MEDIÇÃO DE TERRA

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sexta-feira, 31 de maio de 2024

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'Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju' chega ao MAC Niterói no dia 9 de junho

 

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'Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju' chega ao MAC Niterói no dia 9 de junho

Exposição imersiva com 1.200 lanternas de seda e instalações será a maior da Coreia do Sul já realizada no Brasil

Símbolo de resistência para o povo coreano desde 1500, as coloridas lanternas de seda chegam ao MAC, em instalações, fotos e vídeos (Foto: Divulgação)

A maior exposição de arte da Coreia do Sul já realizada no Brasil chega ao Salão Principal do Museu de Arte Contemporânea - MAC Niterói no dia 9 de junho. Com organização do Centro Cultural Coreano no Brasil, que tem direção de Cheul Hong Kim, e da Prefeitura de Jinju; patrocínio da Prefeitura de Niterói; realização da Scuola di Cultura e curadoria da jornalista Ana Cláudia Guimarães, “Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju” convida o público para um mergulho em uma das mais populares tradições culturais coreanas a partir da experiência imersiva com instalações em site specific. As milenares lanternas coloridas de seda dialogam com elementos cenográficos contemporâneos, transportando os visitantes à famosa cidade de Jinju, que desde 2003 sedia um dos mais tradicionais festivais culturais do país. 


Na abertura para convidados, no dia 8 de junho, às 19h, o Museu de Arte Contemporânea e o Cristo Redentor serão iluminados ao mesmo tempo, com as cores da bandeira da Coreia do Sul:  vermelho e azul. Na véspera, dia 7, com uma ação de videomapping, o Cristo ficará vestido com um Hanbok - traje típico coreano feito de seda e utilizado em casamentos e celebrações específicas. Na vernissage, estarão presentes no MAC o embaixador Ki-Mo Lim, o prefeito de Niterói, Axel Grael, o diretor do Centro Cultural Coreano, Cheul Hong Kim, e o vice-prefeito de Jinju Seak-Ho Cha. O duo de cordas formado pelos músicos Hyu-Kyung Jung (violino) e Eduardo Swerts (violoncelo) farão uma apresentação com repertório de clássicos coreanos.


O MAC Niterói será ocupado por túneis coloridos formados por 1200 lanternas de seda originais da cidade de Jinju. No final dos túneis, o público encontra uma enorme lua em 3D, além de instalações, fotos e vídeos da cidade e do Festival Jinju Namgang Yudeung, mostrando a unidade entre a tradição e a contemporaneidade. Além das lanternas, estarão expostos os Hanboks. A exposição também conta com a presença do mascote de Jinju, a lontra Hamo, de 3 metros de altura.


"A exposição “Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju” cria uma ponte luminosa que une passado e presente. Atravessa o oceano para nos conectar a uma cultura milenar por meio de delicadas lanternas, produzidas manualmente a partir de uma seda fabricada exclusivamente em Jinju, pequena cidade da Coreia do Sul. Acesas, geram trilhas de memória e emoção. Um universo em que cores e formas conduzem a uma experiência única de imersão. As curvas e formas do MAC projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer geram um rico diálogo entre culturas e tempos tão distintos e nos transpõe a essa festividade. Hoje, as luzes representam um momento de celebração num país cuja riqueza cultural tem encantado o mundo", diz a curadora Ana Cláudia Guimarães. 


A tradição das lanternas de seda começou na 1ª Batalha da Fortaleza de Jinjuseong, durante a Guerra Imjin (1592-1598), entre 3.800 soldados do Exército Suseong (Coreia), que protegiam o castelo, e 20.000 soldados japoneses. Os coreanos usaram a lanterna no Rio Namgang em uma noite escura para avistar os japoneses, impedindo-os de cruzar o rio. Além de tática militar, as lanternas também foram usadas para enviar recados aos familiares fora da fortaleza. Mais tarde, a população da cidade de Jinju começou a lançar lanternas no Rio Namgang para homenagear as almas dos soldados que se sacrificaram, como símbolo de resistência. 


