MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 1 de março de 2023

HUB DO SONO CHEGA A 35 MIL FARMÁCIAS BRASILEIRAS

 

 

Solução da startup SleepUp se integra à rede credenciada da epharma

 

 

Parceria vai ao encontro da jornada que o varejo farmacêutico vem

trilhando para se tornar um polo de serviços de atenção primária à população

Para acessar a imagem em alta resolução, clique aqui

 

A SleepUp avança uma importante etapa em seu processo de aceleração e democratização do acesso à saúde do sono. A startup passa a disponibilizar a terapia digital do sono para mais de 35 mil farmácias brasileiras. O ganho de escala tornou-se possível a partir da parceria com a epharma, pioneira em planos de benefícios em medicamentos (PBM) no país.

 

Com a novidade, as farmácias que compõem a rede de credenciadas da epharma poderão incorporar automaticamente o Hub do Sono aos sistemas de descontos e convênios que oferecem a seus clientes, bastando um único termo de aceite. Os pacientes, por sua vez, ganham um aliado no combate a um dos problemas mais crônicos e silenciosos da saúde nacional – mais de 73 milhões de brasileiros convivem com a insônia e outros distúrbios do sono, segundo a associação brasileira do setor.

 

“Nossa solução vai ao encontro da jornada que o varejo farmacêutico vem trilhando para se tornar um polo de serviços de atenção primária à população. E os brasileiros terão a oportunidade de acessar a jornada completa de distúrbios do sono, desde o diagnóstico domiciliar até o tratamento de insônia e apneia, juntamente com nossa terapia digital inovadora, aprovada pela Anvisa e com resultados atestados”, destaca a sócia e cofundadora Renata Redondo Bonaldi. Evidências clínicas da startup, publicadas internacionalmente, comprovam a melhora nos quadros de insônia e maior eficácia e segurança do tratamento medicamentoso.

 

“Essa parceria contribui para o posicionamento da epharma, que busca ser muito mais do que uma plataforma de benefícios de medicamentos, e sim um elo que oxigena o ecossistema que impulsiona a saúde das pessoas. A SleepUp, com o Hub do Sono, traz uma solução digital que atende uma grande demanda e nos faz reinventar o PBM. A epharma tem orgulho de estar à frente dessa iniciativa, sendo pioneira no mundo nesse modelo de terapia digital para PBM”, destaca Wilson de Oliveira, diretor de Negócios e Operações da epharma.

 

Como funciona a terapia digital do sono na farmácia?

 

O cliente da farmácia poderá adquirir os produtos e serviços diretamente no caixa da farmácia, após uma avaliação clínica farmacêutica na plataforma do Hub do Sono, ou por meio da abordagem farmacêutica no balcão. O cliente, então, receberá o código promocional e instruções de forma eletrônica, por e-mail ou WhatsApp, e iniciará a jornada terapêutica no aplicativo. Ele terá o direcionamento de qual produto é o mais indicado, entre as oito ofertas de planos existentes, incluindo também o pré-diagnóstico domiciliar do sono, nos casos de suspeita de apneia.  

 

Disponível via app, configurado para Android e iOS, a terapia digital do sono utiliza protocolos clínicos para auxiliar no tratamento e prevenção da doença crônica. Propõe abordagem integrada e personalizada, com a utilização de terapia cognitivo-comportamental (TCC) e terapia cognitiva baseada em mindfulness.

 

Todas as funcionalidades da plataforma são recomendadas por especialistas, psicólogos e médicos do sono. Dentro do app, os pacientes encontram protocolos clínicos de terapia cognitivo-comportamental para insônia,  mindfulness, diário do sono, diário de apneia e gestão medicamentosa, dicas de estilo de vida, músicas e meditações guiadas, orientações personalizadas, testes clínicos, anamneses, relatórios de métricas, e toda a jornada do exame domiciliar, telemedicina, telemonitoramento de terapia respiratória, incluindo a opção de integração com CPAP, e outros dispositivos.

