MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 30 de setembro de 2017

Negociações entre o governo federal e farmácias podem acabar com o Farmácia Popular

BOCÃO NEWS
[Negociações entre o governo federal e farmácias podem acabar com o Farmácia Popular]
30 de Setembro de 2017 às 11:15 Por: Reprodução Por: Redação BNews
O programa Farmácia Popular, que oferece medicamentos a preços acessíveis para a população, com descontos de até 90%, pode chegar ao fim após negociações entre o governo federal e o setor varejista de farmácias. O governo fez uma proposta inicial que pode diminuir os preços dos medicamentos em uma média de 35%, o que pode inviabilizar a continuação do projeto.
A proposta depende do tipo de medicamento. No caso da Losartana Potássica, de 50mg, o preço atual pago por comprimido é de R$ 0,30, e a proposta inicial do governo prevê redução para R$ 0,12, ou seja, 60%. Já o cloridrato de metformina, de 850mg, tem repasse de R$ 0,16, com queda prevista para R$ 0,14, queda de 0,13%.
Segundo o assessor jurídico da Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma), Rafael Espinhel, caso a queda dos preços dos medicamentos seja confirmada o projeto não terá como ser mantido.
Em nota divulgada pelo jornal Extra, o Ministério da Saúde destacou que “além de comprar em maior escala, o programa Farmácia Popular atrai consumidores para dentro dos estabelecimentos comerciais. Esse cenário está sendo levado para a mesa de negociações”.
 

Outubro Rosa é lançado com a meta de superar 500 mil mamografias


Por: Sulbahianews/Uinderlei Guimarães
30/09/2017 - 09:40

A partir do dia 1º de outubro, unidades de saúde na capital e no interior ganharão uma iluminação especial, na cor rosa, como forma de chamar a atenção das mulheres para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama. A campanha do Outubro Rosa terá uma programação intensa, com a meta de realizar 20 mil mamografias no mês, ultrapassando assim a marca de 500 mil exames desde janeiro de 2015.
Também está prevista a realização de consultas, palestras, bem como um curso de radiologia, aula de ginástica e um motopasseio rosa. Uma ação inédita também será realizada em parceria com as Unidades de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons) de todo o estado. Pacientes mastectomizadas por câncer de mama e que já tiveram findado o ciclo de quimioterapia serão encaminhadas ao Hospital da Mulher para a realização de consultas e, caso haja recomendação médica, realização de cirurgia reparadora.
De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “a principal causa de morte por câncer entre mulheres se dá pelo câncer de mama e o diagnóstico precoce pode levar à cura. Além disso, quando precocemente descoberto pode-se evitar o procedimento cirúrgico de retirar a mama por completo, o que, para algumas mulheres, é como uma mutilação, ou ainda evitar procedimentos complementares como quimioterapia ou radioterapia, aumentando a sobrevida dessas pacientes e reduzindo a morbidade”, afirma o secretário.
Para fazer os exames de rastreamento do câncer de mama não é necessária a solicitação médica. A campanha atende gratuitamente mulheres de 50 a 69 anos, que precisam comparecer aos locais de exame com identidade, CPF, comprovante de residência e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). Caso alguma alteração seja verificada na mamografia, elas serão encaminhadas para exames complementares em unidades de referência e, quando necessário, iniciam o tratamento o quanto antes.
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que na Bahia 12.900 novos casos de câncer vão acometer as mulheres em 2017, sendo 2.760 de mama e, destes, 1.000 ocorrerão em Salvador. Quando detectado em fase inicial, a doença pode alcançar até 95% de cura.

Fatores de risco

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença, tais como: idade, fatores endócrinos, história reprodutiva, fatores comportamentais e ambientais, bem como fatores genéticos.
A idade, assim como em vários outros tipos de câncer, é um dos principais fatores que aumentam o risco de se desenvolver câncer de mama. O acúmulo de exposições ao longo da vida e as próprias alterações biológicas com o envelhecimento aumentam o risco. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.
Manter o peso corporal adequado, praticar atividade física e evitar o consumo de bebidas alcoólicas ajudam a reduzir o risco de câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.

O que o prefeito de Nova York, Ciro Gomes e Adolf Hitler têm em comum?

