Naquela que foi uma das cidades baianas onde o presidente Bolsonaro venceu nas eleições de 2018, Roma reiterou seu compromisso na defesa da “Paz no Campo”
Foto: DivulgaçãoO
pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e
deputado federal, João Roma, desembarcou em Itapetinga e foi
recepcionado por uma multidão que lhe acompanhou em carreata até a
tradicional Exposição Agropecuária neste domingo (22). Naquela que foi
uma das cidades baianas onde o presidente Bolsonaro venceu nas eleições
de 2018, Roma reiterou seu compromisso na defesa da “Paz no Campo”.
“No
Congresso, trabalho intensamente por uma legislação que possa traduzir
segurança jurídica para toda a zona rural do Brasil, tanto para quem
produz e o possa fazer com tranquilidade quanto para que nossos irmãos
índios possam viver com dignidade”, afirmou o pré-candidato
bolsonarista, que está comprometido com a aprovação do Projeto de Lei
490/2007.
Depois de passar por todos os trâmites, o PL 490
define a promulgação da Constituição Federal como marco para a
demarcação das reservas indígenas e aguarda votação na Câmara Federal. A
aprovação da proposta impede que o Supremo Tribunal Federal atropele a
prerrogativa do Congresso de legislar e julgue o marco temporal, que
está previsto na proposta a ser aprovada, depois de 15 anos de
discussões.
O ex-ministro da Cidadania, que esteve em Itapetinga
durante as fortes chuvas que causaram a enchente do Rio Catolé,
destacou o poder de resiliência do povo itapetinguense que não se rendeu
à calamidade e continua firme no trabalho pelo desenvolvimento da
região. “Itapetinga é símbolo de pujança”, assinalou.
Roma falou
da necessidade de desonerar o setor produtivo. “É preciso diminuir o
peso do estado no cangote de quem produz, atrair investimentos e gerar
emprego e renda para o povo baiano, que deseja a retomada do
protagonismo nacional da Bahia com uma economia dinâmica e pujante”.
O
pré-candidato a governador propôs que o estado foque nos serviços
essenciais ao cidadão, como segurança pública, saúde, educação e
infraestrutura. “O que vemos hoje é a escalada da violência por todo o
estado, um atendimento à saúde indigno do povo baiano, uma educação
pública de péssima qualidade, a pior do país, e projetos de
infraestrutura que não saem do papel. Cadê a ponte Salvador-Itaparica?”
João
Roma observou que o PT e aliados não assumem suas responsabilidades e
tentam transferi-las ao presidente Bolsonaro. “Em 16 anos de governo
petista, a Bahia recuou economicamente sendo superada por Santa Catarina
que hoje tem um PIB maior que o baiano, tem a pior educação do país, é a
campeã em homicídios, não duplicaram um quilômetro das BRs, e o senador
Otto Alencar faz proselitismo, tentando culpar o presidente Bolsonaro
pela incompetência de seus aliados petistas”.
Roma, que esteve
no sábado (21), participando da entrega de títulos de terra pelo Incra a
produtores rurais da região de Santa Rita de Cássia, lembrou que, em
três anos, o governo Bolsonaro concedeu o direito de propriedade a mais
de 326 mil posseiros.
“Os governos petistas faziam vista grossa
às invasões promovidas pelo MST, mas foram incapazes durante suas
gestões de chegarem perto dessa marca”, afirmou o pré-candidato que
também esteve neste final de semana em Tabocas do Brejo Velho.
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