 

Rápido avanço da startup

 

Criada no fim de 2019 por Renata e pela irmã Paula Redondo, a SleepUp vem registrando uma rápida e consistente evolução após atrair mais de R$ 4 milhões em aportes e incentivos de fomento de inovação, e receber premiações de empreendedorismo e inovação como 100 startups to watch em 2022 e primeiro lugar no prêmio de inovação do Grupo Fleury. A plataforma já está disponível em aproximadamente 120 lojas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além disso, uniu-se em meados do ano passado ao ecossistema da Farma Ventures, venture builder dedicada ao desenvolvimento de startups com soluções para as farmácias.

 

“E a partir da presença mais efetiva em farmácias e de parceiros consolidados como a epharma, conseguiremos avançar em convênios com empresas e planos de saúde, por meio da criação do programa de benefícios Clube do Sono, posicionando o sono como um pilar importante de bem-estar dentro do mundo corporativo”, conclui Renata. 

 

Sobre a SleepUp

 

A SleepUp é a primeira terapia digital na área de distúrbios do sono da América Latina, regulamentada pela Anvisa. A plataforma oferece a jornada completa de distúrbios do sono, utilizando protocolos clínicos para auxiliar no tratamento e prevenção da insônia e apneia do sono de forma acessível, natural e eficaz, garantindo sono de qualidade por meio de abordagem integrada e personalizada, e com a utilização de terapia cognitivo-comportamental e terapia cognitiva baseada em mindfulness.

 

Sobre a epharma

 

A epharma é uma das principais plataformas de gestão de benefícios de medicamentos do país. A empresa, fundada em 1999, atua como um elo, unindo os ecossistemas de tecnologia e saúde, e criando conexões inteligentes entre os seus principais públicos: indústrias farmacêuticas, farmácias e drogarias, operadoras de saúde, corretoras, healthtechs e empresas privadas de diversos segmentos. Pioneira ao lançar o PBM - Plano de Benefícios de Medicamentos (PBM) no Brasil, conta com mais de 35 mil farmácias e 2 mil clínicas e laboratórios credenciados em todo o país, beneficiando 33 milhões de pessoas e gerando economia de R$ 1,85 bilhão em 2022.

 

Mais informações: info@sleepup.com.br

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#sleepup #insônia #saudedosono

 

S c r i t t aContato: César Ferro / Paulo PiratiningaTel.: 11/99949-2585E-mail:[cesar@scritta.com.br ]cesar@scritta.com.br piratininga@scritta.com.br

Abraços,

 

Contra o ódio: uma proposta de itinerário escolar

 

Positivo


* Daniel Medeiros

É comum descrever o ódio como uma manifestação natural do ser humano. Tanto que, quando ocorre, falamos que “não pudemos nos controlar”, ou que houve uma “explosão de raiva”. A verdade é que o ódio não é mais ou menos natural do que a compaixão e o respeito. O problema é que temos deixado o ódio ganhar espaço e contaminar pessoas, como um vírus. E hoje estamos diante de uma pandemia.

Há dois componentes fundamentais na prática do ódio: a certeza de quem odeia e a falta de precisão do seu objeto. Para odiar, é preciso, antes de tudo, ser ignorante em relação a quem se odeia. Por isso, as vítimas do ódio são sempre coletivas: negros, imigrantes, pobres, judeus, homossexuais, etc. O ódio não provém do ressentimento, como se esses grupos, de alguma forma, compartilhassem da formação desse sentimento e, por isso, fossem uma espécie de cúmplices de quem odeia. Não. O ódio vem de uma visão de mundo na qual, quem odeia, chegou ao limite da sua tolerância na aceitação do diferente e, por isso, agora acha legítimo se manifestar. Que um negro exista e seja livre e trabalhe e até mesmo se destaque, tudo bem. Mas querer mandar? O mesmo com uma mulher, com um estrangeiro, com um pobre, com uma pessoa gorda. Quem odeia considera-se excessivamente permissivo e quer dar a si mesmo um basta nesse exagero. Ele está certo disso, não tem dúvidas. Por isso, acha tão legítimo manifestar-se, como uma expressão da sua liberdade, direito sagrado que enxerga como fundamental para o funcionamento de uma sociedade saudável. O problema não é o ódio que ele sente, mas as pessoas diferentes que querem ultrapassar os limites do tolerável, dentro da visão de mundo que ele construiu para si. Isso não quer dizer que ele seja um preconceituoso. Não é comum ouvir a defesa dos que odeiam, dizendo que “não fazem nenhuma oposição aos homossexuais”, só não acham certo que eles fiquem se beijando em público? Aí está: o ódio é uma forma firme, mas generosa, de querer apenas fazer com que o mundo gire em torno de seu próprio eixo, sem sustos e sem surpresas.

