São Paulo, 15 de junho de 2023 –
Os golpes em empresas estão em toda parte: fraudes, questões
regulatórias, vazamento de dados e origem de recursos financeiros, até
as situações externas praticamente incontroláveis – como um escândalo
político/financeiro ou a ocorrência de um desastre natural. Nesse
sentido, ter um plano de gerenciamento de riscos, segundo o Diretor de
Soluções de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio
Rocha, com o uso de tecnologia de ponta, pode ser crucial para blindar a
saúde financeira e a reputação de um negócio.
“Toda
e qualquer empresa pode estar sujeita a ataques digitais e danos
financeiros ou reputacionais. Por isso, criar uma estratégia de autenticação e prevenção a fraudes
deve ser um processo de dentro para fora. A finalidade é a de minimizar
as probabilidades da ocorrência de qualquer incidente e ter uma
resposta imediata e eficiente caso algo venha a acontecer”, completa o
executivo.
Existem dois riscos comuns nas empresas, o primeiro de compliance e implementação de controles internos, e o segundo de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
Para Caio, “é interessante começar com a identificação e a avaliação de
riscos reputacionais e econômicos que possam estar associados à
atividade da empresa, e passa pela utilização de soluções que
proporcionem o monitoramento e autenticação constantes de todos esses
pontos que foram identificados”. Em ambas as situações é possível criar
protocolos prévios de gerenciamento de ameaças e utilização de
tecnologias e analytics. Confira:
1. Compliance e implementação de controles internos: com
significado em inglês de “conformidade, estar dentro das regras”, os
profissionais da área são responsáveis por criar políticas que garantam a
identificação de conflitos de interesses no momento da contratação de
fornecedores e parceiros comerciais. Em conformidade com os órgãos
regulatórios, a empresa deve estabelecer quais são as políticas que
podem automatizar o monitoramento e a auditoria de processos internos.
O “Alerta Perfil Laranja” da Serasa Experian é um exemplo de solução de identificação de possíveis fraudes ligadas ao uso de contas laranjas.
O “Due Diligence” também é outro tipo de controle interno estabelecido
por times de Compliance para a avaliação de empresas em processos de
fusões e aquisições ou que estejam estabelecendo parcerias. Nele, vários
tipos de informação sobre a empresa são levantados para embasar a
decisão final (patrimônio, passivos judiciais, recursos humanos,
tecnologia, contabilidade, valor de mercado, entre outros);
2. Prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento de terrorismo (PLD/FTD): lavagem
de dinheiro é “o ato de ocultar ou dissimular a origem ilícita de bens
ou valores que sejam frutos de crimes”. Existe, inclusive, o Dia da
Prevenção à Lavagem de Dinheiro, em 29 de outubro.
Criar
protocolos de prevenção dessa prática consiste na implementação de
estratégias que ajudem a identificar transações financeiras e clientes
suspeitos de ocultar a origem ilícita de um recurso, para fins de
reinserção destes na economia ou para o financiamento de atividades
ligadas ao terrorismo. A lavagem de dinheiro no mercado financeiro é um
ponto ainda mais crítico, já que a reputação da instituição envolvida
nestes casos, em última instância, coloca em risco a estabilidade do
sistema financeiro e, por consequência, a integridade financeira do
país.
A
Lista PEP da Serasa Experian possui funcionalidades que identificam a
presença de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) com cargos, empregos
ou funções públicas relevantes nos últimos cinco anos no Brasil, seus
relacionamentos comerciais (dados de sócios, administradores e cônjuge) e
parentes (pai, mãe, filhos, irmãos, avós e netos), além de dados do
quadro societário. Empresas do segmento regulatório podem usar, como
seguradoras, bancos, instituições financeiras e indústrias de bens de
alto valor agregado (entre outros). Companhias de setores
não-regulatórios também, como grandes varejistas que oferecem crédito
por meio de serviços financeiros e as empresas de Telecom que optam por
manter esse tipo de monitoramento ativo.
“Mais
do que ter uma área dedicada ao Compliance, toda companhia precisa
treinar os funcionários para que sejam capazes de identificar problemas e
alertar os responsáveis. Desta forma, com a ajuda de um plano eficiente
de monitoramento e prevenção a fraudes, eles podem se comprometer a
disseminar essa cultura dentro de suas equipes e evitar que essas
situações ocorram”, finaliza Caio Rocha.
Para saber mais, acesse a página de soluções de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian.
Nenhum comentário:
Postar um comentário