas redes sociais um convite para que consumidores participem de um grupo de WhatsApp cujo objetivo é divulgar e comparar preços da gasolina nos vários postos de combustível em Teixeira de Freitas.
Ao comparar os valores, o intuito é que o máximo de pessoas abasteçam sempre no posto que esteja com o menor valor, na tentativa de forçar os demais postos a abaixarem o preço da gasolina.

“Fizemos um grupo no WhatsApp para tirarmos fotos da tabela de preços dos postos de gasolina de Teixeira de Freitas. O objetivo é que, todos os participantes do grupo abasteçam no posto mais barato. Sendo assim, os outros postos serão forçados a abaixarem os preços”, diz um post na internet.
As publicações viralizaram atraindo muitos adeptos à ação, tanto de Teixeira como da região.
Com os constantes aumentos dos combustíveis, a população se sente cada vez mais prejudicada e buscam por ações que amenizem a situação.

No fim de semana passada, consumidores realizaram um ato em Itamaraju e abasteceram apenas 50 centavos exigindo, também a nota fiscal.

Senador Álvaro Dias reafirma compromisso com o cacau e o sul da Bahia

BLOG DO BENÉ

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   Pré-candidato a presidente da República, Álvaro Dias (foto) reafirmou compromissos com a lavoura cacaueira e a população da região sul da Bahia. Em contato como Blog do Bené no final da manhã deste sábado, dia 31, o senador do partido Podemos do Paraná destacou a revitalização da economia cacaueira e o fortalecimento da Ceplac.
   Álvaro Dias lembrou que o cacau, o turismo, o agronegócio e a prestação de serviços são o forte a economia do sul da Bahia. A região sedia a  Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, principal organismo federal em atuação na região cacaueira baiana.
   Mantida pelo Ministério da Agricultura, a Ceplac tem como meta a geração de tecnologia, e a prestação de assistência técnica e extensão rural. Com sede no eixo Ilhéus/Itabuna, o órgão promove o desenvolvimento rural sustentável e o aperfeiçoamento da cacaueira produtiva do cacau, por meio do fortalecimento do associativismo, do cooperativismo e da agricultura familiar.
   No momento, a sociedade sulbaiana reivindica do Governo Federal a revitalização da economia e a preservação do modelo institucional Ceplac. Os agricultores enfrentam uma crise financeira e defendem a análise conjuntural da situação deles, com destaque para o grau de endividamento e a busca de novos investimentos financeiros. Querem também a criação de um projeto de desenvolvimento sustentável regional.

STF CRIA ‘PIZZA PROVISÓRIA’

VAL CABRAL
Êta povinho viciado em esbravejar Barrabás, Barrabás...!
Apesar da afirmação da ministra Cármen Lúcia de que o ex-presidente seria tratado como qualquer outro condenado, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) resolveram proteger Lula, condenado a 12 anos e 1 mês de cadeia por corrupção. Atropelando o Tribunal Regional Federal (TRF-4), a súmula 691 e o entendimento de todas as instâncias que negaram o benefício, o STF criou uma “pizza provisória”, proibindo a prisão do corrupto condenado antes do julgamento do habeas corpus. Ministros do STF e advogados de Lula não pareciam surpresos com o a “pizza provisória”. Perplexidade só havia mesmo nas ruas. No calor das discussões do julgamento que acabou em “pizza provisória” para o ex-presidente Lula, ministros do Supremo foram vistos em conversas paralelas cobrindo a boca para evitar leitura labial. O movimento “Vem Pra Rua” não parou de reproduzir em Brasília, na quinta, o áudio em que Lula chama o STF de “acovardado”. Por C. Humberto.

Venda de anticoncepcionais hormonais cai 1,7%; venda de DIUs aumenta 40%

Postado em 31/03/2018 7:05 DIGA BAHIA!
A venda de anticoncepcionais hormonais caiu 1,7% no varejo em 12 meses, de acordo com a consultoria Iqvia. A redução tem ocorrido há três anos. O volume de produtos comercializados foi de 164,6 milhões em 2015 para 157,4 milhões em 2017. Houve aumento, porém, porém, na receita obtida com a venda, de 1,83%. De acordo com o coluna Mônica Bergamo, a diretoria do laboratório Libbs já esperava a baixa. O laboratório projeta para 2018 uma alta de 2% para as vendas de contraceptivos orais, divisão que representa um terço dos seus negócios. A queda é atribuída a um movimento que rejeitam métodos anticoncepcionais, principalmente dos orais. Na contramão, a venda de Dispositivos Intrauterinos (DIUs) cresceu subiu 40%, apesar de ser um mercado pequeno. O DIU hormonal cresce 20% ao ano. O produto custa cerca de R$ 1,1 mil em farmácias. Os resultados de preservativos no período aumentaram 4,7%, e o faturamento, 9,3%.
Bahia Notícias