E como combater o ódio? Como escapar da armadilha dessa fluidez da pessoa que odeia mas, “de resto”, é gente boa, gentil e muito camarada com seus amigos e familiares? É preciso compreender a origem e a razão da expressão do ódio, que é a nostalgia por um mundo perfeito que nunca existiu. O ódio alimenta-se por uma visão antimoderna, de um tempo/espaço no qual tudo tinha o seu lugar e o seu papel. A eclosão das diferenças, a velocidade das mudanças, a emergência do novo, a mistura de tarefas e de papéis sociais, criam uma confusão na cabeça de muitas pessoas que, para combater essa vertigem, refugiam-se na ideia de que é possível recuperar esse tempo perdido eliminando seus fatores dissonantes. E a esses fatores, eles costumam chamar de “os outros” que são o objeto do seu ódio.

Não adianta odiar quem odeia com mais ódio. Isso é entrar para o time deles – e não combatê-los. É preciso, ao contrário, reforçar o mundo de mudanças no qual estamos inseridos, destacando as diferenças, estimulando-as, praticando-as. Muitos já compreenderam a poderosa arma contra o ódio, que é o reforço da compaixão e o elogio da diversidade. Por isso, a sereia Ariel pode ser ruiva e pode ser negra; por isso, James Bond pode ser homem e pode ser mulher; por isso, Velma, a detetive do Scooby-Doo, pode ser hetero ou homo; por isso, o homem aranha pode ser muitos, pois somos um multiverso, aqui e agora. 

Não precisamos converter os que odeiam, mas desqualificar as razões que alegam para odiar. O mundo pode e deve ser um lugar plural e fluido. Quanto mais o mundo for assim, permitindo a todos o exercício de suas vidas singulares, menores serão os espaços de disseminação do ódio, mais isolados ficarão os que odeiam. Como uma vacina, que não pretende eliminar o vírus, mas torná-lo inofensivo aos que querem viver e experimentar a beleza da incrível variedade da existência.

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor de Humanidades no Curso Positivo. @profdanielmedeiros

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SURA apresenta sete perspectivas que definirão os rumos da América Latina em 2023

 


