São Paulo, agosto de 2025 – Uma
pesquisa do Serasa, intitulada “Finanças Infantis”, mostra que 72% dos
pais não realizam investimentos para o futuro dos filhos. O dado reforça
a importância de ampliar o planejamento financeiro familiar. Nesse
contexto, o seguro de vida se apresenta como uma solução estratégica:
além de proteger a renda em casos de imprevistos, garante estabilidade e
bem-estar a longo prazo, evitando que situações inesperadas comprometam
os projetos da família.
Essa
falta de preparo pode ter raízes culturais, já que 56% dos pais afirmam
não se lembrar de terem recebido orientações sobre finanças na
infância. O reflexo desse vazio educativo aparece em outro dado
preocupante: 24% dos entrevistados, segundo levantamento da Federação
Nacional de Previdência Privada e Vida em 2024, apontaram desinteresse
como motivo para não contratar um seguro de vida. A preocupação cresce
ao considerar que muitos desses indivíduos são provedores do lar e que,
em sua ausência, os dependentes ficariam desamparados.
Mais
do que uma indenização em caso de falecimento, o seguro de vida oferece
coberturas em vida, como para doenças graves ou invalidez, que garantem
a continuidade da renda e dos compromissos familiares, mesmo diante de
imprevistos que afetam diretamente a capacidade de prover.
Para
José Luiz Florippes, diretor de vendas da Omint Seguros e pai de uma
menina, o seguro de vida desempenha um papel estratégico no planejamento
familiar. “Ainda é comum associar o seguro de vida apenas à ausência,
mas ele é, na verdade, uma expressão concreta de cuidado no presente”,
afirma.
Além
da proteção imediata, o seguro também pode ser compreendido como um
instrumento de educação financeira. “Ao contratá-lo, o responsável
sinaliza aos filhos a importância de se preparar para o futuro, conviver
com riscos e adotar atitudes responsáveis desde cedo”, explica
Florippes.
Outro
benefício é que, diferentemente de um investimento, o seguro de vida
oferece alavancagem imediata, já que garante o valor integral contratado
logo após o pagamento da primeira parcela, proporcionando liquidez
diante de qualquer evento previsto em apólice.
Por que o seguro de vida importa
· Proteção em vida: cobre
casos de doenças graves e invalidez, garantindo a continuidade da renda
mesmo que o pai enfrente um problema incapacitante.
· Produto com propósito: além
de amparar financeiramente, representa um compromisso educacional. Ao
contratar o seguro, o pai sinaliza ao filho a importância de conviver
com risco, responsabilidade e proteção.
· Legado financeiro consciente: o
seguro pode ser usado como exemplo prático de planejamento para os
filhos, mostrando que pensar no futuro faz parte da segurança emocional e
material da família.
“Quando
falta planejamento financeiro, falta também a oportunidade de ensinar,
na prática e pelo exemplo, como cuidar do futuro. Os dados mostram que
muitos pais não investem nem mesmo o mínimo, o que revela um ciclo
preocupante: a ausência de preparo hoje pode comprometer o amanhã”,
comenta Florippes.
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