A tradição deu lugar ao Festival Jinju Namgang Yudeung como um evento de destaque na Coreia, que é conhecido internacionalmente e todo ano reúne mais de 2 milhões de pessoas. A festividade foi designada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo como o festival representativo da Coreia e ainda foi selecionada como um festival de luxo global de desenvolvimento da Coreia por 5 anos consecutivos.


“Estou muito feliz que a exposição “Luzes da Coreia - Festival de Jinju” acontecerá no MAC-Niterói. A exposição é uma ótima oportunidade para promover a beleza da seda e das lanternas de Jinju, cidade criativa da UNESCO no campo do artesanato e das artes folclóricas. Assim, espero que a exposição Luzes da Coreia fortaleça a relação de amizade entre as cidades de Jinju e Niterói”, conta o prefeito de Jinju, Kyoo-II Jo.


A exposição “Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju” tem organização do Centro Cultural Coreano no Brasil e da Prefeitura de Jinju e realização da Scuola di Cultura e de Ana Cláudia Guimarães. O patrocínio é da Prefeitura de Niterói, Neltur (Niterói Empresa de Lazer e Turismo), FAN (Fundação de Arte de Niterói), Embaixada da República da Coreia, Santuário Cristo Redentor, Instituto Redemptor, Hyundai e Ecoponte. Apoio de Casal Garcia.


SERVIÇO  | 'LUZES DA COREIA - FESTIVAL DE LANTERNAS DE JINJU'

9 junho a 25 de agosto 

Local: Museu de Arte Contemporânea - MAC Niterói (Mirante da Boa Viagem, s/nº, Boa Viagem, Niterói - RJ)

Horários: Terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h30)

Preços ingressos: R$16,00 (Inteira); R$8,00 (Meia-entrada)

Gratuidade às quartas-feiras. Gratuidade para quem vai de bicicleta e para moradores de Niterói. Veja mais sobre a política de ingressos aqui:

http://culturaniteroi.com.br/macniteroi/visitacao

Ingressos à venda na bilheteria do museu e pelo Sympla: 

https://site.bileto.sympla.com.br/macniteroi/.

Acesse o site e as redes sociais do Centro Cultural Coreano no Brasil e do Luzes da Coreia MAC para acompanhar as fotos da exposição.


ASSESSORIA DE IMPRENSA:

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A geopolítica do clima e as consequências de ignorar

 

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A geopolítica do clima e as consequências de ignorar

João Alfredo Lopes Nyegray*

Nos últimos anos, estamos percebendo de forma bastante clara como as questões climáticas vêm influenciando o xadrez geopolítico global. A Síria é um possível exemplo: entre 2006 e 2010, uma seca transformou quase 60% do país em deserto, e até 2009, as dificuldades climáticas mataram até 80% do gado do país. Um movimento em massa de agricultores para as cidades, aliado à incapacidade das instituições sírias para lidar com o êxodo rural e às tensões étnicas existentes, foi o catalisador de uma guerra civil que se arrasta até hoje.

Nas últimas duas décadas, os preços mais elevados dos alimentos – causados em grande parte pelas mudanças climáticas, cheias, enchentes ou secas – têm sido claramente associados a diversos conflitos internos em dezenas de nações, como os protestos alimentares na África Subsaariana entre 2007 e 2008, ou na América Latina desde então.

O aumento dos riscos climáticos intensifica a busca por recursos naturais escassos e vitais, como peixes, terras cultiváveis ou fontes de água. O peso de uma demografia global crescente também contribui por essa corrida aos recursos que, outrora, foram abundantes. Paralelamente ao aumento dos riscos climáticos, estamos presenciando o surgimento de uma ordem global em que os riscos geopolíticos e climáticos deverão aumentar as tensões entre as nações.

