MEDIÇÃO DE TERRA

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sábado, 6 de dezembro de 2025

WhatsApp: como escalar as vendas em 2026?

 


Por Luiz Correia

Estar online, hoje em dia, não é mais suficiente para que uma empresa prospere e se destaque. O consumidor moderno exige de suas marcas um atendimento rápido e personalizado, sem muita burocracia ou dificuldade em finalizar suas compras – algo que pode ser proporcionado com grande eficácia pelo WhatsApp.

Além de ser um dos canais mais utilizados para fins pessoais no Brasil, também se tornou uma ferramenta poderosa na comunicação entre as empresas e seus clientes, dispondo de uma série de recursos que otimizam e enriquecem a jornada de cada cliente, mantendo a máxima segurança quanto aos dados que ali são compartilhados.

Sua versão WhatsApp Business API foi, justamente, desenvolvida para organizações que precisam de escalabilidade, integração com sistemas internos e governança sobre o fluxo de mensagens, na qual é possível centralizar os atendimentos, controlar quem manda mensagens e de que forma são enviadas, configurar camadas de autenticação e permissões por usuário, além de integrar CRMs, automação e chatbots com criptografia ponta a ponta, por exemplo.

Dessa forma, ao invés de depender de contas pessoais ou celulares físicos para conduzir essa comunicação, as marcas passam a operar em um ambiente estruturado, seguro e auditável, algo fundamental para privacidade, compliance e LGPD. Processos estruturados levam a uma operação mais confiável e previsível, o que reduz retrabalhos, evita perda de dados e aumenta a eficiência da equipe comercial, diminuindo o tempo de resposta e facilitando a personalização em grande escala, mantendo a consistência da marca e do discurso empregado.

Os resultados desses cuidados vão muito além do que um maior lucro. A pesquisa deste ano da Opinion Box revelou que 82% dos brasileiros já utilizam o WhatsApp para se comunicar com empresas, além de 60% que já realizaram compras diretamente pelo aplicativo. Esses dados mostram como a eficiência operacional na plataforma não contribui apenas para uma maior otimização do atendimento, mas, acima de tudo, para uma maior satisfação do cliente pela clareza, rapidez e continuidade da jornada dentro do mesmo ambiente.

O que acontece, por outro lado, quando esses cuidados são deixados de lado? Ao invés de atuar como um canal estratégico para um relacionamento próximo entre as partes, seu uso inadequado o torna uma vulnerabilidade à prosperidade do negócio, abrindo margem para riscos de vazamento de dados, clonagem ou roubo da conta, perda do histórico de atendimento, dentre muitos outros que impactarão sua confiança com o mercado, bloqueio do número comercial e, no pior dos casos, término das operações.

Evitar esses riscos não depende só da tecnologia em si, envolvendo também um conjunto de atenção aos processos estruturados nesse canal, a criação de uma cultura voltada a esse olhar, além, é claro, da aplicação de treinamentos contínuos que mantenham as equipes capacitadas a conduzir as estratégias com máxima eficácia no canal.

A segurança e escalabilidade sempre caminharão juntas. Sem a primeira, a operação vira gargalo. Porém, quando assegurada, vira motor de crescimento contínuo. Nesse sentido, algumas das melhores práticas a serem prezadas por todas as empresas incluem a utilização de sua versão Business API ao invés de contas pessoais, gerenciar as permissões de acesso por trabalhador, e criação de políticas internas claras de comunicação e manipulação de dados.

Quanto à segurança de seu uso, é imprescindível adotar a autenticação em múltiplos fatores (MFA) para todas as contas de acesso, além da integração com CRMs para evitar dados soltos ou exportações manuais, e desenvolvimento de chatbots e fluxos guiados para padronizar a primeira etapa do atendimento. Monitore, continuamente, cada etapa conduzida pelos consumidores, e realize auditorias contínuas do histórico de conversas, acompanhando essas interações e identificando como podem ser aperfeiçoadas.

As empresas que tratam o WhatsApp como um canal estratégico, e não apenas como um aplicativo de mensagens, criam uma vantagem competitiva real diante de um mercado altamente conectado. No final, sempre serão os detalhes e cuidados na personalização do atendimento que farão a diferença na fidelização dos consumidores.

Luiz Correia é Head Comercial da Pontaltech.

 

Sobre a Pontaltech:

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.



