MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 26 de abril de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "A MAIOR PROVA DE QUE O AVIÃO FOI INVENTADO POR UM MINEIRO... É QUE AS RODAS SE CHAMAM TREM DE POUSO. BHDA ZUEIRA"

IA que resolve (ou tenta): empresas começam a sair dos chatbots e encaram o desafio dos agentes

 

Cinco dicas para economizar com delivery, aplicativos e compras online

 

Recovery

Cinco dicas para economizar com delivery, aplicativos e compras online

Especialista da Recovery dá conselhos para reduzir despesas com compras e serviços digitais

Manter as contas em ordem tornou-se mais desafiador na era do clique. Se antes era preciso atenção principalmente às compras feitas presencialmente no dia a dia, hoje o dinheiro se dilui quase sem perceber: assinaturas de streaming, carrinhos finalizados em poucos segundos e gastos com jogos online e apostas digitais se acumulam ao longo do mês.

“O desafio é que os pagamentos digitais tendem a passar mais despercebidos”, diz Camila Poltronieri Flaquer, Head de Cobrança Digital (B2C) da Recovery. “Sem precisar abrir a carteira ou contar cédulas, fica fácil perder a noção do volume de despesas acumuladas. Gastos pequenos e isolados, quando somados, podem fazer um estrago considerável na fatura do cartão de crédito ao fim do mês ou pode estourar o limite de contas bancárias, quando a opção escolhida é o Pix”, alerta.

O uso da internet e das redes sociais tem grande impacto neste comportamento. A pesquisa     E-commerce Trends 2026 mostrou que 71% dos brasileiros já compraram após visualizar anúncios, com o Instagram concentrando 75% das buscas e 55% das vendas.

Para ajudar você a retomar o controle do seu bolso, listamos cinco passos essenciais:

1. Faça a auditoria do "custo do esquecimento"

Plataformas de streaming, aplicativos de exercícios e clubes de assinatura renovam automaticamente. Como o valor cai direto no cartão, é comum continuarmos pagando por serviços que não utilizamos mais. A orientação é simples e consiste em reservar um momento para revisar o extrato do seu cartão ou conta corrente. Vale a pena imprimir e destacar as despesas com cores diferentes para entender as categorias que mais estão pesando no fim do mês. Identifique todos os pagamentos recorrentes e cancele o que não foi acessado nos últimos 30 dias. É mais barato assinar novamente depois do que manter um gasto desnecessário agora.

2. Imponha uma barreira física ao pagamento por impulso

Ter os dados do cartão de crédito salvos em sites e aplicativos pode induzir ao consumo emocional. Sem o tempo de reflexão entre o desejo e a finalização da compra, as chances de gastar com o que não precisa aumentam muito. Remover os cartões salvos em apps de delivery e lojas virtuais (e-commerces) é uma alternativa para deixar o consumo menos instantâneo, pois permite mais tempo para reflexão se o gasto realmente é necessário. O simples ato de buscar a carteira e digitar os números manualmente pode criar um atrito positivo, dando tempo para você avaliar se aquela compra é realmente necessária. 

Se a opção preferida é o pagamento de Pix por meio de QR Code, que geralmente demanda acessar o aplicativo do banco, a dica é criar o hábito de olhar o saldo antes de concluir o pagamento para avaliar se o gasto seria adequado.

3. Estipule um teto para atividades online 

Jogos online e apostas esportivas merecem um olhar crítico quando o assunto é saúde financeira. Apesar de muitas vezes serem apresentados como entretenimento, esse tipo de prática costuma utilizar mecanismos de recompensa que incentivam gastos repetitivos e pouco controlados. O que começa como algo casual pode rapidamente se transformar em um hábito prejudicial, comprometendo o orçamento e gerando desequilíbrio financeiro. Do ponto de vista de uma boa gestão do dinheiro, não é uma prática recomendada. A imprevisibilidade e o estímulo constante ao consumo fazem com que essas atividades deixem de ser apenas lazer e passem a representar um risco real para a estabilidade financeira. Para manter a saúde financeira, o ideal é evitar esse tipo de gasto. Preservar o equilíbrio financeiro deve sempre ser a prioridade.

4. Aplique a regra dos dois dias nos e-commerces

O marketing digital usa cronômetros e ofertas relâmpago para forçar uma decisão rápida, enquanto navegamos na internet ou passamos o tempo vendo vídeos e posts em redes sociais. Isso impede uma análise racional sobre a real utilidade do produto ou o impacto que aquele gasto terá no seu orçamento.

Ao se interessar por um produto, coloque-o no carrinho, mas não finalize o pagamento. Aguarde dois dias, para avaliar se a compra é realmente necessária. Pode ser que o impulso passe e você perceba que pode deixar de gastar aquele valor.

5. Filtre as vitrines das redes sociais

As redes sociais funcionam como shoppings personalizados, onde anúncios se misturam a conteúdos de influenciadores. Essa exposição constante de produtos cria necessidades artificiais e estimula um padrão de vida que nem sempre cabe no bolso. Para evitar estar sempre à mercê da propaganda, vale realizar uma limpeza nos perfis que você segue e desativar notificações de aplicativos de compras em seu celular. Uma possibilidade mais radical é evitar o uso de redes sociais por um período, focando no seu planejamento financeiro real, e não no estilo de vida sugerido pelos algoritmos.

Sobre a Recovery

A Recovery é uma empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil. Líder de mercado, a companhia possui sob sua gestão mais de R$ 144 bilhões de créditos inadimplidos e, atualmente, mais de 34 milhões de clientes com dívidas ativas em sua base. Mais informações em https://www.gruporecovery.com




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Hercog Comunicação e Estratégia

Por que descrever o nível de inglês no currículo ainda é um desafio para profissionais brasileiros

 


Classificações genéricas como "básico" e "avançado" já não traduzem a capacidade real de comunicação exigida pelo mercado

Termos como “inglês básico”, “intermediário” ou “avançado” continuam entre as descrições mais comuns nos currículos brasileiros, mas tal característica vem perdendo utilidade prática para recrutadores. As classificações amplas, adotadas há décadas como referência informal, frequentemente não conseguem indicar o que o profissional é capaz de fazer, de fato, em situações reais de trabalho.  

