MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Com presença confirmada das Ministras de Estado Macaé Evaristo e Luciana Santos, tem início nesta quinta-feira o Fórum Brasil Diverso 2024

 






 

Com a presença confirmada das Ministras de Estado Luciana Santos, da Ciência, Tecnologia e Inovação, e Macaé Evaristo, da pasta dos Direitos Humanos, e a confirmação de demais autoridades, acontece nesta quinta-feira (31), às 8h00, no Memorial da América Latina, em São Paulo, a abertura do Fórum Brasil Diverso 2024, um dos principais eventos voltados à inclusão e diversidade no mundo corporativo.
 

O Fórum Brasil Diverso deste ano reunirá CEOs do setor privado e outras lideranças públicas e do terceiro setor, como Lia Glaz, presidente do Instituto Telefônica. “O objetivo central do Fórum Brasil Diverso historicamente sempre foi promover a troca de experiências entre lideranças e debater as melhores práticas em diversidade e inclusão em nosso país”, ressalta o jornalista Maurício Pestana, idealizador do evento.

A programação inclui palestras e painéis que abordam temas como racismo estrutural, ações afirmativas, inclusão no mercado de trabalho e sustentabilidade.

Confira a programação dois dias dos de Evento:

Quinta-feira – 31/10

8h30 – Credenciamento

9h00m – Abertura do evento – Maurício Pestana – CEO Fórum Brasil Diverso, Pedro Mastrobuono – Presidente do Memorial da América Latina e autoridades

9h10m – Apresentação do Projeto Tambores de Aço – Fundação CSN
 

9h40m – Painel: 10 anos de Política de Diversidade e Inclusão em Empresas Brasileiras, Americanas e Europeias.

Painelista: Karina Chaves – Lider de Diversidade, Equidade e Inclusão
Judith Morrison – Assessora Sênior de Desenvolvimento Social na Divisão de Gênero e Diversidade – BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)
Farah Chery-Medor –Cônsul, Diretora da Seção de Imprensa, Educação e Cultura – Consulado Geral dos EUA em São Paulo
Maurício Pestana – CEO Forum Brasil Diverso
 

10h45m – Painel: Oportunidade Negra X Privilégio Branco

Painelista: Marcos Samaha – CEO – Tenda Atacadista
Théo van der Loo – CEO – NatuScience
Mediação: Cynthia Martins – Jornalista – Band
 

11h40m – Painel: O Futuro tem que ser negro: Executivas Negras liderando com Excelência.

Painelista: Leticia Esmagnoto – Gerente Sênior de Governança e Transformação – VIVO
Roberta Anchieta – Diretora de Administração Fiduciária – Itaú
Valquiria Lima – Gerente B2B Iplace – Grupo Herval
Mediação: Hamalli Alcântara – Jornalista – Raça Brasil Comunicações
 

12h25m – Intervalo com Intervenção Cultural
 

14h00m – Diversidade, Educação e Empreendedorismo.

Painelistas: Victoria Napolitano – Gerente de Programas de Pessoas – Pismo
Ângela Guimarães – Secretária de Promoção da Igualdade Racial e dos povos e comunidades tradicionais – BA
Ricardo Sebold Cois – Diretor Pedagógico do Colégio Mary Ward
Mediação: Jorge Fernando – Jornalista – CNN Brasil
 

14h55m – Painel: Chegamos lá?: Depoimento de lideranças negras que ocupam ou ocuparam cargos de CEO em grandes empresas.

Painelistas: Edvaldo Vieira – Conselheiro Administrativo e Ex-CEO Amil
Cesar Almeida – CEO – Phoenix Contact
Helen Moraes – CEO – Habita Brasil
Mediação: Letícia Vidica – Jornalista – Globo
 

16h15 – Painel: Tecnologia e Educação em Instituições Públicas, Privadas e 3º Setor.

Painelista: Verônica Vassalo – Gerente de Diversidade e Inclusão – Pacto Global da ONU
Paulo Batista – CEO – Alicerce Educação
Lia Glaz – Diretora-Presidente – Fundação Telefônica Vivo
Mediação: Maurício Pestana – Jornalista e CEO – Forum Brasil Diverso
 

17h00 – Palestra Magna – O Futuro já é Preto.

Palestrante: Mauricio Rodrigues – Presidente da Bayer Crop Science América Latina
Mediação: Joyce Ribeiro – Jornalista – TV Cultura

18h00 – Show – Grupo Vou Pro Sereno.
 

Sexta-feira – 01/11

8h30m – Credenciamento

9h30m – Abertura do evento – Maurício Pestana – CEO Fórum Brasil Diverso, Pedro Mastrobuono – Presidente do Memorial da América Latina e autoridades
 

09h40m Painel: Recursos Humanos e os desafios da busca do profissional negro
Painelistas: Dinamar Makiyama – CEO – Grupo Makiyama

Fabiana Gutierrez – Cofundadora – Carlotas
Adriano Sartori – CEO – CBRE Brasil
Mediação: Alexandre Carvalho – Você RH
 

10h40m Painel: Brasil um país de idosos, o desafio da empregabilidade e da inclusão no trabalho no presente e no futuro
Painelistas: Sueli Nascimento – Vendedora de Software e Serviços de Educação
Mórris Litvak – CEO & Founder Maturi
Jorgete Lemos – CEO da Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços
Mediação: Cynthia Martins – Jornalista – Band

11h30m Painel: Sustentabilidade, Racismo ambiental e a pauta ESG
Painelistas: Lucio Vicente – Coordenador Geral – Instituto Akatu
Maria Schneider – Presidente – ICS (Instituto Clima e Sociedade)
Nátaly Neri – Influenciadora e Cientista Social
Mediação: Pedro Vilela – Co-founder e CEO – Rise Ventures
 

