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Coursera e Real Madrid lançam especializações gratuitas em esporte
A Coursera, uma das principais plataformas globais de aprendizado online, em parceria com o Real Madrid Graduate School – Universidad Europea (RealMadridUE), acaba de lançar duas novas especializações gratuitas focadas no esporte.
Desenvolvidos especialmente para a América Latina, os programas têm como objetivo capacitar profissionais do setor e futuros líderes esportivos com habilidades de ponta. “O Real Madrid é um parceiro ideal para a Coursera, trazendo profunda expertise em educação esportiva e uma perspectiva verdadeiramente global”, afirma Zac Rule, vice-presidente de Parcerias Globais da Coursera. “Com estudantes de mais de 100 países, eles compartilham nosso compromisso de tornar a educação de alto nível acessível a todos, em qualquer lugar. Esses novos programas combinam o prestígio de uma das instituições esportivas mais reconhecidas do mundo com a capacidade da Coursera de oferecer aprendizado flexível e de qualidade, criando oportunidades poderosas para aspirantes a profissionais do esporte em toda a América Latina e além.”
Confira os detalhes das especializações:
IA no Esporte: A Abordagem de um Clube – O curso mostra como a inteligência artificial pode ser aplicada aos esportes, tanto para melhorar o desempenho de atletas quanto para transformar a experiência dos fãs, a economia do setor e enfrentar desafios éticos.
Revolução na Mídia Esportiva: Estratégias Inovadoras – O estudante compreenderá a evolução e os desafios do ecossistema de mídia esportiva, explorando como criar conteúdo voltado para os fãs e desenvolver estratégias de engajamento para plataformas digitais. Também abordará tendências como OTT, IA e formatos imersivos que estão remodelando a narrativa esportiva.
Sobre a Coursera
A Coursera foi lançada em 2012 por Andrew Ng e Daphne Koller, com a missão de oferecer acesso universal a um aprendizado de classe mundial. Atualmente, é uma das maiores plataformas de ensino online do mundo, com mais de 175 milhões de alunos registrados até 31 de março de 2025. A Coursera faz parcerias com mais de 350 universidades e líderes do setor para oferecer um amplo catálogo de conteúdos e credenciais, incluindo cursos, Especializações, Certificados Profissionais e diplomas. As inovações da plataforma permitem que os instrutores ofereçam experiências de aprendizado escaláveis, personalizadas e verificadas. Instituições em todo o mundo confiam na Coursera para capacitar e requalificar seus funcionários, cidadãos e estudantes em áreas de alta demanda, como IA Gen, ciência de dados, tecnologia e negócios. A Coursera é uma corporação de benefício público registrada em Delaware e certificada como B Corp.
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Bruna Nunes
bruna.nunes@engajecomunicacao.com
(11) 95284-6830
LETICIA PORAT / UNINASSAU
Advogada orienta como agir em situações de abuso ou descumprimento do Código de Defesa do Consumidor
No próximo dia 11 de setembro, o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) está completando 35 anos. Criada para equilibrar a relação entre empresas e clientes, a legislação garante uma série de direitos em situações de compra de produtos ou contratação de serviços. Mas, na prática, muitos consumidores ainda não sabem como agir diante de problemas corriqueiros. Atrasos na entrega, defeitos no produto, cobranças indevidas ou falhas no atendimento estão entre as principais reclamações dos consumidores brasileiros.
Para entender e aprender a lidar com esses problemas comuns, a advogada Kícia Carvalho, coordenadora do curso de Direito da UNINASSAU Rio de Janeiro, destaca cinco orientações práticas que ajudam o consumidor a agir com segurança e aumentar as chances de uma solução efetiva.
1º passo: Identificar o problema
“O primeiro passo é descrever detalhadamente a falha, seja na qualidade, na funcionalidade ou no prazo de entrega. É importante registrar se o defeito é aparente, percebido logo no recebimento, ou oculto, quando surge após o uso”, explica a advogada.
2º passo: Reunir provas
“Notas fiscais, contratos, fotografias ou mensagens trocadas com a empresa são fundamentais. “Essas evidências fortalecem as chances de sucesso caso seja necessário recorrer a órgãos de defesa ou até mesmo à Justiça”, completa.
3º passo: Procurar o fornecedor
“Antes de qualquer medida mais formal, o consumidor deve tentar resolver a situação diretamente com a empresa. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que os fornecedores têm o dever de reparar o problema em prazos razoáveis. A recomendação é enviar a notificação por escrito, solicitando de forma clara a solução, seja troca, reparo, reembolso ou desconto proporcional”, acrescenta Kícia.
4º passo: Acionar os órgãos de proteção
“Se não houver resposta, o consumidor pode registrar reclamações no Procon ou na plataforma Consumidor.gov.br, além de recorrer ao Ministério Público em casos mais graves. Esses canais funcionam como mediadores, pressionando fornecedores a cumprirem suas obrigações sem a necessidade de processo judicial imediato”, ressalta.
