domingo, 31 de dezembro de 2017
Pesquisa diz que 46% dos alemães querem renúncia de Merkel
O Instituto Civey ouviu 5.120 pessoas entre 28 e 30 de dezembro
BAHIA.BA
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Civey para o jornal Die Welt indica que 46% dos alemães querem a renúncia imediata da chanceler Angela Markel.
Outros 17% dos entrevistados afirmam que Merkel deveria renunciar ao comando do governo do país caso haja fracasso nas negociações de janeiro entre o grupo parlamentar comandado pela União Democrata-Cristã (CDU) e o Partido Social-Democrata (SPD), liderado por Martin Schulz, para a formação de uma nova grande coalizão.
Além disso, 8% dos alemães consideram que Merkel deveria deixar o cargo no meio do mandato. Apenas 15% defendem que a chanceler permaneça mais quatro anos na chefia de governo.
O apoio à renúncia é maior no leste da Alemanha, onde 54% dos consultados pela pesquisa defendem a renúncia da chanceler. No oeste, 44% querem que a líder da CDU deixe o cargo.
Considerando os partidos com representação parlamentar após as eleições gerais de setembro, os eleitores da Alternativa para a Alemanha (AFD) são, com 87%, os principais defensores da renúncia de Merkel. Na seqüência, vêm os simpatizantes do Partido Democrático Liberal (FPD), com 58%, e os da Esquerda, com 51%.
No entanto, menos da metade dos sociais-democratas (43%) deseja a saída imediata de Merkel do poder. Entre os eleitores dos Verdes, apenas 28% querem a renúncia da chanceler.
Para a pesquisa, com margem de erro de 2,8%, os alemães foram perguntados se Ângela Merkel deveria deixar o cargo. O Instituto Civey ouviu 5.120 pessoas entre 28 e 30 de dezembro.
As negociações entre a CDU e o SPD para a repetição de uma coalizão ocorrerão após cem dias de governo interino. Os diálogos entre conservadores, liberais e verdes, uma aliança batizada como Jamaica por causa das cores dos três partidos, não evoluíram após discordâncias entre os grupos parlamentares.
Cerca de 500 homens das Forças Armadas chegam às ruas de Natal
Tropa inicia patrulhamento nas ruas da cidade, para contornar caos na segurança pública. Policiais e bombeiros estão aquartelados desde o dia 19 de dezembro
BAHIA.BA
Cerca de
500 homens das Forças Armadas já chegaram à Natal, capital do Rio Grande
do Norte, para iniciar o patrulhamento nas ruas da cidade. Policiais
militares, bombeiros e policiais civis paralisaram as atividades no dia
19 de dezembro, e reivindicam melhores estruturas de trabalho e o
pagamento se salários atrasados.
O ministro da defesa, Raul Jungmann,
autorizou o envoi das tropas através de uma liberação do presidente
Michel Temer (PMDB). No Twitter, o governador do Rio Grande do Norte,
Robinson Faria (PSD), informou na noite desta sexta-feira (29), o
patrulhamento das Forças Armadas. Ele ainda diz que nos próximos dias
“serão mais de 1,5 ml para reforçar o trabalho ostensivo”.
Desde outubro de 2016, esta é a terceira
vez que o Estado recebe o apoio das Forças Armadas diante das crises de
segurança. No dia 25, a desembargadora Judite Nunes acatou o pedido da
Procuradoria-Geral do Estado e considerou illegal a paralisação das
polícias civil e militar, e dos bombeiros.
Raul Jungmann irá passar o reveillon em
Natal, como um gesto de “solidariedade”, a “aqueles rapazes que vão
deixar os filhos e esposas para garantir a família daqueles que vão
festejar o ano-novo”. Ele ainda fez um apelo para que os policiais
retornem as atividades.
Isenção de tributos a empresas causa prejuízo de R$ 9,3 bilhões em 2018
Veto presidencial derrubado por senadores e deputados em novembro reduz orçamento da União, Estados e municípios
BAHIA.BA
No mês
passado, deputados e senadores derrubaram um veto presidencial que fará a
União, Estados e Municípios perderem cerca de R$ 9,3 bilhões de
arrecadações em 2018.
O veto acabou validando incentivos
fiscais estaduais à empresas, e o Congresso concedeu, sem chamar
atenção, abatimento na cobrança desses tributos. A manobra, que pode
representar um erro estratégico de articulação do governo federal,
impacta significativamente no orçamento previsto.
Michel Temer havia vetado o trecho da lei
que equiparava o benefício fiscal dado pelos Estados a um incentive
para investimento. Com este tratamento, as empresas ficavam isentas
inclusive do Imposto de Renda, além da redução de outros tributos.
A perda do valor de R$ 9,3 bilhões não
estava prevista no orçamento, e terá de ser compensada com outras
medidas para equilibras os cofres públicos, de acordo com o Estadão.
A decisão apoiada por governos estaduais,
de derrubar o veto, atende à pressão das empresas beneficiadas com
incentivos com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços (iCMS).
Para 2018, a estratégia do governo
federal é melhorar a articulação com prefeitos e governadores para
aprovar medidas fiscais que ajudem no equilíbrio das finanças.
DEM e PPS entram em guerra por conta de empréstimo do BB à Bahia
Aliado do democrata, Arthur Maia (PPS) ameaçou, inclusive, abandonar a relatoria da Previdência
BAHIA.BA
A liberação dos R$ 600 milhões ao governo da Bahia de um empréstimo contraído pelo Banco do Brasil abriu uma trincheira de guerra entre o DEM e o PPS, segundo a coluna Estadão.
O motivo da briga é a disputa eleitoral de 2018, quando Rui Costa (PT) deve ser enfrentado pelo prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).
Aliado do democrata, Arthur Maia (PPS) ameaçou, inclusive, abandonar a relatoria da Previdência.
O senador Otto Alencar (PSD-BA), aliado do governador Rui Costa, diz que o presidente Temer prometeu liberar o empréstimo em troca de os deputados do PSD da Bahia ajudarem a garantir quórum na votação da 2.ª denúncia contra ele. O partido cumpriu sua parte com a presença dos cinco deputados do PSD da Bahia no plenário. Eles votaram contra Temer, mas ajudaram a garantir a sessão que decidiu pelo arquivamento da acusação contra o presidente.
Tribunal julga caso de Lula com a rapidez de ações mais simples
A previsão para o caso do ex-presidente, que ainda não foi decidido, é de 154 dias
BAHIA.BA
O processo que acusa o ex-presidente Lula de corrupção e lavagem de dinheiro pelo tríplex em Guarujá (SP) e o que julgou um homem conhecido como “Sid Barbeiro” por recebimento irregular de seguro para pescadores devem ter um período de tramitação similar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) até o julgamento. A previsão para o caso de Lula, que ainda não foi decidido, é de 154 dias. Já Sid Barbeiro foi julgado e absolvido em 146 dias.