12h30m – Intervalo
 

14h00m – Painel: Eles chegaram lá
Painelistas: Claudionor Alves – Diretor Executivo de Equidade Racial e Relações Institucionais – Carrefour Brasil

Sandra Bernardes – Designer de Interiores e Gestora de Obras
Jerry Padoly – Perfumista – Symrise
Mediação: Luciana Pioto – Jornalista – Terra
 

15h00m – Painel: Educação Antirracista 2 décadas de Cotas Raciais no Brasil
Painelistas: Marco Soares – Reitor – Universidade de Vassouras
Antonia Quintão – Pós-Doutora pela FEA/USP. Presidente do Geledés. Vice-Presidente no IHGSP. Docente na Universidade Presbiteriana Mackenzie
Zulu Araujo – Doutorando em Relações Internacionais (Ufba)
Mediação: Fernanda Alcântara – Jornalista – Revista Raça e Mestre em Comunicação pela USP – Universidade de São Paulo
 

16h00m -Palestra Magna: O Futuro já é preto!
Painelista: Luana Ozemela – Vice-Presidente de Impacto e Sustentabilidade – IFood

17h00m – Homenagem: Kabenguele Munanga – Antropólogo e Professor

18h00m – Show – Wilson Simoninha

SOBRE O FÓRUM BRASIL DIVERSO

Realizado há dez anos pela Revista Raça, o Brasil Diverso é uma iniciativa que atua como catalisadora de tendências voltadas para a equidade, diversidade e inclusão no mundo corporativo e na sociedade como um todo. Pioneiro nas discussões sobre inclusão racial no mundo corporativo no Brasil, o fórum traz temas relevantes e de vanguarda, bem como reúne e articula junto aos principais atores do ecossistema para direcionar políticas em prol da equidade racial no País.



Os ensinamentos que os governantes se recusam a aprender

 


Samuel Hanan*

Há uma lição deixada pelo político e filósofo romano Marco Túlio Cícero: “O orçamento deve ser equilibrado, o tesouro público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. as pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver às custas do estado”.

Marco Túlio viveu antes de Cristo e até hoje os governantes brasileiros não aprenderam esse seu ensinamento. Nos últimos 35 anos, o que fizeram eles?  Elevaram a carga tributária de 23% para 32,44% do PIB, um aumento de 41%. Como se negam a fazer o controle, esses gastos hoje ultrapassam 43% do PIB (32,44% da arrecadação tributária, somados a 0,56% dos dividendos recebidos das estatais e a 10% de déficit público nacional). Neste ano de 2024 o país deve registrar um crescimento do PIB  3,1% maior que o ano anterior, e uma inflação preocupante de 4,3% - ficando perto do limite legal. Significa que o governo terá um gasto que superará R$ 5 trilhões, tirando cada vez mais dos bolsos dos cidadãos somente para rolar as dívidas que a gestão alimentou, para gastar cada vez mais e para manter privilégios, deixando em segundo plano o combate à corrupção. E, pior, devolvendo à população os piores serviços entre as 30 nações com maior carga tributária do planeta.

Houve, portanto, uma clara opção pelo orçamento desequilibrado, receita certa para o fracasso administrativo. Por incompetência ou desleixo, os governantes foram e continuam sendo responsáveis pela explosão da dívida pública, hoje crescendo vertiginosamente e de forma descontrolada, sem que tenham sido adotadas medidas sérias para buscar o controle e reduzir a gastança.

Como se não bastasse, reina a arrogância. Ninguém é capaz de fazer um mea culpa, reconhecer que o caminho atual não deu certo e trilhar outro caminho. O governo brasileiro precisa reduzir ufanismos propagandísticos e atuar com base na realidade, visando à redução de privilégios e gastos. A solução certamente não está em planos elaborados com o objetivo de apenas garantir sucesso em eleições e reeleições. Os novos rumos exigem a implantação urgente de políticas públicas que levem efetivamente à redução das desigualdades regionais, sociais e educacionais. Essas sim, junto com os problemas ambientais, são os verdadeiros desafios da nação e não podem continuar deixados de lado. O povo brasileiro está gritando por socorro há décadas, ora sendo ignorado, ora sufocado, e agora a natureza também grita em razão de incêndios e da destruição de florestas, do bioma pantaneiro, de nosso patrimônio nacional. É um grito que não pode mais ser ignorado.

O Brasil adotou um modelo autodestrutivo, no qual os donos do poder e seus amigos protegidos vivem do Estado. Desaprenderam a trabalhar e se dedicam a procurar a vitaliciedade nos cargos que ocupam, almejando, se possível, a hereditariedade. Os governantes recusam-se a aprender as lições fornecidas ao mundo por grandes pensadores e líderes mundiais ao longo da história. Exemplos não faltam.

Empréstimos a países insolventes e historicamente inadimplentes continuam se repetindo não por socorro humanitário, mas para satisfazer interesses de nações alinhadas ideologicamente. Tal política obviamente onera a população brasileira porque governos não geram riquezas, apenas gastam riquezas custeadas pelo povo.

Nas últimas três décadas e meia, os governos foram muito eficientes em diminuir sensivelmente a renda dos brasileiros. Fizeram isso por meio do aumento dos tributos sobre o consumo – provavelmente, o Brasil terá em breve a maior alíquota do mundo – e ainda tributando a inflação ao não aplicar a correção correspondente das tabelas do Imposto de Renda. O resultado: hoje 60% dos brasileiros vivem com até um salário-mínimo (R$ 1.412,00), ou seja, apenas R$ 43,53 por dia. A situação não é diferente para os 30 milhões de aposentados e pensionistas. Atualmente, 70% deles têm renda mensal de um salário-mínimo e ainda convivem com a ameaça constante de perderem percentual desse valor. Outros 5,8 milhões de brasileiros vivem com a ajuda de um salário-mínimo por meio dos Benefícios de Prestação Continuada (BPCs).