Páscoa: marcas diminuem ovos sem destacar novo peso na embalagem

Postado em 31/03/2018 7:59 DIGA BAHIA1
As principais fabricantes de chocolate do Brasil diminuíram o tamanho de alguns ovos de Páscoa em 2018, mas esconderam essas informações nas embalagens dos produtos, em desacordo com portaria do Ministério da Justiça.
Em alguns casos, os ovos ficaram menores e também mais caros. Mas há produtos em que a redução do tamanho veio acompanhada de queda no valor.
O R7 verificou como as marcas Lacta, Garoto e Nestlé informam aos consumidores sobre a diminuição de 14 modelos de ovos neste ano — alguns deles líderes de vendas.
Em todos os casos as empresas indicam na embalagem a redução na quantidade de chocolate, mas nenhum dos modelos traz essa informação de forma destacada, para que seja facilmente percebida pelos consumidores, como manda a legislação brasileira.
A Portaria 81/2002 do Ministério da Justiça determina a empresas com “alterações quantitativas em produtos embalados, que façam constar mensagem específica no painel principal da respectiva embalagem, em letras de tamanho e cor destacados, informando de forma clara, precisa e ostensiva”.
Devem estar realçadas uma chamada para a mudança, a quantidade anterior e posterior e a diferença em termos absolutos e percentuais. O alerta deve constar por um período mínimo de três meses. Como os ovos aparecem somente nessa época do ano, a informação deve estar presente nos produtos modificados em todo o período da Páscoa.
No Estado de São Paulo, a lei estadual 11.078 de 2002 determina ainda que as mudanças “deverão ocupar pelo menos 20% do tamanho da embalagem e deverão ser impressas em letras pretas com fundo amarelo”. Nenhum dos produtos verificados pela reportagem cumpre as diferentes determinações.
“A informação tem que ser clara, para ver de bate-pronto pelo consumidor”, diz a coordenadora de pesquisas da Fundação Procon-SP, Cristina Martinussi.
Segundo o supervisor de fiscalização do Procon-SP, Bruno Teleze Stroebel, “não adianta colocar a informação escondida, que não permita ser vista de forma imediata”.
Para a nutricionista Ana Paula Bortoletto, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os ovos de Páscoa possuem uma dificuldade a mais que é o formato da embalagem, que muitas vezes dobra e esconde informações sobre o produto, o que só aumenta a obrigatoriedade de as empresas indicarem as mudanças de forma clara.
— O ideal é que [as fabricantes] declarassem a redução de peso com tamanho de letra e contraste de cores suficientes para que o consumidor consiga identificar a mudança imediatamente. Isso facilitaria para o consumidor, porque do jeito que está, muitas vezes você não enxerga a mudança e só percebe depois que comprou.
A fiscalização em São Paulo é feita pelo Procon-SP e pelo Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), que também deve ser informado pelos fabricantes sobre os novos tamanhos dos ovos. Consumidores que se sentirem prejudicados podem enviar denúncias aos dois órgãos.
Tamanho menor, preço também?
