
domingo, 30 de novembro de 2025
Garantir precisão e rendimento na safra depende da manutenção de implementos

Garantir precisão e rendimento na safra depende da manutenção de implementos
Especialista da FertiSystem detalha os cuidados essenciais com os dosadores de adubo antes, durante e após o plantio e explica como diferentes tipos de dosagem desse insumo influenciam no desempenho e na economia no campo
Para muitos produtores, o momento de semear determina parte significativa do sucesso da safra, mas o que antecede esse instante, em termos de preparo de equipamentos, muitas vezes é negligenciado. Por exemplo, segundo a FertiSystem, empresa brasileira referência em tecnologias para dosagem e aplicação de fertilizantes e sementes, a manutenção pré-plantio do dosador não é um luxo: é fator crítico para evitar paradas de máquina, falhas na distribuição e perdas no rendimento final.
Isso porque, a agricultura moderna exige cada vez mais eficiência e precisão, e isso passa não só pelo solo, semente ou fertilizante, mas também pelo estado dos equipamentos que fazem as aplicações nas lavouras. Conforme explica Fábio Leone, promotor técnico especializado da FertiSystem, o cuidado deve começar antes. “Durante a semeadura para que o produtor não tenha nenhuma intercorrência, não precise parar em questão de tempo, por conta de algum eventual acidente ou problema que venha acontecer com os dosadores”, cita.
De fato, a literatura técnica confirma que a manutenção e regulagem de implementos agrícolas podem reduzir custos e elevar produtividade, realizar manutenção rotineira permite eliminar cerca de 25% dos custos com reparos. Um dos principais desafios na utilização de dosadores de fertilizantes é garantir que o produto seja distribuído uniformemente, nas quantidades certas, e no momento ideal. Para isso, o equipamento deve estar em boas condições.
Com base nas orientações do especialista da empresa, o agricultor pode seguir um checklist de manutenção pré-plantio:
- Limpeza completa do dosador logo após o término do plantio anterior, ou durante o intervalo de uso;
- Verificação de rolamentos, engrenagens, correntes e componentes de acionamento;
- Inspeção dos sensores de distribuição (adubo/semente) e calibragem correta do mecanismo de dosagem;
- Verificação do sem-fim: amplitude, desgaste e compatibilidade com a dose desejada;
- Lubrificação correta: quantidade de graxa, adequação dos lubrificantes conforme peças, atenção especial aos componentes plásticos que não toleram graxa ou óleo indevidos;
- Nivelamento da plantadeira, profundidade dos discos de deposição e regularidade da máquina no conjunto (se for pneumática ou mecânica);
- Uso do aplicativo indicado pela empresa para aferir a regulagem correta
Manutenção durante e após o uso
Mesmo durante o plantio, o estado do equipamento deve ser monitorado para não gerar sérios problemas de bloqueio ou má distribuição. Segundo o especialista, “se a plantadeira ficar parada por mais de três dias, é preciso retirar esse fertilizante dela para que ele não venha a cimentar e crie uma camada onde possa interromper o processo de distribuição ou até mesmo danificar o produto”, explica Leone.
Após o plantio, o cuidado continua: o contato prolongado entre fertilizante e partes metálicas pode levar à oxidação e desgaste prematuro. A recomendação é fazer a limpeza imediata e evitar lubrificantes indevidos nos componentes plásticos.
Tipos de dosagem
A escolha da dosagem também influencia diretamente no tipo de manutenção exigida. Não existe um dosador universal, ou seja, cada cultura e volume de aplicação pedem um ajuste específico. A dosagem de fertilizante, caso este seja de até 200 quilos por hectare ou acima disso, determina o modelo de sem-fim, e a regulagem adequada do sistema. Como explica o especialista da FertiSystem, “para alcançar a regulagem ideal existe um modelo específico para cada dose”.
Quanto mais sofisticado for o sistema de dosagem, maior será a necessidade de calibração e monitoramento. A automação e o uso de sensores agregam valor e precisão ao processo, mas só entregam o desempenho esperado quando o equipamento está limpo, calibrado e devidamente preparado antes do plantio.
Impactos de negligenciar
Quando a manutenção não é feita adequadamente, os riscos se multiplicam: interrupções no plantio, distribuição irregular de fertilizante, maiores custos com insumos e menor rendimento das culturas. No cenário brasileiro, onde a adoção do plantio direto (PD) e da agricultura de precisão vem crescendo, esses cuidados são ainda mais relevantes, destaca Leone.
Para produtores, técnicos e operadores de máquinas, a mensagem do profissional da FertiSystem é clara, “não há precisão sem manutenção”. O equipamento pode ter o melhor sensor, a última tecnologia de dosagem, mas se não estiver devidamente limpo, calibrado e “preparado” antes do plantio, o risco de falha existe. Investir em limpeza, inspeção e regulagem pré-plantio pode significar a diferença entre uma safra com bom rendimento e uma que ficou aquém das expectativas tanto em volume quanto em lucratividade.
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Avanços da formulação e aplicação de agroquímicos no Brasil é destaque em congresso global na China

Avanços da formulação e aplicação de agroquímicos no Brasil é destaque em congresso global na China
Empresa mato-grossense Sell Agro foi a única representante brasileira a participar do evento reforçando a importância e relevância das tecnologias nacionais
A brasileira Sell Agro marcou presença no 6th Ag Formulation & Application Technology Congress, realizado em Hangzhou, na China, um dos mais relevantes eventos internacionais dedicados à tecnologia de aplicação, formulações agrícolas e adjuvantes. Diferentemente de encontros com viés comercial ou focados em lançamentos de produtos, o congresso reúne universidades, institutos de pesquisa e empresas para discutir, em alto nível técnico, as tendências, os desafios e os avanços reais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para o setor.
Com sede em Rondonópolis (MT), a Sell Agro foi representada pelo químico e pesquisador em Agronomia Marcelo Hilário, responsável técnico da empresa e palestrante oficial do evento. Em sua apresentação, ele compartilhou uma análise aprofundada sobre o panorama brasileiro de formulações agroquímicas, abordando aspectos regulatórios, tecnologias de aplicação e as oportunidades emergentes para inovação no país.
Durante sua participação, Hilário destacou o protagonismo do Brasil no cenário global, impulsionado pela diversidade climática, pela complexidade operacional e pelo nível de avanço tecnológico nas lavouras. “O congresso é extremamente técnico. Empresas e universidades discutem ciência, inovação real e os rumos da tecnologia de aplicação. Nossa missão foi apresentar o cenário brasileiro, explicar os tipos de formulações mais usados, suas razões de predominância, além dos desafios impostos pelo clima, pela logística e pelas demandas da agricultura tropical”, afirmou.
O especialista também reforçou o posicionamento da Sell Agro no ecossistema global de inovação. “Apresentamos nossa estrutura de P&D e como ela já está alinhada às necessidades e oportunidades do mercado brasileiro. Voltamos com conversas avançadas para novas parcerias, que têm grande potencial de se consolidar e acelerar o desenvolvimento conjunto de soluções em formulação e tecnologia de aplicação”, destacou.
Tendências em formulações de agroquímicos no Brasil
Na palestra intitulada “Development Trends of Agrochemical Formulations in Brazil”, Hilário apresentou um panorama detalhado do setor, apontando como formulações mais utilizadas no país aquelas dos tipos SL (solução concentrada), EC (concentrado emulsionável), SC (suspensão concentrada) e WG (grânulos dispersíveis em água). Segundo ele, há um crescimento expressivo das formulações aquosas e sólidas, impulsionado por fatores como maior segurança, estabilidade e eficiência logística.
