MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 29 de agosto de 2026

Inovação sem resultado: o custo invisível de não ter estratégia

 


Por Alexandre Pierro

Existe uma diferença importante entre uma empresa que realmente inova, e outra que apenas encena a inovação. A primeira sabe aonde quer chegar, e incorpora este conceito em seu planejamento estratégico, como parte indispensável para obter uma geração de valor. A segunda, por outro lado, coleciona iniciativas, adota tecnologias da moda e promove discursos sobre transformação, mas não consegue responder a uma pergunta básica: qual resultado isso trouxe para o negócio? 

Vivemos uma época muito presente de um teatro da inovação, em que muitas organizações investem em soluções sofisticadas como inteligência artificial, robótica e outras tecnologias, sem, necessariamente, definir como contribuirão para a conquista dos objetivos desejados. Muito movimento aparentemente positivo, mas pouco impacto efetivo, sem uma direção clara ou critérios para avaliar o que deve avançar, ser ajustado ou abandonado. 

Não há nada de errado em testar novas ideias, experimentar recursos ou assumir riscos. Pelo contrário: a inovação pressupõe, justamente, a capacidade de explorar caminhos ainda não consolidados, entendendo o erro como parte deste processo de aprendizado e evolução, e não algo a ser temido ou evitado. O que não pode acontecer é transformar essa jornada em uma sequência de medidas desconectadas, sem indicadores capazes de demonstrar seu impacto. 

Se a inovação pretende ser uma alavanca de crescimento, competitividade e geração de valor para a empresa, ela precisa ocupar um espaço mais relevante na gestão. Não como um projeto paralelo, mas como parte do planejamento interno, direcionando desde a governança, ao estabelecimento das metas desejadas. Do contrário, o que se vê em muitos negócios é o chamado "voo de galinha": ações que até podem escalar rapidamente em um primeiro momento, mas que não conseguem se sustentar a longo prazo. 

Dados do levantamento “State of AI 2025”, da McKinsey, comprovam isso: apesar de 62% das empresas entrevistadas afirmarem já terem experimentado agentes de IA, quase dois terços relataram que ainda não começaram a escalar essa tecnologia para além de projetos-piloto, transformando essas experiências em algo estruturado que gere valor agregado. Ou seja, existe uma distância relevante entre testar uma tecnologia e fazer com que traga os resultados esperados. 

A inovação, portanto, não pode ser tratada como um fim em si mesma, mas como um meio utilizado pela organização para alcançar objetivos concretos: desenvolver novos produtos e serviços, criar fontes de receita, aprimorar processos, reduzir custos, aumentar a produtividade ou otimizar aquilo que já existe. A tecnologia, nesse contexto, é uma ferramenta que pode viabilizar esses avanços, mas não representa, sozinha, uma estratégia independente nesse sentido. 

Dentre tantas metodologias inovadoras capazes de auxiliar as organizações ao longo dessa jornada, está a ISO de Inovação, metodologia internacional que estabelece requisitos para a implementação de um sistema de gestão da inovação, orientando as empresas nos melhores caminhos que podem ser seguidos. Mais do que estimular a criação de ideias, sua aplicação ajuda a estruturar processos, responsabilidades e diretrizes para que a inovação esteja conectada à estratégia e seja conduzida de maneira sistemática. 

Na prática, isso passa desde pela definição clara de onde a empresa pretende chegar, a quais desafios ou oportunidades precisam ser enfrentados, determinando objetivos específicos a serem conquistados, quais critérios e indicadores serão utilizados para mensurar as iniciativas adotadas, para que consigam desenvolver e testar soluções, identificando e decidindo quais iniciativas devem receber continuidade. É uma mudança importante de perspectiva, em que ao invés de perguntar apenas "o que podemos criar?", a organização passa a questionar "qual problema precisamos resolver e qual resultado queremos alcançar?". 

Aqui, a governança de inovação exerce um papel central, uma vez que é ela que ajuda a estabelecer prioridades, definir responsabilidades, direcionar recursos e criar mecanismos de acompanhamento para que essas ações não se percam ao longo do caminho. Isso não significa eliminar o risco ou exigir que toda iniciativa inovadora tenha retorno financeiro imediato, mas pressupondo a experimentação e, consequentemente, a possibilidade de erros e aprendizados, evitando que esses experimentos aconteçam sem propósito, sem conexão com a estratégia ou sem critérios claros de acompanhamento. 

No fim, evitar o "teatro da inovação" significa, mais do que investir em tecnologias sofisticadas, criar laboratórios ou anunciar projetos disruptivos, ter clareza sobre o problema que se pretende resolver, o resultado que se deseja alcançar e como cada iniciativa contribuirá para a estratégia do negócio. Quando há um alinhamento verdadeiro entre a governança, direcionamento e capacidade de transformar ideias em novos produtos, os processos se tornam mais eficientes, as chances de terem melhorias concretas são potencializadas, e a inovação deixa de ser apenas um discurso e passa a cumprir seu verdadeiro papel: de gerar valor e resultados sustentáveis para a organização. 

Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.        



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

No-code: é o fim do CRM tradicional?

 


Por Luis Peixoto

Entre as decisões que mais pesam no crescimento sustentável de uma empresa, a forma como ela gerencia o relacionamento com o cliente ocupa um lugar central. Para dar conta desse desafio, o mercado consolidou as soluções tradicionais de CRM. O problema é que, na maioria dos casos, elas exigem projetos de implementação longos e caros, algo cada vez mais incompatível com o ritmo de decisão que o negócio exige hoje. É nesse vácuo que cresce um modelo que une dois conceitos disruptivos: o no-code e a IA agêntica. 

Para entender onde essa mudança pode chegar, vale olhar para onde tudo começou. As soluções de CRM surgiram ainda na década de 1990, pensadas para organizar dados e históricos de interação que antes viviam espalhados. Deram tão certo que se tornaram uma indústria bilionária: segundo a Mordor Intelligence, a expectativa é que esse mercado movimente quase USD 129 bilhões até 2031, crescendo a uma taxa anual composta de cerca de 8%. 

O CRM tradicional foi, para sua época, um avanço real. Mas a velocidade que o mercado exige hoje é outra, e é justamente aí que a combinação de no-code com IA agêntica encontra espaço. A proposta é simples de entender e difícil de ignorar: o sistema deixa de ser um repositório passivo de informação e passa a participar ativamente das decisões do dia a dia, seja em vendas, suporte, finanças ou qualquer outra área que dependa de dados para agir rápido. 

Na prática, isso muda a relação da empresa com a área de TI. Em vez de depender de projetos e consultorias para qualquer ajuste, as áreas de negócio ganham autonomia para adaptar o sistema conforme a operação pede. É uma mudança real de poder de decisão, e como toda mudança desse tipo, esbarra em barreiras culturais antes de esbarrar em qualquer limitação técnica. 

Essa autonomia costuma esbarrar num medo antigo: o de que a tecnologia substitua as pessoas. Não é isso que acontece. O papel da IA agêntica é assumir tarefas repetitivas e operacionais, aquelas que consomem tempo sem exigir julgamento humano. O espaço que sobra é justamente onde as pessoas fazem diferença: negociação, relacionamento, leitura de contexto, decisão estratégica. 

