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O jornal Estado de Minas divulgou na sexta-feira (20) que Givaldo Alves ficou preso por 8 anos por furto qualificado e extorsão mediante sequestro. Os crimes aconteceram em 2001 e 2004. Givaldo ficou conhecido por estar se abrigando na rua e ter relações sexuais com uma mulher que estava em crise psicológica.
Segundo o veículo, o primeiro crime aconteceu em 2001 quando Givaldo e mais uma pessoa furtaram a residência de uma vítima, utilizando uma chave falsa. Ele só foi condenado em 2005, quando já cumpria seu período na prisão pelo segundo crime.
Em 2004, Alves teria invadido uma casa com mais duas pessoas armadas
sequestrado uma mulher, exigindo uma quantia de dinheiro para resgate.
Ele foi o responsável por buscar o valor em troca da liberdade da vítima
e foi preso em flagrante. Givaldo foi condenado a passar 17 anos de
reclusão em regime fechado e enquanto cumpria essa pena foi condenado
pelo furto de 2001, adicionando mais dois anos de prisão, em regime
inicial aberto, ao total.
Em 2013, o baiano pediu uma revisão da pena e conseguiu reduzi-la,
alegando que por agir com dois comparsas apenas na cobrança do resgate, o
crime seria configurado para uma forma simples. Desta forma, ele já
teria cumprido com todo o seu tempo de prisão e foi liberado.
O jornal também publicou que Givaldo possui 4 carteiras de identidade,
segundo o alvará de soltura, emitido pelo Tribunal de Justiça de São
Paulo, na 5ª Vara Criminal de Barra Funda. De acordo com o Estado de
Minas, a dificuldade de encontrar as informações referentes às
condenações de Givaldo teriam se dado pelos quatro registros diferentes
relacionados a ele.
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