Entre as tendências globais que já começam a ganhar espaço no Brasil, foram destacadas as formulações orientadas para pulverização via drones, as aplicações de taxa variável, as formulações de liberação controlada e a nanotecnologia, o desenvolvimento de formulações com múltiplos ativos e a crescente digitalização do P&D, incluindo o uso de modelagem via inteligência artificial.
Hilário também abordou os novos desafios enfrentados no campo, como a expansão das fronteiras agrícolas, a intensificação dos cultivos, o aumento da pressão de pragas e o surgimento de resistências. A isso se soma a evolução do ambiente regulatório, que passa por modernização, maior rigor técnico e exigência crescente de dossiês robustos de eficácia, impactando diretamente as estratégias de formulação.
“O Brasil se tornou um verdadeiro laboratório a céu aberto. O clima tropical, a diversidade de culturas e a ampliação das áreas cultivadas exigem formulações cada vez mais estáveis, seguras e eficientes. Esse contexto acelera o desenvolvimento de tecnologias que, posteriormente, são assimiladas pelo mercado internacional”, ressaltou.
Ele também destacou a importância das novas tecnologias de aplicação, principalmente no contexto do uso de drones. “A pulverização em baixo volume, a interação com o fluxo de ar dos rotores e o risco de evaporação impõem a necessidade de novos adjuvantes, sistemas físico-químicos inovadores e ingredientes multifuncionais. Trata-se de uma verdadeira fronteira de inovação para o setor”, completou.
Contribuição da Sell Agro ao debate técnico global
Durante o congresso, a Sell Agro apresentou suas linhas de pesquisa e critérios técnicos para o desenvolvimento de formulações adaptadas às condições brasileiras. Entre os principais pontos destacados estiveram a estabilidade térmica, a performance em grandes amplitudes climáticas, a compatibilidade com pulverizadores de precisão e o desenvolvimento de adjuvantes alinhados ao manejo agrícola moderno.
Hilário reforçou o compromisso da empresa com a inovação aplicada. “Nosso foco é desenvolver soluções robustas, que funcionem no mundo real: sob altas temperaturas, em condições de chuva e vento, tanto em operações aéreas quanto terrestres. O futuro das formulações no Brasil passa pela ciência aplicada, e é exatamente isso que estamos entregando”, afirmou.
O evento também possibilitou o fortalecimento de conexões estratégicas com institutos de pesquisa da Europa, China, Índia e Estados Unidos. As reuniões iniciadas no congresso já evoluíram para tratativas mais avançadas, com potencial para resultar em projetos colaborativos nas áreas de formulação, adjuvantes e tecnologias de aplicação. “A Sell Agro está preparada para contribuir ativamente com esse avanço, conectando ciência, inovação e campo”, concluiu Marcelo Hilário.
Segundo o administrador, bacharel em direito e CEO da Sell Agro, Leandro Viegas, esta foi uma oportunidade clara de demonstrar que o Brasil não apenas acompanha, mas também lidera importantes tendências em tecnologia de aplicação. “Participar de maneira exclusiva deste congresso reforça o posicionamento da Sell Agro como uma das empresas brasileiras mais conectadas ao avanço científico global. Estar aqui significa antecipar tendências, compreender para onde o mundo está caminhando em formulações e adjuvantes e garantir que o produtor brasileiro tenha acesso ao que existe de mais moderno e eficiente”, diz.
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O que, de fato, está em jogo nas discussões sobre pejotização no STF?
O que, de fato, está em jogo nas discussões sobre pejotização no STF?
* por Mariana Piva
A chamada “pejotização” tem ocupado espaço relevante no debate jurídico e social contemporâneo. No exercício da advocacia trabalhista, observo com frequência que a constituição de pessoas jurídicas por trabalhadores, em determinados contextos, serve como instrumento para mascarar uma relação de emprego que, materialmente, preenche todos os requisitos previstos no artigo 3º da CLT: pessoalidade, habitualidade, subordinação e onerosidade. Não se trata, portanto, de mera discussão terminológica, mas de uma questão que envolve segurança jurídica, equilíbrio contratual e a própria dignidade da pessoa que trabalha.
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que determinou a suspensão nacional de todos os processos envolvendo a validade de contratos de PJ com indícios de vínculo empregatício, representa um marco processual. Essa medida ocorre em meio a um cenário de explosão da litigiosidade! A pejotização já ocupa o 16º lugar entre os temas mais judicializados na Justiça do Trabalho. Para se ter uma ideia mais clara do impacto, trago os dados de 2024 Tribunal Superior do Trabalho (TST), que ajuizou 285 mil processos requerendo o reconhecimento de vínculo de emprego, um aumento de 57% em relação ao ano anterior.
Trata-se, portanto, de um debate que transcende a esfera processual. Estamos diante de uma discussão sobre os limites da flexibilização trabalhista, da preservação da segurança jurídica e da proteção da dignidade nas relações laborais. Um estudo da FGV-EESP revela que 53% dos microempreendedores individuais (MEIs) atuam, na prática, como trabalhadores subordinados, ou seja, não exercem atividade empresarial por escolha, mas sim por imposição contratual que lhes retira garantias previstas na legislação celetista.
A pejotização pode se apresentar, em situações específicas, como um modelo legítimo e eficiente. Há casos envolvendo executivos de alta renda ou profissionais liberais qualificados, com efetiva autonomia negocial e interesse em manter tal regime, inclusive pelas vantagens econômicas que oferece. Por outro lado, a utilização indiscriminada desse formato, sem critérios objetivos e adequados à natureza da função, tende a gerar insegurança jurídica e a fragilizar relações contratuais, impactando não apenas trabalhadores, mas também empresas, que se expõem a questionamentos e passivos relevantes.
Dessa forma, a garantia da segurança jurídica demanda a manutenção de um critério objetivo bem estabelecido para a adoção da ferramenta, restringindo-a aos chamados “hipersuficientes”. A alternativa seria a criação de uma figura jurídica intermediária, à semelhança do “worker” no direito britânico, que garante direitos básicos e recolhimentos previdenciários, preservando algum grau de flexibilidade. No ponto contrário, sem o estabelecimento de parâmetros claros, o risco é institucionalizar um mecanismo de supressão de direitos, com repercussões inclusive retroativas.
Sob a ótica empresarial, a insegurança jurídica decorrente desse cenário é evidente. Em operações de fusões e aquisições, é cada vez mais comum que investidores estrangeiros exijam a migração de contratos para o regime celetista, diante do temor de passivos trabalhistas. É recorrente o argumento de que a pejotização fomenta o empreendedorismo, uma premissa que, a meu ver, não se sustenta. O verdadeiro obstáculo à atividade empresarial no Brasil reside na complexidade tributária e na burocracia excessiva. Empresas inovadoras e escaláveis, ao se consolidarem, tendem a regularizar vínculos, não a perpetuar modelos frágeis.
Caso o STF opte por modular a decisão, fixando critérios precisos e proporcionais, haverá um avanço importante na segurança jurídica, trazendo previsibilidade tanto para empresas quanto para profissionais. Por outro lado, a validação ampla e irrestrita da prática de pejotização pode gerar distorções, estimulando o uso indiscriminado dessa forma contratual sem a devida correspondência em obrigações e responsabilidades, o que tende a aumentar litígios e incertezas.