Difícil acreditar que essa grande maioria da população tenha liberdade política ou econômica, pois, como ensinou o economista e filósofo canadense/norte-americano John Kenneth Galbraith, “nada mais eficaz para limitar a liberdade, incluindo a liberdade de expressão, como a total falta de dinheiro”. Galbraith (1908-2006) ainda alertava: “Liberdade política sem liberdade econômica é ilusão”

No entanto, não é apenas com a absurda tributação sobre consumo que o governo subtrai a renda do cidadão. Também faz isso com a tributação excessiva sobre geração de empregos devido à pesadas cargas trabalhista e previdenciária. Há outro agravante: a geração irresponsável de déficit público nominal, hoje já superior a R$ 1,1 trilhão/ano (dado de 2023), o que obriga novos endividamentos e, consequentemente, mais juros e menos serviços à população, porque faltarão recursos.


A situação de penúria da grande maioria da população brasileira é fácil de ser comprovada. Em 2023, a renda média per capita na região Norte foi de apenas R$ 1.302,00/mês, inferior a um salário-mínimo. No estado do Amazonas, foi ainda menor: apenas R$ 1.166,00/mês, o correspondente a 81% do salário-mínimo.  A situação é igualmente crítica na região Nordeste, onde a renda média mensal é de R$ 1.146,00/mês. Alguns exemplos: na Bahia, é de R$ 1.129,00/mês; no Ceará, de R$ 1.140,00/mês; em Sergipe, de R$ 1.198,00/mês, e no Maranhão, somente R$ 969,00/mês, a menor delas, correspondente a 69% do salário-mínimo.


O político e escritor norte-americano Harry Browne (1933-2006) escreveu que “O governo é bom em uma coisa, ele sabe como quebrar as suas pernas para depois lhe dar uma muleta e dizer: veja, se não fosse pelo governo você não seria capaz de andar”. Pois o governo brasileiro, depois de tirar a renda do cidadão oferece-lhe muletas como o vale-gás, vale-dignidade menstrual, bolsa família e outros “benefícios sociais” que, embora ajudem os mais necessitados e devemos todos ser favoráveis a isso -, não são capazes de dar-lhes independência e dignidade. Pelo contrário. Essa situação cria as condições ideais para 40% da população brasileira com renda baixíssima se transformar em massa de manobra, o que obviamente não é bom para a democracia.


O conhecimento torna o homem inservível para ser escravo, escreveu Frederick Douglas, abolicionista, estadista e escritor norte-americano (1818-1895). Entretanto, a educação como salvação é tema que aparece somente nas promessas em época de campanha eleitoral.  O que vemos na prática têm sido políticas públicas comandadas pelo compadrio e não por meritocracia e experiência na área educacional.


Daí o desastre do Brasil nas avaliações do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a cada três anos. Nesse ranking, o Brasil tem oscilado entre a 65ª e a 69ª posição entre os 80/90 países avaliados. Nosso desempenho também é pífio entre os países da América Latina, pois o Brasil permanece há anos entre a 8ª e 9ª posição.


O ensino em tempo integral, que seria um passo importante para mudar essa triste realidade, ficou na promessa de implantação rápida. Hoje, apenas de 10% a 12% dos estudantes da rede pública do país dispõem de escolas em tempo integral. Com outra questão grave – a péssima remuneração dos professores, o ensino público não evolui. Acaso, incompetência ou temor de que o conhecimento liberte?


Há, ainda, outro grave problema nacional que a história não foi capaz de dar cabo: a corrupção. Nesse período recente da vida nacional, dezenas de bilhões de reais foram subtraídos dos serviços públicos pela prática da corrupção. Escândalos como o dos Anões do Orçamento, do Mensalão, do Petrolão, do Eletrolão, dos Correios, e os esquemas revelados pela Operação Lava Jato vêm se sucedendo, ano após ano, sem que a nação assista à punição efetiva dos envolvidos. Não faltam anistias, prescrições e anulação de condenações, inclusive após julgamento nas cortes superiores – apesar dos acordos de delação premiada e de leniência, com bilhões de reais devolvidos por empresas que confessaram a prática –, tudo alimentando na sociedade a falsa sensação de que o crime compensa.


Nesse aspecto, é preciso prestar atenção à frase atribuída ora ao humorista, escritor e dramaturgo Jô Soares (1938-2022), ora a Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF: “A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa”.  Seja quem for o verdadeiro autor, deu-nos uma lição. A História, aliás, está repleta delas. É preciso, entretanto, ter humildade para aprender.

**Samuel Hanan é engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br



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terça-feira, 29 de outubro de 2024

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Ávine Vinny se apresenta em Natal (RN) neste sábado (02)

 

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Ávine Vinny se apresenta em Natal (RN) neste sábado (02)

Presença confirmada no Redação Bar, artista apresenta novo repertório

(Crédito: Divulgação)

Quando o assunto é animação, Ávine Vinny é nome confirmado. O artista cearense que conquistou o Brasil com seu talento e carisma, se apresenta no próximo sábado, 02 de novembro, na cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte. O público pode esperar um show empolgante no Redação Bar, ao lado de Zé Cantor. 

Reconhecido como um dos maiores expoentes da música nordestina contemporânea, Ávine promete uma noite de diversão e repleta de novidades para seus fãs. O artista tem se destacado por proporcionar não apenas um show, mas uma experiência intensa e interativa, onde o público é convidado a vivenciar momentos únicos. 

“Vai ser uma noite muito especial em Natal! Tenho preparado um show cheio de energia do começo ao fim. Quem me acompanha sabe que eu gosto de fazer com que cada festa seja única!”, comenta o cantor. 