É nesse turbulento contexto que testemunhamos com muita tristeza os efeitos das enchentes sobre o Rio Grande do Sul. A situação atual pela qual passam os gaúchos, no entanto, não é surpresa: como em todo filme de catástrofe que se inicia com governantes ignorando as previsões da ciência, as cheias no sul do país já haviam sido alertadas por pesquisadores, que afirmavam como as mudanças climáticas poderiam destruir o cenário típico do estado. Ainda em 2021, uma reportagem da jornalista Bibiana Davila que entrevistou acadêmicos e estudiosos da área, já anunciava uma piora nas tempestades e no prejuízo advindo das possíveis enchentes. 

Foi também em 2021 que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC) apontou como as consequências de um leve aumento da temperatura global podem ser absolutamente catastróficas para países e populações – e, desde então, vivenciamos ondas extremas de calor e poucos episódios de frio. No ano passado, esse mesmo relatório reforçou que a maior parte das mudanças climáticas no Rio Grande do Sul estava sendo causada pela ação humana.

Aos alertas feitos sobre as mudanças no clima daquele estado somam-se outras centenas, que mostram como o planeta como um todo está chegando ao ponto de não retorno: independentemente de nossos esforços, nada será suficiente para recuperarmos o planeta e mantermos nossas vidas como eram antes. 

Ignorados os alertas, chega a hora de contar os prejuízos. O maior deles, o das vidas. Mães, pais, filhos, netos e avós enfrentam uma dor incomensurável, ecoando e sendo sentida por corações em todo o país. Os prejuízos econômicos, embora superáveis, também terão impacto em todo o território nacional: o RS é responsável por cerca de 70% da produção nacional de arroz, um item indispensável da cesta básica, que agora precisará ser importado em um momento de dólar caro e inflação elevada. A soja e a carne bovina, também muito cultivadas no estado, tiveram uma notória redução na oferta. Os laticínios também indicam aumento de preço. Considerando que agora a tragédia já aconteceu, será que teremos políticas públicas para evitar que essas dores se repitam?

*João Alfredo Lopes Nyegray é doutor e mestre em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Coordenador do curso de Comércio Exterior e do Observatório Global da Universidade Positivo (UP). Instagram: @janyegray


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Súplica pela civilidade

 

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Súplica pela civilidade

*Daniel Medeiros

Em 463 a.C., Ésquilo venceu o festival de teatro grego com a trilogia da qual fazia parte a peça As Suplicantes, única a chegar até nós. A tragédia conta a história de 50 mulheres egípcias que fogem para Argos em busca de proteção contra a lei do Egito que as obrigara a casar contra a vontade delas. O rei de Argos, Pelasgo, sabia que se aceitasse o pedido de asilo das estrangeiras, haveria guerra, pois o Egito não relevaria tal afronta às suas leis e costumes. Por outro lado, havia a tradição sagrada entre os gregos da hospitalidade, prática que cultivavam como um símbolo de sua civilidade. Importante ainda destacar que as suplicantes eram mulheres, negras e que adoravam outros deuses. Isto é, diferentes em quase tudo dos gregos, mas iguais no direito à dignidade. O rei então submete o pedido das egípcias aos cidadãos da cidade, que aprovam o pedido de acolhimento por unanimidade. A vontade geral, mesmo diante do perigo da guerra, não nega o que deve ser o direito de cada indivíduo, mesmo que de outra terra, outro sexo, outra fé: viver de maneira digna e honrada. 

Quase vinte e cinco séculos depois, deparamo-nos, diariamente, nos gestos de muitos -- adultos, jovens e crianças – a negação da condição fundante da comunidade ocidental: o respeito pela diferença. Nomes precisaram ser inventados para delinear esse mal que nega ao indivíduo o direito de conviver: racismo, xenofobia, machismo, etnocentrismo, gordofobia, capacitismo. E a lista não para de aumentar.