Não se trata de restringir a liberdade contratual, mas de estabelecer parâmetros claros para que seja exercida de forma equilibrada. Contratos estruturados de maneira transparente e condizente com a realidade da prestação de serviços são essenciais para mitigar riscos e fortalecer relações de trabalho, seja no regime celetista, seja em modelos alternativos. O papel do STF será justamente o de definir balizas que conciliem flexibilidade e proteção, evitando que a pejotização seja utilizada de forma abusiva e preservando, ao mesmo tempo, o ambiente de negócios e a competitividade empresarial.
Por Mariana Piva Zadra David, sócia da área trabalhista no Marcos Martins Advogados
Anna Mattos
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Marca não é verniz! É arquitetura de negócios
Marca não é verniz! É arquitetura de negócios
* por Thais Trapp
No imaginário corporativo, o termo "branding" ainda reside em um plano quase estético, associado a projetos de identidade visual, logotipos ou campanhas publicitárias. Essa visão, entretanto, é perigosamente limitada. Em um ambiente de negócios cada vez mais volátil e complexo, o branding não é uma camada de verniz sobre a empresa. É, na sua essência, a arquitetura estratégica de um negócio, um processo contínuo de tornar tangível o que a empresa precisa ser para continuar relevante e competitiva.
O que grandes marcas globais como Instagram e Pepsi fizeram nos últimos anos, por exemplo, transcende a simples reestilização. Esses movimentos evidenciam a compreensão de que a marca não é apenas um vetor de comunicação, mas um sistema operacional de decisões. É ela que conecta a cultura interna ao posicionamento externo, que direciona o desenvolvimento do portfólio, que reorganiza prioridades comerciais e reposiciona a companhia em seu ecossistema competitivo. Na prática, uma marca bem construída funciona como uma matriz de clareza, orientando a ação em todos os níveis — do board ao time comercial, do produto à área de pessoas.
A tese é validada por estudos consolidados que endossam o branding como uma alavanca real de valor e competitividade. Uma análise da McKinsey, que acompanhou 300 empresas por cinco anos, mostrou que organizações com práticas consistentes de design e construção de marca registraram um crescimento de receita 32 pontos percentuais superior à média. De acordo com a Harvard Business Review, 64% dos consumidores afirmam que valores compartilhados são a principal razão para a sua lealdade, evidenciando o impacto direto que a consistência da marca exerce na resiliência do mercado.
Esse cenário se torna ainda mais crítico no universo B2B. Neste contexto, as decisões de compra não são movidas por impulso, mas por critérios racionais: o cliente compra clareza, governança, escalabilidade, vantagem competitiva e, sobretudo, retorno sobre o investimento. Em mercados de alta complexidade e pressão por performance, como o de tecnologia, a marca precisa ser uma promessa de consistência. Não basta comunicar bem. É preciso entregar o que se comunica, com disciplina e precisão.
E o que acontece quando essa visão é colocada em prática? A marca funciona como um catalisador da transformação. Essa transformação pode ser demandada por ciclos de grande crescimento e momentos estratégicos como o ingresso de investidores e processos de fusão e aquisição. Momentos assim fazem da revisão da marca uma inevitabilidade.
Esse é um processo que não se limita à estética. Envolve a revisão do portfólio de soluções, a formalização de ritos culturais, a construção de novos critérios de priorização estratégica e, acima de tudo, a internalização de um novo mindset: o de que o branding é responsabilidade de toda a organização, e não apenas da área de marketing. Essa abordagem é o que permite que a marca se torne um sistema de decisão estratégica, em que cada ponto de contato com o mercado traduz a coerência entre identidade, entrega e ambição de futuro.
A reflexão que se impõe às empresas, especialmente àquelas em setores tradicionalmente céticos ao papel da marca, é simples: se seu branding não está moldando decisões internas, guiando a cultura, orientando o portfólio e habilitando o crescimento real, talvez o problema não esteja no conceito. Talvez a questão esteja em como as lideranças, a começar do CMO, estão enxergando o papel da marca.
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Anna Mattos
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Receita de panqueca de fubá com goiabada cremosa
Receita de panqueca de fubá com goiabada cremosa
Aprenda a fazer o prato estilo americano com um toque brasileiro
PANQUECA AMERICANA DE FUBÁ COM GOIABADA CREMOSA
QUALY VITA

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 30 minutos
Nível de dificuldade:
(x) Fácil
( ) Médio
( ) Difícil
Tipo de receita:
( ) Salgada
(x) Doce
Ocasião:
(x) Café da Manhã
( ) Almoço
(x) Lanche da Tarde
( ) Jantar
Categoria:
( ) Bolos
( ) Brigadeiros
( ) Brownie
( ) Cookies
( ) Lanches (sanduíches + pães de queijo + salgados)
(x) Outros (Doces)
( ) Pães
( ) Pizza
( ) Pratos salgados (comidas)
( ) Saladas
( ) Sopas
( ) Tortas Doces
( ) Tortas Salgadas
Ingredientes:
- 1 ovo (50g)
- 2 colheres (sopa) de açúcar (25g)
- 2 colheres (sopa) de Qualy Vita (20g), derretida
- ¾ xícara (chá) de leite (180ml)
- 1 xícara (chá) de fubá fino (105g)
- ½ xícara (chá) de farinha de trigo (70g)
- 1 colher (sopa) de fermento químico em pó (20g)
- 1 pitada de sal
- ½ xícara (chá) de goiabada cremosa (150g)
- ½ xícara (chá) de queijo minas frescal em cubos pequenos para decorar (50g)

Modo de preparo:
- Em uma tigela, misture o ovo e o açúcar. Acrescente a Qualy Vita derretida e logo em seguida o leite e mexa até obter uma mistura homogênea.
- Adicione o fubá, a farinha, o fermento e o sal e mexa até obter uma massa cremosa.
- Aqueça uma frigideira antiaderente e unte levemente com Qualy Vita.
- Coloque pequenas porções de massa na frigideira, dourando dos dois lados até estarem firmes.
- Sirva as panquecas empilhadas, acompanhadas de goiabada cremosa e queijo minas frescal.
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Hiperpersonalização e IA movimentam a Black Friday
Lavagem incorreta do sistema de gotejamento pode afetar a produtividade

Lavagem incorreta do sistema de gotejamento pode afetar a produtividade
Especialista da multinacional israelense Rivulis orienta sobre boas práticas que mantém a irrigação eficiente e operacional por mais tempo
A irrigação por gotejamento é um investimento estratégico e de longo prazo. Diante das constantes mudanças climáticas e da irregularidade das chuvas, ela se tornou essencial para garantir produtividade, qualidade e estabilidade na produção. Quando bem planejada, instalada e mantida, a irrigação proporciona resultados expressivos, otimizando o uso da água e dos nutrientes.
No entanto, como qualquer sistema altamente tecnológico, seu desempenho depende diretamente da manutenção adequada. Um dos pontos mais críticos, e muitas vezes negligenciados, é a limpeza do sistema. Quando feita de forma incorreta, independente do projeto, a eficiência será afetada ao longo do tempo.
Segundo o especialista no tema, Matt Clift, Diretor de Gestão Global de Produtos e Marketing da Rivulis, um erro frequentemente observado é que, às vezes, os produtores pensam que estão limpando suas linhas laterais da forma necessária, porém na maioria das vezes, não conseguem remover todas as sujidades. “Sem a vazão correta, eventualmente, a sujeira se acumula no gotejador obstruindo a passagem de água e comprometendo o funcionamento do sistema”, explica.