São Paulo, fevereiro de 2023 - Como todos os anos, o Observatório SURA revela quais serão os temas que marcarão o ambiente dos latino-americanos em 2023. Em seu relatório, destacam-se os novos desafios e oportunidades para a região em um contexto marcado pelo conflito Rússia-Ucrânia, as mudanças políticas em vários países da América Latina e as defasagens da pandemia de COVID-19 que ainda são percebidas na região e no mundo. A SURA aponta as principais questões que marcarão os cenários político, econômico e social da região neste ano, a inflação mais alta em décadas, a desconfiança crescente, a deterioração da segurança alimentar e as pressões geopolíticas serão os desafios que colocarão à prova governos e cidadãos.Esses fenômenos revelam os desafios políticos, sociais e econômicos que testarão a resiliência dos 665 milhões de pessoas que habitam a América Latina em meio a altos níveis de volatilidade local, regional e global. “Em um momento sem precedentes para a região, o relatório do Observatório SURA fornece dados, cenários e sinais que nos permitem compreender melhor o ambiente e o território. Com isso, buscamos oferecer ferramentas para que pessoas e empresas enxerguem além do óbvio e possam tomar melhores decisões, transformando situações de alta incerteza em oportunidades”, afirma Juana Francisca Llano Cadavid, presidente da Suramericana.Neste contexto, a SURA, enquanto empresa de gestão de tendências e riscos, apresenta as perspectivas para 2023:Em 2023 haverá uma cidadania mais participativa e diversificada na região, com maiores expectativas e demandas dos governos de plantão. São cada vez mais vozes que se juntam aos debates públicos, pelo que se abre uma janela de oportunidade para reconstruir a confiança, aumentar a transparência, a responsabilização e promover o reforço da dinâmica democrática a todos os níveis. Após um robusto calendário eleitoral na região com eleições presidenciais definidas no Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru; os legislativos da Colômbia, Costa Rica e Brasil; e as eleições no Chile, México e Peru, revelou-se que os cidadãos hoje mostram maior desencanto com os sistemas democráticos e, por sua vez, maior vontade de participar. Com o aumento das tensões geopolíticas, países como a China estão cada vez mais atentos à América Latina como cenário de oportunidades, investimentos e cooperação.Em 2022, o cenário global foi marcado pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que também envolveu indiretamente os países membros da OTAN. Além disso, com o endurecimento das sanções contra a Rússia, o mundo observou com preocupação como aquele país fortaleceu as relações com Estados autoritários como Irã e Coreia do Norte.Em 2023, além dos efeitos daquele conflito, as atenções se voltarão para a histórica rivalidade entre Estados Unidos e China em decorrência de diversos fatores, entre eles: o choque de interesses no Mar da China Meridional, posições quanto à soberania de Taiwan e a crescente influência econômica e política da China na América Latina, África, Ásia Central, Oceania e Europa. Nesse contexto, a América Latina se tornará um cenário de oportunidades neste ano, especialmente por meio de investimentos em infraestrutura com rodovias, aeroportos, portos e comunicações. De fato, projetos desse tipo já avançam em vários países da região, desde Argentina e Chile até a Costa Rica.O ano de 2022 trouxe consigo a maior inflação global em décadas. Por isso, será fundamental que em 2023 os governos da região estabeleçam políticas monetárias e fiscais que visem aliviar a pressão inflacionária e que, por sua vez, promovam a cooperação multilateral.Segundo o relatório da SURA, a inflação alta é um fenômeno global causado pela dinâmica de recuperação econômica na maioria dos países após a pandemia, como consequência do conflito entre Rússia e Ucrânia que impactou os preços internacionais de muitas matérias-primas e, finalmente, devido à valorização do dólar frente à maioria das moedas do mundo, que dependem em grande parte das importações negociadas com essa moeda. No