Mais de 92% das vagas de nível gerencial no Brasil já exigem inglês ao menos intermediário, segundo o Relatório Global de Tendências Profissionais 2025, divulgado pelo LinkedIn. O mesmo levantamento aponta que profissionais com inglês avançado recebem, em média, 38% a mais em cargos de liderança, um indicativo de que o idioma passou a funcionar como competência estrutural para progressão de carreira. 

No entanto, embora seja importante, a autopercepção do próprio nível passa a ser um dos principais obstáculos. Muitos profissionais associam o conhecimento do inglês exclusivamente à fluência, ignorando que níveis intermediários já permitem desempenhar tarefas relevantes no cotidiano de trabalho. O resultado é uma tendência à subavaliação das próprias habilidades ou, em alguns casos, à omissão do idioma no currículo. 

“Muitas pessoas acreditam que só podem declarar inglês quando atingem fluência total, mas o mercado não opera mais dessa forma. Em diversas funções, o nível que o profissional já possui é suficiente para executar atividades específicas com segurança”, afirma Monica Pasello, CEO da TOEIC no Brasil, empresa que aplica avaliações de proficiência em inglês amplamente utilizadas por empresas e instituições de ensino para mensurar habilidades de comunicação no contexto profissional.  

Nesse contexto, avaliações padronizadas para checagem de nível no idioma servem como ferramenta importante para oferecer mais clareza e objetividade sobre as competências linguísticas, apoiando profissionais no desenvolvimento de suas habilidades e na comunicação mais precisa.  

Para Monica, a tendência é que o idioma deixe de ser percebido como uma barreira absoluta e passe a ser entendido como uma habilidade progressiva. “Hoje, mesmo níveis considerados básicos já representam uma porta de entrada para experiências profissionais internacionais. Quando o profissional entende exatamente o que consegue fazer em inglês, ele amplia suas possibilidades e participa de oportunidades que antes descartaria”, afirma. 

Testes TOEIC para descrição correta do nível de inglês no currículo 

No cenário em que classificações amplas já não traduzem com precisão as habilidades linguísticas, testes de proficiência passam a ser utilizados como uma alternativa mais objetiva para descrever o nível de inglês. 

Entre as alternativas mais utilizadas para trazer objetividade à descrição do inglês no currículo, o TOEIC (Test of English for International Communication) se destaca por oferecer resultados padronizados e comparáveis internacionalmente.  

Desenvolvido pela ETS, o exame avalia habilidades específicas de comunicação no contexto profissional por meio de diferentes formatos, como o TOEIC Listening & Reading (pontuação de 10 a 990) e o TOEIC Speaking & Writing (0 a 200 por habilidade), gerando um Score Report detalhado que descreve o que o candidato é capaz de fazer em situações reais de trabalho.  

Esses resultados podem ser associados ao CEFR (Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas), padrão internacional criado pelo Conselho da Europa que classifica a proficiência de A1 a C2 com base em competências práticas no uso efetivo do idioma.  

Ao conectar a pontuação do teste a esses níveis e às chamadas “can-do statements”, o profissional consegue traduzir seu desempenho em termos claros e reconhecidos globalmente. “Na prática, isso permite substituir descrições genéricas por informações concretas no currículo, como pontuação, habilidade avaliada e equivalência ao CEFR, tornando a comunicação do nível de inglês mais precisa, verificável e alinhada às exigências do mercado”, finaliza a executiva. 

Sobre a TOEIC Brasil 

A TOEIC Brasil é a representante oficial no país do TOEIC (Test of English for International Communication), certificação internacional desenvolvida pela ETS (Educational Testing Service), organização global reconhecida por sua excelência em avaliações educacionais. No Brasil, atua na aplicação e distribuição dos exames, oferecendo soluções de mensuração de proficiência em inglês para empresas, instituições de ensino e profissionais, com foco em empregabilidade, desenvolvimento acadêmico e mobilidade internacional. 

Com avaliações práticas, rápidas e reconhecidas mundialmente, a TOEIC Brasil apoia pessoas e organizações na comprovação e no desenvolvimento da comunicação em inglês em contextos reais. O TOEIC é utilizado em 180 países, por cerca de 14 mil organizações, e realizado por mais de 8 milhões de pessoas todos os anos. No mercado brasileiro, a operação já soma mais de 80 mil testes aplicados em três anos. 

Seu portfólio inclui o TOEIC, voltado à comunicação em inglês no ambiente profissional e no cotidiano; o TOEIC Bridge, direcionado desde estudantes, até profissionais dos níveis iniciante e intermediário; e o TOEIC Link, solução moderna de avaliação com aplicação em cerca de 90 minutos e resultados em até 48 horas. Sem reprovação, apenas evolução, os exames permitem mensurar a proficiência do nível básico ao avançado e apontar caminhos concretos de desenvolvimento. 

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/toeic-brasil/posts/?feedView=all 

Instagram: https://www.instagram.com/toeic.brasil/ 



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Sing Comunicação
Letícia Riente - Sing Comunicação de Resultados
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Circulação de vírus respiratórios reforça importância da vacinação contra a gripe

 

Clínica IBIS

Circulação de vírus respiratórios reforça importância da vacinação contra a gripe

Imunização segue como principal forma de prevenção, especialmente para grupos de risco

O avanço dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil tem acendido um alerta entre especialistas em saúde, inclusive na Bahia. Dados atualizados do boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indicam que esse aumento está associado à circulação simultânea de vírus respiratórios. Nas últimas semanas epidemiológicas, a Influenza A passou a representar 27,4% dos casos positivos, ficando atrás apenas do rinovírus, que lidera com 45,3%. Também seguem em circulação o vírus sincicial respiratório (VSR), com 17,7%, e o SARS-CoV-2, responsável por 7,3% das infecções. 
 
Diante desse cenário, a imunização contra a gripe ganha ainda mais urgência, especialmente entre os grupos mais vulneráveis. “A vacinação é a estratégia mais eficaz para prevenir formas graves de influenza, reduzindo significativamente hospitalizações e mortalidade”, afirma a médica imunologista da Clínica IBIS, Mayra Andrade. 
 
Segundo a especialista, a proteção não deve ser deixada apenas para o período de pico. “Como há mudanças frequentes nos vírus circulantes e uma queda progressiva da imunidade ao longo do tempo, a vacinação precisa ser feita todos os anos. O ideal é se imunizar antes do aumento mais intenso da circulação viral”, explica.
 