O que a lavagem realmente significa
Para ser eficaz, a água deve se mover pelo sistema com velocidade suficiente para arrastar e eliminar os detritos. O especialista orienta que para linhas laterais, isso significa atingir uma velocidade mínima de 0,3 metro por segundo. Já as linhas laterais subsuperficiais é necessária ainda mais velocidade, cerca de 0,5 metro por segundo. “Sem essas medidas, sujidades como lodo e argila que passam pelo conjunto de filtragem podem com o tempo decantar e formando partículas maiores dentro das linhas laterais comprometendo o desempenho do sistema”, diz Clift.
Ainda segundo o especialista, um ponto fundamental é ter cuidado com o o final das linhas laterais, pois essas pequenas válvulas “normalmente abertas” fecham quando após um período curto de tempo. Isso cria uma descarga rápida e benéfica para o sistema de irrigação , mas não substitui uma limpeza correta.
Pontos chaves de como fazer
Os produtores devem realizar a limpeza dos sistemas no início, durante e no final de cada safra. A frequência, nesse caso, depende da vida útil prevista dos tubos gotejadores e da qualidade e quantidade de água que passa pelo sistema de irrigação. “A baixa qualidade da água, o uso dos tubos gotejadores em vários ciclos produtivos e a aplicação de grandes volumes de água levam à necessidade de realizar mais descargas para a limpeza”, conta Clift.
A operação deve ser feita na seguinte ordem: tubulação principal, tubulação secundária e, por fim, as linhas laterais. É importante saber quando a descarga de água está completa. “Você verá primeiro água suja saindo dos tubos, depois a água limpa, depois suja novamente e, por fim, limpa. Não pare ao primeiro sinal de água limpa, é preciso aguardar o segundo estágio dela limpa antes de concluir”, detalha o especialista.
Proteção do investimento das culturas
Emissores entupidos levam a uma irrigação ineficiente, o que pode causar estresse nas plantas e menor produtividade. Além disso, o acúmulo de detritos reduz a vida útil dos equipamentos do sistema de irrigação. "A limpeza com água na velocidade adequada não é algo glamoroso, mas é uma das maneiras mais simples de proteger o sistema e garantir uma operação uniforme", endossa Clift.
Para saber mais sobre essas técnicas e parâmetros de desempenho, a Rivulis desenvolveu um conjunto de Guias de Irrigação por Gotejamento que podem ser baixados em https://www.rivulis.com/knowledge-hub/. A limpeza está contida no Livro 4 e fornece um guia passo a passo detalhado sobre como obter o máximo desempenho.
Sobre: A Rivulis é líder global em microirrigação, focada em promover uma cadeia de abastecimento agroalimentar sustentável. A empresa oferece soluções de irrigação e, com 80 anos de inovação confiável no campo, possui 19 grandes unidades de fabricação em 15 países, 2.500 funcionários localizados em 35 países, três Centros de P&D (Israel, Califórnia e Grécia) e vários Centros de Design de Projetos de Irrigação ao redor do mundo. Para saber como a Rivulis pode ajudá-lo a crescer além das suas maiores expectativas, temporada após temporada, visite www.rivulis.com.
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Kassiana Bonissoni
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Consumidores aproveitam Black Friday e buscam serviços de assistência técnica para preparar notebooks e desktops para o fim de ano

Consumidores aproveitam Black Friday e buscam serviços de assistência técnica para preparar notebooks e desktops para o fim de ano
ibyte Service oferece diagnóstico gratuito e 15% de desconto em todos os serviços no dia 28; ação reforça busca por suporte técnico de confiança durante período de alta demanda
A Black Friday voltou a movimentar o varejo brasileiro, impulsionada pela proximidade das festas de fim de ano, período marcado por presentes, confraternizações e maior uso de dispositivos eletrônicos no cotidiano das famílias. Com isso, cresce não apenas a procura por produtos, mas principalmente por serviços de manutenção e suporte técnico confiáveis, capazes de preparar notebooks e desktops para o período mais intenso do ano.
Nesse cenário, o ibyte Service se destaca como o principal diferencial da campanha 2025. No dia 28 de novembro, todas as lojas da ibyte oferecerão diagnóstico gratuito para notebooks e desktops, um serviço que, normalmente pago, será disponibilizado sem custo para qualquer cliente durante a ação especial da Black Friday. Além disso, todos os serviços da assistência técnica, incluindo upgrade, formatação, troca de peças e reparos, terão 15% de desconto, o maior percentual já aplicado pela rede. E para completar, quem contratar qualquer serviço no dia receberá uma limpeza preventiva básica totalmente gratuita, benefício exclusivo para atendimentos realizados na data.
A relevância desse movimento ganha ainda mais força quando analisada sob o comportamento recente dos consumidores. A pesquisa Tendências de Consumidores, da Associação Brasileira de Automação GS1-Brasil, mostra que a compra presencial de eletrônicos voltou a crescer, passando a representar 44% das vendas de computadores e acessórios, impulsionada pela busca por atendimento especializado, testes em loja e suporte imediato. O serviço técnico acessível, rápido e seguro torna-se, portanto, peça-chave nesse momento de alta demanda.
Em paralelo às ofertas do ibyte Service, a empresa também destaca o portfólio da Get, marca que passou por rebranding após duas décadas como Goldentec e que reforça a presença no varejo com soluções para diferentes perfis. As lojas contam com caixas de som e soundbars para festas, monitores e computadores para estudo e home office, headsets e acessórios gamer muito procurados para presentes, além de nobreaks que protegem equipamentos em períodos de instabilidade elétrica. Todos produtos disponíveis com valores promocionais ao longo da Black Friday.
Combinando serviço técnico especializado, diagnóstico gratuito, descontos inéditos e um portfólio completo de tecnologia, a ibyte reforça sua estratégia para oferecer ao consumidor uma Black Friday mais segura, eficiente e alinhada às necessidades reais do período.
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Débora Marques - 85 98181-1811
Ionara Monteiro - 85 98844-0308
Vinícius de Oliveira - 85 99614-0836
A importância da troca adequada de velas de ignição para o bom funcionamento do motor
A importância da troca adequada de velas de ignição para o bom funcionamento do motor
Manutenção adequada garante desempenho, eficiência de combustão e evita falhas elétricas.
São Paulo, novembro de 2025 – A instalação adequada das velas de ignição é fundamental para o bom funcionamento do motor. O torque correto, ou seja, a força aplicada ao apertar a vela, garante segurança, desempenho e durabilidade, evitando problemas como rosca espanada, superaquecimento e mau contato elétrico.
Motores modernos, especialmente os modelos downsizing, com menor cilindrada e múltiplas válvulas, possuem velas de rosca mais longas e estreitas, o que torna ainda mais importante a aplicação do torque correto. Velas instaladas com torque inadequado podem causar danos graves ao motor. Para auxiliar os mecânicos, a NGK, marca da Niterra especializada em sistemas de ignição, compartilha recomendações para uma manutenção segura:
1- Verificar a aplicação correta do produto: a Niterra disponibiliza consultas online em seu site, aplicativo e tabelas de aplicação. Para um mesmo veículo, podem existir diferentes tipos de velas, dependendo da cilindrada, do tipo de combustível, da potência do motor e da presença de turbo.
2- Rosquear manualmente: fazer a troca dessa forma evita impactos e danos durante a instalação.
3- Usar ferramentas adequadas e bem conservadas: inclinações ou ferramentas desgastadas podem danificar a vela.
4- Manter a ordem de ignição: o posicionamento correto dos cabos de ignição previne falhas no motor.