Serviço — Ávine Vinny no Redação Bar

Data: Sábado, 02 de novembro de 2024

Local: Rua Doutor José Gonçalves, nº 687, Lagoa Nova - Natal (RN)

Horário: A partir das 14h

Ingressos: No site da Outgo

 

Sobre Ávine Vinny

Cantor e compositor, Ávine Vinny vem construindo uma carreira sólida no cenário da música. Natural de Sobral, no Ceará, conquistou uma legião de fãs, sempre inovando e experimentando novos conceitos no forronejo. Reinventando o gênero, em 2021, viralizou nas redes sociais com o hit “Coração Cachorro” e alcançou Top 01, nas principais plataformas de streaming. 

Em seu último trabalho, Ávine escolheu olhar para as suas raízes. O DVD “Ao Vivo em Sobral”, lançado em 2023, é uma homenagem aos 250 anos da cidade. Uma celebração da conexão do artista com suas raízes a fim de compartilhar essa vivência única com seus fãs. O projeto especial superou todas as expectativas e registrou mais um marco em sua carreira. 

Com muita brasilidade, o artista explora em suas músicas todos os ritmos, trazendo sua personalidade em cada detalhe e inovação. Desde o lançamento de “Maturidade”, uma das músicas mais tocadas do Spotify Brasil entre 2018 e 2019, Ávine Vinny conquistou o público com seu talento e carisma. 

 

Ávine Vinny em números:

Instagram: 1,7M de seguidores 

Tiktok: 380 mil seguidores 

YouTube: 1,4M de inscritos 

Spotify: 1,4M de ouvintes mensais

 

Mais sobre Ávine Vinny

Instagram: https://www.instagram.com/avinevinny/

Tiktok: https://www.tiktok.com/@avinevinny

YouTube: https://www.youtube.com/@AvineVinny

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4KDxYlnGZEiS60pAnfZf4W?si=-L-q1ITLTG--O5LwERxt9A

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA - ÁVINE VINNY

Novità Comunicação Estratégica 

Larissa Martin - 19 99689-6537 / larissa@novitacom.com.br

Thais Fernandez - (19)99792-9861 - thais@novitacom.com.br 

Kátia Almeida – (19) 9 9604 7918 – katia.almeida@novitacom.com.br

Educação corporativa: profissionais permanecem mais tempo nas empresas quando têm acesso a programas de capacitação

 

Educação corporativa: profissionais permanecem mais tempo nas empresas quando têm acesso a programas de capacitação



UniMV capacita profissionais para enfrentar os desafios do mercado, promovendo excelência no atendimento e desenvolvimento constante

No atual cenário do setor da saúde, a educação corporativa surge como um elemento essencial para garantir que os profissionais se mantenham atualizados com as últimas inovações tecnológicas e metodológicas.

Segundo dados do relatório de bem-estar dos funcionários feito pelo LinkedIn Learning, 94% dos funcionários afirmam que permaneceriam mais tempo em suas empresas se investissem em seu desenvolvimento profissional. Já em outro relatório sobre aprendizado no local de trabalho apontam 52% dos profissionais acima de 35 anos buscam manter-se em dia sobre a área em que atuam, o que indica a necessidade de programas de capacitação.


Considerando os dados positivos sobre educação continuada e corporativa, a MV, empresa líder em desenvolvimento de software de gestão para a saúde, criou em 2019 a UniMV, sua plataforma de educação continuada que oferece mais de 200 cursos em áreas como tecnologia, negócios e gestão de pessoas, permitindo que instituições de saúde personalizem sua experiência de ensino. 


É uma resposta à demanda de profissionais brasileiros, que veem a formação contínua como parte fundamental da carreira. Segundo a pesquisa Workmonitor 2024, realizada pela consultoria Randstad com mais de 27 mil entrevistados em 34 países, incluindo o Brasil, a América Latina se destaca por priorizar o desenvolvimento de seus funcionários, com um índice de 87%. De acordo com esse levantamento, as formações em IA e em tecnologia representam juntas 60% das principais habilidades que os profissionais querem desenvolver.


De olho nessa necessidade, a UniMV oferece um diversificado catálogo com de cursos sobre as soluções da MV que minimizam riscos e otimizam a assimilação de conteúdo por meio da tecnologia, garantindo que os profissionais estejam bem-preparados para utilizar as soluções tecnológicas para a gestão da saúde. A emissão automatizada de certificados ao final dos cursos é outro diferencial, assegurando que os participantes obtenham reconhecimento imediato de suas conquistas.


Com a rápida evolução das tecnologias e práticas de saúde, o aprendizado contínuo se torna uma necessidade para todos os profissionais da área. A educação corporativa, portanto, é uma estratégia essencial para as instituições que buscam não apenas melhorar o atendimento ao paciente, mas também se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.


"Na UniMV, oferecemos uma experiência de aprendizado que vai além do simples treinamento; com um acervo de conhecimento, produzido pelos nossos especialistas, que visam contribuir na implementação das soluções eficazes no setor de saúde. Com cursos práticos e conteúdo direcionado, queremos que os profissionais possam aplicar o que aprendem em suas rotinas diárias. Outro ponto relevante é que nossa plataforma busca trazer conteúdos de parceiros que complementam nosso negócio, ofertando tudo isso não apenas para clientes da MV, mas profissionais do segmento que desejem se manter atualizados", conclui Silvio Vicente, Gerente de Educação Corporativa da MV. 


A plataforma funciona como uma universidade corporativa totalmente personalizável, possibilitando que as próprias instituições incluam cursos específicos e informações relevantes. A gestão inteligente permite acompanhar o progresso e engajamento dos alunos, otimizando os resultados através da gamificação de atividades. A plataforma também oferece suporte ao aprendizado social, com reuniões periódicas que visam auxiliar na implementação da solução de educação. 