Algumas populações apresentam maior risco de desenvolver complicações relacionadas à influenza, como gestantes e puérperas, idosos, crianças menores de cinco anos, além de pessoas com doenças crônicas, imunossupressão e obesidade grave. A recomendação, no entanto, se estende a toda a população a partir dos seis meses de idade. 
 
“A vacina é indicada de forma ampla e tem poucas contraindicações, sendo a principal o histórico de reação alérgica grave a doses anteriores ou a componentes da vacina. Em casos específicos, a avaliação médica individualizada é fundamental”, orienta.
 
Por que os casos aumentam antes do inverno?
 
O comportamento sazonal dos vírus respiratórios já é conhecido, mas pode ser intensificado por fatores ambientais e mudanças no dia a dia. “No outono e inverno, as temperaturas mais baixas e o ar mais seco favorecem a maior estabilidade e transmissão de vírus como o influenza. Além disso, é um período em que as pessoas permanecem mais tempo em ambientes fechados, com pouca ventilação, o que aumenta o risco de infecção”, explica Mayra. “Nessas estações, há maior proximidade entre as pessoas e menor circulação de ar, o que facilita a transmissão por gotículas e aerossóis, especialmente em ambientes como transporte público, escolas e locais de trabalho”, acrescenta.
 
Embora muitos casos de gripe evoluam de forma leve, alguns sintomas podem indicar agravamento do quadro e necessidade de avaliação médica imediata. Entre os principais sinais de alerta estão falta de ar, respiração acelerada, febre persistente por mais de três dias — ou que retorna após melhora inicial —, além de confusão mental ou sonolência.
 
Em crianças, também devem ser observados sinais como esforço respiratório (tiragens e batimento de asas do nariz), gemência, irritabilidade, palidez ou apatia. “Essas manifestações indicam possível comprometimento respiratório ou sistêmico e exigem avaliação médica imediata. Em alguns casos, a saturação de oxigênio abaixo de 94% também é um sinal de alerta importante”, reforça a imunologista.
 
Vacina protege contra formas graves
 
A vacina contra a gripe estimula a produção de anticorpos antes da exposição ao vírus, reduzindo o risco de evolução para quadros mais graves. Sua composição é atualizada anualmente com base nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora os vírus em circulação no mundo. “Isso permite que a vacina seja formulada com as cepas com maior probabilidade de circulação em cada temporada, aumentando sua efetividade”, destaca Mayra.
 
Atualmente, a vacina disponibilizada na rede pública é a trivalente, que protege contra três cepas do vírus influenza. Já a vacina tetravalente, disponível na rede privada, amplia essa cobertura ao incluir uma segunda linhagem do vírus influenza B. “A principal diferença é a amplitude da cobertura. A tetravalente protege contra quatro cepas, o que aumenta a proteção contra os vírus em circulação e reduz o risco de infecção por linhagens não contempladas na vacina anterior”, explica.

Sobre a Clínica IBIS

A Clínica IBIS é um centro de excelência em imunoterapia, dedicado ao cuidado integral de pacientes com doenças autoimunes e imunomediadas. Com atuação baseada em inovação, ética e acolhimento, a instituição oferece tratamentos avançados aliados a um atendimento humanizado. A clínica também conta com um portfólio de imunização para diferentes faixas etárias, incluindo vacinas do calendário adulto e infantil.


Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334

sábado, 25 de abril de 2026

Violência sexual eleva em 74% o risco de doenças cardíacas e reforça alerta sobre hipertensão

 

Hapvida Notredame Intermédica

Violência sexual eleva em 74% o risco de doenças cardíacas e reforça alerta sobre hipertensão

Às vésperas do Dia Nacional de Combate à Hipertensão, especialista destaca impacto do estresse e de traumas na saúde cardiovascular

Mulheres vítimas de violência sexual têm 74% mais chance de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e arritmias, segundo estudo baseado na Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado amplia o debate sobre os impactos da violência na saúde e reforça a necessidade de olhar para fatores menos visíveis no controle da hipertensão arterial.

Com a proximidade do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, especialistas alertam que o risco cardiovascular vai além de fatores tradicionais, como alimentação inadequada e sedentarismo, e também está relacionado ao estresse crônico e a experiências traumáticas.

De acordo com o cardiologista da Hapvida, Railton Cordeiro, o estresse atua como fator decisivo nesse processo. “Ele não substitui os fatores clássicos, mas funciona como um amplificador de risco. Quando a pessoa vive em estado de alerta constante, há liberação de hormônios como adrenalina, noradrenalina e cortisol, o que aumenta a frequência cardíaca, contrai os vasos e pode elevar a pressão arterial ao longo do tempo”, explica.

O especialista destaca que o impacto do trauma vai além do aspecto emocional e provoca alterações fisiológicas importantes. “O corpo passa a funcionar como se estivesse sob ameaça permanente. Isso leva à ativação do sistema nervoso simpático, ao aumento da inflamação, à piora do sono e a alterações de pressão, glicose e ritmo cardíaco”, afirma.

Além das respostas biológicas, há também mudanças comportamentais que agravam o risco. “Muitas pessoas passam a dormir pior, se alimentar mal, praticar menos atividade física e, em alguns casos, aumentam o consumo de álcool ou cigarro. Ou seja, o trauma atinge o coração por múltiplas vias, ao mesmo tempo”, pontua o cardiologista.

Segundo o médico, a relação entre saúde mental e hipertensão é direta e não deve ser negligenciada. “Ansiedade, estresse persistente e esgotamento estão associados ao aumento da pressão, à inflamação e à pior adesão ao tratamento. Na prática, vemos pacientes que até têm acesso à medicação, mas não conseguem manter uma rotina de autocuidado, o que compromete o controle da doença”, ressalta.

O impacto tende a ser ainda mais significativo entre mulheres. Além de fatores hormonais, o acúmulo de responsabilidades contribui para maior exposição ao estresse crônico. “Muitas mulheres acumulam múltiplas jornadas e acabam priorizando o cuidado com os outros, deixando a própria saúde em segundo plano. Isso cobra um preço na pressão e no coração”, observa.

Embora seja considerada uma doença silenciosa, a hipertensão pode apresentar sinais de alerta, especialmente em contextos de estresse intenso. “Dor de cabeça frequente, palpitações, tontura, falta de ar, visão embaçada e sensação de pressão na nuca não devem ser ignoradas. Não significam necessariamente hipertensão, mas merecem investigação”, orienta.