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Nathália Bellintani


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Belgo Arames mantém posição entre as melhores empresas do Brasil

 

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Finalista desde 2021, empresa conquista novamente o 2º lugar da categoria Mecânica e Metalurgia no anuário Época Negócios 360°

 

A Belgo Arames, líder em transformação de arames de aço, está novamente entre as melhores empresas do Brasil ao conquistar o 2º lugar no setor Mecânica e Metalurgia no Época Negócios 360° 2025, tradicional anuário que reconhece companhias de excelência em gestão, inovação e visão de futuro. Desde 2021, a empresa é uma das finalistas do setor na premiação.

 

Na edição deste ano, o Especial Época Negócios 360º avaliou 450 empresas em 24 setores ao longo de oito meses. Com metodologia exclusiva desenvolvida em parceria técnica com a Fundação Dom Cabral, as companhias foram analisadas nos indicadores de desempenho financeiro, inovação, pessoas, ESG – governança corporativa, ESG – socioambiental e visão de futuro. A Belgo se destacou nos indicadores de desempenho financeiro, pessoas/recursos humanos e ESG/socioambiental.

 

“Esse reconhecimento reafirma que seguimos no caminho certo, construindo um negócio moderno, competitivo, sustentável e guiado por propósito”, destaca Rodrigo Archer, CEO da Belgo Arames. Segundo ele, a empresa tem avançado com uma agenda que combina eficiência, inovação e impacto positivo na economia nacional. “Nosso compromisso é evoluir continuamente para garantir uma Belgo mais preparada para o futuro, mais ágil e cada vez mais capaz de gerar valor para nossos empregados, clientes e comunidades”, completa.

No pilar Pessoas, a companhia segue fortalecendo sua cultura de segurança e de cuidado com a saúde física e mental do time, promovendo desenvolvimento de carreira baseado em meritocracia e performance, em um ambiente onde a diversidade de pessoas e ideias é valorizada por acreditar que isso gera resultados.

Com as metas de atingir aterro zero até 2030, a Belgo investe fortemente em iniciativas para tornar suas operações mais limpas e promover a economia circular. Desde 2023, transforma resíduos da estação de tratamento de efluentes em matéria-prima para briquetes usados na siderurgia, reduzindo o envio para aterros sanitários. Como resultado, o percentual de resíduos aterrados caiu de 27% em 2019 para menos de 5% nos últimos dois anos.

Esses direcionadores têm refletido na robustez e desempenho da empresa, que também impulsiona positivamente os resultados do setor metalúrgico brasileiro.

 

Sobre a Belgo Arames
Com 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Tem oito unidades pelo país, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia, e sede em Contagem (MG).



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Flávia Rodrigues

Consultora de Comunicação

In Press Porter Novelli

(31) 98820-7819

Numen adquire 25% das operações da Backlgrs






Cinthia Guimarães


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Com aquisição, empresa pretende duplicar as operações em Salesforce

A Numen, empresa líder em soluções de tecnologia, acaba de anunciar a aquisição de 25% das operações da Backlgrs, parceira estratégica para implementação e sustentação de soluções Salesforce. Com a operação, a consultoria prevê duplicar o faturamento nas ofertas de Costumer Experience nos próximos dois anos.

Fundada em 2021, a Backlgrs atua com projetos de implementação personalizada de soluções Salesforce para otimizar processos, integrar sistemas e impulsionar resultados estratégicos. A empresa oferece serviços de sustentação, suporte contínuo para correções e melhorias que garantam alta performance, segurança e evolução da plataforma. A empresa já soma mais de 100 projetos entregues em todo Brasil, América Latina e Estados Unidos.

Por sua vez, a Numen conta com uma trajetória de 16 anos no mercado, sendo especialista na entrega de projetos para empresas de diversos segmentos. Presente no Brasil, Europa e América do Norte, implementa soluções de ponta em seus clientes e parceiros de negócios, comprometida em impulsionar a transformação digital.

Com a aquisição, a Backlgrs passa a ser responsável pelas operações de Salesforce da Numen. A operação prevê que os contratos vigentes permaneçam com a consultoria, enquanto novos negócios e eventuais contratações da equipe passem a ser administrados pela Backlgrs.

Mesmo a estrutura operacional sendo única, ambas continuam independentes. Sendo assim, a divisão operacional mantém Guilherme Carvalho como CEO da Backlgrs, Gabriel Azzone como um dos sócios e responsável pelas operações. Enquanto isso, Thomas Nakagawa continua como Head de Salesforce na Numen e, agora, par dos executivos da Backlgrs, ao mesmo passo que Marcelo Kiss, CSO da Numen, contribui na integração comercial juntamente ao Guilherme Carvalho.