A formação contínua não apenas aprimora as habilidades técnicas dos profissionais como fortalece uma cultura de aprendizado e inovação. Profissionais bem treinados utilizam de forma eficaz os recursos disponíveis, resultando em diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes. A capacitação contínua é vital para padronizar processos, aumentando a segurança do paciente e reduzindo erros médicos.


Vale reforçar que a educação corporativa desempenha um papel crucial na retenção de talentos. Os dados do LinkedIn mostram que colaboradores que participam de programas de desenvolvimento têm 10 vezes mais chances de se sentirem engajados no trabalho. Investir na capacitação dos colaboradores não apenas eleva a qualidade do atendimento, mas também cria um ambiente de trabalho onde os profissionais se sentem valorizados.

Corrida da Cooperação arrecada duas toneladas de alimentos em Itabuna

 

Corrida da Cooperação arrecada duas toneladas de alimentos em Itabuna 


Cerca de duas toneladas de alimentos foram arrecadadas na Corrida da Cooperação realizada pelo Sicredi em Itabuna, na Bahia, no último domingo (27). Os alimentos foram arrecadados por meio das doações dos inscritos no evento e distribuídos entre cinco instituições de caridade da cidade. 


Com largada na avenida Beira Rio, em frente à agência do Sicredi, a corrida contou com dois percursos - um para iniciantes e outro para corredores mais experientes. 


“Realizamos um percurso de 2,5 km de caminhada, permitindo que a prática corporal fosse realizada de forma recreativa, e 5 km de corrida para os apaixonados por corrida”, explica Iranaia Miranda, Gerente Geral da Agência Itabuna da Sicredi Integração Bahia. “Foi um momento importante para apresentar nosso propósito e nossos princípios, demonstrando nosso interesse genuíno pela comunidade”, acrescentou. 


De acordo com Iranaia, novas edições do evento estão sendo planejadas. “A corrida foi um sucesso e ficará marcada em nosso calendário”, avaliou.



Assessoria Central Sicredi Nordeste

Pauta Comunicação

(83) 3042-5558 (Whatsapp) / pauta@pautacom.com.br

Do Ceará, filme "Greice" será exibido em Los Angeles, na 16ª edição do HBRFF - Hollywood Brazilian Film Festival, em Los Angeles

 

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Do Ceará, filme "Greice" será exibido em Los Angeles, na 16ª edição do HBRFF - Hollywood Brazilian Film Festival, em Los Angeles

De 29 de outubro a 2 novembro, festival apresenta filmes brasileiros de destaque internacional em Los Angeles. "Greice", de Leonardo Mouramateus, integra a seleção oficial ao lado de "Cidade; Campo", "No Nosso Sangue", Baby", "Oeste Outra Vez", "Malu" e "Cidade de Deus - A Luta não Para"

Filme "Greice" - Cred Reprodução

De 29 de outubro a 2 de novembro, a 16º edição do Hollywood Brazilian Film Festival ocupará a cidade norte-americana de Los Angeles com os filmes brasileiros que mais tiveram destaque nos principais festivais internacionais.


Entre as produções que integram a seleção principal de 2024, está "Greice", longa cearense dirigido por Leonardo Mouramateus, com AmandyraDiplas Faela Maya no elenco. Greice (Amandyra) é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Em um dia de trabalho, ela conhece Alfonso e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. 


Neste seu terceiro longa, o diretor encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.


“O cinema brasileiro está passando por um momento extraordinário, com cineastas criando obras ousadas e originais que capturam o espírito de nossa cultura. Estamos muito empolgados em trazer a diversificada programação deste ano para Los Angeles”, comenta Talize Sayegh, fundadora e diretora executiva do festival. “Nosso objetivo é amplificar as vozes de cineastas que trazem perspectivas únicas e sub-representadas para a tela”, completa


Filme "Ainda Estou Aqui" é o filme de abertura da edição 2024 do HBRFF - Cred Reprodução

“Ainda Estou Aqui” na abertura do Hollywood Brazilian Film Festival


Para a edição de 2024, o festival abre, mais uma vez, com o representante brasileiro na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar, o comentado “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles. Logo depois da exibição, haverá um painel com a protagonista Fernanda Torres e o ator Selton Mello.

O longa, que é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva sobre sua mãe, Eunice Paiva, se passa no Brasil, na década de 1970. Na trama, uma mulher casada com um importante político precisa mudar sua vida completamente depois que ele é exilado durante a ditadura. A dona de casa se vê obrigada a virar ativista de direitos humanos após o desaparecimento de seu marido. 


“Por meio do nosso festival, procuramos apoiar e inspirar projetos brasileiros e expandir a riqueza e diversidade do nosso país, promovendo a consciência cultural com produções pouco vistas nos Estados Unidos. A obra de Walter Salles será apresentada aos votantes do Oscar, por exemplo, potencializando sua visibilidade para o maior prêmio do mercado cinematográfico do mundo ”, explica Talize. 


“Ainda Estou Aqui” reúne um elenco consagrado, com Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar em 1998 por “Central do Brasil”, Fernanda Torres e Selton Mello.


A programação de filmes do HBRFF apresenta uma variedade de exibições em parceria com a Cinemateca Americana, no Los Feliz Theater e no Aero Theatres, incluindo estreias e obras de diretores veteranos e talentos emergentes. Os destaques incluem Cidade; Campo”, dirigido por Juliana Rojas, que ganhou o prêmio de Melhor Direção no Encounters do Berlinale; o favorito do Sundance, “Malu”, dirigido por Pedro Freire; e “Baby”, dirigido por Marcelo Caetano, vencedor do prêmio da Semana da Crítica em Cannes.