entanto, os sinais da região indicam que, embora o custo de vida continue alto, seu aumento será moderado a partir deste ano. O Fundo Monetário Internacional prevê que a inflação mundial passe de 8,8% em 2022 para 6,5% em 2023 e 4,1% em 2024.A deterioração do tecido social será um dos desafios mais relevantes a nível global, regional e local para 2023 e anos seguintes. Como resultado, os governos da região têm a oportunidade de realizar ações coletivas contundentes que permitam administrar a redução das brechas sociais e dos fatores econômicos e políticos que afligem as sociedades latino-americanas. Como o Fórum Econômico Mundial apontou em seu último relatório 'Global Risks': a erosão do tecido social é o risco com maior deterioração nos últimos dois anos, sendo um risco constante no curto e longo prazo, assim como as ameaças ambientais. No entanto, a coesão social está intimamente ligada à confiança. Assim, na medida em que se aprofunda a participação democrática e se fortalece a relação entre as instituições e os cidadãos, também se fortalece o tecido social.Devido às suas condições climáticas e geográficas, a América Latina tem potencial para se tornar a grande “despensa” do planeta. Este ano, os cenários político, social e econômico acentuarão esse potencial e abrirão maiores oportunidades para a região. Como vem apontando o relatório de conjuntura apresentado pela SURA, a crise de abastecimento e a deterioração das condições socioeconômicas são fenômenos que têm afetado o desenvolvimento da região. Isso será um obstáculo para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável de “Fome Zero”, já que os governos têm sofrido enormes retrocessos nos planos traçados para garantir a segurança alimentar em suas regiões, somando-se a isso os eventos climáticos extremos.Como equilibrar as demandas ambientais com os enormes desafios econômicos deste novo ano? Essa será uma questão crucial em 2023. As questões de cidadania por ações sustentáveis ​​ganham cada vez mais volume no debate público, por isso um dos grandes desafios dos governos e empresários para 2023 será equilibrar essa demanda com os desafios econômicos.Atualmente, há uma transição desordenada para a descarbonização, uma série de crises geopolíticas que impõem desafios ambientais e sociais e uma desigualdade crescente como resultado das mudanças climáticas e da violência. Por isso, em 2023 as empresas verão com mais clareza que integrar fatores ESG em todos os níveis da organização é muito mais do que uma estratégia de competitividade. O ano de 2023 será marcado pelo fortalecimento de uma nova forma de fazer negócios, pautada pela sustentabilidade, geração de valor e propósito.Até 2023, a Inteligência Artificial (IA) é projetada como um dos campos de crescimento mais rápido, graças ao seu potencial de transformação em setores como: prestação de serviços, medicina e agricultura. Na última década, essa tecnologia avançou a passos largos, em parte devido às inovações da computação e ao valor que grandes empresas encontram nelas em termos de eficiência, margem de erro reduzida, trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana e implantação em momentos de crise. O crescimento desse tipo de inovação avançará exponencialmente em 2023, estando cada vez mais acessível e presente no dia a dia das pessoas.2023: um ano determinanteEsse ano está cheio de desafios e entender um ambiente em constante transformação será a chave para transformar tendências e riscos em oportunidades. Por esta razão, a SURA procura permanentemente explorar, descrever, compreender e identificar as mudanças no ambiente de toda a região.“O mundo está se transformando em velocidades inimagináveis ​​e, embora não possamos prever o futuro, podemos construí-lo. Na SURA somos capazes de ir mais longe e expandir nosso alcance com novos modelos de negócios. Em 2023, continuaremos proporcionando às pessoas e empresas novas visões que permitam administrar melhor suas vidas e seus negócios em meio a múltiplas incertezas”, garantiu Juana Francisca Llano, presidente da Suramericana.