por bordinburke  POR UM BRASIL SEM POPULISMO!
Separados por largas distâncias temporais, geográficas e circunstanciais, o que poderia vir a unir estes três personagens? Vejamos, pois, como cada uma dessas figuras proeminentes na política vê a relação entre Estado e mercado, para então identificar possíveis similaridades entre suas concepções a respeito do tema:
1) Bill De Blasio, prefeito de Nova York, em entrevista concedida em setembro de 2017 a Chris Smith, jornalista do New York Magazine, quando perguntado sobre a melhor forma de reduzir a desigualdade de renda na big apple, saiu-se com essa:
O problema é que nossos sistema legal foi elaborado para favorecer a propriedade privada. Eu acredito que a maioria de nossos cidadãos, independente de sua inclinação política, gostaria que o governo pudesse determinar onde cada prédio seria construído, que altura ele teria, quem deveria viver nele, quanto custará o aluguel.
Eu acho que há um impulso socialista em curso, que eu escuto todo dia, em todo tipo de comunidade, que deixa claro que as pessoas gostariam que as coisas fossem planejadas de acordo com suas necessidades. E eu gostaria também. Infelizmente, o que impede que isso aconteça são os direitos de propriedade; eles é que direcionam o desenvolvimento da cidade.
2) Ciro Gomes, durante debate realizado na University of Oxford, reafirmou uma vez mais sua descrença na capacidade do livre mercado suprir as necessidades dos consumidores sem gerar "injustiças" pelo caminho:
" (...) Isso é o capitalismo, o capitalismo é assim [empresas privadas envolvidas em escândalos de corrupção]. O que aconteceu em 2008 nos Estados Unidos? A fraude campeando, a esculhambação generalizada, roubalheira, tudo de fraudes, etc. Puniram as pessoas e salvaram a cara das empresas. A Volkswagen aqui na Alemanha entrou em um escândalo extraordinariamente grave, falsificando indicadores de poluição. (...) e eu não quero estatizar estas empresas. Eu prego o controle social, o fim da ilusão moralista. Existem mil caminhos de controle. (...)"
3) Adolf Hitler, durante todo o período no qual o Nazismo ditou as regras na Alemanha, instituiu um regime de controle da economia que subjugava os interesses privados aos imperativos estatais, conforme explica Ludwig Von Mises:
Na Alemanha de Hitler havia um sistema de socialismo que só diferia do sistema russo na medida em que ainda eram mantidos a terminologia e os rótulos do sistema de livre economia. Ainda existiam “empresas privadas”, como eram denominadas. Mas o proprietário já não era um empresário; chamavam-no “gerente” ou “chefe” de negócios (Betriebsführer).
Todo o país foi organizado numa hierarquia de führers; havia o Führer supremo, obviamente Hitler, e em seguida uma longa sucessão de führers, em ordem decrescente, até os führers do último escalão. E, assim, o dirigente de uma empresa era o Betriebsführer. O conjunto de seus empregados, os trabalhadores da empresa, era chamado por uma palavra que, na Idade Média, designara o séquito de um senhor feudal: o Gefolgschaft.
E toda essa gente tinha de obedecer às ordens expedidas por uma instituição que ostentava o nome assustadoramente longo de Reichsführerwirtschaftsministerium (Ministério da Economia do Império), a cuja frente estava o conhecido gorducho Goering, enfeitado de jóias e medalhas.
E era desse corpo de ministros de nome tão comprido que emanavam todas as ordens para todas as empresas: o que produzir, em que quantidade, onde comprar matérias-primas e quanto pagar por elas, a quem vender os produtos e a que preço. Os trabalhadores eram designados para determinadas fábricas e recebiam salários decretados pelo governo. Todo o sistema econômico era agora regulado, em seus mínimos detalhes, pelo governo.
Acredito que agora tenha ficado bem mais fácil visualizar o traço em comum entre Bill de Blasio, Ciro Gomes e Adolf Hitler: a obsessão em determinar os rumos da economia - e, consequentemente, da vida de todas as pessoas. A semelhança entre suas ideologias salta aos olhos na medida em que os três acreditam piamente que seja humanamente possível ou mesmo desejável que um grupo de burocratas estabeleça o que deve ser produzido e comercializado, quando, como, por quem e a que preço.  
Friedrich Hayek já apontava o primeiro (mas não o único) fator que desaconselha governantes a intervirem na economia de tal forma:
O caráter peculiar do problema de uma ordem econômica racional se caracteriza justamente pelo fato de que o conhecimento das circunstâncias sob as quais temos de agir nunca existe de forma concentrada e integrada, mas apenas como pedaços dispersos de conhecimento incompleto e frequentemente contraditório, distribuídos por diversos indivíduos independentes. O problema econômico da sociedade, portanto, não é meramente um problema de como alocar "determinados" recursos — se por "determinados" entendermos algo que esteja disponível a uma única mente que possa deliberadamente resolver o problema com base nessas informações.
Além disso, Hayek alertava para o fato de que, uma vez que a um Estado qualquer seja conferido o poder de regular por completo as relações econômicas, resta que este governo, a pretexto de "corrigir distorções", pode vir a interferir em todo e qualquer aspecto da vida dos cidadãos. Em O caminho da servidão, o austríaco apresentou essa tese demonstrando que as tentativas de exercer um controle central da economia levaram invariavelmente à perda da liberdade individual - em alguns casos extremos, inclusive, ao totalitarismo (basta dar uma olhada para a Venezuela e seu "socialismo do século XXI" para constatar a validade deste teorema).
E ainda existe um terceiro motivo que contraindica centralizar decisões da área econômica no Estado que nós, brasileiros, estamos carecas de conhecer: quando o governo é detentor da prerrogativa de determinar quem pode exercer cada ofício ou atuar em cada atividade econômica; cultiva o hábito de conceder empréstimos para "campeões nacionais" por ele mesmo designados a juros muito abaixo do que pagou para captar dinheiro no mercado; costuma conceder perdões fiscais e isenções tributárias para os "amigos do rei" e extorquir o restante da população sem perdão; o resultado disto tudo será sempre um só: CORRUPÇÃO, CORRUPÇÃO E CORRUPÇÃO.
O hoje ministro do STF Luiz Edson Fachin, durante toda sua carreira jurídica, sempre foi um dos adeptos da famigerada teoria da "função social" da propriedade privada, a qual é reiteradamente utilizada para fundamentar atos administrativos que impõem elevação de preços de IPTU de imóveis urbanos desocupados e até mesmo ações de expropriação de terrenos rurais. Até mesmo um novo conceito de "empresa com responsabilidade social" vem sendo gradualmente cunhado e propagado na mídia - como se obter lucro fosse uma atitude reprovável de per si que precisasse ser compensada com outra medida de efeito contrário (ou seja, objetivando gerar "impacto social positivo").
Ou seja, esta mentalidade anticapitalista é bem mais comum do que se possa imaginar. Ocorre que apontar os erros cometidos por empreendedores e seus efeitos negativos sobre a sociedade não é argumento forte o suficiente para justificar a implantação de providências de caráter socialista, dado que os resultados nefastos destas superam em muito quaisquer falhas do livre mercado. O próprio prefeito de Nova York levou um "pito", um dia desses, da apresentadora Trish Intel, da Foxnews, quando do episódio em que ele elogiou uma escultura de uma menina que ficava encarando a famosa estátua do touro de Wall Street:
Da mesma forma que nenhum morador de um condomínio de apartamentos permite que o síndico intrometa-se na sua vida privada, também o Estado deve manter-se adstrito a suas funções primordiais, sem imiscuir-se, em especial, nas negociações livres de ardil de qualquer espécie e realizadas espontaneamente entre os indivíduos, ainda que isto gere desigualdade - o que é muito diferente de pobreza.
Os primeiros colonizadores da América morreram de inanição trabalhando em prol do "bem comum" até que a inovação da propriedade privada foi abraçada como solução e deu origem a nação mais próspera do planeta. Hitler já foi visitar o capeta, mas bem que Bill de Blasio e Ciro Gomes poderiam tentar aprender esta simples lição.