A diferença é que, ao contrário do pescador, que respondia por estelionato, as ações pelos crimes imputados ao ex-presidente não costumam ser decididas em período tão rápido na corte.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, em 2017, apenas dois processos públicos por corrupção foram decididos em menos de 150 dias no TRF-4. No caso de lavagem de dinheiro, nenhum de mérito foi julgado –foi apenas decidido em um caso que a competência para decisão é da Justiça Federal do Rio Grande do Sul.
Renovação do Congresso deve ser menor em 2018, diz estudo
De acordo com o estudo realizado Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) o percentual ficará abaixo da média de 49% dos últimos cinco pleitos
BAHIA.BA
Um estudo, publicado na Coluna do Estadão e realizado Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), projeta um índice menor de renovação do Congresso nas eleições de 2018, abaixo da média de 49% dos últimos cinco pleitos.
As razões apontadas são: maior número de candidatos que vão tentar a reeleição; redução para 45 dias do tempo de campanha; base eleitoral já consolidada de quem tem mandato; maior poder de barganha dos atuais congressistas nas negociações com os partidos por tempo de TV e recursos do fundo eleitoral para financiar suas candidaturas.
Os analistas do Diap, entidade que há 34 anos observa o comportamento do Congresso, apostam no aumento do número de deputados federais que vão buscar a reeleição por um motivo: manter a prerrogativa de foro. Para o Diap, a Lava Jato só terá efeito nas eleições de 2018 se os políticos começarem a ser julgados pelo Supremo antes da campanha. Caso contrário, terão o álibi de dizer que são inocentes.
Pronunciamento de Temer no Natal custou R$ 70 mil aos cofres
Foi a segunda vez que o presidente utilizou cadeia de rádio e TV em um ano e sete meses de governo
BAHIA.BA
O pronunciamento de Natal do presidente Michel Temer (MDB), exibido em rede nacional de rádio e televisão, custou R$ 70 mil aos cofres públicos, de acordo com a Coluna do Estadão. A produção ficou com a agência Calia Y2.
Foi a segunda vez que o presidente utilizou cadeia de rádio e TV em um ano e sete meses de governo. A primeira foi no Natal de 2016.
Pensando nas eleições de 2018, Maia já agenda com marqueteiro
Presidente da Câmara está montando equipe de suporte técnico e de comunicação para apoiar sua candidatura ao Planalto
BAHIA.BA
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), está montando equipe de suporte técnico e de comunicação para apoiar sua candidatura ao Planalto em 2018.
De acordo com a Coluna do Estadão, a primeira reunião do democrata com o marqueteiro será na semana que vem.
Pressionado por correligionários, como o prefeito de Salvador, ACM Neto, Maia parece ter cedido a pressão. O partido quer lançar candidatura própria no próximo ano como uma forma de marcar território.
Governo considera 2017 excepcional na produção agrícola brasileira
Para o Seguro Rural foram destinados R$ 550 milhões e R$ 1,4 bilhão no apoio à comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos
BAHIA.BA
Ele atribuiu o resultado a uma conjunção de fatores positivos que ajudou a consolidar o Brasil como um dos mais importantes players do agronegócio no mercado global. Geller lembra ainda que o Plano Agrícola e Pecuário “propiciou os instrumentos necessários para o produtor trabalhar com tranquilidade e segurança”.
Ao fazer o balanço da Politica Agrícola em 2017, o secretário destacou que a mobilização de recursos alcançou o total de R$188,3 bilhões para o crédito rural em operações de plantio, comercialização e custeio para a safra 2017/18. Para o Seguro Rural foram destinados R$ 550 milhões e R$ 1,4 bilhão no apoio à comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).
Também estão garantidos recursos de investimentos em armazenagem de R$ 1,6 bilhão. Além disso, o Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) disponibilizou um total de R$ 21,7 bilhões, sendo R$ 18 bilhões para custeio, e R$ 3,7 bilhões para investimentos”. disse o secretário.
Ciro Gomes começa a montar equipe em janeiro
O ex-ministro fica de férias até o dia 11 de janeiro
BAHIA.BA
Pré-candidato à Presidência da República, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) deve começar a pensar na sua equipe de campanha em janeiro.
De acordo com a Folha, Gomes fica de “férias” até o dia 11. Depois, começa a montar sua equipe de campanha e começa a pensar em nomes que fariam parte do seu governo.
‘É normal’, diz vice-líder de Temer sobre DEM abandonar governo
O deputado, contundo, acredita que o partido deve manter o “suporte” ao presidente Michel Temer no Congresso
Alexandre Galvão/ BAHIA.BA

Vice-líder do governo Temer no Congresso, o deputado baiano Benito Gama (PTB) normalizou a vontade do DEM de abandonar a administração do emedebista em 2018. “É natural. O DEM está muito animado com isso de ter candidato e o governo terá o seu candidato, então é natural”, analisou, ao bahia.ba.
O deputado, contundo, acredita que o partido que tem o prefeito ACM Neto como um dos seus líderes, deve manter o “suporte” ao presidente Michel Temer no Congresso. “O Democratas não vai faltar ao governo. Até por ter o Maia, que é presidente da Câmara”, lembrou.
Neste sábado (30), Neto disse não ver “caminhos ao lado do Governo” e que uma possível derrocada será decidida em 2018, após o carnaval: “o partido vai ter que tomar uma decisão”
NÃO DEVEMOS PERDER A ESPERANÇA DE UM BRASIL MELHOR
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| 2018 virá para que possamos superar. resistir e sermos melhores |
VAL CABRAL
O cara: Obama, Hesbollah e Irã.
Para fazer um acordo com
a teocracia iraniana, Obama fechou os olhos às atividades do grupo
terrorista Hesbollah. Artigo de Daniel Rodríguez Herrera, publicado por Libertad.org:
El fiscal general de
Estados Unidos, Jeff Sessions, ordenó la semana pasada una revisión
interna de las investigaciones antidrogas contra Hizbolá de la era del
presidente Barack Obama, según informó el Departamento de Justicia.
El anuncio llegó
pocos días después de que el diario digital Politico publicase que el
gobierno de Obama frenó unas investigaciones por tráfico de cocaína
conocidas como Proyecto Casandra
contra esta milicia chií libanesa para no entorpecer las negociaciones
nucleares con Irán. Anteriormente varios congresistas republicanos ya
habían apuntado su intención de examinar pruebas de lo que podría ser un
delito penal.