A sociedade é vista com entusiasmo por Andreia Tsuruhame, CEO da Numen. “Como uma empresa que busca apoiar a transformação digital dos nossos clientes, entendemos que é de extrema importância investir em ações que visem fomentar um atendimento de ponta, independentemente da demanda do usuário. Com a chegada da Backlgrs, potencializamos mais um braço operacional, garantindo para a nossa base de Salesforce todo o aparato para uma prestação de serviços de excelência”, destaca.

Compartilhando o mesmo sentimento está Carvalho. “Desde o início, tivemos uma boa sinergia entre as nossas culturas. Além disso, o timing das operações internacionais que ambos os lados estão expandindo foram fatores que comprovaram que nos unirmos era a decisão certa. Mais do que um acordo comercial, juntos, estamos levando complementariedade e uma parceria sólida no principal player de CRM do mercado”, pontua.

A partir da aquisição, a Numen amplia sua oferta e estrutura para os serviços de CX, visto que a Backlgrs atua provendo serviços a toda plataforma Salesforce, como: Marketing, Sales, E-commerce, Integration (Mulesoft), Tableau, e, principalmente, soluções de IA com Agentforce. Além disso, a sociedade busca atingir os setores de varejo, indústria farmacêutica, manufatura e transporte, bem como potencializar a atuação nos segmentos de financial e health.

A integração entre os times tem início previsto para 2026, com a expectativa de passar de 200 colaboradores até o final de 2027. Além disso, no futuro, não está descartada a possibilidade de um M&A. “Estamos entusiasmados em iniciar mais um capítulo importante na nossa história, tendo ao lado uma parceria como a Backlgrs. Através dessa sociedade, queremos ampliar o nosso alcance ofertando uma boutique de serviços que garanta a qualidade do atendimento e, principalmente, a experiência de cada cliente”, finaliza Andreia.

Sobre a Numen
Com presença no Brasil, Europa e América do Norte, a Numen é uma consultoria com forte atuação em projetos SAP e parceira estratégica de grandes players globais como AWS, Salesforce e Celonis. Reconhecida por sua abordagem inovadora e foco consistente em resultados, a Numen apoia empresas na transformação digital e na geração de valor sustentável. Para mais informações, visite: https://numenit.com/

Sobre a Backlgrs
A Backlgrs é uma parceira da Salesforce que ajuda empresas de diversos setores na implementação e sustentação estratégicas de soluções cloud sob medida. Norteada pela velocidade e excelência na execução de seus projetos, a empresa mantém sempre um elo íntegro de relação com todos os parceiros e clientes. A equipe dispõe de um histórico robusto, com 4 anos no setor de tecnologia, mais de 100 projetos entregues e 100 profissionais. Para mais informações, visite: https://www.backlgrs.com.br/



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Andreia Tsuruhame, Gabriel Azzone e Guilherme Carvalho
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Cinthia Guimarães


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Desmistificando a FIV: oito passos para entender o tratamento e evitar expectativas irreais

 


Desmistificando a FIV: oito passos para entender o tratamento e evitar expectativas irreais 

Especialista esclarece dúvidas e mitos que ainda confundem quem inicia a busca por tratamento de fertilidade 

 

A Fertilização in Vitro (FIV) é um dos tratamentos mais conhecidos quando o assunto é dificuldade para engravidar — mas também um dos mais cercados de dúvidas, expectativas irreais e mitos propagados nas redes sociais. Para muitas pessoas, a FIV ainda é vista como um procedimento que garante a gravidez independentemente da idade ou das condições de saúde do casal. 

Para ajudar a esclarecer o que realmente importa, Viviane Santana, especialista em reprodução humana e gerente médica da Organon, reúne oito passos fundamentais para desmistificar o tratamento e orientar quem está dando os primeiros passos nessa jornada. 

 

1. Nem todo casal com dificuldade para engravidar precisa de FIV 

Segundo Viviane, o primeiro mito a ser quebrado é o de que a FIV é indicada automaticamente para qualquer casal com dificuldade de concepção. 
“Muitos casos conseguem bons resultados com tratamentos mais simples, medicamentos orais ou mudanças no estilo de vida. Cada indivíduo é único, e a indicação depende totalmente da avaliação médica”, afirma. 