Trabalhar em uma empresa com responsabilidade social é bem mais fácil do que você imagina…

por bordinburke POR UM BRASIL SEM POPULISMO
GN
A Globonews exibiu recentemente uma matéria abordando uma suposta tendência observável no mundo dos negócios: a crescente preocupação dos empresários em "gerar efeitos positivos na sociedade". Segundo a reportagem procurou demonstrar, até mesmo fundos de investimento têm procurado aplicar o dinheiro de seus poupadores em empresas que "aliem o lucro a questões sociais".
Pioneira na disseminação e no fomento destes empreendimentos de impacto social no Brasil, a Artemisia, por exemplo, visa "inspirar, capacitar e potencializar talentos e empreendedores para criar uma nova geração de negócios que rompam com os padrões precedentes e (re)signifiquem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um país com iguais oportunidades para todos". Seu slogan, a propósito, resume bem a visão da companhia:" entre ganhar dinheiro e mudar o mundo, fique com os dois".
A equipe de jornalismo, claro, preferiu esquecer-se de um detalhe crucial: em um ambiente de trocas voluntárias com pouca ou nenhuma regulação estatal, só irão prosperar e obter ganhos aqueles indivíduos que oferecerem produtos e serviços de maior qualidade a seus consumidores a preços acessíveis, gerando empregos e movimentando a economia ao longo da cadeia produtiva.
Em suma: todo e qualquer empreendedor que não esteja mancomunado com o poder público gera impacto social positivo em sua jornada rumo à riqueza. 
Como bem explicou Renato Russo em entrevista concedida a MTV no auge de sua fama, a qual deveria fazer artistas que vivem de Lei Rouanet e outras verbas oriundas dos pagamentos de impostos enrubescerem: ele só nos premiou a todos com suas inesquecíveis canções - ajudando a criar postos de trabalho no setor fonográfico, dentre outras benesses obtidas por terceiros envolvidos em sua notável obra - porque queria ganhar dinheiro em troca!
Quem viveu ou vive em Curitiba conhece a história do Dog do Zeu: um rapaz que começou vendendo cachorro-quente na rua em parceria com um amigo hoje emprega dez pessoas (todos jovens que poderiam estar ocupando-se de malandragens mil por aí) em uma esquina na terra da Lavajato. Matar a fome de quem passa pelo bairro Bacacheri e ainda proporcionar oportunidades para que os garotos ajudem no sustento de suas próprias famílias: querem impacto social maior do que este?
E que exemplo poderia ser melhor do que a celeuma envolvendo a empresa Guararapes no Rio Grande do Norte, onde o empregador está sendo defendido por seus empregados terceirizados - antes que ele decida trocar os fornecedores brasileiros por paraguaios - em meio a uma ação questionável do Ministério Público do Trabalho? Operário tomando o partido do patrão, em uma perfeita inversão da luta de classes marxista, para o desespero da extrema-esquerda.
Como o Instituto Liberal já explicou aqui e aqui, dentre outras oportunidades, produzir é criar valor a partir da combinação e realocação de recursos escassos visando gerar bens que atendam as necessidades reais de cidadãos comuns, na esperança de convencê-los da conveniência de trocar o fruto de seu próprio trabalho por aqueles bens.
Ou seja, tanto durante o processo produtivo propriamente dito, quanto durante a fase de comercialização dos bens ofertados, a sociedade como um todo sai ganhando - especialmente se houver pouca ou nenhuma intervenção estatal envolvida.
Preparem-se, pois,  para constatarem cada vez ações de marketing dando conta de que a empresa X ou Y possui "responsabilidade social". Grande coisa: qualquer empresário possui. Basta ele não usufruir de bolsa-BNDES, não ser privilegiado por tarifas  de importação protecionistas, não firmar contratos superfaturados com entes governamentais, não buscar junto a burocratas formas de estrangular a competição em sua atividade econômica.
Enfim, basta ele ser, de fato, um empresário, e não uma extensão do poder estatal disfarçada de empreendimento privado, e estaremos diante de alguém capaz de beneficiar muitos brasileiros - especialmente os de menor poder aquisitivo - sem precisar, para isso, ostentar uma fama de "justiceiro social".

Correios realizam mutirão para normalizar entrega de correspondências


Por: Informações do Bahia Notícia
30/09/2017 - 10:42

Neste final de semana (30 e 1º) os Correios realizarão um mutirão para colocar em dia a carga de objetos postais atrasada em razão da greve dos funcionários, iniciada no último dia 19 setembro.
Segundo a assessoria dos Correios, na Bahia, 74,03% do efetivo está presente trabalhando, e somente os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão suspensos.
Ainda de acordo com o Sincotelba, uma assembleia da categoria está agendada para a próxima segunda-feira, 2 de outubro, em Salvador.

Brasil vai integrar Comitê Executivo da Interpol

Postado em 30/09/2017 7:02  DIGA BAHIA!
PF pós vencer eleições na China, da qual participaram 190 países, o Brasil conquistou uma cadeira no Comitê Executivo da Interpol.
O comitê é formado por 13 membros, dos quais três são países das Américas. O Brasil preencherá a vaga da Argentina, que deixa o posto após o mandado eletivo de três anos.
Com a eleição, o País passa a participar de da discussão de medidas voltadas para a segurança e o policiamento em todo o mundo, além de permitir que a Polícia Federal estabeleça acordos internacionais nesses setores.
Portal Brasil