Las investigaciones
comenzaron en 2008 después de que la agencia antidroga estadounidense
(DEA, por sus siglas en inglés) obtuviera pruebas de que Hizbolá se
había transformado de organización terrorista con ramas políticas a una
mafia internacional dedicada al tráfico de drogas y armas y el lavado de
dinero con una facturación anual de unos 1.000 millones de dólares.
Pero según avanzaba la investigación, los cargos políticos nombrados por
Obama pusieron trabas continuas hasta conseguir pararla. Y todo eso a
pesar de que parte de la cocaína con la que trafica Hizbolá llega a
Estados Unidos.
Durante ocho años,
agentes de la DEA interceptaron comunicaciones, llevaron a cabo
operaciones encubiertas y enrolaron confidentes para documentar las
redes criminales de Hizbolá con la ayuda de agencias de seguridad e
inteligencia estadounidenses y del resto del mundo. Siguieron los envíos
de cocaína desde Hispanoamérica a sus destinos en Estados Unidos,
Europa y Medio Oriente. Monitorizaron el dinero negro y cómo se lavaba,
entre otros métodos, comprando coches usados en Estados Unidos y
enviándolos a África. Y gracias a sus informantes llegaron a los
cerebros de las operaciones, en los más altos círculos de mando de
Hizbolá y de su principal apoyo, Irán.
Pero ahí estuvo el
problema. Obama buscó desde su llegada al poder un acuerdo con Irán para
frenar su programa nuclear y las investigaciones tocaban a personajes
demasiado importantes de la teocracia chií. De modo que cuando los
agentes que trabajaban en el Proyecto Casandra pidieron aprobación para
investigaciones, procesamientos, arrestos o sanciones económicas, los
cargos políticos en los departamentos de Justicia y Tesoro las
retrasaron, entorpecieron o directamente rechazaron.
“Fue una decisión
política, una decisión sistemática”, asegura David Asher, que trabajó en
el proyecto como experto en finanzas irregulares del Pentágono. Uno de
los casos más sangrantes fue la detención en la República Checa de Ali
Fayad, acusado de proveer de armas a las FARC y a los terroristas chiíes
en Irak. El gobierno de Obama no presionó para su extradición durante
los dos años que estuvo encarcelado. Finalmente los checos lo
intercambiaron por cinco prisioneros que Hizbolá había secuestrado como
moneda de cambio, una semana después de que se firmara el acuerdo con
Irán. También bloqueó los intentos de ir por el “Fantasma”, considerado
como uno de los principales narcotraficantes de todo el mundo, y Abdalá
Safieddine, el enviado de Hizbolá a Irán considerado como el cabecilla
de toda la red.
“Aunque confío en que
el último gobierno no puso barreras para permitir a los agentes de la
DEA que llevasen los casos del Proyecto Casandra, éste es un tema
importante para la seguridad de los americanos”, ha declarado el fiscal
general Jeff Sessions. “Las operaciones diseñadas para investigar y
llevar ante la Justicia a las organizaciones terroristas que alimentan
la crisis de las drogas tienen que ser una prioridad para este
gobierno”.
Pero podría ser
demasiado tarde. Los propios agentes que llevaban la investigación
confesaron a Politico que tantos años de retrasos han hecho que se
cierren las vías que habían abierto para llevar a estos criminales ante
la justicia. Todo para que Obama pudiera alcanzar un acuerdo considerado
por quienes lo apoyan como su principal logro de política exterior, y
por sus críticos –entre ellos Donald Trump– como un timo que sólo
conllevaba obligaciones fiscalizables a la comunidad internacional, pero
no a Irán.
BLOG ORLANDO TAMBOSI
O homem do ano e o vício de sempre
Marcelo Odebrecht, recém-liberado de prisão fechada, "é o homem do ano na América Latina", escreve Carlos Alberto Montaner.
Os vícios são comuns no patrimonialismo latino-americano, dada a
mentalidade imperante. A ausência de princípios leva, por exemplo, a que
Lula desponte como candidato, apesar de seus "negócios sujos" e de ter
sido condenado - e com vários processos judiciais à frente, ainda:
Marcelo Odebrecht es
el hombre del año en América Latina. Este ingeniero brasileño nacido en
1968, nieto del fundador de un enorme conglomerado empresarial, es el
príncipe de los coimeros del planeta. Para evitar la sentencia de 19
años de cárcel, algo que ha logrado hace sólo unos días, ha delatado a
sus cómplices en su condición de “colaborador eficaz de la justicia”,
desestabilizando a muchos de nuestros países, mostrando (muy a su pesar)
las miserias y cinismo de numerosos políticos y funcionarios.
La Organización
Odebrecht era una enorme empresa de ingeniería civil, con casi 200,000
trabajadores y una facturación de más de 40 mil millones de dólares, de
los cuales ya ha perdido una tercera parte. Operaba en una veintena de
países, algunos de ellos con un PIB menor que los ingresos de la
compañía, pero el grueso de su operación y de sus sobornos los llevaba a
cabo en Brasil.
Repartió en total
unos mil millones de dólares. En términos absolutos el país más corrupto
fuera de Brasil fue Venezuela (98 m), algo totalmente predecible,
porque su gobierno es una especie de inodoro inmundo, pero las naciones
latinoamericanas que más coimas per cápita recibieron fueron Panamá (59
m) y República Dominicana (92 m).
El modus operandi era
sencillo. Los hombres de Odebrecht detectaban a un candidato con
posibilidades y comenzaban a negociar. Podían hacerlo primero presidente
y luego rico. Brasil tenía grandes publicitarios y magníficos gabinetes
de campaña. Ese estupendo expertise se ponía al servicio de la persona
elegida junto a cantidades importantes para sufragar el costo de la
operación.
Todo lo que el
candidato debía hacer, una vez elegido en las urnas, era aprobar los
abultados presupuestos y confiarle a Odebrecht la ejecución de las obras
públicas programadas. El enorme monto era sufragado por los impuestos
pagados por los pueblos o mediante préstamos a los que habría que
hacerle frente algún día.
Los brasileños de
Odebrecht, por su parte, hacían bien las carreteras, los túneles o lo
que fuere, y se ocupaban de pagar seriamente lo pactado en Suiza, en
Andorra o en algún otro paraíso fiscal, organizando minuciosamente la
logística de la corrupción. Cumplían su palabra. Lo de ellos no era
engañar a los políticos ni desvalijar a los ladrones, sino facilitarles
la famosa consigna secreta de “robar, pero hacer”, mientras aumentaban
la facturación año tras año.
Se podía confiar en
sus palabras de mafiosos dotados de corbatas de seda y trajes de cinco
mil dólares. Carecían de color ideológico. Sin el menor escrúpulo
pactaban con el venezolano Nicolás Maduro o con el ecuatoriano Jorge
Glas, el VP de Rafael Correa –apóstoles del Socialismo del Siglo XXI-,
enemigos naturales de la economía privada de mercado, de la cual la
empresa Odebrecht era la quintaesencia.