Embora diminuam a quantidade de chocolate, as empresas não costumam reduzir o preço. A reportagem verificou essa estratégia com os seguintes ovos: Ao Leite (183g), Diamante Negro (202g), Shot (223g), Diamante Negro (300g) e Laka/Diamante Negro (474g), todos da Lacta; Serenata de Amor (190g), da Garoto; e Ao Leite (185g), Galak (185g) e Prestígio (195g), da Nestlé.
Segundo Stroebel, não há obrigatoriedade de as empresas reduzirem os preços, por isso ele diz que é importante a informação estar evidente na embalagem e que o consumidor fique atento na hora de comprar.
Os preços utilizados para a comparação entre 2017 e 2018 fazem parte da pesquisa que o Procon-SP realiza todos os anos sobre os ovos de Páscoa (veja os resultados completos ao final). Foram considerados os valores médios cobrados em supermercados das cinco regiões da capital paulista. Os preços variam em cada lojista.
A maior diferença de preço foi verificada no ovo Shot, da Lacta, que pesava 236 gramas em 2017, ao custo médio de R$ 25,38. Neste ano, a quantidade de chocolate é 5,5% menor (223 gramas), mas o preço médio em São Paulo é 31% maior (R$ 33,24).
Dentre os 14 produtos analisados pela reportagem, o que mais diminuiu foi o Serenata de Amor, da Garoto, passando de 220 para 190 gramas (14% menos), enquanto que o preço médio subiu 7,7% (R$ 27,69 para R$ 29,82).
Há cinco produtos, no entanto, que têm valores mais baixos para a menor quantidade de chocolate.
O KitKat, da Nestlé, está 5% menor (330 para 313 gramas) e 27% mais barato (R$ 53,46 para R$ 39,06, na média).
A linha Talento (sabores Avelã, Castanha do Pará e Doce de Leite), da Garoto, contém 6,6% menos chocolate (375 para 350 gramas) e é vendido, na média, a um valor 17,6% mais baixo (caiu de R$ 47,14 para R$ 38,84, entre 2017 e 2018).
Já o Laka, da Lacta, está 6,6% mais leve (foi de 196 para 183 gramas) e 12,8% mais em conta (passou de R$ 31,42 para R$ 27,38).
Outro lado
A Mondelēz Brasil, que controla a Lacta, informa não ter controle sobre o preço final dos produtos, que é definido “pela política de preços de cada varejista, que define livremente os preços ao consumidor de acordo com seus próprios parâmetros de negócio”.
A empresa também informa que “invariavelmente atende os requisitos estabelecidos pela Portaria do Ministério da Justiça n.º 81, de 23 de janeiro de 2002 e inclui mensagem específica no painel principal das embalagens para informar os detalhes da alteração quantitativa, conforme determina a legislação que regulamenta o tema”.
Ainda segundo a Mondelēz, a modificação no peso de alguns ovos, como no caso do Diamante Negro, não significa que o ovo em si está menor, mas que os bombons colocados internamente contêm menos chocolate. O mix interno “agora conta com mini ovos de chocolate”.
Já a Nestlé, que também controla a Garoto, informa que alguns itens das duas marcas “sofreram redução em suas gramaturas, de acordo com tendências do mercado e do comportamento do consumidor. Os ajustes foram feitos de forma a acompanhar as demandas dos últimos anos durante o período de Páscoa. Vale ressaltar que, mesmo com as mudanças, a qualidade dos chocolates Nestlé/Garoto continua sendo o principal valor em todos os itens do portfólio. Todos os produtos que tiveram mudança de peso possuem a informação e indicação da redução, cumprindo com todas as exigências da legislação”.
R7