Queda da inflação melhora custo de vida dos brasileiros

Postado em 30/09/2017 7:08
inflação Há pouco mais de um ano, o Brasil enfrentava um cenário de juros galopantes, inflação alta e a pior recessão da história. Com uma agenda de reformas estruturais, responsabilidade fiscal e medidas de estímulo, o governo federal conseguiu reverter esse cenário e agora as previsões apontam para um horizonte favorável para a retomada da economia brasileira.
O aumento da produção agropecuária, em especial a de grãos, teve um papel importante no processo de queda da inflação. A grande oferta de produtos do setor agropecuário contém a alta de preços de outros segmentos econômicos e contribui para o processo de desinflação. Atualmente, o preço do grupo de alimentos e bebidas acumula uma deflação de 2,01% nos últimos 12 meses.
Não à toa, o preço dos alimentos, desde os tempos de hiperinflação, é a principal despesa das famílias brasileiras e, por isso, possui tanto impacto nos preços e no custo de vida das pessoas. Na avaliação da Tendências Consultoria, a queda no preço desse grupo é o maior motivo para a queda tão rápida da inflação.
“O principal fator é a supersafra e o preço dos alimentos, que depois de um período de muita pressão continuam despencando […]. O grosso da desinflação é resultado do preço dos alimentos a domicílio”, afirma o analista da Tendências, Marcio Milan.
Juros em queda
Como a Selic é utilizada pelo Banco Central para encarecer ou baratear o acesso ao crédito, essa redução leva um aquecimento do consumo e a um aumento da atividade econômica. Isso porque a queda da taxa básica viabiliza mais investimentos do setor produtivo.
Segundo as previsões do mercado financeiro, a taxa básica deverá chegar ao patamar de 7% ao ano no final de 2017. Caso isso se confirme, o Brasil conviverá com os juros mais baixos da história.
Sinalização positiva
Além dos indicadores positivos, uma política econômica pautada por reformas estruturais e responsabilidade fiscal, isto é, rigor nas contas públicas, sinalizou uma mensagem positiva a investidores, analistas e empresários do setor produtivo.
“Acredito que a confiança impacta na questão de expectativas. Quanto melhor o movimento das expectativas da inflação, mais os empresários se sentem confiantes”, reforça o analista Marcio Milan. Na avaliação dele, em 2018, a inflação vai entrar ainda mais nos parâmetros do Banco Central, já que os movimentos na Selic acontecem com defasagem.
Nesse contexto, diz Milan, o pulso firme do Banco Central contribuiu para acalmar as expectativas e controlar a inflação. “O Banco Central conseguiu uma vitória bastante considerável se considerarmos o patamar em que a inflação se encontrava a as incertezas no período”, afirma.
Uma nova meta
A função principal do Banco Central é zelar pela estabilidade financeira do País e controlar a inflação. Para isso, ele segue uma meta de inflação, que é definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Diante do rápido processo de desinflação visto no último ano, a meta foi alterada: atualmente em 4,5%, a meta inflacionária passa a ser de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020.
Portal Brasil

Pode me chamar de Flipper - Polo é praticamente um Golf(inho)!


SÃO PAULO (SP) – Desde 2014, quando a Volkswagen lançou o Up, a marca alemã praticamente entrou em estado de hibernação, sem ter nenhum produto para concorrer no segmento de compactos. Com a descon-tinuação do Polo, em 2015, a VW vinha quebrando o galho com o Fox. O popular assumiu a vaga e ganhou conteúdos para justificar o reposicionamento, mas foi incapaz de concorrer com rivais mais qualificados, como o Ford Fiesta, Peugeot 208 e até mesmo com o veterano Fiat Punto. Há cerca de três meses o cenário ficou ainda mais nebuloso, com a chegada do Fiat Argo.
No entanto, a VW espera reverter o tempo perdido com a nova geração do Polo, que acaba de chegar com preços que variam de R$ 50 mil a R$ 69 mil. O hatch chega ao mercado praticamente junto com a versão europeia. O modelo conta com a mesma plataforma modular MQB que o carro feito no Velho Mundo e não é um rearranjo de plataforma antiga. Diferentemente do europeu, é basicamente a parte frontal, que tem detalhes de desenho exclusivos.
A plataforma é a mesma dos primos Audi A3 Sedan e Q3, assim como do irmão maior, o Golf. Ela também servirá para a produção do T-Roc, o jipinho compacto da Volks, e do sedã Virtus.
De acordo com o gerente-executivo de desenvolvimento de veículo, José Loureiro, a plataforma conta com cinco unidades modulares e uma fixa (entre o centro da roda dianteira e a pedaleira). “Essa plataforma nos permitiu a inclusão de módulos de modelos superiores ao compacto, além de alongar o encurtar a plataforma de acordo com o projeto”, observa.
Outro destaque do modelo é o uso de aços de ultra alta resistência na estrutura, que segundo a marca, supera as exigências de segurança da legislação vigente.
Tudo isso garantiu ao compacto nota máxima no Latin NCAP, tanto na proteção de adultos, quanto de crianças. Até mesmo a proteção para pedestres foi bem avaliada.
O Polo é o quarto produto da marca construído na plataforma modular MQB, que também é utilizada na fabricação do Golf e dos primos Audi A3 Sedan e Q3, na planta de São José dos Pinhais (PR) e ainda servirá de base para o sedã Virtus e jipinho T-Roc
Compacto crescido
Grande, é a primeira vez que o Polo supera a barreira dos 4 metros. Na verdade, ele tem 4,05 metros de comprimento e 2,56 metros de entre-eixo. É praticamente a mesma medida da geração IV do Golf, que ficou em linha no Brasil de 1999 até 2014.
Sob o capô, o hatch conta com três opções de motores, partindo da unidade 1.0 (três cilindros) de 82 cv, e 10,4 mkgf, subindo para o motor MSI 1.6 de 117 cv e 16 mkgf. No entanto, a cereja do bolo é o motorzinho turbo TSI 1.0 de 128 cv e 20 mkgf de torque, que deu ao carro um vigor surpreendente. As opções de transmissão passam por uma caixa manual de cinco marchas para as versões 1.0 e 1.6 e uma unidade automática de seis velocidades para o turbo.

Conteúdos
O compacto da VW também tem uma cesta de equipamentos atraente, com direito a quatro airbags, controle de estabilidade (ESP) e direção elétrica desde a versão de entrada, vidros elétricos, ar-condicionado, rádio com MP3 e Bluetooth.
No entanto, o carrinho pode receber itens como sistema multimídia com conexão para smartphone (Apple Car Play e Android Auto), quadro de instrumentos digital como nos modelos mais recentes da Audi, bancos revestidos em couro, rodas aro 17, três portas USB, controle de tração, volante multifunção, sensor de estacionamento, partida sem chave, freio pós-colisão (que imobiliza as rodas automaticamente em caso de acidente). Completíssimo, com todos os opcionais, o Polo atinge o teto de R$ 73.690.
As entregas começam em outubro, mas quem quiser já pode encomendar o Polo pelo site da VW.