A longo prazo, o descontrole da pressão arterial pode levar a complicações graves. “O dano é progressivo e cumulativo. Aumenta o risco de infarto, AVC, insuficiência cardíaca, doença renal e até demência vascular. Quando o estresse entra nesse contexto, ele dificulta o controle e acelera esse processo”, alerta.

Para reduzir os riscos, o cuidado precisa ser integral, segundo o especialista. “Além de alimentação adequada e atividade física, é fundamental cuidar do sono, reduzir o consumo de álcool, parar de fumar, adotar técnicas de respiração e, quando necessário, buscar apoio psicológico. Não adianta tratar só com remédio e ignorar o ambiente emocional”, afirma.

O acompanhamento médico regular também é essencial, especialmente para pessoas expostas a estresse contínuo. “Muitas vezes, o paciente acredita que é apenas estresse, mas já apresenta pressão descontrolada, alterações metabólicas e sinais de sobrecarga. A prevenção passa por identificar cedo e agir antes que venham complicações como infarto ou AVC”, conclui o cardiologista.

Sobre a Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.




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Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
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Armadilhas inéditas utilizam ondas eletromagnéticas no monitoramento de pragas no campo

 


CyKlo Agritech

Armadilhas inéditas utilizam ondas eletromagnéticas no monitoramento de pragas no campo

Tecnologia é uma solução eficaz principalmente no controle do bicudo-do-algodoeiro, inimigo que gera prejuízos de R$ 3 bilhões por safra aos produtores

O cultivo do algodão, uma das culturas de maior valor agregado do agronegócio brasileiro, exige um nível elevado de manejo e atenção por parte dos produtores. Altamente sensível a fatores climáticos, nutricionais e, principalmente, ao ataque de pragas, o algodoeiro demanda estratégias precisas e eficientes para garantir produtividade e rentabilidade no campo. Entre os principais desafios enfrentados, destaca-se o bicudo-do-algodoeiro, considerado a praga mais temida dos cotonicultores, responsável por prejuízos que ultrapassam R$ 3 bilhões a cada safra no Brasil.

Diante desse cenário desafiador, a busca por soluções inovadoras torna-se essencial para a sustentabilidade da produção. É nesse contexto que a Fox Agritech, uma startup mato-grossense, apresenta ao mercado uma armadilha inédita, desenvolvida para auxiliar no controle do bicudo-do-algodoeiro, reunindo tecnologia de ponta, eficiência no monitoramento e compromisso com práticas mais sustentáveis no campo.

A solução, que utiliza ondas eletromagnéticas, foi desenvolvida pelo técnico agrícola, Kennedy Martins Gnoatto, um jovem empreendedor de apenas 25 anos que superou dificuldades familiares e financeiras em busca de um futuro melhor. “Tive uma infância muito difícil; inclusive, fui morar em um colégio interno em decorrência de desentendimentos familiares. Porém, sempre foquei em trabalhar e estudar. Formei-me e comecei a pesquisar sobre pragas nas lavouras. A partir daí, fui me aprofundando na compreensão dos padrões de comportamento dos insetos, como migram e como identificam as culturas que podem atacar”, disse.

Munido dessas informações, as pesquisas avançaram até as ondas eletromagnéticas. O objetivo era descobrir o quanto os insetos enxergam de fato, quais são os seus cones de visão e quais são suas faixas do espectro. “Virei muitas noites sozinho estudando e pesquisando maneiras de diagnosticar o que podia ou não atrair os insetos para a armadilha. O desafio foi ajustar a tecnologia para não aproximar inimigos naturais, como abelhas e joaninhas, algo que desestabilizaria o ecossistema, além de configurar um crime ambiental”, destacou Gnoatto.

Solução na prática

A armadilha desenvolvida pelo empreendedor conta com um “cérebro tecnológico” que ajusta automaticamente o índice de ondas eletromagnéticas e a refração necessária para cada LED, a fim de atrair os insetos para o equipamento. Essa frequência é baseada em padrões identificados por meio de IA preditiva, cruzando dados de temperatura e umidade com a adaptação dos insetos a essas condições.

Segundo o desenvolvedor, o funcionamento da armadilha é simples de explicar. “Quando a câmera capta a imagem do inseto dentro da armadilha, ela realiza a leitura e envia a informação para o processador. Este, por sua vez, identifica e detalha qual é o invasor, o horário de pico populacional das pragas, além de registrar temperatura, umidade, data, hora e local da captura”, explica.

A tecnologia da Fox Agritech também possibilita aos produtores o acesso a análises de dados e relatórios por meio do aplicativo Fox Fieldcore, otimizando a ida dos técnicos ao campo. Munido dessas informações, ele pode agir antes que a praga se estabeleça na cultura, tomando decisões mais assertivas, algo que faz toda a diferença no campo. “Nosso objetivo é monitorar a fazenda de ponta a ponta, ou seja, informar ao cliente, na tela do telefone, o que está acontecendo em todos os talhões da propriedade”, detalhou Gnoatto.

Além de auxiliar na tomada de decisões e antecipar ataques de pragas, as armadilhas da Fox Agritech tornam-se importantes aliadas da classe produtora e também do meio ambiente. “Queremos aumentar a assertividade na identificação dos invasores, pois isso impacta diretamente no lucro deles”, afirma o técnico.

Por outro lado, a ferramenta tem forte apelo sustentável, pois ajuda a reduzir as pulverizações. “Nossos estudos indicam que podemos diminuir entre 10% e 20% o uso de inseticidas no campo, o que gera economia e minimiza os impactos na natureza”, reforçou Gnoatto.

Próximos passos

As armadilhas da Fox Agritech seguem em fase final de testes teóricos e práticos. Recentemente, a startup apresentou a tecnologia à Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). A conversa avançou, e as partes assinaram um contrato para potencializar ainda mais os testes contra o bicudo-do-algodoeiro. “Estamos entusiasmados com esse acordo, pois ele vai nos ajudar a aperfeiçoar nossa solução no campo, principalmente ampliando o banco de dados na cotonicultura. Além disso, a tecnologia também vem sendo estudada para a cultura do milho e, futuramente, para outros cultivos”, confidenciou o inventor.

Atualmente, a empresa tem sede em Sinop, no Mato Grosso, e conta com um time de especialistas composto por engenheiros de hardware, software e inteligência artificial, entre outros profissionais. Desde o ano passado, a startup também passou a integrar a Cyklo Agritech, uma aceleradora de projetos e startups.