Hoje nada de DR, Aleluia


por Aninha Franco / CORREIO
A semana que deslanchou no sábado de Aleluia foi panquérrima. Semana de escutar Lula chamar seus antagonistas de fascistas e cachorros doidos e de assistir Bolsonaro declarar que se for presidente, o Ministro do MinC será Alexandre Frota. Motivos cavalares para bater duas DRs, encher os cabelos cinzas de cinzas e jejuar, mesmo num sábado de Aleluia que ainda grelha Judas aqui e ali. Quem será que inventou essa ideia macabra de queimar Judas? Pergunto ao Google, e ele me responde que surrar e queimar Judas Iscariotes foi um hábito introduzido na AL pelos invasores ibéricos. Mil vezes melhor o comer dendê dos Africanos e depois deitar na Rede dos Tupinambás.
Mas nem os hábitos Africanos e Tupinambás têm me livrado de pensar coisas insanas, porque está complicado ser brasileira, porque o Brasil está perturbando os lúcidos, os racionais, os kantianos com o seu jeito ensandecido de ser sem lógica, sem lucidez, sem coerência. No Brasil, a lógica muda de nexo dependendo da necessidade de seus políticos. E quando esta semana santa acabar, amanhã, virá uma semana mundana brasileira com os próximos capítulos de Temer e Lula, os líderes dos partidos que conduziram a República brasileira ao frangalho.
A República iniciada na Salvador colônia há 469 anos, quando 6 caravelas estacionaram no Porto da Barra e desembarcaram Jesuítas, militares, o arrecadador de impostos, degredados e artesãos, está com seus dois líderes mais importantes dos últimos anos em situações esdrúxulas, um a um fio da prisão ou da decretação da impunidade, e o outro com todos os seus contatos próximos presos. Não é peculiar que o presidente de uma república não possa telefonar para nenhum amigo numa manhã de sábado porque todos estão presos? Não é extravagante que um cara eleito para combater a corrupção torne-se o garoto propaganda da impunidade?
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Pois é, poderíamos ficar aqui batendo essa duas DR enquanto alguns Judas ainda são queimados e a carne volta às mesas dos carnívoros neste fim de semana, santa, em que a declaração estrondosa do Papa Francisco provocou pouco impacto. Não existe Inferno, nos garantiu o Santo Padre lá do Vaticano, este Estado que está conosco desde nossos primeiros momentos de Colônia, e continua – menos forte – nesses tempos de República esfrangalhada. Se não existe Inferno, existe Céu tive vontade de perguntar ao Google, mas desconfiei que ele tentaria me responder ideologicamente, e desisti.
O Inferno são os outros, lembrei de Sartre de quem lembro raramente, hoje, mas que já li muito, um dia. E fui ao Inferno de Dante, um Paraíso para quem ama a Poesia e li que “no inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise.” E voltei ao Papa Francisco que disse a um jornalista que as almas daqueles “que se arrependem obtêm o perdão de Deus e vão entre as fileiras das almas que o contemplam (...) mas aqueles que não se arrependem e, portanto, não podem ser perdoados, desaparecem.”
Não, não, não! Sem partidos políticos, sem políticas públicas, sem líderes, sem lucidez e agora sem Inferno! Melhor que o Inferno exista, Papa Francisco! Aleluia!

Moro mantém depoimentos de Wagner e Gabrielli na ação contra Lula do sítio Atibaia


[Moro mantém depoimentos de Wagner e Gabrielli na ação contra Lula do sítio Atibaia ]
31 de Março de 2018 às 08:42 Por: Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil Por: Redação BNewsO juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, manteve os depoimentos de três testemunhas de defesa do ex-presidente Lula (PT), no processo do sítio Atibaia. São eles, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, o ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli e a ex-ministra Mirian Belchior. As informações são do colunista Jairo Costa, do jornal Correio.

Na ação, Lula é acusado de corrupção passiva. Todos serão interrogados novamente pelo juiz, após a entrega de novos documentos pela contabilidade da empresa. O ex-presidente é acusado de receber reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, como propina.

Conforme o Ministério Público Federal (MPF), a propina foi proveniente de seis contratos firmados entre a Petrobras e a Odebrecht e a OAS. O valor das reformas teria totalizado um milhão de reais.

