
Agente de segurança manda o fotógrafo se afastar de Lula
Guilherme Amado e Eduardo Barretto
Metrópoles
Lula está usando colete à prova de balas em todo evento público de que participa, como maneira de se proteger de algum atentado. Esta não é a única medida do petista para aumentar sua proteção. Lula também não tem aceitado comida cuja procedência não foi checada antes pela segurança.
O temor é que ele seja envenenado. Assim, a regra é, fora de casa, só se alimentar com o que passar pelo crivo da segurança.
MAIOR SEGURANÇA – Às vésperas da campanha oficial, a segurança de Lula tem intensificado o contato com as secretarias de Segurança dos estados, em meio à agenda movimentada do ex-presidente.
A segurança do petista, embora já esteja sob a responsabilidade da Polícia Federal (PF), pretende contar com a atuação das polícias estaduais, principalmente as Polícias Militares.
Um auxiliar de Lula avalia que a formalização da comunicação entre a PF e os estados, que começou no mês passado, pode até ser usada para embasar uma possível responsabilização criminal da administração estadual no caso de algum incidente.
RISCO MÁXIMO – Desde o último dia 22, a Polícia Federal já é responsável pela segurança de Lula, que foi definida pela corporação como de risco máximo.
Antes disso, houve dois incidentes – um evento do petista no Rio de Janeiro teve uma bomba caseira explodida e, em São Paulo, o carro do ex-presidente foi cercado por bolsonaristas.
Um dos integrantes da equipe da segurança de Lula é o delegado Andrei Rodrigues, que chefiou a segurança de Dilma Rousseff na campanha de 2010 e coordenou a segurança da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Rio.
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