El problema,
naturalmente, no es Odebrecht, sino la mentalidad que impera en América
Latina. A otra escala más modesta, es así, mediante coimas, pequeñas o
grandes, como han funcionado la mayor parte de nuestros gobiernos desde
tiempos inmemoriales, con un agravante terrible: a nuestras sociedades
no les preocupa. La corrupción comparece al final de la lista de los
males que deben erradicarse en la mayor parte de las encuestas. En
México llegan a afirmar, seriamente, que “la corrupción es sólo otra
forma de distribuir los ingresos”.
¿Por qué sucede esta ausencia de principios en nuestro mundillo?
Tal vez, porque la
mayor parte de los iberoamericanos –incluyo a los brasileños- no
perciben claramente que el dinero público es aportado por todos nosotros
y la corrupción es como si nos metieran la mano en bolsillo y nos
robaran la cartera. Lo que ocurre en el Estado no nos compete.
Acaso, porque el
cinismo es total y damos por descontado que al gobierno se va a robar y
no nos preocupa, siempre que sean “los nuestros” los que se enriquecen
con los recursos ajenos. Somos víctimas de una clara anomia moral.
Sin duda, porque el
clientelismo, esa pequeña coima otorgada por el gobierno, es una forma
de corrupción en la que millones de iberoamericanos se adiestran en ese
tipo de conducta nociva.
Por eso no es de
extrañar que, pese a Lava Jato, como se llamó en Brasil a la operación
judicial contra la corrupción, vuelvan a elegir a Lula da Silva, quien
hoy encabeza las encuestas pese a sus sucios negocios. Hace años lo
dijeron los peronistas en la vecina Argentina en un grafiti que el
tiempo no ha borrado y revela el drama de fondo : “Puto o ladrón
queremos a Perón”.
BLOG ORLANDO TAMBOSI
2017, ano saboroso.
A coluna semanal de Alberto Gonçalves, no jornal Observador,
faz um breve retrospecto do acontecido por lá. Não poupa ninguém, como
convém. O panorama revela que há mais em comum entre Portugal e Brasil
do que a língua:
Janeiro
Embora os
pantomineiros do costume finjam ter visto o povo nas homenagens fúnebres
a Mário Soares, a verdade é que as ditas suscitaram sobretudo
indiferença. Os motivos serão diversos, mas é inegável que o dr. Soares
da liberdade e da democracia fora vítima do dr. Soares antiocidental e
“caudilhista” dos últimos anos, longos e humilhantes. O original
falecera há muito, e ninguém o avisou. O povo, pelos vistos, estava
avisado.
Fevereiro
Em países
aborrecidos, as trapalhadas do governo em volta da CGD e do seu novo, e
momentâneo, presidente levariam a demissões sumárias. Aqui, levaram o
dr. Centeno a explicar-se nas televisões. “Explicar-se” é, claro, força
de expressão, que os tremores do homem não deixaram perceber em pleno as
frases sem nexo com que tentou brindar-nos. O prestígio internacional
do dr. Centeno talvez tenha começado nesse instante. Por cá, a
oligarquia reduziu a farsa da CGD a “tricas”, destinadas a esconder os
“verdadeiros problemas dos portugueses”. Não há nada a esconder: por
regra, os verdadeiros problemas dos portugueses são as criaturas que
falam nos “verdadeiros problemas dos portugueses”.
Março
O país oficial
indignou-se com a fuga de 10 mil milhões para “off-shores”, uma notícia
requentada do “Público” que, apesar de imaginária ou em última instância
irrelevante, procurava mostrar a vileza do governo de Pedro Passos
Coelho. Quase em simultâneo, o país oficial não se indignou com a Grande
Fome ucraniana de 1932-33, cuja condenação no Parlamento foi rejeitada
com a abstenção do PS e a rejeição dos dois partidos comunistas.
Salva-se a coerência “colectivista”, que prefere ver 40 milhões de
pessoas sofrerem às mãos do Estado do que permitir que meia dúzia se
livre dele.
Abril
Uma avioneta caiu em
Cascais e foi o pretexto (como se fosse preciso um) para o prof. Marcelo
irromper no local da queda e em todas as reportagens alusivas. Para a
TVI, o prof. Marcelo evitou o pânico. Para o prof. Marcelo, podia ter
sido muito pior. Podia, sim senhor: caso o prof. Marcelo estivesse
retido numa sessão de “selfies” em Valença do Minho, os cascalenses
ficariam desorientados e propensos a lançar-se à Boca do Inferno em
quantidades consideráveis. Assim, só houve cinco mortos, no mínimo
motivo de celebrações colectivas. E imensos afectos.
Maio
Portugal, Portugal em
peso, ganhou o festival da Eurovisão, “certame” de avassalador
gabarito. Após décadas de tentativas, mostrámos enfim que somos os
maiores ou, pelo menos, tão bons quanto os melhores, leia-se o
Azerbaijão, a Sérvia, a Estónia, a Letónia, o Mónaco, o Luxemburgo, a
Grécia, a Turquia, etc.
Junho
Incêndios florestais
arrasaram Pedrógão Grande e parte dos concelhos vizinhos. Sempre
oportuno, às primeiras notícias o prof. Marcelo assegurou que fora feito
tudo o que era possível. O dr. Costa, uma ministra macambúzia e um
secretário de Estado disseram coisas ainda mais tranquilizadoras. No
final, contaram-se, pelos vistos por baixo, 64 mortos, o 16º pior evento
do género na História e o terceiro neste século. Para os poderes
públicos, foi igual a nada, ou uma dispensável chatice que os obrigou a
trabalhos para apurar quem se queimava (sem trocadilho) menos com o
assunto. Pouco dado a trabalhar, o dr. Costa partiu para a praia.
Julho
O país viu-se
informado de que desapareceu uma resma de armamento da base militar de
Tancos. Mas o ministro da Defesa fez questão de acrescentar, primeiro,
que o roubo não foi dos maiores de sempre na Europa. Depois, que o roubo
se calhar nem aconteceu. Por fim, que o material roubado apareceu quase
impecável. O mal destas notícias é chegarem a ser notícia. Felizmente,
as chefias da Protecção Civil, rigorosamente escolhidas entre os
melhores amigos do dr. Costa, proibiram os bombeiros de opinar sobre os
incêndios. Ao esclarecer que “a informação devidamente organizada e
estruturada é uma mais-valia para todos”, o dr. Costa exibiu relativa
familiaridade com a “teoria da imprensa” de Lenine e maior familiaridade
com o “Público”, o “DN”, a RTP, a TVI e a SIC. Essa história da
liberdade é uma falácia burguesa.