Existe ainda um problema mais silencioso nos CRMs tradicionais, e talvez o mais caro de todos: a tendência de virarem repositórios estáticos que ninguém mais confia de verdade. Quando o sistema não acompanha o ritmo da operação, a equipe cria suas próprias planilhas paralelas por fora, e a empresa passa a operar com uma sensação de controle que não existe na prática. 

O no-code enfrenta esse problema de frente. Ao entregar aos gestores ferramentas para desenhar e ajustar processos sem depender de terceiros, ele elimina o motivo que levava a essas planilhas paralelas a existir. Com o apoio da IA agêntica, o resultado é uma operação híbrida, em que pessoas e agentes automatizados dividem o trabalho de forma complementar, e não concorrente. 

Dito isso, seria ingênuo tratar o no-code como uma fórmula mágica. Nenhuma plataforma resolve sozinha um processo mal desenhado ou uma cultura resistente a mudar. O fator que separa um projeto bem-sucedido de um investimento desperdiçado continua sendo o mesmo de sempre: a disposição real da organização para transformar como ela trabalha. 

Por isso, o primeiro passo estratégico não é técnico, é de alinhamento. Antes de qualquer implementação, as áreas envolvidas precisam entender o que muda na prática e enxergar o ganho concreto que essa transição traz para o próprio trabalho delas. Contar com quem já passou por essa jornada em outras empresas ajuda a evitar os erros mais comuns e a acelerar o retorno sobre o investimento. 

Toda tecnologia nova provoca um certo desconforto quando chega. Com o no-code, o movimento não é diferente. Mas vale lembrar que inovações como a energia elétrica e a própria internet também representaram, em seu tempo, uma simplificação radical de processos que antes eram complexos e restritos a especialistas. O CRM está passando por um movimento parecido agora. 

No fim, o que está em jogo é um modelo de gestão que entrega mais governança, mais rastreabilidade e mais liberdade para as áreas de negócio decidirem no seu próprio ritmo. Para a liderança em dúvida entre manter o modelo convencional ou migrar para esse novo ecossistema, a pergunta certa não é se a mudança vai acontecer, e sim quanto tempo ela ainda está disposta a esperar pelo retorno. 

Manter o modelo convencional significa continuar tendo mais do mesmo. Migrar para uma solução agêntica significa ganhar uma equipe híbrida e resultados que chegam mais rápido. No fim, a questão não é decretar o fim do CRM tradicional, e sim reconhecer que o caminho já está traçado. 

Luis Peixoto é Sales Manager e VP de Tecnologia focada em Creatio da H&CO Brasil. 

Sobre a H&CO: 
https://www.hco.com/    
A H&CO é uma das principais empresas internacionais de consultoria em tecnologia e terceirização de serviços profissionais. Com 30 anos de história, a empresa está presente em 30 países com mais de mil pessoas comprometidas em prestar serviços de qualidade em contabilidade, impostos internacionais, implantação de soluções SAP, gestão de entidade global, entre outros.  A consultoria é a maior e parceira na América Latina da Creatio, plataforma global no-code agente-cêntrica que integra CRM e automação ilimitada para transformar a produtividade empresarial. 



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Esclerose múltipla pode começar com sintomas confundidos com estresse; diagnóstico precoce melhora prognóstico

 


Clínica IBIS

Esclerose múltipla pode começar com sintomas confundidos com estresse; diagnóstico precoce melhora prognóstico

Neurologista explica sinais de alerta e destaca avanços no tratamento da doença, que atinge principalmente adultos jovens

Formigamento, alterações na visão, perda de força, desequilíbrio e fadiga intensa podem parecer sintomas comuns da rotina, mas, quando persistem ou voltam a acontecer sem uma causa evidente, precisam ser investigados. É o que alerta o neurologista Dr. Eduardo Cardoso, da Clínica IBIS (Grupo CITA), ao explicar os sinais que podem estar presentes nos primeiros estágios da esclerose múltipla.

A doença inflamatória crônica do sistema nervoso central é diagnosticada principalmente entre os 20 e 40 anos e ocorre com maior frequência em mulheres. Por atingir pessoas em uma fase de formação profissional, consolidação da carreira e planejamento familiar, o diagnóstico pode ter impactos que ultrapassam os sintomas neurológicos. 

Um dos indícios que mais podem passar despercebidos é a fadiga. Segundo Cardoso, não se trata apenas do cansaço depois de um dia intenso, mas de uma exaustão desproporcional ao esforço realizado, capaz de interferir no trabalho, nos estudos e nas atividades cotidianas. Formigamentos e alterações de sensibilidade também podem ser inicialmente banalizados. 

“Ansiedade e estresse realmente podem produzir ou intensificar diversos sintomas físicos. O problema é atribuir automaticamente a eles uma manifestação neurológica recorrente ou persistente sem investigá-la adequadamente”, afirma o neurologista. Segundo ele, esse comportamento pode atrasar a avaliação especializada e, consequentemente, o início do tratamento. 

Nem todo sintoma neurológico, no entanto, indica esclerose múltipla. O que deve chamar atenção é a persistência, a recorrência ou a interferência na função. Alterações neurológicas que aparecem em diferentes momentos e atingem regiões distintas do sistema nervoso também precisam ser investigadas. 

A avaliação é feita a partir da história clínica e do exame neurológico, associados a exames complementares. A ressonância magnética do cérebro e, em muitos casos, da medula, tem papel fundamental. O estudo do líquor e outros testes podem ser utilizados conforme a suspeita médica. Os critérios internacionais de diagnóstico também passaram por atualizações recentes, incorporando novos marcadores e informações que podem contribuir para uma identificação mais precoce e precisa da doença. 

Tratamento mais precoce

O diagnóstico antecipado ganhou ainda mais importância com a evolução das opções terapêuticas. De acordo com o neurologista, existe uma janela de oportunidade nos primeiros anos da doença, período em que o tratamento pode reduzir novos surtos, novas lesões observadas na ressonância e o risco de acúmulo de incapacidade ao longo do tempo. 

Hoje, pacientes podem contar com diferentes terapias, incluindo medicamentos injetáveis, orais e infusões. A escolha depende da atividade da doença, das características do paciente, de outras condições de saúde, do planejamento familiar e do perfil de segurança de cada tratamento. 

Para Cardoso, a evolução da medicina também exige uma mudança na forma como o diagnóstico é encarado. Esclerose múltipla não significa, necessariamente, perda de autonomia.

“Existem pessoas com esclerose múltipla que permanecem por muitos anos trabalhando, estudando, praticando atividade física, viajando e mantendo uma vida plenamente ativa. O cenário atual é muito diferente daquele de décadas atrás”, afirma. 

O Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, em 30 de agosto, reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre a doença. Para o especialista, a orientação vale principalmente para quem apresenta sintomas recorrentes sem uma explicação definida.

“Não normalize um sintoma neurológico que insiste em voltar ou permanece sem explicação. Nem todo formigamento, alteração visual ou episódio de tontura será esclerose múltipla, mas sintomas neurológicos recorrentes merecem ser ouvidos pelo profissional de saúde e investigados.”