Recentemente, a atriz Samara Fellipo sofreu no coração a violência praticada contra sua filha, na escola onde ela estuda. A menina foi agredida por causa de sua pele preta, porque outras adolescentes consideraram essa diferença em relação às suas próprias peles uma autorização para o escárnio, para a humilhação, a discriminação, o anátema. Jovens que devem ter conversado previamente entre si e decidido causar um dano à colega por causa da sua cor da pele, ainda mais destacada na escola particular da elite branca paulista. Talvez acreditassem que a jovem filha da atriz não devesse estar ali, porque esse lugar não lhe pertence, por ser um lugar de privilégio e privilégio é um lugar branco. E fizeram o que fizeram, acreditando em outro privilégio tão comum às elites nesse país que vive sob o manto fantasmagórico de trezentos anos de escravidão: a impunidade.

A mãe, porém, não se intimidou e denunciou a escola e agora exige rigor na punição. Creio que essa punição deva ser pedagógica e não “criminal”. Não é uma solução tirar algo dessas adolescentes, mas dar-lhes o que lhes falta: civilidade. E também para as famílias delas, porque é difícil imaginar que uma distorção dessa gravidade na noção de indivíduo e de cidadão tenha sido obra apenas da escola. Punir com a expulsão, por exemplo, implica negar a elas aquilo para a qual a escola deveria estar preparada desde sempre: educar para a vida comum. Expulsar e devolver para os pais decidirem o que fazer com as agressoras pode ser um veneno ao invés de um remédio, pois não há garantia de que os pais necessariamente repudiam o que as filhas fizeram. Afinal, como saber de qual lugar saiu a primeira frase de preconceito racial, a primeira piada – que os racistas insistem em travestir de “brincadeira”-- ou mesmo o primeiro comentário sobre a cor preta da pele da menina que estuda com as filhas. 

O que deve ser exigido – e é hora de faze-lo efetivamente – é lembrar, como afirma a filósofa Hannah Arendt, que educar não é apenas transmitir conhecimentos, mas assumir responsabilidades. E a responsabilidade por práticas como essas que atingiram a jovem filha da senhora Samara – e que se espalham em uma cruel teia de violência por escolas públicas e privadas de todo o país – é de cada um de nós, como foi do rei Pelasgo e do povo de Argos. Se para acabar com a discriminação, que permite troçar do corpo do outro como se fosse um brinquedo de madeira, for preciso enfrentar a guerra, que cavemos trincheiras e portemos as armas possíveis para vencer esse mal. Ou logo não poderemos mais olhar uns nos olhos dos outros.

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo. 

@profdanielmedeiros


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Prepare-se: provas para Medicina Unex acontecem no dia 09/06

 

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Prepare-se: provas para Medicina Unex acontecem no dia 09/06 

Processo seletivo contempla todos os interessados em ingressar na Medicina Unex

As unidades da Unex em Feira de Santana e Itabuna trazem a oportunidade para você que deseja ingressar no curso nota máxima do MEC no período de 2024.2. As inscrições para o Processo Seletivo Tradicional Unificado e Segunda Graduação do curso de Medicina estão abertas até o dia 04/06, com provas presenciais e online agendadas para o dia 09 de junho. Os interessados devem realizar as inscrições através do link.


A Medicina Unex conta com professores, médicos e doutores renomados e de reconhecimento do cenário da saúde local, o que faz total diferença na graduação dos futuros profissionais. O investimento é de R$350 para as inscrições realizadas no período de 27 de maio a 04 de junho. 


Ainda no dia 04 de junho, o curso de Feira de Santana promove a sua grande revisão para os vestibulandos que se submeterão à prova que ocorre no domingo (09/06). O MedClass é direcionado a estudantes do ensino médio e cursinhos pré-vestibular. Com abordagem dinâmica, o aulão tem a finalidade de trazer os principais conteúdos e questões comentadas que podem ser abordados na prova. Os interessados em participar da ação, podem realizar as inscrições através do site.


Coordenado pelo professor Rodrigo Sampaio, o MedClass contará com conteúdos das áreas de Humanas, Biológicas, Física e Matemática e com a participação de professores renomados na cidade de Feira de Santana e região, como Celso, Jarbas e Wilson do Colégio Acesso, Diógenes do Colégio Helyos e, diretamente do Colégio Mendel, em Salvador, os professores João e Juca. 