5- Atenção ao torque necessário: o torque excessivo alonga o castelo metálico, dificulta a dissipação de calor, danifica a rosca da vela e do cabeçote e aumenta o risco de rompimento da rosca da vela ao ser removida. Já o torque insuficiente compromete a troca térmica, podendo causar superaquecimento, soltura da vela e prejuízo na combustão e na eficiência do motor.
“O torque correto é fundamental para a eficiência da combustão, especialmente em motores em que o posicionamento da vela é projetado para otimizar a queima da mistura ar-combustível, exigindo que a vela siga rigorosamente as especificações do fabricante, incluindo tipo, material e torque de aperto”, explica Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra do Brasil.
Cuidados adicionais com a vela
Não se deve realizar limpeza inadequada com escovas de aço ou materiais abrasivos, pois esse manuseio causa danos na vela de ignição e comprometem sua integridade.
O uso de combustíveis de baixa qualidade favorece a contaminação na região da ponta ignífera e oxidação na região da rosca, enquanto a falta de manutenção preventiva impede a identificação precoce de problemas. Esses fatores podem causar falhas de ignição, dificultar a partida do motor, reduzir a eficiência da combustão, aumentar o consumo de combustível e gerar desgaste prematuro dos componentes do sistema de ignição. Seguir boas práticas de instalação, manutenção e utilização é, portanto, essencial para manter o motor confiável e eficiente, protegendo a vela contra eventuais danos.
Em caso de necessidade de substituição de componentes danificados por torque incorreto ou uso de combustíveis de baixa qualidade, a Niterra oferece suporte completo no aftermarket, fornecendo peças como velas de ignição convencionais e de metais preciosos. Esses produtos garantem a manutenção adequada e segura do motor e de seus componentes relacionados.
Sobre a Niterra
A multinacional NGK SPARK PLUG entrou em um processo de expansão e passou a se chamar Niterra Co., Ltd. Fundada em 1936, em Nagoia, no Japão, é a maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, com forte presença em todos os continentes. No Brasil, a empresa atua há 66 anos, conta com cerca de 1.300 funcionários e possui uma fábrica com 625 mil m² em Mogi das Cruzes (SP). Em 2023, a companhia passou a se chamar oficialmente Niterra – a combinação das palavras latinas niteo e terra, que significam, respectivamente, “brilhar” e “planeta terra”. O novo nome é um marco na história do grupo, que expressa o comprometimento em contribuir para uma sociedade mais ambientalmente sustentável e um planeta mais brilhante, bem como reflete tanto a jornada da empresa pela expansão contínua de seu portfólio de negócios quanto as transformações em curso na indústria automotiva, conforme o Plano de Gestão de Longo Prazo NGK SPARK PLUG 2030. As marcas NGK (componentes automotivos) e NTK (sensores) foram mantidas para ambos os negócios. Para mais informações, acesse http://www.ngkntk.com.br/
RPMA Comunicação
Anna Carla Jurazecki | (11) 94247-6804
Carina Eguia | (11) 98538-0059
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sábado, 29 de novembro de 2025
COLUNA MALHA FINA - JORNAL A REGIÃO - 29/11/2025
Um bando de traíras no UB
A gente não entende por que o prefeito de Ilhéus, Valderico II, que é da
oposição ao PT, apoia a reeleição de Leur Lomanto Jr que, apesar de ser
do União Brasil, claramente está do lado de Lula. No placar dos
traíras, ele tem registro de votar 71% das vezes com o regime de Ludrão.
Não é o único traíra no UB. Tem ainda Paulo Azia, José Arrocha, Artur
Mala, Elmar Falecimento e Dal Barrento.
Devem ser "oposição trans"
Na prática, todos os deputados federais do União Brasil votam com o
governo. De toda a bancada baiana, somente dois votam consistentemente
com a oposição, com os patriotas: Roberta Roma e Capitão Alden, ambos do
PL. Não é problema os deputados do União Brasil votarem com o PT. O
problema é ter a cara de pau de dizer que são de oposição. Não são,
nunca foram. Só fingem ser.
Valorização sob encomenda
Gente ligada ao PT diz que o sinistro Rui B. Osta está por trás das
pesquisas que colocam seu nome no lugar de Zeronimo para a disputa do
governo em 2026. A desta semana, da Big Data, mostra Zeronimo perdendo
para ACM Neto de 44% a 35%, mas quando o nome é de B. Osta, ele ganha de
43% a 42%. De quebra, a pesquisa mostra que 50% dos baianos desaprovam o
desgovernador. Faz sentido...
Carreira alternativa pro capetão
Demitido pela população de Itabuna, sem saber em que partido vai ficar
nem quem vai apoiar, Capetão Azêdo parece aquele adolescente que
completa 18 anos sem saber que curso vai escolher no vestibular. Se ele
finalmente decidir por um grupo, pode tentar uma candidatura a deputado
em 2026. Mas, se não der certo, pode ir pescar com o senhor da foto, que
pegou um bagre no Rio Cachoeira.
Derrubando as narrativas
É espantoso que exista peixe num rio que todo mundo diz estar morto e
todo político promete "recuperar". O papo furado de ambientalistas
promete essa recuperação há décadas, incluindo anúncio com festa e
plantação de "milhares de árvores" que sempre para na primeira. Se este
pescador não tivesse sido flagrado por Geraldo Borges, a gente ia
continuar achando que o rio "está morto".
Está quase ficando bom
Depois de muito tempo, até que enfim a Zona Azul de Itabuna ganhou os
totens onde o motorista pode pagar o estacionamento sem ter que instalar
o aplicativo guloso ou esperar sentado por uma monitora. É um avanço,
mas os vereadores deviam exigir que a cobrança seja proporcional, como
nos totens de Gramado/RS. Se voce fica 27 minutos, paga por 27 minutos,
não uma hora.
Arma eleitoral na mão
A nova pesquisa da empresa Big Data aumenta a dor de cabeça do
desgovernador Zeronimo, do Partido dos Traficantes, e faz o sinistro Rui
B. Osta sorrir de orelha a orelha. Ela mostra Zeronimo levando goleada
de 44 x 35 de ACM Neto e também que se ele for substituído por Rui na
disputa do governo, a briga fica empatada. O povo de Rui já usa isso
para pressionar pela desistência de Zeronimo.
A pergunta certa é outra
O argumento de Rui é que "só ele" pode bater ACM Neto e se Zeronimo for o
candidato o PT vai "entregar o poder a Neto". Rui quer tomar o lugar de
Zeronimo na chapa, o que seria inédito no PT, que usou o argumento de
"direito à reeleição para quem está no cargo" nas de Wagner e do próprio
Rui. Zeronimo deve pensar "logo na minha vez?" Mas devia pensar se não é
Rui por trás das pesquisas.
Está jogando a toalha?
Por sinal, o desgovernador Zeronimo desconversou quando perguntado sobre
a pesquisa. “Eu tenho que trabalhar. De manhã, de tarde, meio dia e de
noite trabalhando," disse. Claro, quando não está passeando no exterior
por nossa conta, fazendo dancinha para o Tik Tok ou postagens no
Instagram. E acabou admitindo a não reeleição: "vou continuar assim até o
último dia do meu governo”...
Uma inovação alaranjada
A criatividade de quem é pego com a mão onde não devia é ainda maior na
Bahia. A PF fez operação para pegar uma quadrilha fraudando compra de
material de construção na Prefeitura de Itacaré e lavando a grana em
empresas de laranjas. Tudo no governo de Tonho de Anísio. A desculpa
dele é que "adotou modelo diferente de execução de obras públicas". Pois
é, diferente do que a lei permite.