O festival contará com uma exibição especial gratuita da série original completa da HBO “Cidade de Deus: A Luta Não Para” no dia 2 de novembro, seguida por um painel com o diretor Aly Muritiba. Esta série serve como uma continuação do aclamado filme de 2002, Cidade de Deus, originalmente adaptado por Bráulio Mantovani do romance de Paulo Lins e dirigido por Kátia Lund e Fernando Meirelles. A série é estrelada por Alexandre Rodrigues, Thiago Martins, Roberta Rodrigues, Sabrina Rosa, Edson Oliveira, Marcos Palmeira e Andréia Horta.


O festival também apresentará a segunda edição do Think Cinema Think Brazil Lab em colaboração com a SPCINE, que apoia seis cineastas indígenas, negros e LGBTQIA+ com mentoria de profissionais líderes da indústria de Los Angeles. Essa iniciativa reflete o compromisso do HBRFF em proporcionar oportunidades para talentos brasileiros e abordar a falta de representatividade na indústria do entretenimento brasileiro, em que apenas 2% dos profissionais são negros, apesar de 57% da população do Brasil se identificar dessa forma. No ano passado, a iniciativa gerou inúmeros sucessos. Participantes, como Tatiana Lohmann, conseguiram a oportunidade de apresentar sua série à NBC, Alicia Marcone ganhou uma bolsa na Stella Adler Academy, e Belize Moefeli teve a chance de apresentar sua comédia romântica à Film Land.


Este ano, o evento continuará a promover talentos emergentes através de seu laboratório de cinema. O vencedor do laboratório receberá representação exclusiva da renomada agência APA, um passo crucial para expandir sua carreira em Hollywood, além de assistência no processo de visto O-1, permitindo que eles tragam suas histórias únicas para um público global.

Seleção oficial de 2024 do HBRFF - Cred Reprodução

A seleção oficial de 2024 é composta por:


- “No Nosso Sangue” (Dir. Pedro Kos | Brasil | 2024 | 89’)

Sinopse: Uma jovem cineasta, Emilly, grava um documentário sobre seu reencontro com a mãe, depois de 10 anos afastada, mas a investigação acaba revelando perigosos segredos. Ela se junta ao cinegrafista Danny para registrar o momento, mas tudo muda quando a mãe desaparece misteriosamente, muito provavelmente por causa dos vícios e problemas que a fizeram abandonar o lar anos atrás. 


“Cidade; Campo” (Dir. Juliana Rojas | Brasil | 2024| 119’)

Sinopse: O filme acompanha a história de duas mulheres que transitam entre a vida urbana e rural em busca de um novo começo. Após um desastre natural devastar suas terras, Joana (Fernanda Vianna), foge para São Paulo para tentar recomeçar do zero em um ambiente desconhecido. Enquanto isso, Flávia (Mirella Façanha), se muda com sua esposa Mara (Bruna Linzmeyer) para a fazendo de seu falecido pai, onde enfrentarão os desafios para se adaptar à vida no campo. A narrativa explora as transformações e desafios enfrentados pelas protagonistas em meio a novas paisagens e realidades, destacando a luta pela sobrevivência e a busca por identidade em contextos de ruptura e mudança.


- “Greice”(Dir. Leonardo Mouramateus | Brasil | 2024 | 110’)

Sinopse: Greice é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Num dia de trabalho, ela conhece Alfonso, e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. Neste seu terceiro longa, Leonardo Mouramateus encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.


- “Baby” (Dir. Marcelo Caetano | Brasil | 2025 | 107’)

Sinopse: Baby é o apelido que Wellington (João Pedro Mariano) recebe. Ele é um jovem recém-libertado de um centro de detenção e se vê perdido nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema com foco em produções pornográficas, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa que tem Baby como seu protegido e está determinado a ensinar as malícias da vida e novas formas de sobreviver.

A partir de então, os dois iniciam uma relação tumultuada, marcada por conflitos entre exploração e proteção, ciúme e cumplicidade. Ambientado em um cenário urbano vibrante, Baby explora as complexidades das conexões humanas e os desafios de se reintegrar na sociedade após o período de detenção.


“Oeste Outra Vez” (Dir. Erico Rassi | 2024 | Brasil | 97’)

Sinopse: A produção apresenta a narrativa de um faroeste brasileiro ambientado em um lugar isolado no sertão de Goiás, no Brasil, onde homens rudes, incapazes de lidar com suas próprias fragilidades, são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros. 


- “Malu” (Dir. Pedro Freire | 2023 | Brasil| 100’)

Sinopse: O longa conta a narrativa de Malu (Yara de Novaes), uma atriz desempregada no auge dos seus 50 anos que vive em uma casa precária na periferia no Rio de Janeiro. Ela é obrigada a conviver com sua mãe racista e tenta viver sob a relação tensa e desagradável que mantém com sua própria filha. Malu enfrenta essa luta constante de más relações e energias enquanto tenta sobreviver às memórias de um passado glamouroso que a persegue. 


“Cidade de Deus: A Luta não Para” (Dir. Aly Muritiba | 2024 | Brasil | 6x50’)

Sinopse: A série original da HBO é uma continuação adaptada da obra literária de Paulo Lins e acompanha os personagens do renomado filme de 2002 depois de 20 anos, pelas lentes de Buscapé (Alexandre Rodrigues). A produção retrata o impacto dos conflitos entre policiais, traficantes e milicianos na vida dos moradores da comunidade. A história volta às telas a partir da saída do jovem traficante Braddock (Tiago Martins) da prisão. Ele decide tentar recuperar o controle do morro das mãos do chefe Curió (Marcos Palmeira), colocando os moradores da Cidade de Deus no meio do fogo cruzado entre a milícia, o tráfico e as autoridades do Rio de Janeiro. 


16º Hollywood Brazilian Film Festival ocorre de 29 de outubro a 2 de novembro. Confira mais informações e a programação completa pelo site oficial: https://hbrff.org/ . A edição 2024 tem patrocínio do SPCine, Projeto Paradiso, Consulado Geral do Brasil - Los Angeles, Copa Airlines e Santos Lloyd Law Firm PC.