O ‘Dia D’ de Lula – entenda o que pode acontecer com o ex-presidente no STF


[O ‘Dia D’ de Lula – entenda o que pode acontecer com o ex-presidente no STF]
30 de Março de 2018 às 13:05 Por: Reprodução Por: Redação BNews
O adiamento da sessão de julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último dia 22 de março deu ares de ópera bufa ao Supremo Tribunal Federal. Depois de uma discussão preliminar para decidir se analisariam ou não o pedido, os ministros adiaram o julgamento da questão central: se o petista pode ou não recorrer em liberdade contra a condenação em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá. , um dos processos decorrentes da Operação Lava Jato.
Devido ao adiantado da hora, os ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello disseram que não poderiam seguir na sessão por motivos pessoais. Criminalista tarimbado, o advogado José Roberto Batochio, que defende Lula, argumentou, então, que seu cliente não poderia ser prejudicado com a falta de decisão de suas excelências e pediu uma liminar para impedir a prisão até que os trabalhos fossem retomados. Conseguiu.
Negando haver qualquer benefício a Lula, a presidente Cármen Lúcia disse que o julgamento foi suspenso por limite físico dos ministros. Se a possibilidade de prisão de Lula era só uma expectativa naquele momento, ela se tornou real com a rejeição dos embargos de declaração da defesa do petista pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no último dia 26. Concluído o processo em segunda instância, Lula só não foi para a cadeia graças ao salvo-conduto do STF.
Paralelamente a isso, correm na Corte duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) em que os ministros podem rever o entendimento que autorizou a prisão antes da conclusão do processo em todas as instâncias — esse é o argumento central da defesa de Lula, o de que é inconstitucional a prisão antes de esgotados todos os recursos. Cármen Lúcia resiste em colocar em julgamento essas ações, nas quais se discute se deve prevalecer a tese de presunção de inocência até o trânsito em julgado. Ao pautar o HC de Lula, a ministra transferiu o debate para a figura do petista.
Forma-se no Supremo uma tendência de uma solução intermediária: a prisão só passar a valer com decisão do Superior Tribunal de Justiça. Mas com Lula no centro da questão, há maior pressão para que os ministros mantenham o entendimento da prisão antecipada.
O fiel da balança é a ministra Rosa Weber, que tende a alinhar-se à corrente favorável a esta revisão, mas em casos de habeas corpus tem aplicado o atual entendimento da Corte em detrimento de sua convicção pessoal.
Conhecidas por também absorverem um forte componente político, as decisões do Supremo são capazes de desafiar qualquer lógica cartesiana. A surpresa com a sessão do último dia 22 de março mostrou que um elemento extra pode entrar nesta equação: a improbabilidade. As reações indignadas e o desgaste que vieram na sequência podem afastar a chance de prosperar qualquer iniciativa que não seja julgar o HC de Lula. Mas, do Supremo, pode-se esperar tudo.
Veja tudo o que pode ocorrer no STF na sessão marcada para quarta-feira, 4.
Conclusão do julgamento
Diante do desgaste e da péssima repercussão com o adiamento, este é o cenário mais provável. Neste caso, os ministros concedem ou negam o habeas corpus pedido por Lula. Se permitirem ao petista recorrer em liberdade, falta saber até que ponto. Isso porque forma-se nos bastidores um solução intermediária entre a prisão em segunda instância e após o trânsito em julgado, sendo o Superior Tribunal de Justiça o último grau de recurso. Mas essa tese tem força no âmbito das ADCs em que se discute o mérito. No caso de HC, a decisão pode ir para o tudo ou nada.
Adiamento da sessão
Votos demorados, apartes, discussões  e outras “intempéries” a que os ministros estão sujeitos em plenário podem levar à interrupção da sessão, repetindo o desfecho da reunião de 22 de março. Neste caso a votação seria retomada na quinta-feira, em uma sessão extraordinária, ou na semana seguinte, em um dos encontros semanais dos ministros.
Pedido de vista
Em tese, não há nada que demande pedido de vista para que algum ministro possa se inteirar melhor do caso, já que ele deve responder a uma questão simples e o processo é conhecido. Entretanto, esse tipo de pedido também carrega uma carga política e tem sido usado de forma estratégica para esfriar uma discussão. Na prática, a medida pode ser uma manobra de algum ministro para forçar a presidente Cármen Lúcia a incluir em pauta as ADCs 43 e 44, que tratam do mérito da prisão em segunda instância e que podem levar à revisão do entendimento atual da Corte. Para isso acontecer, o ministro deveria estar disposto a suportar o inevitável desgaste junto à opinião pública, pois a liberdade de Lula estaria garantida enquanto não houver decisão.
Questão de ordem
Seria inovador, mas algum ministro ou a própria defesa pode pedir que as ADCs sejam julgadas antes do recurso de Lula. A ideia seria analisar primeiro a questão geral da prisão em segunda instância para depois avaliar o caso específico de Lula. Do lado dos advogados do petista, é um cálculo arriscado, uma vez que o HC tem caráter emergencial, mas não absurdo do ponto de vista da defesa, que tem o direito de fazer tudo o que está a seu alcance em benefício de seu cliente. Se funcionar, o petista garante mais tempo em liberdade enquanto o Supremo decide sobre o mérito da prisão em segundo grau.
Mudança na pauta
Seria muito surpreendente, mas, em tese, é possível que  Cármen Lúcia decida pautar as ADCs para serem julgadas no dia 4, atropelando o HC de Lula. Isso só aconteceria se a presidente do Supremo cedesse à pressão da corrente de ministros (hoje são seis, a maioria da Corte) que quer rever a prisão antecipada antes de julgar o caso específico do petista, adotando um entendimento de aplicação geral. Igualmente improvável é o julgamento do habeas corpus simplesmente ser transferido para outro dia.
Fonte: Veja