Sobre a Clínica IBIS

A Clínica IBIS, integrante do Grupo CITA, é um centro especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças autoimunes e imunomediadas, com um corpo clínico altamente qualificado e atuação multidisciplinar nas áreas de reumatologia, dermatologia, gastroenterologia, alergologia, imunologia, neurologia e outras especialidades. Localizada em Salvador, a instituição alia atendimento humanizado, equipe especializada e terapias avançadas para oferecer um cuidado integrado e centrado no paciente.

Além da assistência especializada, a IBIS desenvolve pesquisas clínicas nacionais e internacionais que contribuem para o avanço da medicina e a ampliação do acesso a tratamentos inovadores, reforçando seu compromisso com a excelência, a inovação e a qualidade de vida dos pacientes.

Sobre a Clínica IBIS

A Clínica IBIS, integrante do Grupo CITA, é um centro especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças autoimunes e imunomediadas, com um corpo clínico altamente qualificado e atuação multidisciplinar nas áreas de reumatologia, dermatologia, gastroenterologia, alergologia, imunologia, neurologia e outras especialidades. Localizada em Salvador, a instituição alia atendimento humanizado, equipe especializada e terapias avançadas para oferecer um cuidado integrado e centrado no paciente.

Além da assistência especializada, a IBIS desenvolve pesquisas clínicas nacionais e internacionais que contribuem para o avanço da medicina e a ampliação do acesso a tratamentos inovadores, reforçando seu compromisso com a excelência, a inovação e a qualidade de vida dos pacientes.




Visualizar todas as imagens em alta resolução





Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334

Fortinet identifica 249 bilhões de tentativas de atividades maliciosas direcionadas ao Brasil, em 2026

 

Fortinet


Fortinet identifica 249 bilhões de tentativas de atividades maliciosas direcionadas ao Brasil, em 2026

 

  • No Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a empresa anunciou dados que apontam para uma nova tendência de ampliação das atividades voltadas à preparação dos ataques

 

 

  • Varreduras ativas, distribuição de malware e mineração irregular de criptomoedas superam, em seis meses, os volumes registrados durante todo o ano de 2025

 


São Paulo, agosto de 2026, FCS Brasil
– Relatório inédito da Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em segurança cibernética que impulsiona a convergência de rede e segurança, aponta que, no primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 249,3 bilhões de tentativas de ataques e atividades maliciosas. O dado integra o relatório do Cenário Global de Ameaças que revela ainda revela uma tendência de mudança no perfil de ataques cibernéticos direcionados ao Brasil. Apresentado durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a pesquisa evidenciou uma crescente valorização das etapas iniciais da cadeia de ataque – isto é, de mapeamento e de reconhecimento das vulnerabilidades e oportunidades para ações maliciosas – e de novas dinâmicas de financiamento das atividades criminosas, ampliando o uso de criptomoedas.

A análise, elaborada pelo FortiGuard Labs, laboratório de inteligência de ameaças da companhia, utiliza como referência o modelo Cyber Kill Chain, que acompanha as diferentes fases de um ataque cibernético (do reconhecimento do alvo até a execução do objetivo). Dentre os destaques da pesquisa está a identificação de 9 bilhões de varreduras ativas, volume 44% superior ao total registrado em todo o ano de 2025. Essa etapa passou a ter importância superior para os grupos cibercriminosos que, ao localizar pontos vulneráveis conseguem selecionar melhor os alvos que trarão o retorno esperado antes de iniciar uma tentativa de comprometimento. A Fortinet destaca que por meio de ferramentas de IA, os criminosos trabalham de forma mais inteligente e com menos esforço.

Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil, afirma que o cibercrime é uma das ameaças mais disseminadas e que mais causam prejuízos financeiros no mundo “nas previsões de ameaças cibernéticas para 2026, alertamos o mercado de que os cibercriminosos estão funcionando como empresas semiautônomas. Incentivar o combate ao cibercrime nunca foi tão importante. Por isso, durante o Fortinet Cybersecurity Summit deste ano buscamos mostrar como a companhia está empenhada em combater o cibercrime, coletando e compartilhando informações sobre ameaças e trabalhando ativamente para combatê-las em escala global”, finalizou Tostes.

A etapa final da cadeia de ataque segue como as mais empreendidas em meio às atividades maliciosas, respondendo por mais de 95% das atividades mapeadas. Contudo, na perspetiva histórica do monitoramento do cibercrime, o laboratório da Fortinet identificou essa ascensão das iniciativas de reconhecimento. Ou seja, apesar da capacidade de disseminar milhões de ações simultâneas, os cibercriminosos têm investido tempo e preparação na identificação dos alvos e das melhores oportunidades de ataque, potencialmente as que tiverem maior impacto e melhor retorno.

“Os dados do relatório reforçam as recomendações, análises e anúncios que fizemos para todos os setores da economia: a segurança cibernética precisa evoluir suas operações para uma defesa industrializada também, e adotar ferramentas com IA que respondam e protejam na mesma velocidade que as ameaças modernas. A Fortinet defende o uso de uma plataforma unificada de operações de segurança, com tecnologia de IA, capaz de reduzir a complexidade operacional e acelerar as investigações, permitindo que as empresas brasileiras se defendam contra ameaças impulsionadas por IA em escala”, explica Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil.

O relatório do FortiGuard Labs ainda destaca que o Brasil recebeu no período:

  • 238 bilhões de tentativas de negação de serviço;
  • 42 milhões de atividades relacionadas a botnets no Brasil;
  • Os registros de trojans triplicaram ao saltar de 32 milhões, no último ano, para 100 milhões apenas no 1º semestre de 2026; 
  • Diferentemente de ataques pontuais, esse tipo de abordagem com trojans permite que os agentes maliciosos permaneçam dentro dos sistemas enquanto avaliam novas possibilidades de exploração.


Criptomoedas
Entre os indicadores que ganharam relevância no período está o crescimento das tentativas de cryptominer. Diferentemente de ataques que buscam impacto imediato, como ransomware ou negação de serviço, esse tipo de atividade está associado à exploração contínua de recursos computacionais obtidos de forma ilegal. As tentativas de cryptominer no Brasil também apresentaram crescimento significativo, alcançando 69 mil ocorrências em 2026, acima do total registrado durante todo o ano passado.

Esse comportamento amplia a discussão sobre os impactos financeiros do cibercrime. Além dos custos para as empresas associados à interrupção de operações ou recuperação de ambientes, ameaças desse tipo podem representar consumo indevido de recursos tecnológicos, aumento de utilização de infraestrutura e perda de eficiência operacional.

“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de recursos computacionais comprometidos. Atividades relacionadas a cryptominer revelam uma lógica diferente de monetização, os criminosos estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”, explica Bonatti.

 

Sobre a Fortinet
A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.



Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil Alexandre Bonatti, VP de Engenharia Fortinet Brasil
Visualizar todas as imagens em alta resolução





Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360

Hospital Semed recebe mágicos e palhaço em ação que leva leveza à rotina hospitalar

 


Hapvida

Hospital Semed recebe mágicos e palhaço em ação que leva leveza à rotina hospitalar

Pacientes, acompanhantes e profissionais do Hospital Semed, unidade da Hapvida em Camaçari, tiveram uma visita diferente no dia 14 de agosto. Em vez da rotina habitual dos corredores, a unidade recebeu mágicos e um palhaço, que circularam pelo hospital com números de mágica, brincadeiras e momentos de interação. A iniciativa faz parte do projeto Doutores da Magia, apoiado pelo Ministério da Cultura, que percorre hospitais da Bahia e do Rio Grande do Norte até o fim de agosto.
 