Ela reforça que não há sinais “óbvios” de que alguém vá precisar de FIV: 
“Há casais com exames totalmente normais que não engravidam naturalmente, e outros com diversos fatores que conseguem. O ideal é buscar orientação quando não há sucesso após o período recomendado de tentativas.”  

 

2. A idade reprodutiva continua sendo determinante  

Casos de celebridades grávidas após os 40 anos alimentam falsas expectativas. 
“Esses casos de exceção acabam se sobressaindo e criando a impressão de que a idade não é um fator relevante. Mas a realidade é que a reserva ovariana cai com o passar dos anos, especialmente após os 30”, explica Viviane. 

De acordo com Viviane, a idade da mulher é, possivelmente, o fator de maior impacto para as chances reais de gravidez  

“Há uma falsa ideia de que a FIV garante gravidez independentemente da idade. Mas mesmo com alta tecnologia, as chances caem muito após os 40 anos. É fundamental buscar avaliação o quanto antes para evitar atrasos que agravem o quadro”, afirma.  

 

3. A fertilidade masculina também importa 

Por muitos anos, acreditou-se que a infertilidade era um tema essencialmente feminino, o que ainda hoje atrasa diagnósticos e tratamentos. Segundo Viviane Santana, essa percepção equivocada continua presente em diversos atendimentos. 

“Mesmo com produção contínua de espermatozoides, existem muitos fatores masculinos que podem levar a alterações de fertilidade. A avaliação dos dois parceiros é essencial para definir o melhor tratamento. Quando apenas a mulher é avaliada, perdemos um tempo precioso”, explica. 

 

4. O ciclo da FIV não é igual para todos 

Um ciclo de FIV costuma acompanhar o ritmo do ciclo menstrual, mas cada paciente responde de maneira diferente. 
“Um ciclo convencional leva de 10 a 14 dias até a coleta dos óvulos, mas a resposta aos estímulos hormonais é individual. Em alguns casos, sobretudo com reserva ovariana baixa, é esperado que mais de um ciclo seja necessário”, explica Viviane. 

Esse ponto é fundamental para evitar frustrações. 
“Muitas situações interpretadas como ‘fracasso’ são, na verdade, parte natural do processo. O alinhamento de expectativas evita abandono e sofrimento emocional desnecessário”, completa.  

Viviane reforça que também não existe uma “taxa de sucesso” universal. 
“Os fatores são múltiplos e individuais. Não há uma taxa de sucesso única que se aplique a todos os casos”, diz. 

 

5. Desconfortos e riscos: nem tudo é tão grave ou tão leve quanto parece 

As redes sociais podem amplificar medos ou minimizar riscos. 
“Há pacientes que sentem mais desconfortos, outras menos. É muito individual. Os efeitos mais comuns são inchaço, dor nas aplicações e alterações de humor”, diz Viviane. 

Ela explica que alguns medos ficaram ultrapassados. 
“O receio de gravidez gemelar após FIV é muito superdimensionado. Hoje, a transferência de embriões é ajustada e, na maioria dos casos, é feito com apenas um embrião”, destaca. 

Por outro lado, alguns riscos merecem mais atenção. 
“Complicações como reações exageradas aos hormônios ou torções ovarianas existem e precisam de acompanhamento rigoroso. Seguir a orientação médica é crucial para evitar problemas”, orienta.  

 

6. Custos: avanços tornaram o acesso mais diverso, mas ainda limitado 

Os avanços recentes trouxeram novas opções de medicamentos e técnicas, permitindo adaptar o tratamento às condições de cada paciente. 
“Hoje existem alternativas para reduzir custos, sempre conforme a indicação médica. Alguns centros também têm programas com valores mais acessíveis para determinados perfis”, explica Viviane. 

Mas ela lembra que o cenário ainda é desafiador no Brasil. 
“Infelizmente, temos poucos centros públicos e a maioria dos planos não reembolsa o tratamento. A ampliação do acesso ainda é um ponto importante a ser desenvolvido”, afirma.  

 
7. A tecnologia evoluiu, mas nem toda novidade é solução 

O avanço da reprodução assistida nos últimos anos é significativo. 
“Hoje temos medicamentos mais seguros, laboratórios de última geração e maior individualização dos tratamentos, o que aumenta as chances de sucesso”, explica Viviane. 

Mas é importante cautela com supostas “inovações” populares nas redes. 
“Modismos que prometem resultados milagrosos não têm respaldo científico. Cada caso deve ser avaliado para entender o que realmente agrega ao tratamento”, alerta.  