Puma retornara em 2018 com motor de 180 cv


Em meados dos anos 1990 a indústria iniciou uma tendência de design inspirada em modelos antigos. Chrysler PT Cruiser, Ford Mustang e Thunderbird, Chevrolet Camaro e SSR, Mini Cooper, Fiat 500 e BMW Z8 são alguns exemplos. Por aqui, esportivos que surgiram nos anos 1960 no embalo do Willys Interlagos, como Bianco, Puma e Miura foram engolidos pelo tempo e resistem nas mãos de colecionadores. Mas um ilustrador de Itapetininga (SP), que trabalha como colaborador para sites e publicações automotivas, resolveu resgatar o Puma do purgatório.
Du Oliveira, que cria projeções de modelos futuros com base em dados coletados e fotos de carros camuflados para sites como Autos Segredos e a Revista Quatro Rodas, recriou o esportivo respeitando as principais características do modelo original. Motor traseiro, carroceria em fibra de vidro seguem como em 1967.
“Sempre tive um carinho especial pelos carros da Puma, como tinha vários trabalhos de releituras nacionais, faltava o Puma, alias, fiz várias, mas a última ficou como eu queria. Alguns dias após a publicação da releitura em meu blog, o pessoal da Puma entrou em contato comigo, firmamos um acordo, mas me explicaram inicialmente que queriam um modelo para as pistas que aos poucos evoluiria para um modelo de rua, portanto, tive que fazer algumas mudanças a pedido deles para adequar as pistas, já o novo modelo de rua vai ser um pouco mais fiel ao puma clássico”, conta o designer.
O Puma GT 2.4 Lumi, chega com o aval da Puma Automóveis. Trata-se de um cupê de dois lugares com teto tipo Targa (em que a parte superior é destacável e as colunas são fixas), que fazem dele um roadster.
Apesar de mais moderno e com capô traseiro plano, ladeado por largas colunas, que nos remete a modelos como Porsche 911 Targa, Toyota MR-2, Lutus Elise e Ferrari F355 Targa, a semelhança com o Puma de 1967 é inegável. Detalhes como o recorte das janelas laterais, guelras nas colunas e faróis protegidos por bolhas não negam a inspiração.

Mecânica e estrutura
O Puma GT terá estrutura tubular, motor bicombustível 2.4 litros Chevrolet, mas com preparação pela própria Puma para chegar a 180 cv e transmissão manual de seis marchas. Nem Oliveira e nem a Puma Automóveis confirmam quem será o fornecedor do propulsor. No entanto, eles acreditam que a unidade seja mais que suficiente para render boa performance ao cupê de quase 900 quilos.
Para distribuir melhor o peso, o motor será montado de forma transversal, fazendo com que a maior parte da massa se posicione entre os eixos. A suspensão será independente nas quatro rodas. A produção inicial terá início em janeiro e tiragem de 10 unidades e custará R$ 150 mil.

Teste - Fiat Toro Freedom AT9 é a lacuna que faltava na linha da picape italiana


A Fiat assumiu o controle do mercado de picapes médias com a Toro, mesmo que o modelo não seja uma legítima média. De janeiro a agosto foram licenciadas 34 mil unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), contra 21 mil da vice Toyota Hilux.
Parte do êxito do modelo se dá por oferecer comportamento de carro de passeio, associado com capacidade de carga elevada e até habilitação fora de estrada, nas versões equipadas com motor turbodiesel e tração 4x4. O problema é que havia um hiato na linha da picape. Com motor diesel, ela era oferecida com caixa manual de seis marchas ou automática de nove. No entanto, a mais sofisticada era exclusividade da versão topo de linha Volcano, que tem preço parelho com as médias tradicionais como Hilux, L200 e Amarok de configuração semelhante.
E quem andou na Toro diesel com caixa manual sabe que o utilitário deixa a desejar principalmente nas arrancadas em subidas, onde é preciso segurar a embreagem até o motor encher.
A solução veio com a Freedom AT9, que eliminou diversos conteúdos e enfeites da Volcano, mas garantiu a inclusão da caixa de nove marchas. São R$ 12 mil a menos que a topo de linha. No entanto, quando se equipa o modelo com todos os opcionais, como ar-condicionado digital, multimídia, faróis de neblina, bancos em couro e demais fricotes, o preço sobe para R$ 130 mil.
Raio-x Fiat Toro Freedom 2.0 AT9 4x4

O QUE É?
Picape cabine dupla de porte intermediário.

ONDE É FEITA?
Produzido na unidade da FCA em Goiana (PE).

QUANTO CUSTA?
Entrada: R$ 118.740
Testada: R$ 130.106

COM QUEM CONCORRE?
A Toro faz parte de um segmento intermediário entre as picapes leves e as médias. No entanto, a versão é a mais acessível entre as caminhonetes com cabine dupla, motor turbodiesel e tração 4x4. Concorrentes como Mitsubishi L200 Triton, Toyota Hilux e Volkswagen Amarok, com as mesmas características têm preços iniciais entre R$ 130 mil e 135 mil.

NO DIA A DIA?
Partindo do princípio de que a Toro é um veículo de carga, seus atributos de comodidade a tornam mais próxima de um automóvel que as médias. A inclinação do banco traseiro oferece mais conforto para as costas que as demais, em que os encostos são praticamente em 90 graus.

Menor e mais estreita, a Toro se comporta como um sedã grande no trânsito e a câmera de ré (opcional) facilita as manobras. Por outro lado, o teto baixo e a inclinação acentuada da coluna “A” dificultam o acesso ao volante aos mais altos. O senão da versão fica por conta dos itens de série. Para receber a caixa AT9, ele teve diversos itens removidos, como rádio, sensores de chuva e acendimento automático, rodas de liga leve e capota marítima.

MOTOR E TRANSMISSÃO
O motor turbodiesel 2.0 de 170 cv e 35,7 mkgf de torque oferece muita força à picape para carregar até uma tonelada de carga. Ao contrário da caixa manual, que exigia habilidade para arrancar na subida sem deixar que ele apagasse ou saltasse diante do carro à frente, a transmissão automática de nove marchas opera com facilidade e oferece relações longas em velocidade de cruzeiro que contribui para o menor consumo.

COMO BEBE?
No percurso combinado entre urbano/rodoviário o consumo médio foi de 10,4 km/l.