Novas Fotos: Carros são “engolidos” por cratera em forma de "piscina" em viaduto de Itabuna

VERDINHO DE ITABUNA
Uma enorme cratera nas imediações do viaduto Fernando Gomes, na saída de acesso à BR-101, tem provocado muita dor de cabeça aos motoristas, que passam por ali, diariamente. Pequenos acidentes já foram registrados, como um de hoje, quando um Onix foi praticamente “engolido” na “piscina” que se formou no local, em função das chuvas que têm caído nos últimos dias.
“Com isso, o trânsito ficou congestionado. As pessoas tentavam ajudar o rapaz do Onix. Nossa, ele ficou no maior sufoco”, relatou um internauta ao Verdinho. A água chegou a cobrir parte do capô do carro. Ninguém ficou ferido, felizmente.
No entanto, a maior preocupação dos condutores é de que esse buraco provoque desastres ainda mais graves. Além disso, muitos veículos, ao caírem na “armadilha”, ficam danificados, causando prejuízos aos proprietários.
Para quem desconhece a existência da cratera neste local, onde muitos fazem o contorno para ir sentido Hospital de Base, é bom ficar atento e dobrar os cuidados.  


Veja como está o semianel rodoviário de Itabuna


Buracos são uma armadilha para os motoristas


Fotos: Rafael Amaral

Bancos não podem restringir acesso de concorrentes a algumas operações


TUDO NEWS
Nos próximos meses, os bancos não poderão impedir ou restringir parcialmente o acesso de instituições de pagamento, como Cielo e Pagseguro, a cinco tipos de operações bancárias. A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Os bancos não poderão limitar o acesso a débitos autorizados pelo titular de qualquer conta de depósito (mantida em bancos) ou de pagamento (contas digitais). Eles também não poderão restringir emissões de boletos, transferências entre contas numa mesma instituição, transferências eletrônicas disponíveis (TED) e documento de crédito (DOC).
Em comunicado, o Banco Central informou que a mudança pretende incentivar a concorrência no sistema financeiro, tornar os produtos financeiros mais eficientes, adequados e seguros e eliminar as barreiras de infraestrutura. As novas regras serão aplicadas a partir de julho, exceto para os débitos autorizados, cujas normas entrarão em vigor em novembro.

PRF endurece contra motoristas imprudentes

FÁBIO ROBERTO NOTICIAS
Operação na Ilhéus/Itabuna.
Operação na Ilhéus/Itabuna.
A PRF já deu início a Operação Semana Santa, que visa reforçar o policiamento ostensivo e preventivo em todo o Brasil até domingo (1º). A ação conta com todo o efetivo da corporação e vai dar prioridade aos locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. Serão utilizados 250 radares, 1.824 etilômetros (bafômetros), 484 motocicletas e 1.398 viaturas.
Para garantir proteção aos passageiros, a equipe de agentes vai moderar o tráfego de veículos de carga nas rodovias, em horários de circulação mais intensa, e aumentar o monitoramento, observando se motoristas estão alcoolizados ou se utilizam o cinto de segurança.
Para que os condutores se percebam como responsáveis em caso de acidentes e estejam conscientes de ações capazes de reduzi-los, a polícia rodoviária também vai implementar  ações de educação no trânsito. O foco será nos comportamentos de risco, como excesso de velocidade, dirigir alcoolizado, ultrapassagens indevidas, falta do uso de cinto de segurança e do uso das cadeirinhas adequadas para o transporte de crianças.

Taxista flagra refletores do Estádio Mário Pessoa em condições precárias


FÁBIO ROBERRTO NOTICIAS
Situação que pode afetar os jogos do Tigre.
Situação que pode afetar os jogos do Tigre.
O taxista Waldemir Correia flagrou uma cena tão quanto preocupante. O taxista, que também é torcedor do Colo-Colo, fez imagens dos refletores do estádio Mário Pessoa, que estão prestes a cair e causar uma grande tragédia.
De acordo com Waldemir, as bases que sustentam os refletores estão enferrujadas e algumas até já quebraram, quem for ao Estádio corre sério risco de ser atingido.
O problema está na parte das arquibancadas da geral, no balanço e no atrito da torcida os postes podem derrubar as peças que estão muito frágeis.