Durante a ação, os mágicos Xavier e Canova e o palhaço Lino se revezaram em apresentações e interações com pacientes, acompanhantes e colaboradores. A proposta foi criar momentos de descontração e acolhimento em meio à rotina hospitalar, proporcionando uma experiência diferente para quem estava na unidade.
 
Além das apresentações, os artistas distribuíram papel-semente aos participantes, unindo a proposta de humanização a uma mensagem de sustentabilidade. O material pode ser plantado e transformado em novas plantas, levando a ideia de que pequenos gestos também podem gerar impactos positivos.
 
Para o diretor médico da unidade, Manoel Peso, iniciativas de humanização complementam o cuidado em saúde ao olhar também para aspectos emocionais e para a experiência de pacientes, acompanhantes e profissionais. “Um momento de descontração, uma conversa ou uma brincadeira podem ajudar a tornar mais leve a passagem pelo ambiente hospitalar”.
 
A ação foi realizada para o Hospital Semed, por meio de empresas parceiras que viabilizam o projeto Doutores da Magia.

Sobre a Hapvida  

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 75 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 84 hospitais, 75 prontos atendimentos, 367 clínicas médicas e 313 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.




Visualizar todas as imagens em alta resolução





Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334

Tecnologia, sustentabilidade e inovação ganham destaque no segundo dia da ExpoCacau 2026

 


Nestlé Brasil

Tecnologia, sustentabilidade e inovação ganham destaque no segundo dia da ExpoCacau 2026

ILHÉUS, BAHIA – 27 de agosto de 2026 – O segundo dia da ExpoCacau 2026 deu continuidade às gravações do podcast “Do Cacau ao Futuro”, promovido pela Nestlé, reunindo especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades para a transformação tecnológica, produtiva e sustentável da cacauicultura brasileira. Como maior compradora de cacau do Brasil, a companhia aproveitou a programação para destacar a atuação do Nestlé Cocoa Plan, lançado em 2010 para contribuir com a estruturação da cadeia e ampliar o acesso à assistência técnica. Atualmente, o programa apoia mais de 7.000 fazendas parceiras e gera impacto socioeconômico direto para 19.000 famílias rurais.

 

Entre os destaques do dia esteve a participação de Pedro Ronca, diretor da P&A Consulting e responsável pelo Cocoa Action Brasil, iniciativa setorial pré-competitiva que reúne empresas do setor para atuar conjuntamente na resolução de desafios relacionados à sustentabilidade e à produtividade da cadeia. Ronca apresentou os avanços do CCA 2030, que apoia o SENAR e o consórcio de municípios CIAPRA na oferta de assistência técnica contínua. A iniciativa já contribuiu para que pequenos produtores chegassem a dobrar a produtividade em dois anos, fortalecendo também o cooperativismo regional e contribuindo para os objetivos do plano federal Inova Cacau, que prevê ampliar a assistência técnica qualificada para 30.000 produtores.

 

A tecnologia aplicada ao campo também esteve no centro das conversas. Igor Lapa, consultor agronômico da Netafim, destacou o papel da irrigação de precisão por gotejamento, capaz de proporcionar economia de até 50% em água e energia e de até 30% em fertilizantes, além de contribuir para uma gestão hídrica mais eficiente diante dos desafios climáticos. Já o Dr. George Sodré, professor titular da UESC, abordou a contribuição da ciência para a evolução da cacauicultura regenerativa, destacando o trabalho desenvolvido pela universidade e a importância de práticas voltadas à recuperação da saúde física, biológica e da matéria orgânica do solo. O especialista também ressaltou o potencial da compostagem e do reaproveitamento das cascas de cacau e citou o chatbot de inteligência artificial “THeo”, da Nestlé, que já atende mais de 10.000 usuários ativos pelo WhatsApp.

 

As discussões reforçaram ainda que a combinação entre produtividade, tecnologia e sustentabilidade será fundamental para ampliar a competitividade da cacauicultura brasileira. Com o compromisso global de alcançar a neutralidade climática (Net Zero) até 2050, a Nestlé vê no Brasil potencial para avançar como referência mundial na produção sustentável de cacau. A expansão para novas fronteiras, como o Norte de Minas Gerais, e a atração das novas gerações para o campo aparecem como pontos estratégicos nesse processo. Nesse cenário, o programa “Cacauicultores do Futuro” busca estimular a sucessão familiar e aproximar os jovens da atividade, mostrando, por meio de tecnologias como drones e inteligência artificial, uma cacauicultura cada vez mais moderna, tecnológica e rentável.

 

Os episódios gravados durante a ExpoCacau 2026 fazem parte do podcast “Do Cacau ao Futuro” e estarão disponíveis no canal oficial da Nestlé no YouTube, ampliando o acesso aos conteúdos e conhecimentos compartilhados durante o evento. (https://www.youtube.com/@nestlebrasil).

 

Sobre a Nestlé

A Nestlé tem mais de 100 anos de atuação no Brasil e segue renovando seu compromisso com a sociedade, como força mobilizadora que contribui para levar nutrição e bem-estar para bilhões de pessoas, criar um ambiente de inclusão e oportunidade para milhares de brasileiros e ser o produtor de alimentos mais sustentável do país. A empresa emprega mais de 30 mil pessoas direta e indiretamente no Brasil e tem 18 unidades industriais em operação localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, além de 12 centros de distribuição e mais de 70 brokers (responsáveis por vendas, promoções, merchandising, armazenamento e distribuição).

 

Comprometida com boas práticas que vão do campo à mesa do consumidor, a companhia conta com milhares de produtores fornecedores participando de programas de qualidade nas cadeias de cacau, café e leite, que garantem uma produção sustentável e que trazem modernidade ao campo. Além disso, mantém iniciativas nas fábricas como minimizar a utilização de água e energia e reduzir as emissões, ações de reflorestamento e inovações contínuas em embalagens cada vez mais sustentáveis. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros.

 

Informações para Imprensa – Nova PR

nestle@novapr.com.br 


Nova PR

Rafael Casemiro
rafael.casemiro@novapr.com.br
(11) 9967-0199

Seu pet é o novo dono da casa? Saiba como a arquitetura se adaptou para unir conforto animal e beleza

 



Vitru Educação


Seu pet é o novo dono da casa? Saiba como a arquitetura se adaptou para unir conforto animal e beleza



Com o setor pet em alta, especialista da UniCesumar explica como a arquitetura atual adapta projetos residenciais para unir estética, segurança e conforto animal

 

O Brasil consolida sua posição como um dos principais mercados globais no segmento de animais de estimação. Dados e projeções do setor indicam que o mercado pet nacional deve movimentar mais de R$ 75 bilhões entre 2025 e 2026. Esse volume financeiro reflete uma mudança direta na estrutura familiar: cães e gatos deixaram de ocupar os quintais e assumiram o status de membros centrais nas residências. Esse movimento afeta o setor de arquitetura e design de interiores, que passou a adaptar projetos residenciais desde a sua concepção.