O trauma da morte súbita
O finado Gelado Limões, quando era vivo, passou 40 anos no Partido dos
Traficantes, mas não enxergou que estava morrendo politicamente, mesmo
perdendo eleições seguidas e vendo a votação cair 3 mil votos a cada uma
delas. Só sentiu a mão fria da morte quando foi humilhado e perdeu o
diretório que fundou e usava como feudo. A derrota para Mané Porfírio
parece ter mexido com a cabeça ele.
Da sala para o quintal
Gelado fez o impensável para qualquer petista, apoiando o candidato da
oposição, ainda por cima fazendo parceria com ACM Neto, o Batman do
Coringa PT. Sem respeito nem espaço no PT, sem amigos nem aliados, o
enterro foi de capela vazia, mas ele não desistiu. Saiu da tumba para
dizer que pode mudar para um dos puxadinhos do PT, o aloprado Psol. Vai
ser candidato "reborne" em partido que não sabe nem o que é uma mulher..
Receita de vexame futuro
A ideia de Gelado é disputar uma cadeira de deputado, como quando era
vivo. Deve ter esquecido que ectoplasmas não têm voto nem para vereador,
quanto mais deputado. A "força" do Psol também não ajuda. O puxadinho
não tem nenhum deputado estadual nem federal na Bahia. É juntar o nada
com coisa alguma. Mas Gelado diz que está "avaliando com os amigos".
Todos os três?
Tirando o sono da galera
Na semana passada a gente se perguntava como vai ser quando as águas do
Rio Cachoeira cobrirem a obra da nova ponte no Conceição. Deus resolveu
dar uma dica sem exagerar muito. Subiu um pouquinho o nível do riio,
fazendo ele transbordar na represa. Foi o suficiente para espantar os
operários, com a água já passando por cima da barreira que fizeram e
cercando os pilares. Imagine se subir mais...
Previsão feita em Nárnia
Uma pesquisa do IBGE, (aquele que desenhou o mapa mundi de cabeça para
baixo) diz que, na Bahia, pessoas de 60 anos têm esperança de viver mais
22,9 anos, em média. Ou seja, até quase 83 anos. No estado mais
perigoso do país, onde 6 mil são assassinados por ano... O IBGE devia
avisar que essa previsão é para quem não entra em bairros dominados por
facções ou não leva bala perdida nos tiroteios diários.
Tem cupim nessa madeira
Não se sabe se é uma direita burra ou uma esquerda esperta, mas uma
delas está por trás de dois movimentos que não fazem sentido. Um é
convencer Tarcísio de Freitas a não concorrer à uma reeleição garantida,
e de goleada, para disputar a presidência. Outro é convencer ACM Neto a
ser vice de Tarcísio, abandonando uma disputa que lidera e cresce a
cada dia, contra um Zeronimo definhando.
Essa fumaça vai ter fogo
A falta de sustança da candidatura de Zeronimo é tão flagrante que
pipocam boatos de substitutos. Já falaram em Jaques Waguinho, em Rui B.
Osta e agora até Otto "fake ortopedista" Além Mar. O senador teve que
aparecer na midia para desmentir que vai abandonar o grupo do PT para
ser candidato separado ao governo. Por enquanto. Porque o PSD não engole
a chapa "facção única" do PT.
PSD pode repetir o PP
O argumento é de que o Partido dos Traficantes vai deixar Coroné Anjo de
fora da chapa e, por isso, Otto sairia separado. Na verdade, é bem mais
provável ele continuar curtindo o trabalho mole de senador por mais
quatro anos, sem ninguém enchendo o saco, e emplacar o Coroné para o
senado na chapa de ACM Neto. Seria o troco perfeito ao PT e uma
repetição da crise que levou o PP a sair da facção em 2018.
Por enquanto no galinheiro
O Superior Tribunal de Justiça negou o pedido de soltura de Binho
Galinha e sua família. Binho, Dona Galinha e o filho Pintinho vão
continuar presos no galinheiro. Mas eles devem continuar recorrendo para
conseguir a liberação. Se chegar no STF, com certeza serão soltos pelo
ministro laxante que soltou todos os bandidos que apelaram a ele. É isso
ou imitar o filme "Fuga das Galinhas".
Pintura lavável com água
A secretária Sônia Fontes está revolucionando Itabuna com obras ousadas,
mas às vezes é preciso tirar um tempo para cuidar do dia a dia e cobrar
empreiteira incapaz. A faixa de pedestres da Beira-Rio, em frente à
lateral da Praça Pastor Hélio, foi apagada pela que fez o asfalto novo e
pintou setas em cima. Isso foi "outro dia", mas as setas já
desapareceram. Deve ter usado giz de cera.
Ajuda nós aí, tia Sônia!
Este local sempre foi e continua sendo passagem de pedestres, inclusive
com corte no canteiro e rampa para cadeirantes. Sônia podia mandar a
empresa repintar a faixa de pedestre nos dois lados, mas não com giz de
cera como fez antes, e sim com tinta de demarcação viária. E aproveitar
para tapar os buracos da mão que vai para a Câmara, que estão perto de
completar aniversário.
Tão com fome ou gordos?
O Partido dos Traficantes está fazendo uma bagunça com a narrativa da
fome. O chefe da facção, o Lu 9 Dedos, disse que "acabou com a fome no
Brasil" que, antes dele, tinha "200 milhões de pessoas passando fome".
Então para que o tal Bahia Sem Fome? De qualquer forma, o Tribunal de
Contas da Bahia revelou que essa balela não tem nem plano de trabalho.
Já o IBGE diz que na Bahia do PT 40% estão famintos...
Será a primeira prefeita?
A candidatura de Gelado Limões a prefeito pelo aloprado Psol seria a
repetição do Ba x Vi que deu o diretório do PT de Itabuna para Mané
Porfírio. Só que desta vez os dois podem ser tratorados pela secretária
Sônia Fontes. Ela vai chegar em 2028 com uma coleção de obras, prontas e
inauguradas, impossível de bater. Além disso, Augusto faria história de
novo, elegendo a primeira prefeita de Itabuna.
Andou aprendendo com Dilma
Zeronimo se superou na bobagem nesta semana. Ele já pediu - e as
cadelinhas da Alba aprovaram - 21 empréstimos que os próximos
governadores terão que pagar. Quando pediu mais um e foi criticado por
endividar o estado, saiu com uma frase de perfeita imbecilidade: "o
objetivo é aliviar a dívida, porque os juros sobre juros criam um débito
prejudicial". Ou seja, se endivida mais para evitar... se envididar.
Regulamento para que?
O último empréstimo, de R$ 2 bilhões, só não foi aprovado porque o
deputado Sandro Régis, da oposição, percebeu que os "deputados do job"
do desgovernador ainda estavam almoçando (às 14h30) e pediu verificação
de quórum. Não tinha e a sessão caiu. A presidente da Alba, Ivana Basta,
reclamou que ele "não cumpriu o acordo". Ué, tem acordo para votar
mesmo sem quórum?
Minoria mandando na casa
Não custa lembrar que a decisão de aprovar outro empréstimo de R$ 700
milhões foi tomada por apenas 14 dos 63 deputados, justamente por
ninguém pedir para ver se tinha a quantidade mínima. Agora a oposição
aprendeu. Os "deputados do job" vão ter que voltar correndo do almoço. E
o líder da oposição, Tiago Correia, pediu ao TCE que investigue todas
as operações de crédito de Zeronimo.