Serviço

16º Hollywood Brazilian Film Festival

Data: 29 de outubro a 2 de novembro

Site oficialhttps://hbrff.org/

Redes Sociais Oficias: Facebook.com/HBRFILMFEST | Instagram | Youtube

Patrocínio: SPCine, Projeto Paradiso, Consulado Geral do Brasil - Los Angeles, Copa Airlines e Santos Lloyd Law Firm PC.

Apoio: TIP - Performance de Mídia



Sugestões de palavras-chave: Cinema brasileiro, Hollywood Brazilian Film Festival, cinema independente, Ainda Estou Aqui, Greice, Cidade;Campo, Cidade de Deus, Malu, Oeste Outra Vez, Oscar 2025, Baby, No nosso Sangue,

Série “Cidade de Deus - A Luta não Para” será exibida gratuitamente no Hollywood Brazilian Film Festival, em Los Angeles

 

Série “Cidade de Deus - A Luta não Para” será exibida gratuitamente no Hollywood Brazilian Film Festival, em Los Angeles

Produção da HBO será exibida no dia 2 de novembro, seguida por um painel com o diretor Aly Muritiba

Série "Cidade de Deus - A Luta Não Para" será exibida no Hollywood Brazilian Film Festival -

Cred Reprodução / HBO

Até o dia 2 de novembro, a programação do Hollywood Brazilian Film Festival segue apresentando uma variedade de exibições em parceria com a Cinemateca Americana, no Los Feliz Theater e no Aero Theatres, incluindo estreias e obras de diretores veteranos e talentos emergentes. 


A série original da HBO “Cidade de Deus: A Luta Não Para” será exibida gratuitamente, em uma sessão especial seguida por um painel com o diretor Aly Muritiba. 


A produção serve como uma continuação do aclamado filme de 2002, “Cidade de Deus”, originalmente adaptado por Bráulio Mantovani do romance de Paulo Lins e dirigido por Kátia Lund e Fernando Meirelles, sendo estrelada por Alexandre Rodrigues, Thiago Martins, Roberta Rodrigues, Sabrina Rosa, Edson Oliveira, Marcos Palmeira e Andréia Horta.


Além de Muritiba, o festival também levou a Los Angeles, os atores Fernanda Torres e Selton Mello, de “Ainda Estou Aqui” e os diretores Erico Rassi (“Oeste Outra Vez”), Marcelo Caetano (“Baby”), Pedro Freire (“Malu”), e Pedro Kos (“No Nosso Sangue”). 



Seleção oficial de 2024 do HBRFF - Cred Reprodução

Confira a seleção oficial da edição de 2024: 

 

- “No Nosso Sangue” (Dir. Pedro Kos | Brasil | 2024 | 89’)

Sinopse: Uma jovem cineasta, Emilly, grava um documentário sobre seu reencontro com a mãe, depois de 10 anos afastada, mas a investigação acaba revelando perigosos segredos. Ela se junta ao cinegrafista Danny para registrar o momento, mas tudo muda quando a mãe desaparece misteriosamente, muito provavelmente por causa dos vícios e problemas que a fizeram abandonar o lar anos atrás. 


- “Cidade; Campo” (Dir. Juliana Rojas | Brasil | 2024| 119’)

Sinopse: O filme acompanha a história de duas mulheres que transitam entre a vida urbana e rural em busca de um novo começo. Após um desastre natural devastar suas terras, Joana (Fernanda Vianna), foge para São Paulo para tentar recomeçar do zero em um ambiente desconhecido. Enquanto isso, Flávia (Mirella Façanha), se muda com sua esposa Mara (Bruna Linzmeyer) para a fazendo de seu falecido pai, onde enfrentarão os desafios para se adaptar à vida no campo. A narrativa explora as transformações e desafios enfrentados pelas protagonistas em meio a novas paisagens e realidades, destacando a luta pela sobrevivência e a busca por identidade em contextos de ruptura e mudança.


- “Greice(Dir. Leonardo Mouramateus | Brasil | 2024 | 110’)

Sinopse: Greice é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Num dia de trabalho, ela conhece Alfonso, e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. Neste seu terceiro longa, Leonardo Mouramateus encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.


- “Baby” (Dir. Marcelo Caetano | Brasil | 2025 | 107’)

Sinopse: Baby é o apelido que Wellington (João Pedro Mariano) recebe. Ele é um jovem recém-libertado de um centro de detenção e se vê perdido nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema com foco em produções pornográficas, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa que tem Baby como seu protegido e está determinado a ensinar as malícias da vida e novas formas de sobreviver.

A partir de então, os dois iniciam uma relação tumultuada, marcada por conflitos entre exploração e proteção, ciúme e cumplicidade. Ambientado em um cenário urbano vibrante, Baby explora as complexidades das conexões humanas e os desafios de se reintegrar na sociedade após o período de detenção.


- “Oeste Outra Vez” (Dir. Erico Rassi | 2024 | Brasil | 97’)

Sinopse: A produção apresenta a narrativa de um faroeste brasileiro ambientado em um lugar isolado no sertão de Goiás, no Brasil, onde homens rudes, incapazes de lidar com suas próprias fragilidades, são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros. 


- “Malu” (Dir. Pedro Freire | 2023 | Brasil| 100’)

Sinopse: O longa conta a narrativa de Malu (Yara de Novaes), uma atriz desempregada no auge dos seus 50 anos que vive em uma casa precária na periferia no Rio de Janeiro. Ela é obrigada a conviver com sua mãe racista e tenta viver sob a relação tensa e desagradável que mantém com sua própria filha. Malu enfrenta essa luta constante de más relações e energias enquanto tenta sobreviver às memórias de um passado glamouroso que a persegue. 