Segundo Gnoatto, a aceleração tem sido fundamental para orientar o crescimento da empresa, evitando etapas e garantindo decisões mais seguras. “Como eles têm ampla experiência, conhecem os melhores caminhos e os riscos envolvidos. Essa mentoria nos proporciona uma visão mais ampla do negócio, além de ampliar nosso networking e fortalecer a área comercial da empresa”, destacou.

A meta da startup é iniciar a operação comercial até o início de 2028. “Não podemos pular etapas, pois culturas como o algodão exigem alto investimento. Precisamos apresentar dados estatísticos consistentes para transmitir

Cotonicultores interessados em conhecer e testar a tecnologia das armadilhas da Fox Agritech, especialmente na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), podem entrar em contato para agendar uma visita técnica. A equipe comercial vai até a fazenda, apresenta a solução e monta uma área de testes. Para informações é só acessar https://www.foxagritech.com.br/.

 



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Ruralpress

Kassi Bonissoni
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Crise climática no setor de energia: quais os maiores impactos?

 


Por Alexandre Pierro

O mundo consome cada vez mais energia a cada ano, impulsionado por avanços tecnológicos, crescimento populacional e novas demandas industriais. No entanto, essa expansão ocorre em meio a um cenário climático cada vez mais instável, marcado por eventos extremos, instabilidades hídricas e pressões regulatórias que estão comprometendo e fragilizando nossa matriz energética. O resultado deste cenário é um desequilíbrio perigoso que exige respostas estruturais — e rápidas - para o setor energético, pautadas pela inovação na busca por fontes alternativas mais sustentáveis e renováveis. 

Pesquisas do Centro Polsky do WRI para a Transição Energética Global apontam que a demanda global por energia deve crescer, pelo menos, 2,8% ao ano até 2030. Esse aumento, segundo o estudo, é impulsionado por inúmeros fatores, desde a expansão mundial do transporte elétrico, crescimento econômico e industrialização, à maior demanda por refrigeração em países em desenvolvimento, assim como o rápido crescimento de data centers em países desenvolvidos. 

Ao mesmo tempo, grande parte da matriz energética global — especialmente a brasileira — vem sendo drasticamente impactada por eventos externos que prejudicam seu devido funcionamento. De secas prolongadas, que reduzem a capacidade de usinas hidrelétricas, as quais ainda são a base do sistema nacional; às ondas de calor, que aumentam o consumo de energia; além das tempestades e eventos extremos que danificam as redes de transmissão e distribuição. 

A crise climática funciona como um “teste de estresse” da matriz energética, evidenciando os graves problemas que enfrentamos nesse sentido: forte dependência de hidrelétricas, baixa diversificação em algumas regiões e limitações no armazenamento de energia. Migrar para outras fontes mais renováveis e limpas é uma questão de sobrevivência econômica, não apenas como forma de driblar os impactos desses eventos ambientais, mas, acima de tudo, de continuar atendendo a demanda mundial de consumo energético contando com fontes mais ecológicas que contribuam com a manutenção do nosso ecossistema. 

A China é um dos maiores exemplos nesse sentido, conduzindo uma das maiores transformações energéticas do mundo na expansão de suas fontes renováveis — especialmente a eólica — como peça central para reduzir sua dependência de petróleo e fortalecer sua segurança energética. Além de seu baixo custo operacional após instalação, essa fonte de energia tem grande potencial de escalar em grande quantidade, permitindo que seja distribuída até mesmo em regiões de pouco acesso, gerando benefícios sociais. 

O ponto central não é “copiar” modelos adotados em outros países, mas entender a lógica por trás deles: nações como a China estão tratando sua energia como estratégia de Estado, não apenas como infraestrutura. E é exatamente isso que o Brasil precisa se inspirar, ainda mais considerando nossas vantagens naturais que são subexploradas positivamente com um olhar verdadeiramente inovador. 

Deveríamos olhar de forma diferente para nossas fontes de geração de energia renováveis, buscando soluções que façam sentido para a nossa realidade. Um dos nossos maiores diferenciais está na extensão da nossa costa oceânica, a qual possui grande potencial para energia gerada através das ondas e movimento das marés - o que, além de complementar outras fontes renováveis (como solar e eólica terrestre), reduziria a dependência de regimes climáticos específicos, como as secas que já estamos enfrentando em diversas regiões nacionais. 

Em um exemplo prático de como essa estratégia poderia se converter em resultados vantajosos ao país, o Rio Tietê, cuja bacia termina no Rio Paraná, onde fica Itaipu, possui seis usinas que geram cerca de 1.834,30 MW. Imagine se a água do Tietê começa a secar a níveis drásticos, isso comprometeria, diretamente, a capacidade de Itaipu, um dos maiores geradores de energia limpa e renovável do mundo. 

Isso mostra quanto que esse tipo de inovação poderia gerar novas patentes, conhecimentos e desenvolvimento tecnológico ao mercado interno, mitigando riscos de que tais crises climáticas afetem o fornecimento de energia à população, desde que essas iniciativas sejam conduzidas com processos muito bem estruturados e metodologias robustas que incentivem a colaboração e engajamento dos profissionais na exploração de possíveis caminhos a serem seguidos. 

A crise climática está redefinindo as regras do jogo no setor de energia. Não se trata mais apenas de garantir oferta, mas de assegurar resiliência, previsibilidade e sustentabilidade em um cenário cada vez mais instável. Países que entenderam isso já estão avançando e se destacando nesse sentido — transformando desafios em vantagem competitiva. O Brasil, com seu enorme potencial energético, tem a oportunidade de liderar esse movimento, se já começar a agir, com estratégia e sabedoria, nessa direção. 

Alexandre Pierro é doutorado em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.    



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Nathália Bellintani


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WhatsApp no Dia das Mães: como potencializar as vendas no varejo sem comprometer a experiência do cliente?

 


Por Márcia Assis

O Dia das Mães está entre as datas mais relevantes para o varejo brasileiro, não apenas pelo volume de vendas, mas, principalmente, pelo forte envolvimento emocional que ela desperta. É um momento simbólico de afeto, memória e reconhecimento e, justamente por isso, exige das marcas mais do que campanhas promocionais bem estruturadas, adotando uma comunicação que permita que cresçam em conversão, sem ferir a experiência do consumidor. Algo que, com uma estratégia bem orquestrada no WhatsApp, pode trazer resultados excelentes ao varejista. 