Histórias da política baiana
Na eleição de 2024, muita gente que não conversa com as pessoas mais
simples apostou numa vitória de Pancadão da AFI sobre Augusto Castro.
Uns por achar que o tabu da releição nunca seria quebrado. Outros por
achar que "o povo gosta é de quem bebe pinga com ele no boteco". Outros
porque Pancadão "veio da quebrada".
Todos esqueceram da mudança no eleitorado de Itabuna nos últimos 30
anos, que tabús existem para ser quebrados. E que Pancadão 'veio da
quebrada' mas estudou na AFI e hoje é rico, com salário de R$ 34 mil,
mordomias, carro com motorista, passagem de graça e um monte de aspones
no gabinete.
Um dos iludidos perdeu R$ 20 mil apostando na vitória de Pancadão. Não perdeu mais porque não tinha mais para apostar. Um jornalista conhecido prometeu que, se Pancadão perdesse, ia desfilar de sunga laranja pela Cinquentenário. Até hoje não pagou a aposta. Não que alguém queira mesmo ver a cena...
Justiça penhora as contas de ex-prefeito
JORNAL A REGIÃO
O ex-prefeito de Coaraci, Jadson Albano, deixou um rastro de dívidas e serviços abandonados quando perdeu a eleição em Coaraci para Miltinho do Axé. Mudou para Itajuípe para se afastar da população revoltada, mas não evitou os processos pelas irregularidades que cometeu durante seu mandato.
No final de outubro, uma decisão da Justiça Federal, divulgada somente nesta semana, bloqueou as contas bancárias de Albano, com penhora de R$ 57.133 em dinheiro ou em veículos registrados no nome dele. Esta foi decisão de apenas uma entre várias ações movidas contra o ex-prefeito do PP.
Ele responde a quatro processos no âmbito da Justiça Federal e pode se complicar também na Câmara de Coaraci, que vai julgar suas contas. O Tribunal de Contas dos Municípios rejeitou a declaração de Jadson Albano e sugere aos vereadores que também rejeitem as contas. Neste caso, o ex-prefeito ficaria inelegível por 8 anos.
Não que ele tenha alguma chance de se eleger a deputado, como chegou a ensaiar. No meio político é consenso que sua carreira acabou. "Melhor ele se concentrar em ficar fora da cadeia," alfineta um opositor da cidade. Nos bastidores, dizem que sua defesa será dificultada, porque ele não teria pago seus advogados.
Veículos elétricos avançam nas vendas
JORNAL A REGIÃO
A revolução elétrica deixou de ser uma promessa futurista para se tornar uma das mudanças mais profundas do setor automotivo. O que há apenas uma década parecia um panorama distante, impulsionado pela inovação industrial e pela preocupação ambiental, hoje se materializa nas ruas, concessionárias e projetos de infraestrutura.
O crescimento mundial da eletromobilidade atinge números que pareciam impensáveis há poucos anos. De acordo com o Ministério da Economia e Energia, as vendas de automóveis elétricos passaram de 3 milhões de unidades em 2020 para 17,5 milhões em 2024, um salto que ilustra a velocidade de transformação do setor.
Só em 2024, as vendas aumentaram 45% em relação ao ano anterior, permitindo que o parque global de veículos elétricos ultrapassasse os 58 milhões de unidades atualmente em circulação no mundo.
Além disso, os veículos elétricos puros (BEV) e híbridos (HEV e PHEV) já representam 22% das vendas globais de automóveis, atingindo 4,5% da frota total. Este novo mapa da indústria tem nomes próprios, e um deles é a China, líder absoluto com 65% das vendas globais, seguida pela Europa com 18% e pelos Estados Unidos com 9%.
No gigante asiático, quase metade dos veículos vendidos são elétricos, com uns impressionantes 48%, mais do dobro do registado na Europa. De forma semelhante ao que ocorre com a China em nível global, o Brasil começa a desempenhar um papel determinante na América Latina.
A menos de dois meses do final de 2025, o país já contabiliza 168.798 veículos elétricos vendidos entre janeiro e outubro. O mais revelador não é apenas o número total, mas o tipo de produtos que impulsionam esse crescimento: 81,6% correspondem a modelos plug-in, ou seja, veículos que dependem de infraestrutura externa (BEV e PHEV).
Há apenas um ano, essa proporção era de 71%, o que demonstra uma clara inclinação para soluções de eletrificação profunda, abandonando o papel predominante dos híbridos convencionais. Essa mudança também se refletiu fortemente em outubro, quando foram registradas 21.369 unidades vendidas.
Embora o volume tenha sido semelhante ao de setembro, superou em 33% as vendas de outubro de 2024. Além disso, a participação dos veículos elétricos atingiu 8,6% do total das vendas nacionais, superando os 6,4% do ano anterior.
Entre essas unidades, os híbridos plug-in se destacaram como os grandes protagonistas, com 44,3% do segmento e 9.458 unidades vendidas, relegando os híbridos tradicionais a um papel cada vez mais secundário. Os veículos elétricos puros também não ficaram atrás e registraram 7.986 vendas, um crescimento interanual de 30,7%.
Sem infraestrutura, a expansão elétrica seria inviável. Por isso, um dos pilares do crescimento brasileiro está no desenvolvimento de redes de recarga. Entre dezembro de 2020 e agosto de 2025, o número de pontos passou de apenas 350 para 16.880, de acordo com a Tupi Mobilidade/ABVE Data.
Trata-se de um avanço que não só favorece a adoção em grandes cidades, mas também permite o uso interurbano e interestadual, diminuindo a ansiedade pela autonomia e abrindo caminho para novos hábitos de deslocamento.
Outro sinal de consolidação é a diversificação geográfica do mercado. O sudeste continua liderando com 45% das vendas em outubro, mas o sul (18,6%) e o Nordeste (16%) crescem de forma constante, ao ponto de superar o Sudeste em vendas de BEV no acumulado do ano.
Em nível estadual, São Paulo domina com 29,8%, embora o Distrito Federal (10,5%) e o Paraná (6,8%) ganhem terreno. Em termos municipais, São Paulo lidera, seguido por Brasília e Belo Horizonte.
A dinâmica dos modelos também está mudando. O BYD Dolphin Mini continua sendo o veículo mais vendido do país, ultrapassando 2.600 unidades mensais. Outros produtos da marca, como o Dolphin e o Yuan Pro, ampliam seu domínio, embora marcas como a Chevrolet comecem a disputar o pódio com o Spark EUV.
Ele é o único entre os cinco mais vendidos que não pertence à BYD. Nos híbridos, a GWM lidera com o Haval H6, seguido pelo Toyota Corolla Cross e pelo BYD Song Plus, um segmento onde começa a se notar o impacto de preços mais competitivos em manutenção e seguro de automóveis.
O modelo elétrico mais acessível em 2025 é o Renault Kwid E-Tech, com preço a partir de R$ 99.990. Os consumidores agora também encontram opções no mercado de usados. Como afirma Clemente Gauer, do Conselho da ABVE, comprar um elétrico usado começa a ser “uma decisão segura e vantajosa”.
O que está por vir
O crescimento sustentado dos veículos elétricos no Brasil começa a projetar um novo capítulo para a indústria automotiva do país. Embora o mercado já demonstre maturidade em vendas e adoção de tecnologias, ele enfrenta desafios estruturais que definirão o ritmo de expansão nos próximos anos.