 
8. O fator emocional é tão importante quanto o clínico 

Viviane destaca que a jornada da infertilidade traz forte impacto emocional. 
“Há altos índices de ansiedade, estresse e depressão entre pacientes que enfrentam dificuldades para engravidar. Esses sentimentos aparecem em todas as etapas, desde as tentativas naturais às fases da FIV”, explica. 

O acompanhamento psicológico pode ser decisivo para o sucesso. 
“A taxa de abandono do tratamento é alta, e a maior causa é o esgotamento emocional. Quando o casal tem apoio psicológico, enfrenta melhor o processo e tem mais chance de permanecer até o fim, o que aumenta as chances de sucesso”, afirma.  

 

Depois de desmistificar as principais crenças sobre o tema, Viviane reforça que informação e tempo são aliados fundamentais ao longo de toda a jornada reprodutiva. 

“Mulheres com até 35 anos e sem histórico de problemas reprodutivos podem tentar engravidar naturalmente por até um ano, porque esse é o tempo considerado normal de tentativas. Já para mulheres acima de 35 anos ou com histórico familiar, o ideal é buscar orientação médica após seis meses sem sucesso. Quanto mais cedo vier a avaliação, maiores são as chances de um tratamento assertivo e de transformar o sonho em realidade”, conclui. 

 

 

Sobre a Organon
 
A Organon é uma empresa global de saúde independente com o propósito de ajudar a melhorar a saúde das mulheres em todas as fases da vida. Com um portfólio diversificado, a companhia atua em diversas áreas terapêuticas, oferecendo mais de 60 medicamentos e produtos voltados para a saúde feminina, biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Além de seu portfólio atual, a Organon investe em soluções e pesquisas inovadoras para impulsionar novas oportunidades de crescimento em saúde feminina e biossimilares.
 
A empresa também busca colaborar com parceiros biofarmacêuticos e inovadores interessados em comercializar seus produtos, aproveitando sua escala e presença ágil em mercados internacionais de rápido crescimento.
 
Com sede em Nova Jersey, nos Estados Unidos e presença em 140 países, a Organon possui um alcance geográfico significativo e conta com cerca de 10.000 colaboradores ao redor do mundo.
 
Para mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco nas redes sociais: https://www.linkedin.com/company/organon-brasil/ e https://www.instagram.com/aquipelasaudedela. 

 


Quatro tendências de tecnologia para 2026

 


Por Felipe Almeida

Disruptivo. Essa é a palavra que representa bem como foi e vem sendo o ano de 2025. Se ainda existiam dúvidas de que a IA viria para ficar, hoje, a cada dia que passa, seu uso faz parte da rotina das pessoas, desde assistentes virtuais até novas ferramentas integradas em diversos aparelhos. E, no mundo empresarial, essa transformação também não poderia ficar de fora.

Certamente, o que vemos até agora continuará em alta em 2026, uma vez que essas inovações têm um papel fundamental para gerar insights, revisar e analisar dados e, principalmente, gerar resultados. Ou seja, desde a IA até outras ferramentas que despontam a todo instante no mercado, o intuito é tornar as operações estratégicas.

É aquela velha história: o ser humano não será substituído. Cabe a nós o papel de utilizar a tecnologia como aliada e fazer seu uso eficiente, buscando otimizar processos e obter ganhos de eficiência. Nesse cenário, destaco aqui quatro tendências que terão força no próximo ano:

#1 Inteligência Artificial: a principal tendência que já é uma realidade. Como prova disso, segundo a McKinsey, em 2024, 72% das empresas do mundo já adotaram essa tecnologia. Esse resultado é um reflexo do quanto esse recurso já está intrínseco na rotina das pessoas, promovendo ganhos significativos. A expectativa é que sua presença nas organizações cresça ainda mais.

#2 Segurança dos dados: esse aspecto torna-se relevante considerando que vivemos a era do mundo digital. Nesse sentido, as operações têm sido migradas para o ambiente em nuvem, o que reforça a importância dos investimentos na proteção de dados e informações sensíveis.

#3 Cloud Computing: complementando o tópico anterior, o cloud, mesmo não sendo uma tecnologia nova, continuará crescendo. Segundo o Gartner, a expectativa é que essa movimentação atinja o patamar de US$723,4 bilhões em 2025 e que, até o final de 2027, 90% das empresas já tenham adotado soluções de nuvem para alguma necessidade de seus negócios.