 

A exigência por propriedades e projetos alinhados ao conceito "lar pet friendly" superou a simples alocação de comedouros e caminhas. O foco atual é o planejamento de espaços que atendam às necessidades físicas e comportamentais dos animais, garantindo ao mesmo tempo a funcionalidade, a estética e a qualidade de vida dos moradores.

 

“A humanização dos animais transformou a forma como os espaços residenciais são projetados. Hoje, as necessidades dos pets são contempladas logo na fase de planta. Na arquitetura contemporânea, isso se reflete na criação de ambientes seguros, bem ventilados e com áreas de circulação adequadas. Os clientes solicitam espaços específicos para alimentação, descanso e higiene, sem comprometer a identidade visual do imóvel”, afirma Bruna Folmer, professora de Arquitetura e Urbanismo da EAD UniCesumar.

 

Materiais de alto desempenho e funcionalidade

A especificação correta de acabamentos é a decisão mais crítica em projetos voltados para famílias com animais. A escolha impacta diretamente na durabilidade da estrutura e na rotina de manutenção (limpeza, controle de pelos e odores). Em pisos, os porcelanatos acetinados e os pisos vinílicos de alta resistência são os mais indicados por oferecerem conforto térmico, resistência à umidade e segurança contra escorregões. Superfícies polidas, pedras muito lisas e revestimentos porosos devem ser evitados, pois aumentam o risco de acidentes e retêm odores.

 

“Para estofados, a regra é aliar durabilidade e baixa absorção. Tecidos com tecnologia de repelência a líquidos, suede e couro (natural ou sintético) apresentam alta eficiência na higienização e resistência à abrasão. Em contrapartida, tramas como veludo de pelo longo, linho puro, bouclé e seda retêm sujeira e estão mais suscetíveis a danos por arranhões”, explica a docente.

 

Design de produto e marcenaria inteligente

Para evitar a poluição visual em apartamentos compactos, o design de mobiliário sob medida desempenha um papel central ao ocultar os acessórios dos animais. “Os móveis planejados permitem integrar as demandas dos animais de forma discreta. Soluções como caixas de areia embutidas em armários ventilados, comedouros retráteis e arranhadores incorporados a estantes mantêm a estética do projeto. O objetivo não é transformar a casa em um pet shop, mas incorporar esses elementos ao desenho arquitetônico com harmonia”, diz Folmer.

 

Essa integração viabiliza o enriquecimento ambiental indoor. Circuitos elevados em prateleiras para gatos e o aproveitamento de nichos sob escadas funcionam como estímulos físicos e mentais, reduzindo a ansiedade dos animais em espaços reduzidos.

 

Segurança estrutural

De acordo com a professora da UniCesumar, o projeto deve prever a mitigação de riscos desde a fase inicial. “Em apartamentos, sobretudo em andares altos, a instalação de redes de proteção e guarda-corpos sem vãos amplos é mandatória. O planejamento engloba ainda o isolamento de fiação elétrica, o armazenamento restrito de produtos químicos em áreas de serviço e a especificação de plantas não tóxicas no paisagismo interno”, pontua.

 

Para orientar proprietários e profissionais do setor na adaptação funcional dos lares, Bruna Folmer reforça que um projeto focado em animais preserva a sofisticação do ambiente quando pautado em decisões técnicas precisas. A especialista ressalta que escolhas assertivas de materiais e de planejamento espacial geram impacto direto na rotina de manutenção do imóvel e na qualidade de vida de todos os moradores. Com base nessa premissa, a especialista detalha as principais ações necessárias:

 

  • Revestimentos: priorizar superfícies impermeáveis e antiderrapantes (porcelanato acetinado ou vinílico). Instalar rodapés de PVC, poliestireno ou porcelanato pela alta resistência à umidade e impactos.
  • Tapeçaria: especificar tecidos de alta resistência (Aquablock, Acquaclean) e evitar materiais que acumulem pelos.
  • Mobiliário: projetar marcenaria multifuncional que oculte estações de higiene e alimentação.
  • Bem-estar: criar rotas de circulação verticais para felinos e preservar o espaço de solo livre para fluxo e ventilação de caninos.
  • Segurança: implementar barreiras físicas em áreas de risco (varandas e piscinas) e eliminar pontos de aprisionamento em portas e esquadrias.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – priscilla.moreira@omc.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 



Visualizar todas as imagens em alta resolução




O PRIMEIRO PASSO DE UMA GRANDE JORNADA

 


por Dartagnan da Silva Zanela (*)

O professor Antônio Cândido, em uma entrevista há muito concedida, disse uma obviedade ululante que, como todas as obviedades, precisa ser repetida porque nós, seres humaninhos, temos o péssimo hábito de esquecer tudo aquilo que realmente tem alguma importância. Disse ele que a leitura de Homero, Cervantes, Shakespeare, Dumas, Dostoiévski, Machado e companhia limitada, juntamente com o conhecimento de histórias folclóricas, literatura de cordel e demais preciosidades, nunca fez mal a ninguém. Aliás, até onde sabemos, ninguém ficou estúpido ou se tornou uma pessoa pior por ter se entregado a esse tipo de desfrute literário.

Além disso, Northrop Frye e Harold Bloom nos lembram que a literatura, por meio de suas páginas, nos apresenta vidas humanas possíveis que, se forem lidas, apropriadas e devidamente interiorizadas, enriquecem a nossa alma com perspectivas que seriam literalmente inacessíveis a uma pessoa que sabe ler e não lê.

E tem mais! Por termos contato com esses dramas humanos ficcionais — e, por isso, possíveis —, temos a oportunidade de experimentar nas entranhas da nossa alma o que realmente significa ser leal, ter coragem, ser um canalha de marca maior, agir de forma piedosa como um santo, ser audaz como um herói e, entre outras coisas, ter compaixão — ser empático — com quem sofre.

Se não temos contato com o fruto das obras destes e de outros grandes mestres da humanidade, sem querer querendo vamos nos condenando a ver a nossa vida apenas pela perspectiva apequenada da nossa existência medíocre.

Sim, a vida de um cidadão comum, como eu e você — como qualquer um de nós —, é, por definição, uma existência medíocre, apequenada, reduzida à perspectiva de meia dúzia de problemas banais. Agora, quando nos permitimos ter contato com esse universo, sem nos darmos conta vamos ampliando imaginativamente a gama de perspectivas da nossa alma e, ao fazer isso, vamos projetando essa dimensão aquilatada sobre a banalidade do nosso dia a dia, elevando o nosso modo de ver a vida e tornando-a uma grande epopeia vivida magistralmente entre os ditames limitantes de uma rotina alienante. Ou, como diria Rubem Alves, quem não lê vê o mundo apenas com os seus olhos — grande coisa; já quem lê vê o mundo com os seus olhos e com as janelas da alma dos autores que leu. E isso, como diria o senhor Spock, é fascinante.