//SERVIÇO//

Processo Seletivo Tradicional e Segunda Graduação

Período de Inscrições: até 04/06

Valor: R$350 até 04/06.

Prova: 09/06/2024

Inscrições: https://unex.link/vestibularmedicina 


MedClass: revisão gratuita 

Quando: 04/06/2024

Local: Unex Feira de Santana | Av. Artêmia Pires Freitas, s/n, Sim

Inscrições: https://unex.link/inscricaomedclass

Contatos da assessoria

Lorena Souza

Tel.: (75) 9 9955-9836

Email: lsouza.fsa@ftc.edu.br 


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Qual a importância da gestão da mudança na transformação digital?

 


Por Lyrian Faria e Marcos Corrêa

Diante de um cenário mercadológico em constante evolução, a transformação digital tornou-se um elemento indispensável nas organizações para se manterem competitivas. No entanto, ao contrário do que muitos podem pensar, essa ação não se restringe apenas da ação de digitalizar a companhia. Na verdade, esse é o primeiro passo de uma longa caminhada que traz para as empresas a missão de se adaptarem em três aspectos: novas tendências tecnológicas, modernização de processos e gerenciamento das pessoas.

A transformação digital visa, na prática, atribuir a inovação com um todo na empresa e, por isso, requer uma abordagem mais ampla que contemple a cultura organizacional. Ou seja, o conceito parte da premissa de tornar as empresas mais inteligentes, ágeis e produtivas.

Certamente, nesse processo, é aplicada a integração de tecnologias digitais, que alteram fundamentalmente a forma como uma empresa opera e entrega valor para os seus clientes. Por sua vez, é importante destacar que o processo de transformação digital pode ser algo longo, uma vez que, em seu desenrolar, serão incorporadas uma série de mudanças que exigem a criação de novos modelos de negócio e uma forte análise profunda acerca da cultura da empresa.

Até hoje, esse é um caminho que ainda podemos encontrar obstáculos. Isso porque grande parte das organizações ainda subestimam o nível de disrupção e apresentam desconfiança ao introduzir novas tecnologias e processos. Como prova disso, segundo a pesquisa de Serviços de Negócios e Tecnologia, realizada pela Forrester em 2022, foi apontado que a resistência à mudança está entre os cinco desafios mais frequentemente selecionados na execução da transformação digital.

Ainda segundo relatório, 21% dos tomadores de decisão de serviços globais que apoiam a transformação digital de suas organizações citaram a implementação de novos processos e capacidades como um dos seus maiores desafios. E, por falar em obstáculos, não podemos deixar de fora o fator humano, que ainda pode ser considerado responsável pela demora ou falha no processo de transformação digital.

De acordo com David Rogers, professor da Universidade de Columbia e autor de The Digital Transformation Roadmap, cerca de 70% dos esforços de transformação digital falham. Segundo ele, isso ocorre porque as empresas veem esses esforços como problemas tecnológicos, e não como desafios organizacionais que realmente são.

Neste cenário, a gestão de mudanças (GMO) desempenha um papel fundamental para garantir que uma empresa não se torne apenas digital e operacional, mas sim faça jus à verticalização dos negócios. Justificando essa importância, segundo um estudo do Change Management Institute, 47% das organizações que integram a GMO têm maior probabilidade de cumprir os seus objetivos do que os outros 30% que não a incorporaram.

Em se tratando da era da disrupção digital que estamos inseridos, cabe aos gestores o papel de reconhecer que a transformação digital não é apenas a implementação de uma nova tecnologia, mas uma mudança que afeta todos os aspectos da organização, desde a cultura até as operações.

Diante disso, é comum vermos uma parte das organizações afirmarem que estão dando início a esse processo ao implementaram um ERP. No entanto, é importante enfatizar que adotar ao sistema de gestão é apenas o primeiro passo dessa jornada, cujo nível de aproveitamento será determinado pelo apoio da GMO em conjunto com a liderança em fazer com que a estratégia passe a ser vertical.

