MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Bolsonaro pode ter novo encontro com Lula em posse de Rosa Weber

 


Ministra toma posse no dia 12 de setembro, às 17h, como presidente do Supremo Tribunal Federal


Tribuna da Bahia, Salvador
08/09/2022 15:03 | Atualizado há 5 horas e 7 minutos

Compartilhe
Foto: Divulgação/Band

A ministra Rosa Weber toma posse na próxima segunda-feira (12), às 17h, como presidente do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro podem se encontrar novamente, uma vez que foram convidados.

Em agosto, na cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) houve o primeiro encontro de Lula e Bolsonaro.

Os dois estiveram cara a cara durante a cerimônia, mas não se cumprimentaram e se evitaram durante todo o tempo. O atual presidente ocupou a tribuna de honra, enquanto o petista ficou na plateia, ao lado dos também ex-presidentes Michel Temer, Dilma Rousseff e José Sarney.

De acordo com o STF, há 1300 convidados, e somente 350 estarão no plenário. Os demais em salões próximos ou pela internet. Entre os convidados: chefes de poder, presidentes dos tribunais superiores e integrantes, todos os candidatos à Presidência e parlamentares.

Diferentemente de outros anos, não há previsão de coquetel ou festa, como costumava acontecer antes da pandemia da covid-19.

Na cerimônia, o hino nacional será tocado por uma banda militar e a previsão é de duração de uma hora e meia e depois fila de cumprimentos no Salão Branco.

Weber será a terceira mulher a presidir a Corte, depois de Ellen Gracie, a quem substituiu no tribunal, e de Cármen Lúcia. As eleições no Supremo são protocolares. Na prática, o STF adota para a sucessão de seus presidentes um sistema de rodízio baseado no critério de antiguidade. É eleito o ministro mais antigo que ainda não presidiu o STF.

A expectativa entre alguns ministros ouvidos pela CNN, em caráter reservado, é de que a gestão de Rosa Weber consiga tirar a Corte do centro das atenções e dos conflitos com outras instituições.

Fonte: CNN Brasil

Nenhum comentário:

Postar um comentário