Sim, eu sei que todos nós, neste mundinho imerso na mais vil tecnolatria, aprendemos que devemos ser práticos e objetivos — o que, em outros termos, quer dizer que esse mesmo mundinho quer apenas que sejamos uma peça autômata e alienada deste sistema maquinal e alienante.

Ainda por esse caminho, o professor Olavo de Carvalho recomendava aos seus alunos que tomassem uma obra da grande literatura universal e procurassem, religiosamente, lê-la e relê-la com relativa frequência para, com o passar do tempo, absorver e integrar em sua alma as várias nuances e camadas de significado que há nela.

Aliás, isso é algo que, instintivamente, as crianças manifestam quando pedem insistentemente para rever o mesmo desenho, o mesmo filme, para ouvir as mesmas músicas, as mesmas histórias, para assimilá-las em seus corações de seres humaninhos. Por essas e outras que Nietzsche dizia que a maturidade consiste em reencontrar, na idade adulta, a mesma seriedade que, quando crianças, colocávamos nos jogos e brincadeiras.

Eric Voegelin, por exemplo, todo inverno relia as obras completas de Shakespeare; Luiz Fernando Verissimo tinha a obra magna de seu pai, O Tempo e o Vento, na cabeceira da sua cama; João Nogueira da Silva Neto todo ano relê O Senhor dos Anéis; e nós, o que relemos? Pois é, foi o que eu pensei.

E com uma resposta destas nós queremos — porque queremos — ficar dando pitaco sobre como deveria ser a educação dos outros quando, na verdade, mal principiamos a jornada da nossa, não é mesmo?

*
 
(*) professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “NAS ENTRANHAS DO LEVIATÔ, entre outros livros.

EloVetNet amplia ecossistema de soluções e prepara expansão internacional

 


CyKlo Agritech

EloVetNet amplia ecossistema de soluções e prepara expansão internacional

Plataforma que conecta profissionais do mercado veterinário alcançou 34 mil membros ativos em 97 países, lança novas soluções, expande atuação presencial pelo Brasil e abre rodada de investimento de R$ 3 milhões

Nos últimos 12 meses, a EloVetNet viveu uma das fases mais intensas de sua trajetória. A plataforma, desenvolvida para unir os principais profissionais e empresas do ecossistema veterinário e pet, saiu de cerca de 600 membros ativos em 2025 para alcançar 34 mil participantes presentes em 97 países. Além disso, foram registrados 310 mil eventos dentro do portal.

O crescimento também marca uma transformação no próprio modelo de negócio da empresa. Criada inicialmente como um ambiente de conexão, troca de informações e networking entre veterinários, empresários, gestores, investidores, pesquisadores, professores e outros profissionais do setor, a EloVetNet passa agora a ampliar sua atuação e estrutura.

Segundo Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup, a meta é consolidar uma plataforma de soluções voltadas à educação, carreira, negócios, expansão empresarial e relacionamento entre os diferentes elos do mercado. “Quando iniciamos, havia uma percepção muito clara de que o mercado pet e veterinário precisava de um ambiente capaz de aproximar pessoas e promover conexões. Ao longo deste último ano, conseguimos transformar muitos dos projetos em soluções reais. A plataforma cresceu, o time se estruturou, criamos um conselho consultivo e agora estamos preparados para um novo salto”, diz.

A nova fase da empresa será apresentada oficialmente durante a sexta edição do EloVet Day, evento presencial promovido pela startup, no dia 29 de agosto, em São Paulo/SP. A edição reunirá 170 participantes e o público é formado principalmente por profissionais seniores e tomadores de decisão do setor. “O evento também será o palco para o lançamento de novas soluções”, destaca o empresário.

Educação, carreira e novos negócios

Uma das principais frentes de expansão está na educação. Atualmente, a EloVetNet já conta com 15 cursos próprios, voltados principalmente a estudantes em fase final de graduação e profissionais recém-formados. “Agora, ampliamos o modelo e passamos a operar também como um marketplace de cursos, ou seja, um único ecossistema incorporando conteúdos produzidos por terceiros e novas parcerias”, ressalta Ponce.

A estratégia inclui ainda a distribuição no Brasil de cursos desenvolvidos por uma escola europeia, voltados a profissionais mais experientes, além da implantação de uma nova plataforma educacional integrada ao portal da EloVetNet, com recursos de gamificação, acompanhamento da jornada dos usuários e avaliações.

Outra novidade será uma plataforma própria voltada a operações de fusões e aquisições entre pequenas e médias empresas do setor. A proposta é atender um público que, segundo Ponce, ainda encontra dificuldades para acessar serviços especializados de assessoria em operações de M&A (do inglês Mergers and Acquisitions),ou seja, fusões e aquisições.

A startup também lançará uma outra ferramenta para conectar profissionais e empregadores a partir de critérios como especialidade e localização. A solução pretende aproximar hospitais, clínicas e outras empresas que buscam profissionais especializados de veterinários disponíveis para atuar em determinadas regiões.

Completa o conjunto uma plataforma voltada ao planejamento de novos empreendimentos, especialmente para empresários interessados em abrir operações do zero. A ferramenta deverá reunir informações relacionadas ao mercado, concorrência, localização, investimentos e custos operacionais. “Desenvolver tecnologia, hoje, é apenas uma parte do desafio. O mais difícil é construir uma comunidade, ter dados, entender as necessidades do público e criar soluções que façam sentido. É a partir dessa base que estamos desenvolvendo essas novas verticais”, destaca o CEO.

EloVet Day ganha novos formatos e percorrerá o Brasil

A expansão da startup também passa pelo fortalecimento das conexões presenciais. O EloVet Day, evento que chega à sua sexta edição, até então era realizado duas vezes por ano na capital paulista, vai ter uma única edição anual. A partir de agora, o modelo também será levado para outras regiões do país. A primeira delas regional está prevista para o dia 7 de novembro, em Ribeirão Preto/SP.

Para 2027, a meta é trabalhar com parceiros em cidades como Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A proposta é testar o formato regional antes de iniciar, em uma etapa posterior, a expansão internacional dos encontros.

Internacionalização no horizonte

A presença de usuários de quase 100 países também passou a influenciar os próximos passos da startup. Os idealizadores pretendem utilizar indicadores como frequência de acesso à plataforma, características dos mercados locais e potencial de desenvolvimento do ecossistema para definir sua estratégia no exterior.

O objetivo inicial, a partir de 2028, é a expansão do modelo para outros mercados. Entre os países avaliados estão Estados Unidos, Espanha, Chile, Argentina, Colômbia, África do Sul, Itália e Noruega. “Os dados que temos hoje mostram que já ultrapassamos as fronteiras brasileiras no ambiente digital. Agora, o desafio é entender onde existe maior potencial para transformar essa presença em uma atuação mais estruturada. A expansão presencial pelo Brasil será importante justamente para testar o modelo e preparar os próximos passos”, afirma Ponce.

Nova rodada de investimento

Para acelerar essa etapa, a EloVetNet também abriu uma rodada de investimentos de R$ 3 milhões. Os recursos serão destinados à expansão das novas verticais e ao acompanhamento dos resultados de cada uma delas.

Segundo o idealizador, o objetivo não é utilizar o investimento para desenvolver soluções que ainda estão apenas no papel. As plataformas já foram estruturadas e estarão operacionais.