Agosto
A xenofobia é má?
Depende. Se for dedicada àqueles que, nem sei bem porquê, passeiam em
férias por este abençoado país, é altamente recomendada. Em Agosto, os
portugueses que, a julgar pelo Instagram, fazem turismo em praias
exóticas ou outros lugares paradisíacos, não deixam de se sentar ao
computador, a lastimar os estrangeiros que fazem turismo no Porto e em
Lisboa, no Douro e nos Algarves. É uma actividade como qualquer outra,
com a vantagem de despertar a atenção dos poderes centrais, locais e
adicionais, todos empenhados em dificultar a entrada de incautos em
Portugal ou, no mínimo, infernizar-lhes a estadia. Sujeito a incontáveis
taxas e taxinhas, para não falar das greves dos transportes, do preço
dos combustíveis e das restantes alegrias da vida lusitana, o turista
fica a perceber o que os guias apenas prometem: a realidade indígena.
Fica também vacinado.
Setembro
Os avanços
civilizacionais continuam. Após o respectivo sindicato ser tomado pelo
PCP, os funcionários da Autoeuropa entraram em greve, coisa nunca vista
por ali. Entretanto, já prometeram outras greves e é certo que não
descansarão enquanto os direitos dos trabalhadores não forem devidamente
acautelados e os trabalhadores acabarem na fila do desemprego. O
socialismo não se constrói sem umas dorzinhas pelo meio – e um
sofrimento lancinante no fim. Parece absurdo, mas é absurdo.
Outubro
Por inúmeras causas,
que inúmeros especialistas descrevem na televisão, metade do país voltou
a arder. Desta vez, a quantidade de mortos não passou dos 45,
insignificância que, somada aos 64 de Junho, serviu para demitir uma
ministra. Por este irresponsável andar, não tarda que 200 cidadãos
carbonizados demitam dois ministros, 300 baixas casuais demitam três
ministros, 500 ocorrências a lamentar demitam um terço do governo e 1000
infelicidades provoquem – o diabo seja cego, surdo e mudo – a demissão
do próprio dr. Costa. Não admira que Nádia Piazza, a mulher que perdeu o
filho em Pedrógão Grande e, estranhamente, não ficou radiante, seja
insultada com regularidade por certo PS: os danos colaterais não podem
comprometer a felicidade da pátria.
Novembro
A saída de Pedro
Passos Coelho foi uma alegria e um alívio para a frente de esquerda,
para os comentadores de “direita” que votam no PS e, aparentemente, para
a “direita” propriamente dita. Num ápice, o PSD arranjou dois
candidatos à sucessão. Por coincidência, ambos parecem mais empenhados
em demarcar-se do antecessor do que do dr. Costa. Ninguém quer carregar a
fama de “neoliberal”. Mas não seria mau que, um dia, nos tocasse um
bocadinho do proveito.
Dezembro
Em competição renhida
com um luxemburguês, um eslovaco e uma letã, o importantíssimo dr.
Centeno alcançou a importantíssima chefia do importantíssimo Eurogrupo.
Numa notícia não relacionada, a dívida pública manteve-se em níveis
impecáveis. Noutra notícia não relacionada, todos os partidos, excepto o
CDS, aprovaram a isenção do IVA para os seus negócios. Numa terceira
notícia igualmente solta, a autarquia da capital investiu 57 mil euros
em cartolinhas para o Ano Novo. Uma última notícia avulsa: o Ano Novo
tresanda a velho.
BLOG ORLANDO TAMBOSI
A filosofia política liberal
Juan Ramón Rallo,
diretor do Instituto Juan de Mariana, escreve sobre as distinções
existentes entre os liberais, observando um ponto extremamente
importante: o liberalismo é uma filosofia, não uma ideologia. Com os
leitores, "A casa dos liberais":
El liberalismo es una
filosofía política fundamentada sobre el valor de la libertad
individual: un enfoque moral que busca descubrir cuáles son las
instituciones sociales que contribuyen a garantizar la coexistencia
pacífica de los planes de acción de cada una de las personas. Se trata
ésta de una definición minimalista del liberalismo que prácticamente
cualquier liberal puede compartir. Ahora bien, precisamente por tratarse
de una definición minimalista —y porque su aplicabilidad a situaciones y
contextos diferentes no es siempre ni automática ni evidente—, es del
todo normal que los liberales discrepemos sobre multitud de asuntos,
tanto en aspectos esenciales como en cuestiones contingentes.
Así, en cuestiones
esenciales podemos encontrarnos, por ejemplo, con liberales (normalmente
denominados “liberal-conservadores”) que consideran el respeto a la
tradición recibida —incluso a costa de renunciar a ciertas parcelas de
la libertad individual— como parte estructural e indispensable de
aquellas instituciones que, en última instancia y a largo plazo,
permiten salvaguardar la libertad individual; pero también con otros
liberales (normalmente denominados “liberal-progresistas”) que
consideran que determinadas tradiciones pueden conculcar las libertades
personales tanto (o, en algunas ocasiones, incluso más) que los propios
Estados y que, en consecuencia, deben ser sometidas a un análisis moral
crítico aun reconociendo nuestras inerradicables limitaciones cognitivas
para conocer todas las consecuencias no intencionadas de nuestras
decisiones.
Asimismo, otras
cuestiones esenciales disputadas dentro del liberalismo brotan a partir
de un desencuentro metapolítico: dónde y cuándo empieza la personalidad
jurídica. Si, por un lado, consideramos que sólo los seres humanos
pueden ser sujetos de derecho, entonces inevitablemente habrá que
posicionarse en contra de los denominados “derechos de los animales”; en
cambio, si modulamos el reconocimiento de personalidad jurídica en
función de la heterogénea capacidad de agencia de los distintos entes,
entonces cabrá reconocer (aun limitadamente) ciertos “derechos
animales”. Si, por otro lado, juzgamos que la personalidad jurídica
arranca con la existencia de vida debido a su potencialidad de agencia
—aun cuando carezca de capacidad de obrar presente—, entonces será
coherente reconocerle al nasciturus el derecho a la vida (y repudiar el
aborto como un asesinato); si, por el contrario, condicionamos la
personalidad jurídica a otra métrica que vuelva no sólo posible sino muy
probable la materialización futura de capacidad de agencia (por
ejemplo, un determinado nivel de desarrollo embrionario), entonces el
derecho a la vida no arrancaría con la existencia y, en consecuencia, el
aborto sería permisible dentro de ciertos límites.