#4 Conectividade: ficar sem sinal? Isso é coisa do passado. Desde a expansão da rede 5G para melhorar a comunicação em setores como o agronegócio, até a IoT, o que veremos daqui para frente é, cada vez mais, tudo conectado. Isso ajuda a dar maior precisão e controle sobre as operações.

Todas essas tendências não são consideradas novidades, pois já fazem parte do mercado. No entanto, mesmo diante da crescente transformação digital, quando falamos sobre tecnologia, ainda existem desafios a serem superados. Isso é, vivemos uma era em que somos bombardeados todos os dias por novos recursos, ferramentas e opções. E, em meio a este cenário, temos como obstáculo preparar as pessoas para utilizarem, de forma correta, o que está sendo disponibilizado.

Afinal, por mais revolucionária que seja uma tecnologia, ela ainda precisa do fator humano para guiá-la. Do contrário, são fornecidos resultados imprecisos que geram insights errados e não permitem que a empresa escale. Na prática, o fator principal que, sem dúvidas, irá garantir o sucesso ou o fracasso dos negócios, continua sendo as pessoas.

Neste sentido, é importante prepará-las e capacitá-las, pois estamos em um caminho sem volta. Ter o apoio de equipes especializadas nessa abordagem — que ajudem desde no treinamento até na integração desses recursos nos softwares de gestão — é um auxílio importante para tornar a empresa mais eficiente e estruturada para a transformação.

Não devemos nos iludir: 2026 será um ano desafiador, desde o início com a transição da Reforma Tributária, até o final com as eleições que impactam a cadeia operacional como um todo. Diante desse contexto de urgência, é fundamental que as organizações invistam em atualizações e acompanhem de perto as mudanças, buscando adquirir conhecimento. Afinal, o futuro não espera e, para muitos, já começou.

Felipe Almeida é diretor comercial da ABC71

Sobre a ABC71

Desde 1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços. Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor empresa de software de gestão no Brasil.



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Bahia recebe a icônica promoção do "Palito Premiado" da Kibon

 


Kibon

Bahia recebe a icônica promoção do "Palito Premiado" da Kibon

Edição de 2025 marca a maior expansão da campanha, que agora inclui novos sabores e integra a narrativa de verão "Loucos por Kibon"

São Paulo, dezembro de 2025 – Kibon, marca líder em sorvetes no Brasil, ouviu o pedido dos consumidores e trouxe de volta a icônica promoção do “Palito Premiado”. E, neste ano, com uma novidade:  a ação se expande e chega a 16 estados do Brasil, inclusive na Bahia, marcando presença em diversas cidades litorâneas de norte a sul do País. A partir do dia 01 de dezembro, quem encontrar o palito premiado exclusivamente nas faixas de areia das localidades participantes ganharão automaticamente outro picolé da linha Fruttare, podendo escolher entre os sabores* coco, abacaxi, morango, uva, limão e o lançamento da temporada: tangerina. A ação integra a estratégia de verão “Loucos por Kibon”, que celebra o amor dos brasileiros pela marca.

No último verão, a promoção retornou após muitos pedidos do público e foi um sucesso nas praias do litoral paulista. Agora, em 2025, a experiência se estende para consumidores dos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A mecânica simples e sem burocracia – “Achou, Ganhou” – foi mantida, reforçando a conexão emocional com o público e o “efeito surpresa” ao descobrir que foi premiado com mais um picolé.

Além da ampliação para novos estados, a edição deste ano também inclui outra novidade: além de Fruttare, também fazem parte da ação os sorvetes Tablito original, Brigadeiro e o clássico Chicabon, que agora também podem esconder um palito premiado.

Para marcar o início da nova edição, a campanha ganhou força também nas redes sociais: um squad de 15 influenciadores digitais e uma comunidade fiel celebra o retorno da promoção, gerando grande repercussão e engajamento online. O movimento reforçou a memória afetiva do público com a promoção e o tom da temporada de verão da marca.

“Como marca pioneira nesse tipo de promoção no Brasil, Kibon tornou-se referência desde a primeira edição. Ao todo, essa será a quinta edição oficial da campanha, e ver o carinho que o ‘Palito Premiado’ ainda desperta mostra como ele está gravado na memória de muitas gerações. Queremos resgatar esse sentimento, essa lembrança boa de infância, e ao mesmo tempo criar histórias com quem está vivendo isso pela primeira vez. Por isso, fizemos questão de levar a ação para ainda mais praias e estados do Brasil”, afirma Carolina Mega, Head de Marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil, empresa dona da marca Kibon.