Acesse o documento completo aqui.Sobre a SURA Brasil  

A Seguros SURA está presente em nove países da América Latina. Sua estratégia atual baseia-se em entregar bem-estar e competitividade sustentável, o que permite ampliar a visibilidade dos clientes para antecipar riscos e aproveitar as oportunidades do entorno. Como especialista em Gestão de Tendências e Riscos, a SURA atua com seguros para empresas e para pessoas com soluções para os segmentos de Transportes, Frotas de Automóveis, Vida em Grupo e Acidentes Pessoais, Prestamista, Empresarial, Responsabilidade Civil, Residencial, Automóvel de alto valor, Bicicletas, Celulares e outros eletrônicos; sendo referência no mercado segurador no segmento de Mobilidade e Micro modais. Ao todo, são mais de 350 funcionários distribuídos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto, Goiânia, Bauru, Londrina, Salvador, Recife e Fortaleza, que atendem todo o território nacional. A presença em mais estados cria vínculos e possibilidades o entendimento do mercado e a geração de valor em todo o Brasil. Em 2022, a SURA foi certificada mais uma vez com o selo Great Place to Work® e está no grupo das Melhores Empresas para se Trabalhar do GPTW no Brasil. Para obter mais informações sobre a Seguros SURA, acesse o site.

Informações para a Imprensa:DFREIRE Comunicação e Negócios Tel.: (11) 5105-7171 – www.dfreire.com.br

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Alterações na Lei do Planejamento Familiar, um novo olhar sobre os métodos contraceptivos e os direitos da mulher

 


Principais diretrizes se darão na questão de métodos contraceptivos e condições para esterilização

A Lei 14.443/2022 entra em vigor a partir de março deste ano e tem como objetivo alterar a Lei do Planejamento Familiar, passando a determinar, entre outras coisas, um prazo máximo para o fornecimento de métodos contraceptivos (com exceção da esterilização) e disciplinar novas condições para a realização da esterilização. Uma pessoa, por exemplo, terá até 30 dias para solicitar, pelo SUS, a implantação de um Dispositivo Intrauterino - DIU, e tê-lo implantado. A redação antiga não estipulava prazo.

No que tange à esterilização voluntária, a primeira das mudanças se dá quanto à redução da idade mínima para o procedimento, passando de 25 para 21 anos. “Ainda não é o ideal, visto que a capacidade civil se inicia aos 18 anos, mas já é um passo para que no futuro qualquer pessoa com mais de 18 anos possa decidir sobre a sua reprodução”, avalia Manoela Ribeiro, advogada especializada na área de saúde do Rosenbaum Advogados.

Outra importante mudança diz respeito à revogação do dispositivo que impunha a necessidade de consentimento do cônjuge/companheiro para realização da esterilização. “Esta mudança é um avanço enorme para os direitos da mulher, visto que, finalmente, retirou a possibilidade de o cônjuge/companheiro regular a reprodução da mulher”, diz Ribeiro.

Por fim, a última das alterações trazida foi a permissão para que a esterilização fosse realizada concomitantemente ao parto. Para a especialista, “essas mudanças têm um impacto significativo na vida das mulheres, ajudando a prevenir gravidezes não planejadas e permitindo que elas possam tomar decisões conscientes sobre sua saúde e futuro reprodutivo”.

Vale dizer que o Direito ao Planejamento Familiar, que engloba o acesso aos métodos contraceptivos, é um direito fundamental de todos os cidadãos, garantido pelo artigo 226, §7 da Constituição Federal Brasileira e a Lei 9.263/96 visa garantir que homens e mulheres possam escolher se e quando ter filhos, visando assegurar o acesso a todos os métodos contraceptivos permitidos no Brasil e, em especial, regular o acesso à vasectomia e laqueadura.

Para a especialista, “o que verificamos com frequência é que as mulheres enfrentam obstáculos monumentais para conseguir o acesso ao DIU e à esterilização. Um dos principais responsáveis por essa dificuldade exacerbada é o artigo 10° da Lei do Planejamento Familiar, que trata, especificamente, dos requisitos para a esterilização voluntária”.

O primeiro requisito é quanto à idade mínima de 25 anos para a realização da esterilização. “Este requisito viola o instituto da capacidade civil plena, previsto no Código Civil, que estabelece que a capacidade civil é adquirida plenamente aos 18 anos. Se com 18 anos somos capazes de dirigir, beber, eleger nossos representantes governamentais, por qual motivo não seríamos capazes de decidir sobre a nossa reprodução ou não reprodução?”, afirma.

O segundo é requisito alternativo quanto à existência de dois filhos vivos. Ou seja, uma pessoa de 20 anos e com dois filhos vivos poderia realizar a esterilização voluntária, ao passo de que uma pessoa de 23 anos e sem filhos não poderia. “Este requisito apresenta alguns problemas, o primeiro é que não há nenhum embasamento científico que explique a escolha deste número como sendo o ideal de filhos para seres humanos. O segundo, é que dilacera o princípio da isonomia que prevê a validade e eficácia às leis sem distinções. Além disso, cria uma segregação populacional absurda, visto que coloca diversas situações diferentes em grau de paridade, tais como: pessoa de 23 anos e sem filhos; pessoa de 20 anos e com um filho, e pessoa de 26 anos, com um filho, mas sem autorização do cônjuge/companheiro”.