Los desacuerdos no se
producen, claro está, sólo sobre materias esenciales, sino también en
asuntos mucho más contingentes. Por ejemplo, aun cuando un liberal pueda
posicionarse en abstracto a favor del derecho de secesión política,
puede oponerse a la independencia de Cataluña tal cual se desarrolla en
las condiciones actuales (quiebra institucional unilateral del
ordenamiento jurídico español; promoción de la secesión por formaciones
nacionalistas y, por tanto, liberticidas, etc.); a su vez, por supuesto,
un liberal también puede defender la independencia de Cataluña a pesar
de aquellas circunstancias que podrían volverla desaconsejable (de la
misma manera que puede defenderse la libertad de expresión o de
pensamiento a pesar de que vaya a instrumentarse para defender ideas
liberticidas).
A su vez, habrá
liberales que expresen públicamente su apoyo a la presidencia de Donald
Trump por cuanto juzguen que, de todas las opciones electorales posibles
para EEUU, ésta era la menos lesiva para la libertad individual; y, por
el contrario, también habrá liberales que consideren un error
estratégico mostrar algún tipo de complacencia intelectual hacia una
presidencia nacionalpopulista aun cuando verdaderamente fuera el mal
menor (trasladado al ámbito nacional: ¿deben los liberales mostrarse
entusiasmados con Ciudadanos aun siendo males menores a Podemos?).
Con todos estos
ejemplos no pretendo caer en una desgracia de relativismo liberal según
el cual todas las posturas resulten igualmente válidas o acertadas. No:
tan sólo pretendo ilustrar que es del todo razonable que los liberales
discrepemos en multitud de cuestiones aun compartiendo una misma visión
sobre cuáles deberían ser los principios fundacionales de nuestras
comunidades políticas.
El Instituto Juan de
Mariana nació con el propósito, tal vez muy ambicioso pero no por ello
improcedente, de convertirse en la casa de todos los liberales de habla
hispana. Con tal objetivo en mente, es obvio que el Instituto siempre ha
acogido con normalidad y tolerancia intelectual las muy diversas
visiones acerca de qué es y cómo debe desplegarse el liberalismo: si
cerráramos el acceso al Instituto sólo a algunas corrientes liberales,
entonces no sólo devendríamos representantes de una facción concreta
dentro del liberalismo, sino que asfixiaríamos el debate ideológico
interno que tan necesario resulta para perfilar sostenidamente las ideas
y los ideales del liberalismo.
De ahí que el
Instituto Juan de Mariana siempre haya hecho gala, y vaya a seguir
haciéndolo, de una exquisita imparcialidad entre las distintas
corrientes liberales: no es que los integrantes del equipo directivo no
exhibamos posturas, en ocasiones muy marcadas y contundentes, con
respecto a muchas de las polémicas anteriores; es que no debe
confundirse la opinión que muchos mostramos a título personal con el
posicionamiento institucional del Instituto. Como directivos nos
sentimos orgullosos de estimular un debate en el que participen aquellas
ideas de las que, como intelectuales, discrepamos.
En 2017, los miembros
del Instituto hemos debatido hasta la saciedad sobre multitud de
cuestiones controvertidas. Y en 2018 lo seguiremos haciendo: porque las
ideas no sólo deben ser divulgadas, sino continuamente repensadas a la
luz de nuevos argumentos y de nuevas evidencias. Sólo así podremos
honrar nuestra meta de convertirnos en la casa de los liberales.
BLOG ORLANDO TAMBOSI
FICHA LIMPA: DEMOCRACIA OU ARISTOCRACIA?
BLOG O LINGUIÇÃO
Vivemos num país democrático, ou
não? O que é democracia ? Jean-Jacques Rousseau, autor de Do Contrato
Social, define democracia como poder do povo, onde o povo é o único
soberano e a sua vontade é a expressão viva da soberania, esta vontade
segundo o Pensador é de si mesmo inalienável e intransmissível. Ninguém
pode, portanto, pretender exprimir a vontade soberana do povo, senão o
próprio povo.
Ora
bolas, somos obrigados a votar, não de livre vontade mas sim Obrigados,
ou votamos ou nada de concurso público, nada de passaporte, nade de
salário (pelo menos entre os funcionários públicos), e outras coisinhas
mais.
Além
disso a lei da ficha limpa passa por cima da vontade popular, o que? eu
sou contra a ficha limpa? Não, apenas acho que se vivemos num pais
democrático, a vontade do povo deve ser soberana e se alguém votou no
Paulo Maluf ou no Beto Tricolli, esse alguém deve ter seu direito e suas
razões, podemos discutir as razões mas nunca simplesmente anularmos seu
voto de forma autoritária que beira a ditadura.
Até
matematicamente a lei da ficha limpa é um absurdo, pois os 700 mil
votos anulados só no Estado de São Paulo, em razão desta famigerada Lei
se demonstram menos importante do que os onze votos proferidos pelos
ministros do supremo, são onze votos mais fortes que 700.000, democracia
ou juriscracia?
Além da ficha
limpa, outra medida me parece um tanto quanto ANTI-DEMOCRÁTICA, falo
agora da tentativa de anular os votos do palhaço, Tiririca, isso pois o
Ministério Público, acatando uma denúncia da revista época, apresentou
representação para anular a canditadura de Tiririca, tendo como base o
suposto analfabetismo do palhaço, estamos falando simplesmente do
deputado federal mais votado do Estado de São Paulo, são mais de
1.300.000 (um milhão e trezentos votos), que uma revista pífea e um
promotor analfabeto (pelo menos do conceito de democracia) tentam
anular.
Calar
a boca do povo, não pode nem de longe ser considerado um ato
democrático, a Ditadura volta, não escondida atrás das armas militares,
mas através de uma simples caneta, que prende e solta, com a liberdade
de transformar o conceito de Democracia " igual que nem" ARISTOCRACIA,
"né".
Finalmente,
o que ainda tenho a dizer é que não voto em candidato ficha suja, nem
em palhaço, mas eu é que julgo, lendo e analisando, com meus próprios
olhos é claro, não com os olhos míopes de senhores que me parecem mijar
pelas pernas, assim cito Voltaire, oferecendo o pensamento a todos que
tiveram furtados os votos, "Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la".
imagem do filme Terra em Transe, de Glauber Rocha.
um marco contra a ditadura.
um marco contra a ditadura.
Postado há 6th October 2010 por ANTENOR LUIZ SANCHEZ
Tarifa branca pode gerar economia de energia
em casa mas depende de como voce usa o que mais gasta. A tarifa branca é
uma nova opção que sinaliza aos consumidores a variação do valor da
energia conforme o dia e o horário do consumo.
Ela será oferecida para as unidades consumidoras que são atendidas em
baixa tensão (residências e pequenos comércios, por exemplo). A partir
de 1º de janeiro, todas as distribuidoras do país devem atender aos
pedidos de adesão.