 A ação segue até o dia 31 de março de 2026, com resgates válidos exclusivamente nos carrinhos de sorvete Kibon das praias participantes identificados com a promoção. Para saber mais sobre a lista completa das cidades participantes no estado, acesse o regulamento no site: Promoções Kibon

*a depender da disponibilidade do carrinho.

Sobre a campanha “Loucos por Kibon”

Além de palito premiado, a marca também está com a sua promoção inédita “Ki Loucura de Kibon”, estrelada por Narcisa Tamborindeguy.  Juntas, as duas promoções integram a narrativa de “Loucos por Kibon”, que já vem embalando o início da temporada de verão com experiências e novidades. A largada foi com o Sorvetaço, evento realizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, que distribuiu mais de 5.000 picolés em apenas uma hora. Além disso, a marca também trouxe novidades no portfólio que combinam nostalgia e inovação, como o relançamento do Cornetto Choco Mix, a chegada do Fruttare Tangerina e o lançamento do divertido Fruttilly Pinta-Língua. 

Sobre Kibon

Com mais de 80 anos de atuação no país e na vida das pessoas, sendo a primeira indústria brasileira do segmento de sorvetes, Kibon é a marca líder de mercado no Brasil e é a mais lembrada pelos consumidores no prêmio Top Of Mind. A marca tem como propósito ter mais brasileiros, tomando mais sorvetes, mais vezes por ano. Para isso, tem investido cada vez mais em marcar presença nos principais locais onde os seus consumidores estão. Assim, podem levar inovações de suas delícias geladas que atendam a diferentes perfis. Nos acompanhe nas redes sociais: Instagram e Tiktok.

Assessoria de Imprensa Kibon | Edelman  

kibonbr@edelman.com | Nahiza Monteles, Mônica Almeida, Lara Costa e Flávia Novaes

 




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Adaptação de autopropelidos impulsiona produtividade no campo

 

Piccin Equipamentos

Adaptação de autopropelidos impulsiona produtividade no campo

A conversão de pulverizadores em distribuidores ganha força no campo, impulsiona economia de até 80% e reaproveita máquinas usadas para ampliar eficiência na aplicação de fertilizantes

Transformar pulverizadores autopropelidos em distribuidores de fertilizantes e corretivos deixou de ser uma alternativa experimental para se tornar uma estratégia sólida dentro das fazendas brasileiras, e poucas empresas seguem com tanta consistência quanto a Piccin Equipamentos, de São Carlos (SP). A fabricante, que há anos investe em projetos de adaptação de máquinas, afirma que a conversão pode reduzir em até 80% o custo em comparação à compra de um distribuidor novo. Mais que economia, trata-se de uma mudança de mentalidade: aproveitar o que já existe, ampliar a capacidade operacional e adotar práticas sustentáveis.

Segundo o engenheiro agrônomo e head de marketing da Piccin, Marco Gobesso, o processo se baseia em uma lógica simples e eficiente: “A adaptação utiliza aproximadamente 70% da estrutura já existente, como chassi, cabine e motor, dando nova função a um equipamento que o agricultor já possui”. Em um setor em que o maquinário pesa no orçamento e a renovação da frota costuma exigir altos investimentos, essa equação chama a atenção de produtores de todos os portes.

Além do impacto financeiro, há ganhos ambientais e agronômicos. Ao reaproveitar máquinas em vez de descartá-las ou desvalorizá-las na troca por novos modelos, o produtor pratica o que especialistas chamam de economia circular. O resultado é uma operação mais eficiente e com menor desperdício. A lógica também se estende ao manejo da lavoura: como a máquina convertida mantém o mesmo rastro já utilizado como pulverizador, o amassamento de plantas diminui, o que pode refletir diretamente na produtividade. Para Gobesso, somando fatores como preservação da estrutura do solo, redução do desperdício e capacidade de aplicação em estágios mais avançados da cultura, o retorno do investimento ocorre entre uma e três safras.

Resultados em campo

Do ponto de vista técnico, a conversão exige análise criteriosa. A integridade estrutural do pulverizador, especialmente chassi e componentes de suporte, é o primeiro ponto de verificação. O sistema hidráulico e o de transmissão também precisam ser compatíveis com o novo conjunto distribuidor. Ainda assim, o especialista da Piccin afirma ter projetos validados para “a maioria dos pulverizadores disponíveis no mercado”, o que inclui diferentes marcas e capacidades. Em alguns casos, a única modificação além da retirada do tanque e das barras é o reposicionamento do motor, sem perda de potência.