Sendo assim, é essencial que a alta gestão crie um mindset de melhoria contínua, entendendo que, por mais que os desafios sejam inevitáveis nesse processo, investir em um bom planejamento e em GMO ajudará a deixar essa caminhada mais simplificada. Afinal, ao adotar a gestão de mudanças organizacionais, a empresa garante uma transição suave, minimiza a resistência e maximiza os benefícios da transformação digital.

Em suma, quando falamos em digitalização, não podemos nos esquecer de que essa base que é formada por três pilares: tecnologia, processos e pessoas, e sem esses três aspectos, não há transformação digital. Por isso, as organizações que conseguirem implementar novas tecnologias com esse nível de maturidade colherão diversos benefícios, como aumento no engajamento das equipes como um todo, otimização de processos, redução de custos e crescimento em escala.

Uma coisa é fato: para as empresas que querem iniciar a transformação digital sem o apoio da GMO, será como navegar em um barco sem leme, uma vez que esse é um componente indispensável para criar um caminho de sucesso para o futuro digital.

Lyrian Faria é diretora da Dynamica Consultoria.

Marcos Corrêa é CEO do Grupo INOVAGE

Sobre o Grupo INOVAGE:
O Grupo INOVAGE é uma consultoria Gold Partner SAP, especializada em SAP Business One, SAP S/4HANA e soluções fiscais da Thomson Reuters. Através de uma equipe de colaboradores qualificada, a empresa tem como objetivo atender necessidades em tecnologia e gestão eficiente, agregando as melhores práticas de mercado, tendências e inovação.

Sobre a Dynamica Consultoria
A Dynamica Consultoria desenvolve um trabalho de parceria com as empresas, visando a melhoria contínua da gestão dos processos empresariais, utilizando técnicas para um melhor gerenciamento da mudança organizacional, seja ela decorrente de substituição tecnológica, fusão, aquisição, reengenharia ou concepção de novos métodos de trabalho.



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Marcos Corrêa, CEO do Grupo INOVAGE
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Lyrian Faria, diretora da Dynamica Consultoria
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Cinthia Guimarães


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Risco sacado: como usá-lo a favor da organização?

 


Por Tiago Anjos

Nas relações comerciais, é comum que grandes empresas compradoras determinem um prazo para que seja efetuado o pagamento. Sendo assim, o risco sacado trata-se de uma modalidade que prevê a antecipação de recebíveis. Ou seja, o cedente (fornecedor) pode receber o pagamento de forma adiantada acerca dos produtos e serviços vendidos. Ainda neste contexto, o comprador (sacado) pode solicitar um prazo alongado para pagar pela compra, mas, muitas das vezes, o cedente não tem fluxo de caixa para aguardar esse período – tornando necessário antecipar o recebimento.

Nessas operações, a empresa compradora, em conjunto com a sua instituição financeira, oferta o serviço de antecipação de recebíveis para os fornecedores. Deste modo, o cedente emite a nota fiscal constando o prazo solicitado pelo sacado para efetuar o pagamento, enquanto o banco antecipa esse valor tornando-se credora da operação e quem irá receber o pagamento do comprador.

A modalidade é considerada algo vantajoso, pois beneficia as três partes envolvidas: o cedente, que obtém como benefícios maior fomento para atuar com o comprador, garantindo fluidez da cadeia produtiva do seu negócio e ganhando liquidez nos processos; o sacado, que pode estabelecer o prazo visando otimizar seu fluxo de caixa; e o financiador, que terá o valor restituído.

Por sua vez, mesmo essa sendo uma linha de crédito que agrega em ganhos oportunos, ainda assim, é preciso ter alguns cuidados na sua execução. Isso é, antes de investir nessa modalidade, é fundamental avaliar e fazer uma análise correta acerca do cenário atual da empresa, levando em conta se a organização está pronta para executar o risco sacado.

Afinal, uma análise incorreta pode acarretar diversos problemas. Um clássico exemplo disso é o caso da Americanas. O rombo financeiro da empresa estimado em R$ 20 bilhões gerou desconfiança em todo o mercado, e foi constatado que os balanços divulgados não condiziam com a realidade, evidenciando as operações de risco sacado que não constavam corretamente contabilizadas nos relatórios.