A tarifa vale para as novas ligações e a dos consumidores com média
mensal superior a 500 kWh. Em 2019, serão atendidas unidades com consumo
superior a 250 kWh/mês e em 2020, para todos os consumidores de baixa
tensão.
Com a tarifa branca, o consumidor passa a ter a possibilidade de pagar
valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que consome a
energia elétrica. Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da
energia nos períodos de menor demanda (manhã, início da tarde e
madrugada, por exemplo), a tarifa branca reduz o valor.
Nos dias úteis, a tarifa branca tem três valores: ponta, intermediário e
fora de ponta. Esses períodos são estabelecidos pela ANEEL e são
diferentes para cada distribuidora. A possibilidade de optar por essa
tarifa amplia os direitos dos consumidores de energia elétrica.
Pode reverter
Da mesma forma que é possível aderir, se o consumidor não perceber a
vantagem, ele pode solicitar sua volta ao sistema tarifário anterior. A
distribuidora terá 30 dias após o pedido para fazer o retorno. Caso
queira participar de novo da tarifa branca, voce deve esperar 180 dias.
A tarifa branca não se aplica aos consumidores residenciais
classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em
Lei, e à iluminação pública.
É importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca,
conheça seu perfil de consumo. Quanto mais o consumidor deslocar seu
consumo para o período fora de ponta, maiores são os benefícios desta
modalidade.
Todavia, a tarifa branca não é recomendada se o consumo for maior nos
períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de
transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de
ponta. Nessas situações, o valor da fatura pode subir. Por isso, é bom
ter atenção ao solicitar a mudança.
Simulações
Para ter certeza do seu perfil, o consumidor deve comparar suas contas
com a aplicação das duas tarifas. Isso é possível por meio de simulação
com base nos hábitos de consumo e equipamentos. Para aderir à tarifa
branca, os consumidores precisam formalizar sua opção junto à
distribuidora.
Antes da criação da tarifa branca, havia apenas a convencional, que tem
um valor único cobrado pela energia consumida, igual em todos os dias,
em todas as horas. A nova modalidade cria condições que incentivam
alguns consumidores a deslocar o consumo dos períodos de ponta para os
de capacidade ociosa.
Este benefício reduz a necessidade de expandir a rede elétrica. Mais
informações sobre a modalidade tarifária branca podem ser consultadas no
site da ANEEL no seguinte link: http://www.aneel.gov.br/tarifa-branca
Alba batiza a barragem de Itapé "Horácio Sodré"
Aprovando a lei, de autoria do deputado Marcelo Nilo, que dá ao
equipamento o nome do ex-prefeito da cidade. A barragem, feita pelo
Governo do Estado com verbas do Governo Federal, está pronta e espera o
término de medidas auxiliares.
Entre elas está a retirada de todas as espécies de flora e fauna que
habitam a área a ser inundada, transportando-as para outro local
adequado. O serviço é complexo e deve terminar até o final de fevereiro,
quando a barragem estará liberada para a inauguração.
A lei 13.826 nasceu da indicação, por unanimidade, da Câmara de
Vereadores de Itapé, depois transformada em lei. O nome de Horácio Sodré
uniu situação e oposição, coisa rara na cidade. Horácio foi prefeito
quatro vezes.
Coincidência
A publicação da lei coincide com a data de emancipação política de
Itapé e, por ironia do destino, ocorre exatamente no dia em que se
completam 50 anos da grande enchente do rio onde foi erigida a
barragem, que destruiu quase inteiramente a cidade quando o homenageado
era prefeito.
Coube a Horácio Sodré conduziu a reconstrução de Itapé. Seu nome será
oficializado na inauguração, que deve acontecer em março. A nova
barragem vai abastecer Itapé e Itabuna, além de regular a vazão do rio
Almada para evitar enchentes como a de 50 anos atrás.
JORNAL A REGIÃO
Escuridão, insegurança e abusos. É Ilhéus no verão
segundo as reclamações de muitos turistas, que encontraram a cidade
“turística” com sérios problemas. No fim de semana prolongado do Natal,
por exemplo, a avenida Soares Lopes, o “cartão postal” de Ilhéus, estava
totalmente às escuras e entregue a abusos da Suttran.
Vários visitantes procuraram o blog Agravo para comentar a situação
caótica na segunda-feira de Natal (25). Carros com placas de outros
municípios e de Ilhéus, que estavam estacionados na avenida Soares
Lopes, foram guinchados sem aviso.
Um turista que voltava de um passeio foi surpreendido com o sumiço do
carro e só depois conseguiu saber que fora guinchado. Rafael Macedo, de
Goiânia, que teve seu carro guinchado, não poupou críticas à Prefeitura
de Ilhéus.
“Desde cedo procurando uma vaga, onde tinha vaga estava escuro, fiquei
com medo de ser assaltado. Vim aqui no último ano e não estava essa
desordem no trânsito e esta escuridão”. A Prefeitura diz que só guinchou
dois carros, estacionados em local proibido.
Ilheenses também
Um ilheense estava revoltado. “Um verdadeiro absurdo, levaram todos os
carros, não tinha onde estacionar e ninguém para orientar. A avenida
toda escura”. É bom lembrar que a cidade depende da renda do turismo e
está em plena temporada de férias.
Mas parece não se preparou para o verão. Além da escuridão e desordem
no trânsito, a cidade ficou vários dias sem salva-vidas, em greve e
mantendo só 30% de um efetivo que já não era suficiente nem para a
metade dos 80km de praia do município.
Também falta pediatra nos hospitais para atender à maior demanda com a
chegada dos turistas, várias praias estão cheias de lixo e o Réveillon
foi reduzido a bandas locais. Sem atrações e recebendo mal, dificilmente
o turismo pode gerar o que poderia.
Corpo de Bombeiros dá dicas para aproveitar o Réveillon sem sustos
Por: Sulbahianews
30/12/2017 - 11:50
30/12/2017 - 11:50

A primeira noite do Festival da Virada, realizado na Boca do Rio, em Salvador, até 1º de janeiro, foi marcada por desmaios e mal-estares provocados pelo uso excessivo do álcool, principalmente entre o público mais jovem. Neste sentido, o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia dá dicas para que baianos e turistas aproveitem os próximos dias de evento e festejem a chegada de 2018 com saúde e segurança.
O comandante do 3º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM/Iguatemi), major Ramon Diego, revela que os participantes de grandes eventos abusam de bebidas alcoólicas sem se alimentar ou hidratar corretamente. “Os jovens e adolescentes ingerem grande quantidade de bebidas ou misturam com outras substâncias. Essa combinação eleva a taxa de álcool no sangue e pode provocar um mal súbito, levando inclusive a morte”, alerta.O oficial acrescenta que, ao chegar em um grande evento, o cidadão deve sempre procurar as saídas e acessos mais próximos, localizar os principais postos de atendimento (Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Polícias Militar e Civil e posto médico), se alimentar corretamente e beber muita água.