Os distribuidores autopropelidos desenvolvidos pela marca são oferecidos em caixas de 3 m³ a 6 m³, dimensionadas para garantir estabilidade, durabilidade e equilíbrio da máquina mesmo em terrenos irregulares. A instalação requer mão de obra treinada, já que etapas como alinhamento, fixação da caixa e calibração do sistema de distribuição exigem precisão milimétrica. O conjunto final permite trabalhar com aplicações em pó (até 18 metros) e granulares (até 36 metros), alcançando rendimentos que podem chegar a 400 hectares por dia, dependendo do modelo do autopropelido convertido.

A compatibilidade com agricultura de precisão, mapas de prescrição, dosagens variáveis e sistemas eletrônicos de controle mantém a máquina competitiva diante de distribuidores modernos. “A caixa adubadora do autopropelido tem a mesma tecnologia de taxa variável encontrada em distribuidores de arrasto ou de caminhão”, reforça Gobesso, destacando que a conversão não significa perda tecnológica.

No mercado, outro fator incentiva a conversão: pulverizadores usados tendem a perder valor rapidamente. Concessionárias pagam, em média, 60% do valor real na troca. Quando convertido em distribuidor, o equipamento volta a ter relevância comercial e utilidade plena. “O que chama atenção é o custo-benefício: o produtor passa a contar com uma máquina que trabalha o ano inteiro, com menos desperdício e mais eficiência”, resume o profissional da empresa.

Os ganhos operacionais, embora ainda careçam de estudos acadêmicos amplos, já aparecem nos relatos de campo coletados pela empresa. “É o custo-benefício da transformação que mais chama atenção: mais uso, menos desperdício e uma máquina que trabalha o ano inteiro”, afirma o head da Piccin.

Mesmo com a ausência de estudos acadêmicos abrangentes e documentados sobre resultados de longo prazo, a procura crescente indica que a prática se consolida como tendência. Em um cenário de custos elevados, busca por sustentabilidade e necessidade de maior produtividade, a transformação de pulverizadores em distribuidores se impõe como solução.

 



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Kassiana Bonissoni
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Férias escolares: cinco atividades para estimular as crianças

 


Terapeuta ocupacional propõe brincadeiras simples que unem diversão, criatividade e aprendizagem

 

As férias escolares são um momento aguardado pelas crianças, mas também um desafio para os responsáveis que buscam manter os pequenos ativos e longe das telas. Pensando nisso, a professora do curso de Terapia Ocupacional da UNINASSAU Rio de Janeiro, Tainara Brites, listou cinco sugestões de atividades lúdicas para serem realizadas em casa, com foco nos desenvolvimentos motor, cognitivo e emocional.

  1. Produção artística com materiais recicláveis

Utilize rolos de papel, tampas, caixas, papelões, revistas, colas e tintas para criar brinquedos ou personagens. “Essa atividade estimula a coordenação motora fina, a criatividade e ainda trabalha a consciência ambiental”, explica Tainara.

  1. Caça ao tesouro em casa

Espalhe objetos pelo ambiente e ofereça pistas simples para que a criança os encontre. Pode usar um mapa ou dar dicas verbais. A proposta trabalha atenção, percepção espacial, motricidade e organização do pensamento.

  1. Receita em família

Preparar um lanche juntos pode ser uma grande diversão. Bolinhos, frutas no palito ou sanduíches decorados são boas opções. “Além de promover o vínculo familiar, a criança desenvolve habilidades motoras e sensoriais. Mas é fundamental manter a supervisão e adaptar os utensílios”, orienta a professora.

  1. Histórias com objetos do quarto

Usar brinquedos, bonecos ou objetos criados com materiais recicláveis para inventar histórias é uma forma de incentivar a linguagem, a expressão emocional e a criatividade. A atividade também favorece a organização do pensamento e as habilidades sociais.

  1. Circuito de desafios

Monte um percurso com obstáculos usando o que tiver em casa: almofadas, cordas, cadeiras ou túneis improvisados. Saltar, se equilibrar e rastejar ajudam a desenvolver coordenação motora global, força e planejamento.

As sugestões mostram como o brincar pode ser um aliado no processo do desenvolvimento infantil. Mais do que ocupar o tempo, essas experiências fortalecem vínculos e estimulam competências importantes para o crescimento da criança. Dessa forma, é possível manter os pequenos ativos de maneira saudável nas férias.