- “Cidade de Deus: A Luta não Para” (Dir. Aly Muritiba | 2024 | Brasil | 6x50’)

Sinopse: A série original da HBO é uma continuação adaptada da obra literária de Paulo Lins e acompanha os personagens do renomado filme de 2002 depois de 20 anos, pelas lentes de Buscapé (Alexandre Rodrigues). A produção retrata o impacto dos conflitos entre policiais, traficantes e milicianos na vida dos moradores da comunidade. A história volta às telas a partir da saída do jovem traficante Braddock (Tiago Martins) da prisão. Ele decide tentar recuperar o controle do morro das mãos do chefe Curió (Marcos Palmeira), colocando os moradores da Cidade de Deus no meio do fogo cruzado entre a milícia, o tráfico e as autoridades do Rio de Janeiro. 


O 16º Hollywood Brazilian Film Festival ocorre de 29 de outubro a 2 de novembro. Confira mais informações e a programação completa pelo site oficial: https://hbrff.org/ . A edição 2024 tem patrocínio do SPCine, Projeto Paradiso, Consulado Geral do Brasil - Los Angeles, Copa Airlines e Santos Lloyd Law Firm PC.


Serviço

16º Hollywood Brazilian Film Festival

Data: 29 de outubro a 2 de novembro

Site oficial: https://hbrff.org/

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Patrocínio: SPCine, Projeto Paradiso, Consulado Geral do Brasil - Los Angeles, Copa Airlines e Santos Lloyd Law Firm PC.

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Como o abandono dos parceiros pode fragilizar mulheres em tratamento contra o câncer de mama

 


Como o abandono dos parceiros pode fragilizar mulheres em tratamento contra o câncer de mama

Dados do INCA revelam que 70% das pacientes enfrentam o distanciamento dos companheiros; profissional da área de Psicologia explica as consequências negativas para a saúde mental dessas mulheres


Mais de 70 mil novos casos de câncer de mama são estimados no Brasil em 2024. Das mulheres diagnosticadas, 70% lidam com o abandono dos parceiros durante o tratamento, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). 


O peso de conviver com o diagnóstico, as mudanças físicas que vêm com ele e, ainda, com esse abandono, fragiliza a saúde mental dessas mulheres que, conforme aponta a profissional da área de Psicologia do AmorSaúde, Helen Limões, pode acarretar em consequências ainda mais graves. “O sofrimento emocional pode se tornar maior do que o sofrimento físico, o que gera um impacto negativo no tratamento, pois pode levar a um quadro depressivo, retardando os resultados do tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia”, explica.


Causas e consequências do abandono


Para a profissional, existem fatores sociais e culturais que podem influenciar na decisão de abandonar suas parceiras em tratamento. Um deles diz respeito à diferença nos cuidados entre os gêneros. “Quando o marido adoece, a mulher está sempre presente, e muitas vezes sabe mais sobre a doença do que o próprio marido. Quando a situação se inverte, há uma falta de reciprocidade e empatia dos homens no tratamento de suas esposas adoecidas, na maioria dos casos”, relata. 


“O câncer em si mexe com a autoestima da mulher, e lidar com a situação de abandono durante o tratamento intensifica ainda mais o sentimento de desvalorização e rejeição”, explica Helen. Ela ressalta que os impactos na saúde mental da mulher com câncer podem ser refletidos em tristeza, irritabilidade constante, crises súbitas de choro, isolamento social, perda de apetite e falta de esperança. 


Rede de apoio: um dos tratamentos mais importantes


Dados da Comissão de Estudos e Pesquisa da Saúde Mental da Mulher da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) indicam que uma em cada quatro mulheres que recebem diagnóstico de câncer de mama acabam tendo mais chances de desenvolver um quadro de depressão. 


Assim, a rede de apoio representa um papel fundamental no tratamento dessas pacientes, que precisam de segurança e acolhimento nesse momento. “A relação entre saúde mental e o câncer ameniza a trajetória da paciente durante o enfrentamento da doença. Além disso, favorece a adesão às terapias e aumenta as chances de sucesso do tratamento”, frisa Helen.


Essa ajuda pode vir de pessoas ou grupos, como família, amigos, vizinhos. Contudo, organizações e sistemas de saúde também representam redes seguras para as mulheres que precisam desse auxílio emocional durante o tratamento. “O apoio social pode vir através da companhia em consultas e sessões de tratamento, compartilhando questões pessoais, dando apoio emocional e nas atividades cotidianas”, pontua a profissional do AmorSaúde.


Existem casos de pacientes que não têm redes de apoio familiares ou pessoas próximas. Helen salienta que há outros meios de apaziguar a solidão dessas mulheres, de forma a trazer mais qualidade em relação à saúde mental.


“Neste caso o apoio social virá da equipe multidisciplinar. Essa rede de apoio pode ajudar a reduzir o sentimento de solidão, fortalecer a resiliência dessas mulheres e auxiliá-las na jornada da recuperação”, diz a profissional. Segundo ela, outra forma de se buscar essa rede é por meio de entidades sem fins lucrativos que ajudam gratuitamente os portadores de câncer e suas famílias.

O papel crucial dos profissionais de saúde


Para além dos familiares e também dos tratamentos médicos, os profissionais de saúde podem contribuir significativamente com a saúde mental da mulher em tratamento. Helen comenta que a equipe médica envolvida também deve fazer parte da rede de apoio.


“Isso pode ser feito através do acolhimento da paciente, orientando, informando e usando o seu conhecimento para que os momentos dessa travessia (diagnóstico, tratamento e estabilização da doença) transcorra de forma sustentável e humanizada, reestruturando e encontrando estratégias funcionais para enfrentar o estigma da doença e todo o seu tratamento”, finaliza.


Assessoria:

Denise Freire | (11) 99142-1696