De olho na Copa do Mundo: cervejarias artesanais apostam em novos produtos




Sócios da Verace vão lançar cerveja alusiva ao Mundial agora em maio
Sócios da Verace vão lançar cerveja alusiva ao Mundial agora em maio
Mirando a Copa do Mundo, as cervejarias artesanais mineiras ampliaram os investimentos em produtos especiais para o Mundial e já projetam crescimento de até 500% no volume de vendas em relação a junho e julho de 2017. Neste ano, o evento esportivo acontece na Rússia, a partir do dia 14 de junho.
Criada há 15 meses, a Cervejaria Verace, com sede em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pretende lançar, na primeira quinzena de maio, uma cerveja comemorativa à Copa do Mundo. Para Alessandro Fontenelle, um dos sócios da empresa, apesar de não ser considerado o período mais rentável do ano, os meses de junho e julho, quando o Mundial será realizado, gera grande expectativa em relação às vendas.
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“Normalmente, o primeiro semestre é mais fraco que o segundo em relação às vendas. A Copa do Mundo vai antecipar essa demanda em um mês. Temos como meta aumentar de quatro a cinco vezes as vendas em relação ao mesmo período do ano passado”, projeta.
Na primeira quinzena de junho, a belo-horizontina Dunn também lançará uma cerveja alusiva ao Mundial. Segundo José Nílson de Faria, um dos sócios da empresa, o período da Copa é a esperança para alavancar o consumo do produto.
“Este início de ano está muito ruim para nós do mercado cervejeiro. Na Copa, a expectativa é de que as vendas sejam melhores do que do ano passado. Esperamos um crescimento de pelo menos 20%”, projeta.

Nas prateleiras
Enquanto as concorrentes ajustam os últimos detalhes para o lançamento dos produtos especiais para a Copa do Mundo, a Cervejaria Loba saiu na frente, e já lançou no mercado uma cerveja especial para o evento.
Com estilo Premium American Lager, 5% de teor alcoólico, de coloração dourada, a cerveja tem um baixo amargor e um aroma que pode lembrar cereais.
O proprietário da Loba, Aloísio Rodrigues Pereira, faz questão de destacar a ligação entre a bebida, o torcedor e o Mundial de futebol. “Estamos em ano de Copa do Mundo e brasileiro ama futebol. Este lançamento vem para estimular as vendas, prestigiar o futebol e a seleção brasileira rumo à Rússia”, disse.

Alternativa 
Outra empresa mineira que se destaca no ramo cervejeiro é a Wäls. Mesmo sem dedicar um grande investimento em produtos especiais para o evento, a cervejaria espera alavancar as vendas a partir da criação de um chope comemorativo, que será lançado cerca de 20 dias antes do início do torneio.
“O chope vai ser um complemento para a demanda atual que nós temos. Mas a Copa pode ser uma época favorável para as vendas”, afirma Ludmila Brumer, gerente de Marketing da Wäls.