SUSPENSÃO E FREIOS
A Toro tem ótimo acerto de suspensão, principalmente na traseira, que utiliza conjunto independente no lugar do tradicional eixo rígido e feixe de molas. O sistema de freios se mostra adequado para um veículo de quase 1,8 tonelada, mas não convém deixar para frear em cima da hora.

PONTOS POSITIVOS
CONSUMO
SUSPENSÃO TRASEIRA

PONTOS NEGATIVOS
ACESSO AOS BANCOS DIANTEIROS
PACOTE DE OPCIONAIS CARO

A César o que é de César: Porshe volta a marcar o menor tempo em Nordschleife


Marcelo Ramos
30/09/2017 - 06h00 - Atualizado 08h26
A Porsche voltou a ser a dona do menor tempo no Anel Norte de Nurburgring (Nordschleife). O novo recorde de volta mais rápida foi obtido pelo novíssimo 911 GT2 RS, que completou os cerca de 21 quilômetros do trajeto em 6m47s25, deixando o Lamborghini Huracán Performance (6m52s01) comendo poeira.

O 911 GT2 RS é o Porsche homologado para ruas mais rápido e potente da história. Seu motor boxer biturbo 3.8 desenvolve 700 cv e 75 mkgf de torque. O suficiente para empurrar seus 1.470 quilos de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e atingir máxima de 340 km/h. Para o feito a marca alemã levou dois carros para a pista, que contou com a presença de um auditor. Os GT2 RS deram cinco voltas, todas abaixo dos 6m50s. Até então o Porsche de rua mais rápido em Nordschleife tinha sido o 918 Spyder, com seu conjunto híbrido de 900 cv, com o tempo de 6m57s. Stelvio é o utilitário mais rápido Nurburgring
O tempo fabuloso do Porsche 911 GT2 RS em Nurburgring (Nodschleife) fez todo mundo ficar de queixo caído. Mas convenhamos que o cupê foi feito para proezas como essa. No entanto, quem roubou a cena no mesmo circuito foi o Alfa Romeo Stelvio Quadrifoglio, equipado com motor V6 biturbo 2.9 de 500 cv. O utilitário-esportivo (SUV) italiano se tornou o jipinho mais rápido na pista alemã, com tempo registrado de 7m51s70. O mesmo tempo que o Lamborghini Gallardo LP 560-4 obteve em 2008. 
Toyota confirma Yaris para o ano que vem
A Toyota anunciou a produção do compacto Yaris no Brasil. O modelo que já está no mercado há mais de 20 anos finalmente chegará às ruas tupiniquins. Com lançamento previsto para 2018, o Yaris será fabricado nas versões sedã e hatch. Eles irão se posicionar entre o Corolla e dupla Etios e Etios Sedan. Segundo a Toyota o Yaris irá concorrer no segmento ocupado por Fiat Argo, Volkswagen Polo, Ford Fiesta, Peugeot 208, Citroën C3 e Hyundai HB20 e deverá herdar os motores 1.3 e 1.5 do Etios. 

Lexus apresenta nova geração da “nave mãe”
A Lexus acaba de apresentar a nova geração do LS. O sedã topo de linha da marca aposta no espaço interno farto para conquistar a preferência de consumidores milionários. Com 3,12 metros de entre-eixos, ele conta com mimos como poltronas individuais com massageador, aquecimento com temperaturas diferentes para ombros e lombar, além de reclinar em até 48 graus. Sob o capô, o LS é equipado com um motor V6 3.5 combinado a duas unidades elétricas que juntas geram 359 cv.

Venda de veículos no Brasil cresce 7,8% no ano


O mercado brasileiro de veículos novos segue em recuperação e acumula no ano crescimento de 7,8% em relação a 2016. Até quinta-feira, faltando um dia útil para terminar o mês, as vendas acumuladas superavam 1,6 milhão de unidades, incluindo automóveis, caminhões e ônibus.

Neste mês, até o dia 28, foram vendidos 184,1 mil veículos, 32% a mais em relação a setembro do ano passado, segundo dados preliminares do mercado. No comparativo com agosto, os negócios estão 3,5% melhores, mas, como o mês passado teve mais dias úteis, o resultado final deve ficar negativo, embora a média de vendas diárias deva ser superior.

O crescimento acumulado está muito próximo da projeção para o ano da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No mês passado, a entidade revisou de 4% para 7,3% a expectativa de alta para o ano, com um total de 2,2 milhões de veículos. Para atingir a previsão, o setor terá de vender em média 195 mil veículos ao mês no último trimestre.

"O Brasil voltou", disse no início da semana o presidente da Toyota América do Sul, Steve St. Angelo, ao anunciar investimentos de R$ 1 bilhão na produção de um novo carro da marca no País, o Yaris, que chegará ao mercado em meados de 2018.

Recentemente confirmaram investimentos a General Motors (R$ 4,5 bilhões até 2020 em três fábricas) e a Volkswagen (R$ 2,6 bilhões até 2019 na unidade do ABC paulista).

Nas últimas semanas também ocorreram vários anúncios de contratações e de fim de medidas de corte de produção, como lay-off (suspensão de contratos) e redução de jornada. Neste ano, as montadoras voltaram a contratar, após três anos de corte de mão de obra. Foram abertas até agosto 5,1 mil vagas.

Caminhões

O setor de caminhões, um dos mais afetados pela crise, também começa a dar sinais de recuperação, embora no acumulado do ano o resultado ainda seja quase 9% inferior ao de 2016, com 35 mil unidades vendidas até quinta-feira. Foram vendidos neste mês 4.234 caminhões, volume 13% maior que o de agosto, e praticamente estável em relação ao mesmo mês de 2016.

Empresas do segmento ainda operam com elevada ociosidade, como a Mercedes-Benz. Ontem, a montadora abriu mais um programa de demissão voluntária (PDV) na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) direcionado aos funcionários que já estão aposentados. A empresa não revelou metas e nem quais são os benefício para quem aderir.