Em 2025, o faturamento do setor nessa época cresceu 6,3%, segundo dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Grande parte desse aumento se deve, justamente, ao apelo emocional que a data em si carrega, o que faz com que a escolha de comprar deixe de ser apenas racional. Esse comportamento aparece claramente em pesquisas recentes, como a realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a qual identificou que 51% dos brasileiros acreditam que as mães merecem o presente como retribuição ao carinho e esforço dedicados, além de 25% que consideram um gesto importante. 

O consumidor busca significado, simbolismo e conexão. O valor percebido do produto ou serviço está muito mais ligado à mensagem do presente do que ao seu preço. Por isso, aceita melhor sugestões, curadorias e recomendações personalizadas, desde que sejam relevantes e respeitosas, de acordo com o momento de cada um. Isso mostra que, mais do que vender, é preciso acertar o tom para que essa conversão aconteça de forma natural, com conexão e significado. 

De que forma o WhatsApp se destaca neste contexto? Justamente por ser considerado pelos brasileiros como um canal de relacionamento, e não apenas de marketing. Por estar fortemente presente no dia a dia das pessoas, possui uma taxa altíssima de abertura, interações rápidas e bidirecionais, permitindo que as empresas possam humanizar sua comunicação, gerando sensação de proximidade e atenção individual.   

Quando integrado a uma estratégia bem planejada, se torna um verdadeiro motor de conversão - o que pode ser conquistado a partir de práticas específicas nesse sentido. Veja quais: 

#1 Campanhas personalizadas e segmentadas: não existe mais espaço para mensagens genéricas em datas emocionais. O uso de dados estratégicos permite segmentar a base por histórico de compras, perfil e comportamento, favorecendo o envio de comunicações mais relevantes pelo canal. Junto a isso, também contribui para a personalização dos conteúdos, o que ajuda a reduzir rejeição, aumentar o engajamento e a mostrar que a marca conhece e respeita aquele consumidor. 

#2 Atendimento consultivo em tempo real: no Dia das Mães, muitas compras acontecem em cima da hora. Pensando nisso, o canal permite um atendimento ágil e humanizado, funcionando quase como um vendedor digital especializado. Esse contato direto ajuda o consumidor a decidir mais rápido, tirar dúvidas e aumentar a segurança na compra, fatores que contribuem para uma maior conversão.   

#3 Disparos transacionais como pilar de experiência do cliente: mensagens de confirmação de pedido, status de entrega ou retirada ganham ainda mais importância nessa data. Além de informativas, elas tranquilizam o consumidor, evitando ansiedade e frustração. Quando bem gerenciadas, contribuem para uma reputação positiva da marca a longo prazo.   

#4 Ofertas com senso de oportunidade, não de pressão: o WhatsApp é um canal relevante para comunicar ofertas pontuais, kits especiais ou condições exclusivas, desde que sem exageros. Nesta data, substituir mensagens agressivas por abordagens mais acolhedoras muda completamente a percepção da marca e aumenta a taxa de conversão. 

#5 Automações inteligentes com cuidado humano: chatbots e fluxos automatizados são aliados essenciais para escalar a operação nessa ferramenta, mas precisam ser desenhados com empatia desde a sua concepção, sempre com a possibilidade de transferência para um atendimento humano quando necessário.   

Canais conversacionais como esse se potencializam quando bem usados em estratégias de campanhas comemorativas, como o Dia das Mães. O consumidor está mais emocional e o WhatsApp é, naturalmente, o lugar onde já acontecem as conversas mais pessoais com família, amigos e pessoas próximas. Por isso, qualquer abordagem precisa soar mais como cuidado do que como propaganda. 

E é justamente aqui que está o ponto mais sensível e importante para que uma marca se posicione bem nesta data e, ainda, crie conexão com o consumidor, gerando impacto positivo nos resultados da campanha.  Evite mensagens excessivas ou intrusivas que apenas irão transformá-lo em um canal que gera ruído, bloqueios, denúncias e rejeição à marca.  Lembre-se sempre de ter cuidado com o tom emocional, de forma que o apelo seja respeitoso. Fuja de gatilhos forçados ou frases que pressuponham um relacionamento idealizado entre mães e filhos.   

A atenção também deve ser redobrada contra golpes e fraudes: datas emocionais são um terreno fértil para engenharia social, e marcas sérias devem investir em uma comunicação clara, com identidade validada e canais oficiais, protegendo seus clientes e reputação.  Trabalhe somente com bases opt-in e respeite as diretrizes do WhatsApp. 

O Dia das Mães não é apenas uma oportunidade comercial, é um teste de maturidade das marcas. Uma boa comunicação gera resultado, mas uma comunicação responsável cria marcas mais fortes, confiáveis e duradouras. Mais do que vender, é sobre se conectar de verdade. 

Márcia Assis é Gerente de Marketing da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp e RCS.  

   

Sobre a Pontaltech:  

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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NR-1: tudo que o RH precisa saber para se adequar

 


Por Gisele Matias

A pouco mais de um mês da entrada em vigor das atualizações da Norma Regulamentadora nº 1, prevista para 26 de maio de 2026, o cenário ganhou novos contornos com o pedido da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) para o adiamento da exigência de inclusão dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).  

A entidade solicitou ao Ministério do Trabalho e Emprego a postergação por, no mínimo, um ano, apontando lacunas técnicas, ausência de diretrizes claras e insegurança jurídica na aplicação da norma. Até o momento, no entanto, não há definição oficial sobre qualquer mudança de prazo — o que mantém as empresas diante de um cenário de incerteza, mas sem reduzir a urgência da preparação. 

Publicada em 2024, a atualização da NR-1 ampliou significativamente o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) ao tornar obrigatória a inclusão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Na prática, isso exige que as organizações passem a identificar, avaliar e documentar aspectos como sobrecarga de trabalho, assédio, falta de clareza nas funções, ausência de suporte da liderança e falhas na comunicação interna.  

Esses elementos, até então, não são padronizados, e variam de acordo com a realidade de cada empresa, o que exige um olhar individualizado sobre o ambiente organizacional. Nesse contexto, o PGR precisa refletir fielmente as condições específicas de cada operação, afastando abordagens genéricas que pouco contribuem para a efetiva gestão dos riscos. 