A captação deverá acelerar a chegada dessas ferramentas ao mercado e permitir que a empresa identifique com maior rapidez quais frentes apresentam maior potencial de crescimento. “A startup precisa ser flexível. Nós já temos as soluções desenvolvidas e agora queremos acelerar a operação, entender o comportamento do mercado e identificar onde faz sentido investir mais. O objetivo dessa rodada é justamente ganhar velocidade”, explica o profissional.

Parceria continua

A trajetória da EloVetNet foi impulsionada pelo trabalho em conjunto com a aceleradora Cyklo Agritech, que participou da estruturação inicial da startup. A ideia que começou a partir da percepção de que o mercado veterinário precisava de um ambiente capaz de aproximar profissionais e empresas ganha agora novas dimensões.

A aceleradora ajudou na primeira rodada de captação, com quatro investidores ano passado e agora busca novos aportes. “Eu e o Pompeo Scola, CEO da Cyklo, começamos com esse projeto grandioso em uma simples conversa em um café da manhã. Hoje temos orgulho do quanto evoluímos e principalmente o quanto temos a percorrer com nossas soluções pelo mundo a fora”, conclui Ponce.

 



Imagens relacionadas

Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup
Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup
baixar em alta resolução


Evento em 2025
Evento em 2025
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

 Nenhuma descrição de foto disponível.

Produtividade, manejo e cooperação setorial são destaques no terceiro dia da ExpoCacau 2026

 

Nestlé Brasil

Produtividade, manejo e cooperação setorial são destaques no terceiro dia da ExpoCacau 2026

ILHÉUS, BAHIA – 28 de agosto de 2026 – O terceiro dia da ExpoCacau 2026 foi marcado pela continuidade das gravações do podcast “Do Cacau ao Futuro”, promovido pela Nestlé, com debates sobre produtividade, gestão, inovação, sustentabilidade e os desafios para o desenvolvimento da cadeia do cacau no Brasil. A programação reuniu representantes da indústria, especialistas e produtores para discutir como a colaboração entre os diferentes elos do setor pode contribuir para uma cacauicultura mais competitiva e preparada para o futuro.

 

Um dos destaques foi a conversa entre Igor Mota, gerente de Agricultura para Cacau da Nestlé Brasil, e Thiago Santos, diretor de Originação e Sustentabilidade da Barry Callebaut Brasil. Os executivos destacaram a importância da atuação conjunta por meio de iniciativas como o Cocoa Action, que aproxima indústrias, produtores, setor público e fornecedores de tecnologias em torno de desafios comuns da cadeia. Em um cenário com mais de 93.000 produtores de cacau no país, a aproximação com o campo e a disseminação de conhecimento técnico aparecem como desafios centrais para ampliar a produtividade e fortalecer a sustentabilidade do setor.

 

A gestão da propriedade também ganhou espaço nas discussões, com destaque para a necessidade de olhar para os resultados financeiros da atividade. O debate apontou que, enquanto a produtividade média na Bahia está entre 300 e 350 kg por hectare, propriedades que utilizam tecnologia e manejo adequado podem alcançar até 2 toneladas por hectare. Nesse contexto, a eficiência na gestão dos recursos “dentro da porteira” foi apresentada como uma ferramenta para enfrentar a volatilidade dos preços da commodity e garantir a sustentabilidade econômica necessária para a manutenção das práticas ambientais e sociais no campo. A experiência do café também foi citada como referência, especialmente pelo investimento em pesquisa, genética, gestão de custos, comercialização e certificação.

 

A experiência da Fazenda Vila Opa trouxe uma perspectiva prática sobre a integração entre produtividade e sustentabilidade. Carlos Soares, diretor de Agricultura da Nestlé Brasil; Matheus Leite, supervisor Agrícola da Nestlé; e Roberto Lessa, empresário, consultor e produtor discutiram um modelo de gestão estruturado em seis dimensões: econômica, de caixa, ambiental, social, intergeracional e institucional. A propriedade também apresentou estratégias de renovação gradual das lavouras, uso de clones autocompatíveis e manejo de precisão, alcançando até 4.450 kg de cacau por hectare em quadras de alta performance, demonstrando o potencial de combinação entre genética, planejamento e disciplina operacional.

 

O manejo da lavoura esteve novamente no centro das conversas com Matheus Leite e Silvino Kruschewsky, engenheiro agrônomo e fundador da SkyAgro Consultoria. Os especialistas destacaram que a alta produtividade depende do equilíbrio entre diferentes fatores, como água, densidade de plantio, luminosidade, genética, nutrição, manejo e mecanização. O uso de novas tecnologias, incluindo drones para mapeamento, pulverização e adubação, foi apresentado como uma das frentes de modernização da cacauicultura. O debate também abordou estratégias de manejo para diferentes condições climáticas, o controle cultural de doenças como a monilíase e o potencial de intensificação produtiva em áreas menores.

 

Outro tema de destaque foi a importância do solo e da nutrição para a produtividade e a rentabilidade das propriedades. Eric Costa, supervisor Agrícola do Nestlé Cocoa Plan; José Olimpio de Souza, professor da UESC e especialista em Solos; e Matheus Leite ressaltaram a necessidade de combinar análises de solo e da planta para orientar a adubação e o manejo nutricional. As discussões também abordaram as diferenças entre regiões produtoras e os cuidados necessários em novas fronteiras agrícolas, além do reaproveitamento das cascas de cacau. Segundo os especialistas, cerca de 80% do potássio extraído pelo fruto está concentrado na casca, reforçando a importância de estratégias adequadas para a reciclagem de nutrientes dentro da própria propriedade.

 

Os debates do terceiro dia reforçaram que o futuro da cacauicultura brasileira passa pela combinação de ciência, tecnologia, gestão e cooperação entre os diferentes elos da cadeia. Ao longo dos episódios, o podcast “Do Cacau ao Futuro” busca ampliar o acesso a conhecimentos e experiências capazes de apoiar produtores na construção de propriedades mais produtivas, rentáveis e sustentáveis. Os conteúdos gravados durante a ExpoCacau 2026 estarão disponíveis no canal oficial da Nestlé no YouTube (https://www.youtube.com/@nestlebrasil).



Sobre a Nestlé

A Nestlé tem mais de 100 anos de atuação no Brasil e segue renovando seu compromisso com a sociedade, como força mobilizadora que contribui para levar nutrição e bem-estar para bilhões de pessoas, criar um ambiente de inclusão e oportunidade para milhares de brasileiros e ser o produtor de alimentos mais sustentável do país. A empresa emprega mais de 30 mil pessoas direta e indiretamente no Brasil e tem 18 unidades industriais em operação localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, além de 12 centros de distribuição e mais de 70 brokers (responsáveis por vendas, promoções, merchandising, armazenamento e distribuição).

 

Comprometida com boas práticas que vão do campo à mesa do consumidor, a companhia conta com milhares de produtores fornecedores participando de programas de qualidade nas cadeias de cacau, café e leite, que garantem uma produção sustentável e que trazem modernidade ao campo. Além disso, mantém iniciativas nas fábricas como minimizar a utilização de água e energia e reduzir as emissões, ações de reflorestamento e inovações contínuas em embalagens cada vez mais sustentáveis. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros.