Entre as iniciativas mais relevantes estão os investimentos da BYD e da GWM, que iniciaram suas operações nos últimos meses, embora com enfoques diferentes. No caso da GWM, o impulso concentra-se principalmente em híbridos, enquanto a BYD aposta tanto em híbridos plug-in quanto em elétricos puros.
A esses investimentos somam-se os planos da Stellantis, que prepara a produção nacional de veículos elétricos. Embora os efeitos não sejam imediatos, essas medidas antecipam uma transição gradual para uma indústria capaz de abastecer o mercado interno e competir regionalmente.
De acordo com Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos, o mercado de veículos elétricos no Brasil deve crescer 20% no próximo ano, um sinal de “maturidade econômica e de consumo”, já que adquirir um veículo elétrico “é hoje uma decisão muito mais racional e competitiva”.
Bastos também destacou um ponto que coloca o Brasil em uma posição de liderança regional: a América Latina está atualmente no ponto em que o Brasil estava há cinco anos, uma vantagem que abre oportunidades para exportações futuras, especialmente de veículos híbridos plug-in fabricados no país. Com O Melhor Trato
SC escapou de "apagão" digital mundial
JORNAL A REGIÃO
Na esteira de uma falha digital global que atingiu plataformas de alcance mundial neste mês, como X (antigo Twitter) e o popular ChatGPT, a estabilidade dos serviços estaduais de Santa Catarina, geridos pelo Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc), é um 'case' da importância da infraestrutura tecnológica própria.
A instabilidade internacional, que afetou milhões de usuários no dia 18 de novembro, foi reportada pela Cloudflare como um “pico de tráfego incomum” em sua infraestrutura, revelando fragilidade frente à dependência de poucas e centralizadas soluções privadas.
Contrastando com a paralisação ou lentidão generalizada observada em serviços que se apoiam em provedores cloud massivos, os sistemas vitais do governo catarinense, desde saúde a segurança pública e educação, mantiveram-se plenamente operacionais. Esta robustez não é acaso, mas reflexo da estratégia de investimento.
Segundo a diretora de Tecnologia da Informação do Ciasc, Cristina Orthmann, ao contrário das corporações globais, com operações que podem ser afetadas por interrupções em escala maciça ou por decisões de mercado, a empresa tem como missão primordial a segurança e a continuidade dos serviços essenciais à população.
“A performance ininterrupta durante o apagão digital global reforça o argumento de que a manutenção e o investimento em know-how e infraestrutura tecnológica própria são fundamentais para a soberania digital do Estado. A resiliência do CIASC protege os cidadãos de interrupções críticas e sublinha seu valor estratégico", conclui.
Salvador garante um Natal espetacular
JORNAL A REGIÃO
A prefeitura de Salvador divulgou as atrações do Natal deste ano. O Centro Histórico será o principal palco, de 5 de dezembro a 6 de janeiro. No dia 25 um dos padres mais famosos do Brasil, Frei Gilson, vai celebrar uma missa especial, às 19h, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio. A abertura será do Padre Jaciel, às 15h.
No dia 26, às 17h, essa arena recebe o cantor Roberto Carlos, com entrada gratuita. Quem estiver no Centro Histórico vai curtir o desfile “Corte Soteropolitana do Menino Jesus”, com carros alegóricos e 800 participantes. Ele percorre o "corredor de som e luz" da Rua Chile, nos dias 5, 13, 14, 19, 20 e 21 de dezembro.
A tradicional árvore de Natal deste ano tem 18 metros de altura e foi instalada no Terreiro de Jesus, cheia de efeitos com LED. Quem anunciou as atrações do Natal foi o prefeito Bruno Reis, acompanhado da vice-prefeita e secretária de Cultura e Turismo Ana Paula Matos e do diretor de Iluminação Pública Ângelo Magalhães.
“Não há, no Brasil, nenhuma programação de rua como a de Salvador. No dia 25, teremos a Santa Missa com Frei Gilson e, no dia 26, um show especial de Roberto Carlos, ambos gratuitos e viabilizados por patrocinadores. Vai ser um Natal histórico para a população de Salvador,” garantiu o prefeito.
Encarregada da cultura e do turismo, Ana Paula defendeu que “este é o Natal da inclusão, do reforço ao Centro Histórico e de trazer todo mundo para cá. Integramos as programações do Natal e do Réveillon para garantir atividades todos os dias, fortalecendo a economia e movimentando a cadeia produtiva”.
Ângelo Magalhães explicou que a proposta é levar o espírito natalino a toda a cidade. "Mais de trinta avenidas serão decoradas com galhardetes iluminados, incluindo Subúrbio, Cajazeiras e Pituba. As avenidas Oceânica, Suburbana, Vasco da Gama, Garibaldi, Centenário e ACM também receberão iluminação especial".
O Terreiro de Jesus terá peças instagramáveis, show de lasers, iluminação cênica da Catedral Basílica e da Igreja de São Domingos; a Casa do Papai Noel e o Carrossel Mágico. O Largo do Cruzeiro de São Francisco sedia o presépio e a Praça Thomé de Souza conta com a Vila de Artesanato, palco para shows e cenografia especial.
As sacadas de vários prédios históricos do Pelourinho serão usadas por corais e grupos infantis em apresentações de 7 a 13 de dezembro, sempre às 18h30. A Praça Municipal ganhou o Palco Anunciação, que terá entre as atrações coros e orquestras, sempre às 17h, de 5 a 25 de dezembro.
O Palco Esperança receberá os corais das escolas municipais nos dias 9, 10, 11, 12, 15 e 16, no mesmo horário. As vilas natalinas da Praça da Sé e do Largo do Santo Antônio Além do Carmo terão coreto decorado, quermesse e arenas infantis, oferecendo oficinas e contação de histórias para as crianças.
A Casa do Papai Noel, instalada na Faculdade de Medicina, vai funcionar das 17h às 22h, de 5 a 25 de dezembro. No foyer da Prefeitura, haverá baile infantil exclusivo das crianças de instituições sociais. As missas campais acontecem no Terreiro de Jesus, Largo do Pelourinho e Largo do Santo Antônio Além do Carmo.
novação é tema de evento em Ilhéus
JORNAL A REGIÃO
Ilhéus será sede, no dia 2 de dezembro, do Encontro de Entrega do Plano de Intervenção do Ecossistema de Inovação. Realizado no Hotel Aldeia da Praia, o evnto serve para expor o documento, que é resultado de um trabalho colaborativo realizado entre a SECTI, o Sebrae e as prefeituras.
Ele mostra, por exemplo, que Ilhéus tem 189 mil habitantes, 31.487 empregos formais, 13 mil matrículas no ensino superior, e mais de 20 mil empresas em setores como tecnologia da informação, economia criativa, educação, turismo e a economia do cacau. Só este último movimentou R$ 163 milhões em 2023, apenas com amêndoas.
O convênio prevẽ investimento de R$ 4,6 milhões para fortalecer a inovação nos municípios de Ilhéus, Alagoinhas, Barreiras, Camaçari, Entre Rios e Luís Eduardo Magalhães. No caso de Ilhéus, o plano produz diagnóstico, elenca potencialidades, vocações e ações estruturantes necessárias para inovar.
Segundo o secretário de Inovação Paulo Ganem, a programação inclui a palestra “O salto do ecossistema: como a colaboração e a visão de futuro transformam ilhéus em um polo de inovação”. Ele será ministrada por Don Jorge Almeida, diretor da Assespro Bahia e referência em economia criativa e tecnologia.