Para as mulheres, o bombeiro também faz uma ressalva. “O sapato de salto alto não é ideal para o calçamento do local da festa”, salienta major Ramon.
Passar a virada à beira mar requer certos cuidados
Postado em 31/12/2017 10:38 DIGA BAHIA!
Já
é um ritual para muitos passar a virada de ano com os pés à beira mar,
de preferência pulando as sete ondas, medida que garante um ano bom e de
sorte a quem cumpre a tradição. Só que após algumas latinhas de
cerveja, realizar o ritual requer certos cuidados para que o ano comece
na mais perfeita tranquilidade, já que ninguém quer ser surpreendido com
um salvamento bem na entrada do ano.A Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), que atua com 24 agentes em esquema de plantão dia e noite na praia da Boca do Rio, para os festejos do Festival Virada Salvador, recomenda que o banho de mar seja feito, no máximo, até a altura da cintura, o que garante que o banhista tenha alguma segurança. O recomendável, no entanto, é não tomar banho de mar se houver ingestão de bebida alcoólica.
O coordenador da Salvamar, João Luis, afirma que os agentes estarão prontos para qualquer eventualidade no momento da virada, mas recomenda que as dicas sejam rigorosamente seguidas para garantir que todos comecem 2018 com alegria. A Salvamar conta, inclusive, com uma moto aquática e um bote motorizado para operar em eventuais casos mais graves. Os equipamentos são um auxílio ao trabalho dos salva-vidas de plantão.
Foto: Evilânia Sena/PMS
Já é 2018 na Austrália
Postado em 31/12/2017 10:39 DIGA BAHIA!
Devido
à diferença de fuso horário, o Ano-Novo já começou em Sydney, na
Austrália. As comemorações para a chegada de 2018 se deram com fogos de
artifício no porto da cidade mais populosa do país e do continente, a
Oceania.
Pintura na Ponte do Pontal é alvo de críticas nas redes sociais
André Luis Freitas postou uma foto do local, comentando sobre a situação em sua rede social e logo ganhou apoio de ilheenses que concordaram e também criticaram.
Como é possível ver na foto, não houve cuidado algum com o acabamento. Jorlania Santos comentou que Ilhéus tá um caso de desgosto. “Fui visitar a cidade final do ano passado e fiquei horrorizada com tanta sujeira. As árvores da Praça serviam de lugar pra jogar lixo.”
Paulo Amorim salientou que ponte sempre foi protagonista desse tipo de pinturas.
Tarsis Barreto finaliza “Amo demais Ilhéus; é a minha cidade do coração, mas é impressionante como as coisas pararam no tempo. Entra governo e sai governo e a gestão é cada vez pior. Uma pena, porque essa cidade tem um potencial extraordinário, desperdiçado por esses gestores.”
De acordo com relatos na mesma postagem, a ponte está sendo pintada agora de amarelo. Vamos aguardar o resultado.
Barenita leva o bi da S. Silvestre, queniana sobra entre mulheres
O etíope naturalizado barenita Dawit Admasu levou o bicampeonato da
Maratona Internacional de São Silvestre neste domingo, vencendo a 93ª
edição da prova de 15 km com o tempo de 44min17s - lembrando que ele
venceu a disputa em 2014. A segunda colocação foi do também etíope Belay
Bezabh, seguido pelo queniano Edwin Kipsang Rotich, que já venceu a
corrida em 2012 e 2013. O jejum brasileiro na São Silvestre agora
completa sete anos (Marílson Gomes dos Santos foi o primeiro colocado em
2010) e é o maior em 23 anos. Em 1994, Ronaldo da Costa venceu para
acabar com uma seca que já durava oito anos. Confira o pódio da prova masculina:
1º Dawitt Admasu (BAH) – 44min17s; 2º Belay Bezabh (ETI) – 44min33s; 3º
Edwin Rotich (QUE) – 44min43s; 4º Birhanu Balew (BAH) – 45min06s; 5º
Paul Kipchumba Lonyangata (QUE) – 45min28s. O brasileiro melhor colocado
foi Ederson Vilela, com o 11º lugar. Entre as mulheres -
Soberana nas ruas de São Paulo, a queniana Flomena Cheyech, de 35 anos
de idade, foi a grande vencedora da prova feminina da Corrida
Internacional de São Silvestre. Ela completou a prova bem longe das
adversárias, com 50min18s - as segunda e terceira colocações foram das
etíopes Sintayehu Hailemichael e Adugna Birhane. Neste ano de 2017, um
outro resultado expressivo de Flomena foi a terceira colocação na
Maratona de Paris, disputada em abril. Foi a 13ª vitória feminina do
Quênia na história da corrida paulistana, enquanto o Brasil tem cinco. Confira o pódio da prova feminina:
- 1ª Flomena Cheyech (QUE) – 50min18s; 2ª Sintayehu Hailemichael (ETI) –
50min55s; 3ª Birhane Dibaba (ETI) – 50min77s; 4ª Wude Ayalew Yimer
(QUE) – 51min35s; 5ª Paskalia Chepkorir (QUE) – 51min55s. A brasileira
melhor colocada na São Silvestre deste ano foi Joziane Cardoso, que
terminou somente na 10ª posição. Assim como no masculino, o jejum
brasileiro segue no feminino, sendo que a última vitória do País entre
as mulheres aconteceu em 2006, com Lucélia Peres. (IG)
Prêmio da Mega Sena da Virada sobe para R$ 300 milhões
A divisão de loterias da Caixa Econômica Federal, acaba de confirmar que
o movimento de apostas superou as previsões e o rateio da Mega Sena da
Virada sobe para R$ 300 milhões, o maior prêmio de todos os tempo. O
rateio não acumula. As apostas para o prêmio especial começaram no dia
30 de outubro, terminam logo mais às 14 horas (de Brasília, 13 horas
aqui na Bahia) e o sorteio acontece hoje, 31 de dezembro, às 20h30 (de
Brasília, 19h30 aqui na Bahia), com transmissão ao vivo da RBN. A chance
de acertar as seis dezenas é de 1 em 50 milhões, mas isso nunca impediu
alguém de sonhar com o dinheiro. É possível se aposentar e
deixar o dinheiro todo paradinho, rendendo. Segundo a Caixa Econômica
Federal, se um apostador acertar sozinho as seis dezenas e aplicar todo o
prêmio na poupança, ele receberá cerca de R$ 1,1 milhão em rendimentos
por mês.
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