O terceiro e último requisito é quanto à necessidade de consentimento do cônjuge ou companheiro. O que não se percebe é que este requisito viola patentemente a Lei Maria da Penha, Lei 11.340/2006, que em seu artigo 7º elenca as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, dentre elas destacamos o inciso III:

III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos

Ou seja, a Lei do Planejamento Familiar encontra-se em desacordo com o resto da legislação pátria, de forma que permite a prática de um ato de violência doméstica e familiar contra a mulher sem que haja nenhum tipo de punição.

A dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos, seja pela negativa dos profissionais de saúde, seja pela falta de disponibilização deles na rede pública, geram um impacto significativo na vida das mulheres, colocando-as em uma situação em que ficam sujeitas à gravidez não planejada.

Legalização do aborto

Atualmente, existe um debate acalorado sobre a legalização do aborto. Sobre o tema, a especialista explica que, “uma pessoa quase não consegue pegar preservativos de forma gratuita no SUS, pois em vários lugares estão em falta. Também, uma mulher não consegue a implantação de um DIU pelo fato de a fila do SUS estar muito longa. Como se espera que neste cenário seja possível a realização de um aborto seguro?”

Segundo Ribeiro, a questão da saúde da mulher não se limita aos grandes e graves problemas do SUS. “Médicos e demais profissionais da saúde, que atuam no setor privado e credenciados a planos de saúde, estão constantemente negando acesso aos métodos contraceptivos para as mulheres. O motivo dessas negativas é incerto (não sabe fazer, não tem especialização ou "por questões éticas", como dizer que a paciente é nova e pode se arrepender depois), mas com certeza, tem como fundo a ignorância sobre os direitos reprodutivos da mulher”, alerta.

“É preciso, em primeiro lugar, garantir o acesso da população aos métodos contraceptivos adequados e à informação, para que as pessoas possam conscientemente fazer uma escolha inteligente sobre que método mais se adequa às suas necessidades. O acesso aos contraceptivos é uma parte fundamental da saúde reprodutiva das mulheres e deve ser tratado como tal“.


Mais informações e entrevistas

AZ Brasil Comunicação

Tel.: 11 2306-6563

Fernando Zeferino - 11 95868-0006 - fernando@azbrasil.jor.br

Gisela Vendramini – 11 99288-9394 - gisela@azbrasil.jor.br

Unijorge faz homenagem ao Carnaval no evento Abre Alas

 


O clima da folia estará presente com exposição de fotos, oficinas e apresentações musicais com Faustão e banda Isqueminha

Nesta quinta-feira (2), a alegria da maior festa popular do mundo vai invadir o campus da Unijorge com o evento Abre Alas. A programação vai fazer uma homenagem especial ao Carnaval da Bahia e será aberta no campus Paralela, com uma série de atividades alusivas à folia.

Estudantes, colaboradores e visitantes vão poder conferir a exposição de fotos itinerante em parceria com a Casa do Carnaval, “Salvador Carnaval o Ano Todo”, além de oficinas de percussão, de criação de adornos e adereços e pintura corporal. E como no Carnaval não pode faltar música e coreografias, nesse dia, o evento vai trazer aulas de dança e apresentação da banda Isqueminha no mini trio, durante a manhã, e às 18h, o cantor Faustão vai fazer um pocket show para relembrar os grandes clássicos do Axé.

O evento marca o início do semestre letivo com ações que deem visibilidade ao respeito e valorização da cultura local. E após dois anos sem uma das maiores festas do país, o Carnaval é o tema por movimentar diversos segmentos – economia, turismo, cultura, dentre outros. Segundo o reitor da Unijorge, Nédio Jr., “o evento será uma celebração da nossa cultura, com um conteúdo que faz referência a história da cidade. Além de ser um momento de comemorarmos o reencontro com nossos alunos e dar as boas-vindas aos que chegam agora”.

O Abre Alas Unijorge acontecerá também nos Campi Collab Camaçari e Cajazeiras, com a exposição de fotos, trio elétrico instagramável e uma playlist especial para recepcionar os alunos nos espaços colaborativos. No dia 7 de março, acontece em Camaçari e no dia 9, em Cajazeiras. 