Outro ponto relevante é que a norma não trata do acompanhamento individual da saúde mental dos trabalhadores, mas sim das condições coletivas de trabalho. O foco está no ambiente, nos processos e na forma como o trabalho é estruturado e gerido. Isso representa uma mudança importante de perspectiva, especialmente para o RH: não se trata de identificar casos isolados, mas de compreender quais fatores organizacionais podem gerar impacto sobre os colaboradores, como grupo, e atuar preventivamente sobre essas causas. 

Até porque, o cenário é preocupante: dados divulgados pelo G1 do Ministério da Previdência Social mostraram que, em 2025, mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde no país. Ao todo, o Brasil registrou cerca de quatro milhões de licenças do trabalho no ano. 

Apesar da clareza conceitual da norma, o que se observa no mercado é uma movimentação acelerada em busca de soluções rápidas, muitas vezes sem a devida profundidade. Empresas implementam ferramentas, realizam diagnósticos ou contratam serviços, mas deixam de estruturar adequadamente os registros dessas ações. Canais de denúncia sem comunicação formal, treinamentos sem comprovação documental e iniciativas sem rastreabilidade são exemplos comuns que revelam uma fragilidade capaz de comprometer a empresa em uma eventual fiscalização, mesmo quando há esforço real de adequação. Mais do que executar ações, será essencial demonstrar, de forma organizada e consistente, tudo o que foi feito. 

Nesse cenário, o papel do Recursos Humanos se torna ainda mais estratégico. O departamento passa a atuar como um elo entre as exigências legais, as soluções disponíveis no mercado de saúde e segurança do trabalho, e a tomada de decisão da liderança. Cabe a esses profissionais não apenas garantir conformidade, mas também traduzir a norma em práticas viáveis, avaliando, criticamente, fornecedores, e assegurando que as iniciativas implementadas estejam alinhadas tanto à legislação quanto à realidade da empresa. 

É importante destacar que a NR-1 não introduz uma responsabilidade inédita, mas formaliza, com maior rigor e exigência de comprovação, um compromisso que já deveria fazer parte da gestão organizacional: a promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável. A diferença agora está na necessidade de método, consistência e evidência. 

Diante da possibilidade de adiamento, algumas empresas podem considerar postergar suas ações. No entanto, essa é uma decisão que envolve riscos. Isso porque, independentemente da definição do governo, o tema já está consolidado e tende a ganhar ainda mais relevância, tanto no campo regulatório quanto na gestão de pessoas.  

Para o RH, portanto, o momento não é de espera, mas de estruturação — com foco em consistência, governança e preparo para um cenário que, com ou sem prorrogação, já é uma realidade. 

Gisele Matias é Analista de Departamento Pessoal na PKF BSP. 

 

Sobre a PKF BSP:       

www.pkfbrazil.com.br       

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil       

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



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IA: é preciso desmistificar para transformar



Por Tânia Alves 

A Inteligência Artificial ainda é cercada por muitas ideias equivocadas no mundo corporativo. Na maioria das vezes, ela é vista como algo quase “mágico”, que pensa sozinha ou que possui uma vontade própria para tomar decisões. No entanto, quando olhamos de perto, a realidade é bem mais simples e, ao mesmo tempo, muito mais poderosa do que a ficção. 

Segundo estudo divulgado pela Newnew, 80% das empresas participantes utilizam algum tipo de aplicação da IA. Por sua vez, apesar da ampla presença da tecnologia, o nível de maturidade organizacional ainda é limitado, sendo que apenas 11% das lideranças avaliam que a implementação “deu certo”, enquanto a maior parte continua no nível intermediário. 

Antes de tudo, é fundamental desconstruir a ideia de que a IA pensa como um ser humano. Afinal, ela não tem consciência, não possui intenção e não “decide” no sentido humano da palavra. O que ela faz, na verdade, é algo mais objetivo: identificar padrões em grandes volumes de dados e usá-los para prever ou sugerir decisões futuras. Na prática, o processo é lógico. A tecnologia recebe os registros, sejam eles históricos ou em tempo real, aprende como essas informações se relacionam entre si e, com base nisso, aponta o que é mais provável de acontecer em um determinado cenário. 

Para ilustrar, podemos imaginar uma máquina que começa a apresentar pequenas variações antes de falhar completamente. Para um operador humano, essas mudanças podem ser imperceptíveis no início. Entretanto, a IA, ao analisar o histórico desses eventos e reconhecer o padrão que antecede uma quebra, consegue prever o problema muito antes de ele ocorrer. Isso não é intuição, é processamento de dados puro. 

No entanto, para que toda essa estrutura funcione bem, a IA depende de três elementos principais. O primeiro, e talvez o mais importante, são os dados. Sem eles, não existe inteligência, visto que são o combustível que alimenta todo o processo, venham eles de ERPs, CRMs ou de sensores espalhados por uma linha de produção. Contudo, aqui existe um ponto de atenção crucial: não se trata apenas de ter um volume gigantesco de informações, mas sobre ter dados bons. Até porque, se estiverem incompletos, desatualizados ou incorretos, a ferramenta também vai errar em suas previsões. 

O segundo pilar são os modelos, que nada mais são do que a “inteligência” por trás da tecnologia. Sem entrar em termos técnicos complexos, podemos pensar neles como formas de ensinar a máquina a reconhecer os padrões. Existem diversos tipos de modelos, mas todos compartilham o mesmo objetivo final: transformar dados brutos em previsões ou recomendações que façam sentido para o negócio. Por fim, o terceiro elemento é a capacidade de processamento, e é aqui que entram soluções essenciais como a computação em nuvem e equipamentos de alto desempenho, que permitem que a IA funcione tanto em grandes servidores quanto diretamente no chão de fábrica, onde a decisão precisa ser imediata. 

Compreender esses pilares ajuda a entender por que a IA deixou de ser uma tendência e se tornou um diferencial competitivo indispensável hoje. O motivo é simples: ela ajuda as empresas a tomarem decisões melhores e mais rápidas. Em um mercado onde a agilidade é tudo, antecipar problemas antes que eles aconteçam, automatizar análises que levariam dias para serem feitas manualmente e reduzir incertezas são vantagens que colocam qualquer operação em outro nível. O impacto é muito concreto e pode ser visto em diversas frentes. No setor industrial, o foco está em prever falhas e melhorar a qualidade dos produtos. No backoffice, a IA ajuda a identificar desvios e padrões em indicadores financeiros que poderiam passar despercebidos. No comercial, ela permite prever a demanda com uma precisão muito maior, evitando estoques parados ou falta de produtos. No fim das contas, empresas que usam a tecnologia bem aplicada erram menos e reagem mais rápido às mudanças. 