Esse caso de tamanha magnitude traz à tona a importância de manter a transparência das operações e utilizar a linha de crédito de forma consciente. Ou seja, da mesma forma que o risco sacado ajuda a empresa a manter suas operações sem comprometer o seu fluxo de caixa, também exige que a organização tenha um rigoroso controle de contabilidade a fim de evitar prejuízos e complicações no negócio.

Quanto a isso, realizar esse processo de forma automatizada e integrada diretamente ao sistema de gestão, é uma excelente alternativa para diminuir erros e dores neste processo que, atualmente, ainda é feito por muitos de forma manual. Dessa maneira, com o apoio de uma ferramenta embarcada no uso da tecnologia e especializada no serviço de risco sacado, pode ajudar a organização desde a ter uma maior conexão com compradores, fornecedores e financiadores, apresentando a melhor linha de crédito adequado ao negócio, até a adquirir uma melhor seleção da menor taxa no mercado.

Certamente, executar todo esse processo pode ser algo trabalhoso e complexo, visto que envolve uma gama de ações. Quanto a isso, ter o apoio de uma consultoria especialista neste tipo de serviço é uma excelente alternativa, ajudando a garantir maior fluidez de toda a operação.

O risco sacado é, sem dúvidas, uma modalidade que tem muito a contribuir com as organizações quando utilizado de forma assertiva. Contudo, é preciso tomar cuidado com o entendimento errôneo que temos na sociedade acerca do uso do crédito. Por isso, antes de aderi-lo, é essencial considerar todas as opções e manter transparência em todo o processo executando sua contabilização corretamente. Afinal, a melhor forma de eliminar os riscos é garantindo a segurança.

Tiago Anjos é Product Owner do Grupo Skill.

Sobre o Grupo Skill:

Desde 1979, o Grupo Skill tem a missão de fornecer aos seus clientes o mais alto nível de excelência na prestação de serviços. Com ética, profissionalismo e precisão, a empresa planeja e desenvolve soluções para gerar o valor que as empresas precisam. Seus escritórios, localizados em São Paulo e Goiânia, são preparados para dar todo o suporte necessário para a equipe de profissionais que atua em todas as regiões do Brasil.



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Cinthia Guimarães


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Semana do Meio Ambiente: confira 6 livros infantis para falar sobre sustentabilidade com as crianças

 

Semana do Meio Ambiente: confira 6 livros infantis para falar sobre sustentabilidade com as crianças

A coordenadora do editorial de literatura e informativos da SOMOS Educação, Laura Vecchioli do Prado, indica obras que abordam a temática 


Crédito: Freepik


Entre os dias 31 de maio e 5 de junho é comemorada a Semana Mundial do Meio Ambiente. Instaurada no Brasil em 1981, seu objetivo é conscientizar e promover a participação da população no debate sobre os bens naturais e a importância de preservá-los. Neste ano, diversas instituições brasileiras vão promover durante a semana atividades, palestras e debates alinhados à temática, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU): “Acelerar a restauração da terra, a resiliência à seca e o progresso da desertificação”.


No âmbito educacional, a Semana Mundial do Meio Ambiente é uma oportunidade para auxiliar as crianças no desenvolvimento de consciência ambiental. Por meio de atividades lúdicas, professores e familiares podem oferecer aos mais jovens reflexões importantes sobre o papel da humanidade na conservação dos recursos naturais. Nesse sentido, a leitura de obras literárias é uma ótima aliada.


Para Laura Vecchioli do Prado, coordenadora de literatura e informativos da SOMOS Educação, os livros são uma ferramenta eficaz no processo de educação ambiental. “Com linguagem acessível, a literatura infantil permite que as crianças entrem em contato com temas atuais e relevantes para toda a sociedade, como as consequências das mudanças climáticas, a importância da biodiversidade e os prejuízos do desmatamento”, afirma Laura. “Além disso, esses livros oferecem uma conexão profunda entre os leitores, ajudando no desenvolvimento de empatia e outras habilidades socioemocionais que são primordiais para a formação de adultos conscientes sobre suas ações no planeta”, acrescenta.