Serviço:

Abre Alas Unijorge

Local: Campus Unijorge Paralela

Data: 02 de março de 2023, (quinta-feira)

Programação: Exposição de Fotos “Salvador Carnaval o Ano Todo”, oficinas e programação musical com Faustão e banda Isqueminha.

Quanto: Gratuito

Programação: Exposição de fotos, mini trio e playlist especial

Local: Campus Collab UJ Camaçari

Data: 7 de março de 2023

Local: Campus Collab UJ Cajazeiras

Data: 9 de março de 2023

Contatos da assessoria

ATcom - Estratégia, Relacionamento e Conteúdo

Isabela Borges (71) 99994.2490 I isabela@agenciaat.com

Cinthya Medeiros (71) 99918.9636 I cinthya@agenciaat.com    

www.agenciaat.com

Projeto HubCRIE lança inscrições para primeiro curso online e gratuito para profissionais da Atenção Básica

 


Lançamento do projeto, desenvolvido pelo IPADS com apoio da Sanofi, Pfizer e Conasems, será realizado em live no Canal Conasems no Youtube, quinta-feira (2), às 15h

São Paulo, 1º março 2023O projeto HubCRIE, criado pelo Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS), em parceria com a Sanofi, Pfizer e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), lança nesta quinta-feira (2/3), por meio de uma live aberta no canal do Conasems (YouTube), as inscrições em sua plataforma para um curso totalmente online, gratuito e autoinstrucional, aberto para todos os trabalhadores do SUS, mas com foco especialmente em profissionais da Atenção Básica, que terá como objetivo capacitá-los e informá-los sobre os imunobiológicos disponíveis nos Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE), um serviço do SUS dedicado à imunização gratuita de pessoas que apresentam maior risco de desenvolver formas graves de algumas doenças infecciosas, como indivíduos imunodeprimidos, e aqueles que apresentam outras condições de risco.

 

Levando em consideração a importância desses Centros e a necessidade de trazer mais informações para profissionais da saúde atuarem nesse serviço, o curso contará com quatro módulos ao todo, incluindo neles, aulas sobre o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a criação dos CRIEs; calendário de imunizações para pacientes especiais; papel da Atenção Básica nos CRIEs, dentre outros temas relacionados. As inscrições, assim que abertas, poderão ser feitas pelo site https://hubcrie.org.br na aba "Cursos". Ao final da capacitação, será feita uma avaliação e emitido um certificado de conclusão de curso.

 

O evento virtual de lançamento na quinta (2/3) terá como finalidade apresentar a plataforma do curso, o conteúdo, a certificação, além de trazer mais informações sobre a atuação nos CRIEs e a temática como um todo. A live contará com a participação dos convidados: Alessandro Chagas (Assessor técnico do Conasems), Thiago Lavras Trapé (Coordenador Geral do projeto HubCRIE), Joana Adissi (Diretora Geral de Vacinas na Sanofi), Camila Alves (Diretora de Vacinas da Pfizer Brasil) e Tatianne Perdigão (Gerente do CRIE BH/MG).

 

O projeto HubCRIE foi desenvolvido para ofertar a profissionais de saúde e usuários do SUS informações sobre as vacinas e demais imunobiológicos especiais disponíveis nos Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE). No site do projeto estão disponíveis artigos de referência, manuais, as vacinas disponibilizadas pelo serviço, mapa de localização das unidades de CRIE disponíveis no Brasil, fluxograma do encaminhamento de pacientes, e, a partir desta semana, cursos. A meta da plataforma online é aumentar o conhecimento da população e profissionais de saúde sobre os CRIE e fazer com que mais pessoas tenham acesso a esse serviço.

 

Lançamento Nacional Plataforma HubCRIE

Acompanhe a transmissão pelo link abaixo e participe do chat ao vivo:

Data: 02/03 (quinta-feira)

Horário: 15h

Canal Conasems - https://www.youtube.com/@canalCONASEMS 

Live aberta, sem necessidade de inscrição prévia