Apesar de todo esse potencial, é preciso entender que ela não resolve todos os problemas. Existem limitações claras que todo gestor deve conhecer. A primeira é a dependência absoluta de dados de qualidade. Além disso, falta ao recurso o que chamamos de contexto humano. Afinal, a IA não entende de cultura organizacional, não compreende estratégia de longo prazo e não possui sensibilidade emocional. Ela funciona melhor em cenários específicos e sua implementação exige investimento, especialmente na organização dos dados e na integração com os sistemas que a empresa já utiliza. 

Sendo assim, adotar a Inteligência Artificial não é apenas uma decisão técnica, mas uma decisão de responsabilidade. É fundamental manter a transparência, entendendo como a ferramenta chegou a uma conclusão, e garantir uma governança de dados que preze pela segurança. A supervisão humana deve ser constante, pois a decisão final continua sendo de quem entende do negócio e, neste caso, a tecnologia deve apoiar o julgamento humano, nunca o substituir completamente. 

Empresas que compreendem essa estrutura evitam investimentos sem retorno e focam em gerar valor real. A pergunta que as lideranças devem se fazer agora não é mais se devem usar a IA, mas onde aplicá-la com o objetivo correto e uma base sólida. No final, a tecnologia está apenas evidenciando uma separação clara: entre as empresas que evoluem e aquelas que, por medo ou falta de organização, acabam ficando para trás. 

Tânia Alves é Gerente de Engajamento do Cliente (CEE). 

Sobre a Okser  
A Okser é uma consultoria especializada na implementação do SAP Business One. Com 17 anos de expertise, atendendo empresas em todo o território nacional, a empresa já soma mais de 2 mil projetos realizados e mais de 3 mil usuários. A organização vai além, criando soluções tecnológicas personalizadas para lidar com qualquer desafio, simplificando processos e garantindo maior segurança e eficiência operacional. 


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    Cinthia Guimarães


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 Pode ser uma imagem de texto que diz "Nunca diga aos invejosos onde você consegue o seu pão. Eles podem matar O padeiro e queimar a padaria."

Araguaia migra para o SAP S/4HANA

 


Atualização vem ao encontro do plano de expansão da companhia 

Ser a primeira opção de empresa provedora de insumos e serviços no agronegócio brasileiro. Essa é a visão da Araguaia, uma das maiores e mais respeitadas distribuidoras de fertilizantes, sementes de soja e produtos agropecuários do Brasil. A fim de fortalecer sua base tecnológica, a empresa deu início ao projeto de migração do SAP ECC (ERP Central Component) para o SAP S/4HANA, software de planejamento de recursos empresariais. O projeto será realizado pela delaware Brasil. 

Presente no mercado desde 1978, a Araguaia cresceu e se consolidou no coração do Brasil. A companhia conta, atualmente, com mais de mil e seiscentos colaboradores, espalhados em suas frentes de negócios divididas em: sete fábricas de fertilizantes, uma fábrica de nutrição animal, uma unidade de beneficiamento de sementes de soja e 59 lojas localizadas em pontos estratégicos em sete estados brasileiros mais o Distrito Federal. 

A empresa possui uma jornada contínua de tecnologia; não à toa, já utilizava o SAP ECC há 15 anos. Por sua vez, à medida que a organização vem acentuando os planos de expansão, estava no roadmap acelerar a transformação digital, com o intuito de preparar a companhia para operar com mais eficiência, segurança e capacidade de inovação. 

Desta forma, foi identificado que havia chegado o momento de fazer a migração para o SAP S/4HANA, como explica Jean Braudes, gerente de TI da Araguaia. “Esse é um dos movimentos mais tecnológicos da nossa história e, por isso, tivemos um planejamento árduo junto com a presidência para localizar qual seria o período ideal para darmos início. Considerando a transição para a Reforma Tributária, nossos planos de expansão e o compromisso de manter a empresa na vanguarda, adotando as melhores práticas de negócios, entendemos que este é o momento certo para dar esse importante passo. 

O projeto de migração recebeu o nome de Keishō, inspirado no conceito japonês que representa transformação, renovação e evolução contínua. Após um rigoroso processo de seleção, a Araguaia escolheu a delaware. “Buscamos empresas que tivessem expertise tanto na solução quanto no nosso segmento. A delaware é reconhecida internacionalmente pela excelência em projetos SAP e conversões técnicas para o SAP S/4HANA. Desde o primeiro momento, a equipe realizou um excelente trabalho de discovery, reuniões e encontros que nos passaram segurança e o diferencial de respeitar as especificidades do nosso negócio”, pontua Braudes. 

Motivo de orgulho para Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil. “O agronegócio é uma potência econômica para o nosso país e a Araguaia está entre as empresas que contribuem para esse desempenho. É satisfatório, para nós, sermos os responsáveis por guiá-los para uma experiência ainda mais completa e moderna com a migração para SAP S/4HANA que, certamente, irá dar todo o suporte que eles precisam para essa nova fase”. 

A previsão é que o go-live do projeto aconteça entre o final de junho e o início de julho. O prazo leva em consideração o tempo para a Araguaia realizar testes, ajustes e estabilização, garantindo uma transição bem-sucedida antes do período de safra, que inicia a partir do segundo semestre do ano. 

Após a migração, a empresa espera obter maior performance e estabilidade nas operações, um ambiente mais seguro e preparado para tecnologias futuras, integração facilitada entre sistemas internos e externos, base robusta para ferramentas de analytics, automação e IA, melhoria dos processos e na experiência dos usuários e, principalmente, a garantia da continuidade das operações nos próximos anos. 

As expectativas com o projeto são as melhores e vêm ao encontro do plano de expansão previsto para os próximos 10 anos. “O SAP S/4HANA nos traz, além da segurança, um leque de oportunidades que podemos trabalhar para agregar em mais inovação e transformação digital para sustentar o nosso crescimento. Também fortalece nossa governança corporativa e aprimora nossos controles internos. Temos a certeza de que esse será um importante case de sucesso para as duas empresas”, conclui o gerente de TI. 

Sobre a delaware:  
A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedInInstagram e Facebook.   



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Jean Braudes, gerente de TI da Araguaia
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Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil
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