 

Informações para Imprensa – Nova PR

nestle@novapr.com.br 


Nova PR

Rafael Casemiro
rafael.casemiro@novapr.com.br
(11) 9967-0199

EloVetNet amplia ecossistema de soluções e prepara expansão internacional

 

CyKlo Agritech

EloVetNet amplia ecossistema de soluções e prepara expansão internacional

Plataforma que conecta profissionais do mercado veterinário alcançou 34 mil membros ativos em 97 países, lança novas soluções, expande atuação presencial pelo Brasil e abre rodada de investimento de R$ 3 milhões

Nos últimos 12 meses, a EloVetNet viveu uma das fases mais intensas de sua trajetória. A plataforma, desenvolvida para unir os principais profissionais e empresas do ecossistema veterinário e pet, saiu de cerca de 600 membros ativos em 2025 para alcançar 34 mil participantes presentes em 97 países. Além disso, foram registrados 310 mil eventos dentro do portal.

O crescimento também marca uma transformação no próprio modelo de negócio da empresa. Criada inicialmente como um ambiente de conexão, troca de informações e networking entre veterinários, empresários, gestores, investidores, pesquisadores, professores e outros profissionais do setor, a EloVetNet passa agora a ampliar sua atuação e estrutura.

Segundo Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup, a meta é consolidar uma plataforma de soluções voltadas à educação, carreira, negócios, expansão empresarial e relacionamento entre os diferentes elos do mercado. “Quando iniciamos, havia uma percepção muito clara de que o mercado pet e veterinário precisava de um ambiente capaz de aproximar pessoas e promover conexões. Ao longo deste último ano, conseguimos transformar muitos dos projetos em soluções reais. A plataforma cresceu, o time se estruturou, criamos um conselho consultivo e agora estamos preparados para um novo salto”, diz.

A nova fase da empresa será apresentada oficialmente durante a sexta edição do EloVet Day, evento presencial promovido pela startup, no dia 29 de agosto, em São Paulo/SP. A edição reunirá 170 participantes e o público é formado principalmente por profissionais seniores e tomadores de decisão do setor. “O evento também será o palco para o lançamento de novas soluções”, destaca o empresário.

Educação, carreira e novos negócios

Uma das principais frentes de expansão está na educação. Atualmente, a EloVetNet já conta com 15 cursos próprios, voltados principalmente a estudantes em fase final de graduação e profissionais recém-formados. “Agora, ampliamos o modelo e passamos a operar também como um marketplace de cursos, ou seja, um único ecossistema incorporando conteúdos produzidos por terceiros e novas parcerias”, ressalta Ponce.

A estratégia inclui ainda a distribuição no Brasil de cursos desenvolvidos por uma escola europeia, voltados a profissionais mais experientes, além da implantação de uma nova plataforma educacional integrada ao portal da EloVetNet, com recursos de gamificação, acompanhamento da jornada dos usuários e avaliações.

Outra novidade será uma plataforma própria voltada a operações de fusões e aquisições entre pequenas e médias empresas do setor. A proposta é atender um público que, segundo Ponce, ainda encontra dificuldades para acessar serviços especializados de assessoria em operações de M&A (do inglês Mergers and Acquisitions),ou seja, fusões e aquisições.

A startup também lançará uma outra ferramenta para conectar profissionais e empregadores a partir de critérios como especialidade e localização. A solução pretende aproximar hospitais, clínicas e outras empresas que buscam profissionais especializados de veterinários disponíveis para atuar em determinadas regiões.

Completa o conjunto uma plataforma voltada ao planejamento de novos empreendimentos, especialmente para empresários interessados em abrir operações do zero. A ferramenta deverá reunir informações relacionadas ao mercado, concorrência, localização, investimentos e custos operacionais. “Desenvolver tecnologia, hoje, é apenas uma parte do desafio. O mais difícil é construir uma comunidade, ter dados, entender as necessidades do público e criar soluções que façam sentido. É a partir dessa base que estamos desenvolvendo essas novas verticais”, destaca o CEO.

EloVet Day ganha novos formatos e percorrerá o Brasil

A expansão da startup também passa pelo fortalecimento das conexões presenciais. O EloVet Day, evento que chega à sua sexta edição, até então era realizado duas vezes por ano na capital paulista, vai ter uma única edição anual. A partir de agora, o modelo também será levado para outras regiões do país. A primeira delas regional está prevista para o dia 7 de novembro, em Ribeirão Preto/SP.

Para 2027, a meta é trabalhar com parceiros em cidades como Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A proposta é testar o formato regional antes de iniciar, em uma etapa posterior, a expansão internacional dos encontros.

Internacionalização no horizonte

A presença de usuários de quase 100 países também passou a influenciar os próximos passos da startup. Os idealizadores pretendem utilizar indicadores como frequência de acesso à plataforma, características dos mercados locais e potencial de desenvolvimento do ecossistema para definir sua estratégia no exterior.

O objetivo inicial, a partir de 2028, é a expansão do modelo para outros mercados. Entre os países avaliados estão Estados Unidos, Espanha, Chile, Argentina, Colômbia, África do Sul, Itália e Noruega. “Os dados que temos hoje mostram que já ultrapassamos as fronteiras brasileiras no ambiente digital. Agora, o desafio é entender onde existe maior potencial para transformar essa presença em uma atuação mais estruturada. A expansão presencial pelo Brasil será importante justamente para testar o modelo e preparar os próximos passos”, afirma Ponce.

Nova rodada de investimento

Para acelerar essa etapa, a EloVetNet também abriu uma rodada de investimentos de R$ 3 milhões. Os recursos serão destinados à expansão das novas verticais e ao acompanhamento dos resultados de cada uma delas.

Segundo o idealizador, o objetivo não é utilizar o investimento para desenvolver soluções que ainda estão apenas no papel. As plataformas já foram estruturadas e estarão operacionais.

A captação deverá acelerar a chegada dessas ferramentas ao mercado e permitir que a empresa identifique com maior rapidez quais frentes apresentam maior potencial de crescimento. “A startup precisa ser flexível. Nós já temos as soluções desenvolvidas e agora queremos acelerar a operação, entender o comportamento do mercado e identificar onde faz sentido investir mais. O objetivo dessa rodada é justamente ganhar velocidade”, explica o profissional.

Parceria continua

A trajetória da EloVetNet foi impulsionada pelo trabalho em conjunto com a aceleradora Cyklo Agritech, que participou da estruturação inicial da startup. A ideia que começou a partir da percepção de que o mercado veterinário precisava de um ambiente capaz de aproximar profissionais e empresas ganha agora novas dimensões.

A aceleradora ajudou na primeira rodada de captação, com quatro investidores ano passado e agora busca novos aportes. “Eu e o Pompeo Scola, CEO da Cyklo, começamos com esse projeto grandioso em uma simples conversa em um café da manhã. Hoje temos orgulho do quanto evoluímos e principalmente o quanto temos a percorrer com nossas soluções pelo mundo a fora”, conclui Ponce.

 



Imagens relacionadas

Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup
Fabiano de Granville Ponce, idealizador e CEO da startup
baixar em alta resolução


Evento em 2025
Evento em 2025
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286