5º passo: Buscar assistência jurídica
“Se nenhuma das etapas anteriores resolver o problema, é hora de procurar um advogado. Nesses casos, é possível ingressar com ação judicial, exigindo reparação por danos materiais e, quando aplicável, danos morais. O especialista pode identificar práticas abusivas e garantir a aplicação correta do Código de Defesa do Consumidor”, conclui.
De acordo com a especialista, conhecer esses procedimentos é fundamental para que o consumidor não se sinta desamparado diante de situações de abuso. "Com essas informações, é possível transformar esses problemas em uma oportunidade de exercer direitos de forma consciente", alerta.
Equipe de nutrição da unidade encontrou em nova receita uma forma de ter mais adesão às dietas e proporcionar um momento diferente aos usuários internados
Chopinho, flau, geladinho, sacolé, dindin. A sobremesa congelada é conhecida por muitos nomes e faz parte da rotina de muitas crianças e até adultos que moram no Pará e em todo o Brasil. Mas agora, essa delícia também faz parte do dia a dia dos pacientes internados no Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA), em Santarém, oeste do Estado.
A equipe de nutrição da unidade decidiu usar o suplemento alimentar, que já faz parte da dieta de muitos pacientes, para produzir o alimento. A ideia é melhorar a aceitação dos usuários e proporcionar um momento diferente durante as refeições, suprindo a necessidade nutricional de cada um com uma sobremesa muito saborosa, de morango ou chocolate.
"O chopinho é à base dos suplementos específicos para cada paciente. Nós avaliamos e utilizamos o produto, apenas acrescendo um pouco mais de leite. Vimos a oportunidade de ofertar essa suplementação aos pacientes de uma forma diferente. Melhora a adesão porque transformamos em um momento mais prazeroso, afetivo, humanizado. Queremos acolher esses usuários que muitas vezes estão aqui com a gente durante muito tempo", explicou a coordenadora de nutrição do HRBA, Adriana Lima.
A novidade agradou ao pequeno Renzo Gael da Rocha, de apenas 4 anos. Ele está internado na clínica pediátrica há cerca de 10 dias e gostou muito do chopinho. "Gostei, achei muito gostoso. É de morango, e eu gosto", contou.
A mãe do paciente, Raimunda Gilsa Santos, afirmou que o alimento fez diferença na recuperação do filho e dos outros pequenos internados. "É uma boa ideia para agradar as crianças. Muda o clima, traz alegria para elas".
Mas se engana quem pensa que só as crianças aprovaram a ideia. Silvana Rodrigues Sousa, 38 anos, é natural do município de Brasil Novo, no sudoeste paraense, e está internada no HRBA há uma semana. Ela se surpreendeu ao receber a sobremesa. "Eu nunca imaginei. Achei gostoso, muito bom. Lá na minha cidade a gente chama de chopinho. Eu gostei demais, está aprovado".
Lactário - Os chopinhos foram produzidos, ensacados e congelados pelas nutricionistas no lactário do hospital. O setor funciona 24 horas por dia para a produção das dietas prescritas para cada paciente, manipulação e envase nos frascos das dietas enterais e suplementos, disponibilização das fórmulas lácteas para crianças e aquecimento do leite materno para os bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal.
As dietas produzidas no lactário atendem usuários das Unidades de Internação, UTIs, ou que realizam sessões de hemodiálise, quimioterapia e radioterapia na unidade. São seis lactaristas produzindo as dietas, de acordo com os mapas prescritos pelas nutricionistas, que têm validade de um dia cada. A produção tem uma média mensal de 15 mil dietas, entre fórmulas lácteas, dieta enteral e suplementação.
Além de garantir uma alimentação de qualidade, que supra os usuários com todos os nutrientes necessários, o Regional de Santarém também se compromete em promover alternativas para melhorar a experiência dos pacientes durante o tratamento.
"Faz parte da nossa rotina hospitalar a busca de novas técnicas que melhorem a estadia do paciente conosco. Então, a nossa equipe encontrou essa maneira peculiar de ofertar os suplementos. A gente cria um momento de descontração dos pacientes com os colaboradores, uma melhora na ingestão e se torna um momento diferente. Além de entregar saúde, a gente busca a entrega de valor e a humanização é um dos nossos principais pilares. Então, é uma ação muito importante para quem está passando por uma internação hospitalar", concluiu o diretor-geral do HRBA, Matheus Coutinho.
Serviço: Localizado no oeste paraense, o Regional do Baixo Amazonas é referência em média e alta complexidade para uma população de 1,4 milhão de pessoas, residentes em 29 municípios, e presta serviço 100% referenciado, atendendo à demanda originária da Central de Regulação do Estado.
A unidade pertence ao Governo do Pará, sendo administrada pelo Instituto Social Mais Saúde em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Funciona na Avenida Sérgio Henn, nº 1100, no bairro Diamantino, em Santarém.