Pensando nesse contexto, Laura separou 6 livros infantis que ajudam a abordar temas ambientais com os jovens leitores. Confira!


1.     Cuidado, Dona Mata!, de Regina Siguemoto – Editora Formato

Preço: R$ 59,00 (Link para compra)

Autores: Regina Siguemoto

Páginas: 12


Diante da chegada do Homem, a protagonista Dona Mata se mostra bastante feliz. Porém, o visitante passa a derrubar suas árvores e gera um progressivo desaparecimento de suas espécies nativas, o que faz com que os bichos que habitam Dona Mata se unem para salvá-la. De forma leve e acessível, a narrativa aborda a exploração das florestas e traduz a problemática do desmatamento para o público infantil.


2.   A última gota, de J.L. Diego – Editora Scipione

Preço: R$ 68,00 (Link para compra)

Autores: J.L. Diego

Páginas: 40


Preocupada com a possível falta de água no planeta, a garotinha Kika resolve ler a história de Chuvisca, uma gotinha que, ao se deparar com a escassez e o desperdício, passa a lutar pela sobrevivência. Fazendo parte da coleção Dó-Ré-Mi-Fá, o livro é uma ótima forma de apresentar às crianças a questão do uso consciente da água.


3.  Na praia e no luar, a tartaruga quer o mar, de Ana Maria Machado – Editora Ática

Preço: R$ 78,00 (Link para compra)

Autores: Ana Maria Machado

Páginas: 40


Em uma viagem à praia, Pedro e Luísa adotam uma missão: proteger as pequenas tartarugas que ali vivem. Enfrentando os vilões pescadores que querem vender os animais a qualquer custo, os amigos encaram uma emocionante aventura, aprendendo a importância de defender e cuidar desses animais.


4. O menino de olho d’água, de José Paulo Paes – Editora Ática

Preço: R$ 80,00 (Link para compra)

Autores: José Paulo Paes

Páginas: 40


Narrada em poesia e prosa, a obra de José Paulo Paes aborda de maneira emocionante a complicada relação entre o ser humano e a natureza. Com ilustrações de Rubens Matuck, o livro proporciona uma rica experiência estética, permitindo que o público infantil aprenda sobre a valorização à vida em todas as suas formas.


5. A última árvore do mundo, de Lalau e Laurabeatriz – Editora Scipione

Preço: R$ 86,00 (Link para compra)

Autores: Lalau e Laurabeatriz

Páginas: 32


Com linguagem poética e delicada, Lalau e Laurabeatriz contam a história de uma árvore que, de repente, se encontra sozinha no mundo. Mesmo confusa e triste, ela decide seguir em frente, continuando a dar frutos, flores e abrigos aos humanos e animais que por ali vivem.

6.     O segredo da chuva, de Daniel Munduruku – Editora Ática

Preço: R$ 78,00 (Link para compra)

Autores: Daniel Munduruku

Páginas: 64


A preocupação com a seca toma conta da aldeia de Lua, um menino corajoso que decide encontrar uma solução para salvar sua floresta, animais e amigos. Ao lado de seus companheiros – um macaco, uma onça e uma capivara –, Lua embarca numa aventura para trazer a chuva de volta.

Sobre a unidade de Literatura da SOMOS Educação - Com mais de 1,6 mil obras em seu catálogo e mais de 500 autores nacionais e estrangeiros, de diversos gêneros literários, a área de Literatura da SOMOS Educação reúne obras dos selos Ática, Atual, Caramelo, Formato, Saraiva e Scipione de literatura infantojuvenil. A área também é responsável pelo Coletivo Leitor, portal que busca difundir o valor e a importância da leitura e da literatura para o ser humano desde criança, estimulando a criatividade e o desenvolvimento da empatia.



Mais informações à imprensa: Mira Comunicação – assessoria SOMOS Literatura

Diego Ramalho

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