Por outro lado, a concorrente MAN Latin America acaba de anunciar a abertura de 300 vagas na fábrica de Resende (RJ) para iniciar a produção de uma nova linha global de caminhões. A empresa também voltou a operar cinco dias por semana, trouxe de volta pessoal que estava em lay-off e convocou funcionários para horas extras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Apoio à intervenção militar passa de 40%, aponta pesquisa


Levantamento inédito da Paraná Pesquisas indica que 43,1% dos brasileiros são a favor de uma intervenção militar no Brasil. O percentual de entrevistados contrários à medida é de 51,6%. O levantamento ouviu 2.500 pessoas, entre os dias 25 e 28 de setembro. A maioria dos que defenderam uma ação das Forças Armadas no país é formada por homens (52,6%), com idades entre 35 e 44 anos (45,9%) e com ensino fundamental (44,4%).
A divulgação da pesquisa ocorre dias após o general Antonio Hamilton Mourão defender a intervenção militar para conter a corrupção política no país. Embora tenha desautorizado o oficial, o comando do Exército não pretende puni-lo pelas declarações. Na manhã desta quinta-feira (28/9), um banner gigante de agradecimento ao coronel Mourão e em defesa de uma intervenção foi içado por um guindaste em frente ao Congresso Nacional.

FGTS poderá ser liberado para pagamento de dívida estudantil


O Congresso pode permitir que os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) sejam usados para pagar dívidas contraídas pelos estudantes no Fies. O relator da medida provisória do novo Fies, deputado Alex Canziani (PTB-PR), antecipou à reportagem que incluirá essa proposta no parecer que apresentará à comissão na próxima semana. A intenção do deputado paranaense é que a medida atinja não somente os estudantes que farão parte do programa, divulgado neste ano pelo governo, mas também aqueles que hoje já fazem uso do financiamento estudantil nos moldes antigos.
Segundo ele, o texto permite até mesmo que o estudante recorra ao FGTS de familiares. "A pessoa que está estudando e que tem FGTS próprio ou de parente, como pai, mãe, avô, vai poder usar." A proposta permite o uso tanto para quitar a dívida quanto para pagar de forma parcelada, de acordo com o deputado. O FGTS é um recurso para ser "sacado em momentos especiais", segundo a própria Caixa, que administra o fundo do trabalhador. A legislação atual prevê que o fundo pode ser usado na compra de imóveis ou no momento da aposentadoria, além de situações de dificuldade para o trabalhador, como demissão sem justa causa ou em caso de algumas doenças graves
O recurso que vai para o FGTS é pago pelos empregadores e representa 8% do salário bruto pago ao trabalhador. Canziani nega que a proposta prejudique a poupança da população. "O principal investimento que uma pessoa pode fazer é na educação." O relatório com alteração na lei do FGTS foi enviado ao governo nesta sexta (29). O deputado ainda terá uma reunião com representantes da Casa Civil, Fazenda, Planejamento e Educação na segunda-feira (2). Canziani prevê a apresentação do parecer à comissão na terça-feira (3).Neste ano, o governo já havia liberado o saque de R$ 44 bilhões em contas inativas do FGTS, o que injetou recursos extras e animou a economia. No ano passado, o fundo acumulou um patrimônio líquido de R$ 98,2 bilhões.

Criminosos roubam gados em fazenda da família de Geddel no sul da Bahia


[Criminosos roubam gados em fazenda da família de Geddel no sul da Bahia]
29 de Setembro de 2017 às 20:30 Por: Reprodução Por: Redação BNewsUma propriedade da família do ex-ministro Geddel Vieira Lima, no município de Maiquinique a mais de 500 quilômetros de Salvador, foi invadida e assaltada por um grupo de criminosos. A informação foi confirmada pela Polícia Civil e pelo advogado da família, Franklin Ferraz, ao G1.
A ação ocorreu quatro dias depois de índios terem ocupado uma fazenda dos Vieira Lima no sul baiano, na cidade de Potiraguá. No ataque mais recente, os ladrões teriam roubado pelo menos 25 cabeças de gado e fugido em seguida.
A polícia investiga o caso e avalia a possibilidade de relação com a ocupação em Potiraguá.

Empresas privadas já detêm 60% da geração de energia do Brasil

BOCÃO NEWS
[Empresas privadas já detêm 60% da geração de energia do Brasil]
30 de Setembro de 2017 às 06:29 Por: Divulgação Por: FolhapressA iniciativa privada já detém 60% da capacidade de geração de energia instalada no país, além de 39% da transmissão (que interliga o sistema) e 71% da distribuição (que entrega a energia ao consumidor final).
O levantamento é da Thymos Energia. O leilão de quatro usinas que pertenciam à Cemig, nesta quarta-feira (27), ampliou um pouco mais a presença do investidor privado na geração. Antes, sua fatia era de 59%.
Quando se olha a história do setor, esse avanço privado na geração simboliza novos tempos e indica que serão os estrangeiros os principais investidores daqui para frente.
A privatização da área de energia ocorreu  nas empresas de distribuição, a partir de 1997, no governo de Fernando Henrique Cardoso. Na época, forte resistência política e de servidores públicos inviabilizaram a privatização das usinas de geração.
A expansão da geração na última década, porém, ocorreu com leilões à iniciativa privada. A maioria teve como vencedor grupos locais como Odebrecht e Camargo Corrêa, que acabaram investigadas na Operação Lava Jato.
"Os grupos nacionais com maior presença na geração são empreiteiras. Por isso nenhum brasileiro se apresentou no último leilão. A tendência é que os estrangeiros aumentem a participação no Brasil", diz Ricardo Lima, consultor da área.
Dos 40% ainda em poder de empresas públicas, 35% são da Eletrobras, que o governo estuda como privatizar.
AVANÇO — Com o leilão, a francesa Engie (antiga Tractebel) ampliou a liderança como a maior privada da área de geração. A Engie tem capital aberto na Bolsa brasileira e faturou R$ 7 bilhões em 2016.
O seu primeiro negócio no Brasil foi a compra da Gerasul, braço de geração da Eletrosul, em 1998. No leilão da semana passada, passou a deter 6,8% da geração.
"Adquirir as usinas é uma oportunidade para levantar mais capital, o que estudamos fazer via debêntures", diz Gil Maranhão, diretor de estratégia da Engie.
No leilão de quarta, ainda levaram usinas a italiana Enel e a chinesa SPIC. A última tinha, até então, só dois parques eólicos na Paraíba.
Outras estrangeiras são destaque no país, como a  Enel (antiga Endesa Brasil), que comprou a concessão da Celg-D, de Goiás, em 2016, e controla distribuidoras do Rio de Janeiro e Ceará. "Engie e Enel são empresas já enraizadas no Brasil", diz Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende.