Mundo Motor: Mini "da velha guarda" elétrico em NY


Existe um charme nato nos automóveis britânicos, seja Rolls-Royce, Jaguar, Bentley, Lotus, Aston Martin, Morgan ou Triumph. Mas nenhum deles é tão emblemático como o Mini, modelos lançado em 1959 e que sobreviveram até o fim do milênio. Aposentado há quase 20 anos, o veterano acaba de retornar numa versão elétrica no Salão de Nova York. Não se trata de uma produção retrô em série, mas ele simboliza o futuro Mini Cooper elétrico que será lançado no ano que vem pela marca inglesa, que pertence à BMW. Em única produção, o Mini Electric, como foi batizado, recebeu motor de 165 kW, que corresponde a cerca de 230 cv. O propulsor (que equipa uma versão híbrida do jipinho Countryman) é alimentado por baterias de íon de lítio 30 kWh que garantem autonomia de cerca de 100 quilômetros e permite que o carrinho acelere até 125 km/h. Pena que é um só!
Maserati Levante Trofeo
O segmento de jipões de alto luxo anda movimentado. A Maserati leva para a mostra nova-iorquina o Levante Trofeo, versão anabolizada de seu SUV, que adota motor V8 biturbo 3.8 de 598 cv. Trata-se da mesma unidade utilizada nas Ferraris V8, como 488 e Portofino, mas com calibração “mais modesta” para não ferir a hierarquia. Assim o jipe de Netuno se posiciona entre as opções mais ariscas do mercado, onde já figuram Porsche Cayenne Turbo, Lamborghini Urus e Mercedes-Benz GLE63 AMG Coupé.
Jaguar F-Pace SVR
Se os italianos estão mostrando todo o seu vigor, a Jaguar também resolveu botar as garras para fora na Big Apple. O utilitário F-Pace acaba de ganhar versão SVR, que designa a linha de alto desempenho da marca do felino. Assim como já acontece com o cupê (e também conversível) F-Type, a edição demoníaca do jipinho é equipada com motor V8 5.0 de 550 cv e 68 quilos de torque, dotado de compressor mecânico. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e atinge a máxima de 283 km/h.
VW Atlas Cross Sport
Enquanto o Touareg foi a sensação da Volkswagen no Salão de Pequim, em NY quem roubou a cena no estande da VW foi o Atlas Cross Sport Concept. Trata-se de uma versão de apenas cinco lugares do jipão que a marca vende por lá. Apesar de conceitual e cheio de firulas com filamentos de LED que se prolongam pela grade frontal, o modelo chega ao mercado norte-americano em 2019, com opção híbrida de 360 cv e capacidade de rodar até 40 quilômetros só no modo elétrico.

Valkyrie AMR Pro 2020: O oráculo de Gaydon


Lá se vão quase 60 anos desde que a Aston Martin deixou a Fórmula 1. O retorno oficial aconteceu no último fim de semana no GP da Austrália, que abriu a temporada 2018 e com um bom quarto lugar, conquistado pelo australiano Daniel Ricciardo. A Aston Martin se juntou à Red Bull Racing e, para celebrar, levou para o Salão de Genebra o Valkyrie AMR Pro 2020. Uma espécie de previsão do supercarro de amanhã.
A marca inglesa, assim como Mercedes e demais fabricantes, busca um carro de corridas de alta eficiência. Mas não se trata apenas de motores potentes e estruturas leves. É necessária uma aerodinâmica perfeita. Com o Valkyrie AMR Pro 2020 a marca busca atingir o nirvana em performance, junto com a escuderia Red Bull.
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Super Trunfo
Trata-se de um bólido que, à primeira vista, agrega elementos dos monopostos de Fórmula 1, assim como dos protótipos das categorias de Endurance. Dizer que ele é um F1 com portas não seria exagero.
A fabricante não divulgou tudo o que há debaixo da carroceria que parece ter sido esculpida no túnel de vento. Mas é possível ver que nele há um conjunto de suspensão com braços sobrepostos e amortecedores horizontais (Push Rod ou Pull Rod) como nos carros da F1.
Já o motor nem de longe é oriundo da atual Fórmula 1 e nem da categoria LMP1 do Mundial de Endurance (WEC). Aí temos um legítimo coração Aston Martin, um V12 6.5 litros recalibrado para gerar assustadores 1.115 cv.
Trata-se de potência suficiente para se obter relação peso/potência na ordem de 1:1. Ou seja, um cavalo-vapor para cada quilo do Valkyrie AMR Pro. A Aston Martin não explica como chegou a toda essa potência.
No entanto, as rodas fechadas sugerem que nelas há um sistema de regeneração de energia cinética (Kers), como utilizado na Fórmula 1, o que indica que junto do V12 há uma unidade elétrica. A tração é traseira, como as fotos indicam, uma vez que não há um eixo de tração nas rodas dianteiras. Já a transmissão ainda é mistério.
Carroceria
O Valkyrie AMR Pro 2020 é um carro desenhado para obter o máximo de tração e aceleração lateral. Basta notar que o carro tem um bico suspenso e com asas dianteiras como nos F1 e um grande aerofólio na traseira, grandes extratores e aletas entre o para-lamas dianteiro, para otimizar o fluxo de ar e resfriamento dos freios.
Como afirma a própria Aston Martin, a velocidade máxima é de modestos 360 km/h. Pode parecer pouco, quando se compara a modelos como Bugatti Chiron ou Koenigsegg Agera RS, que vão além dos 400 km/h. Mas a marca garante que a aerodinâmica permite entrar e sair de curvas em velocidades muito elevadas, o que faria dele um devorador de circuitos travados. Alguém duvida?