Governo desdenha de pesquisas e mantém programa de privatização

BOCÃO NEWS
[Governo desdenha de pesquisas e mantém programa de privatização]
30 de Setembro de 2017 às 06:53 Por: Agência Brasil Por: Luiz Fernando LimaUm governo com 97% de reprovação se estivesse preocupado com o que pensa a população ou se a servisse de algum modo teria seus principais representantes renunciando. No entanto, não sendo esta uma república, nem em caixa baixa, Michel Temer (PMDB) e seu bando continuam fazendo o que querem e servindo a interesses escusos e não nacionalistas.
Neste cenário, a coluna Painel da Folha de São Paulo divulga na edição deste sábado (30) que o governo recebeu o resultado de uma pesquisa encomendada para saber o que o brasileiro pensa do programa de privatização desta gestão. O que ouviu são que 52% dos entrevistados são contrários e apenas 37% favoráveis.
Para o que estes dados servem? Para nada! A política do presidente Michel Temer de entregar a conglomerados internacionais, muitos dos quais estatais, setores estratégicos brasileiros não passa pelo crivo da opinião popular. Até porque quem se mantém na presidência com apenas 3% de aprovação não quer saber de pesquisa para nada.

DEM decide lançar candidatura própria à presidência da República

[DEM decide lançar candidatura própria à presidência da República]
30 de Setembro de 2017 às 08:01 Por: Interior da Bahia Por: Redação BNews
Os caciques da cúpula democrata se reuniram na última quarta-feira (27) em Brasília para discutir o futuro da sigla e decidiram lançar uma chapa puro-sangue para as eleições de 2018, lançando nome próprio para presidência da República. Conforme a coluna Satélite, do jornalista Jairo Costa os principais líderes da sigla já começaram a procurar nomes com densidade para encabeçar a chapa do partido. ACM Neto esteve na reunião e surge com um potencial candidato, porém a ideia foge dos planos do prefeito de Salvador que deve tentar o governo do Estado no próximo pleito.

Cunha afirma que sua prisão foi apenas um troféu para Janot


[Cunha afirma que sua prisão foi apenas um troféu para Janot]
30 de Setembro de 2017 às 08:19 Por: Agência Câmara Por: Redação BNews
Em sua primeira entrevista desde que foi preso preventivamente em mais de um ano, Eduardo Cunha, afirma ter histórias quilométricas para delatar e confirma o interesse em firmar um acordo de colaboração premiada.
Protagonista do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Cunha revela que foi pressionado pelo Ministério Público para confirmar informações constantes em delações de outros investigados para que pudesse ter o seu pedido atendido.
De acordo com Cunha, não havia boa-fé na Procuradoria-Geral da República quando chefiada por Rodrigo Janot. “Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações”.
A entrevista exclusiva à revista Época, publicada neste sábado, traz ainda as contestações do ex-presidente da Câmara dos Deputados às informações fornecidas ao MP pelo doleiro Lúcio Funaro.
Cunha considera absurda parte da delação de Joesley Batista da J&F. “O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment.
Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma”.
Para Cunha, a sua prisão é na verdade um troféu político, assim como a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é perseguida para se tornar “honraria” de Sérgio Moro. “Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados”.
No trecho disponibilizado na internet, o resumo da entrevista, ainda está a afirmativa de que Moro foi exitoso no seu plano de criar uma operação similar à ocorrida na Itália contra a máfia só que mirando a elite política brasileira. “Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu”.

Dúvida sobre dinheiro no exterior pode beneficiar Eduardo Cunha

[ Dúvida sobre dinheiro no exterior pode beneficiar Eduardo Cunha]
30 de Setembro de 2017 às 09:28 Por: Estadão Por: FolhapressDiferenças de entendimento no Ministério Público Federal podem beneficiar o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no julgamento de segunda instância do processo em que ele foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro. Os procuradores de primeira instância, em Curitiba, entendem que Cunha deve ser condenado por mais um crime de lavagem de dinheiro além dos três que constam na sentença de Moro.
No entanto, a Procuradoria Regional da República, que se manifesta nos processos do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, acha que ele deve ser absolvido neste quesito.

O órgão ainda é favorável a um pleito da defesa: que as condenações do ex-deputado não sejam somadas individualmente em relação ao crime de evasão de divisas, o que implica em redução da pena. A posição da Procuradoria Regional foi oficializada em duas manifestações, em julho e no último dia 19, nos processos a que Cunha responde e também no de sua mulher, a jornalista Claudia Cruz.
A acusação que levantou divergência diz respeito à transferência de US$ 165 mil de uma conta offshore a outra -a primeira atribuída a Cunha e a segunda em nome de Claudia Cruz e usada para pagar as despesas de cartão de crédito dela. Essa transferência conectava os processos de Cunha e Cruz. Em primeira instância, o Ministério Público Federal de Curitiba pediu que, entre outras condenações, eles fossem sentenciados por lavagem de dinheiro por essa transferência.

Moro, no entanto, absolveu Cunha da lavagem dessa quantia sob a justificativa de que o dinheiro não se originava do caso apontado na denúncia: pagamento de propina referente a contratos com a Petrobras para explorar campos de petróleo em Benim, na África. Posteriormente, o juiz também absolveu Claudia Cruz de todas as acusações.
"É até possível que [esses recursos] tenham alguma origem ilícita, já que o acusado não logrou esclarecer a origem de seus recursos no exterior, mas compõem a denúncia somente os valores recebidos pelo acusado provenientes da comissão no contrato de aquisição pela Petrobras do Bloco 4 de exploração de óleo e gás em Benim", disse o magistrado.

Na manifestação de segunda instância sobre Cunha, a Procuradoria afirma que deve "ser mantido o entendimento do sentenciante, porquanto representa o melhor entendimento sobre os fatos submetidos ao contraditório e à ampla defesa".Já no processo de Claudia Cruz, o órgão diz que para a condenação por lavagem é necessário "um conjunto de provas mais consistente quanto à ocorrência do crime".
O advogado de Eduardo Cunha, Pedro Ivo Velloso, disse que a acusação de lavagem dos US$ 165 mil é "absurda".