MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 1 de junho de 2025

Qual a nova fórmula da educação empresarial?

 


Por Wander Miranda

Somos um país empreendedor. Entretanto, nosso sistema educacional não inclui essa pauta em sua agenda de estudos, despreparando os empresários em termos de gestão financeira, vendas, marketing, e demais cuidados indispensáveis para a sustentabilidade empresarial. Diante de uma forte e nítida desconexão entre a teoria e a prática corporativa, nos encontramos em uma necessidade urgente de reformular a educação empresarial, sustentando o crescimento próspero das organizações em um solo tão fértil como o nosso para este sucesso.

Segundo dados do GEM (Monitor Global de Empreendedorismo), em 2024, 33,4% da população adulta brasileira, ou seja, cerca de 46,9 milhões de pessoas entre 18 e 64 anos, esteve envolvida em algum estágio do empreendedorismo. Enquanto alguns empreendem por necessidade, outros seguem esse caminho por uma oportunidade observada – o que, nem sempre, vem acompanhado de um devido preparo para dar esses próximos passos.

Ainda conforme o mesmo levantamento do GEM, apenas 29% dos empreendedores com negócios mais consolidados possuem ensino superior completo – nem todos, em áreas relacionadas a isso. O resultado disso? Cerca de 60% das empresas nacionais não sobrevivem após cinco anos, segundo aponta o IBGE, perdendo forças diante de dificuldades constantes que vão encontrando ao longo de seu caminho.

O despreparo na educação em temas diretamente relacionados à gestão empresarial é um fator importante que influencia a prosperidade corporativa, não fornecendo a base necessária para que compreenda a dinâmica do mercado e os pilares que sustentam as operações empresariais. Naqueles que realizam esses cursos, pouco acaba sendo refletido na prática diária no comando de um negócio, não aproveitando boa parte do que é ministrado pela não aplicabilidade do que é encontrado na rotina corporativa.

A teoria do que é ensinado foca na dinâmica de grandes negócios, desconsiderando os estágios de crescimento de uma empresa no Brasil a fim de melhorar sua gestão. Um conteúdo educacional mais engessado, quadrado e limitado, o que dificulta que os futuros empresários consigam enxergar as especificidades de cada negócio e a necessidade de ouvir as demandas do setor.

Esse cenário pode parecer um beco sem saída, mas há uma solução para essa encruzilhada: uma nova fórmula de educação empresarial. A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), inclusive, tem um programa voltado às Redes Globais de Ensino do Governo, com foco em novos tipos de liderança, transparência e inovação, no qual já emitiu 67% de certificados em educação executiva pelas escolas integrantes da rede.

Na prática, além de contar com esses apoios externos, uma boa educação empresarial vem de dentro para fora. Saber incorporar, no dia a dia para os empresários que já estão no campo de batalha, como unir essa expertise teórica às suas habilidades e conhecimentos – conversando, de maneira inteligente e eficiente, como transpor isso à sua rotina, atingindo as metas desejadas.

Essa é a nova fórmula da educação empresarial: criar um ambiente de negócios que fomente o desenvolvimento prático dos empresários e a formação de conexões estratégicas para impulsionar seus negócios. Ter uma abordagem mais focada em soluções imediatas e aplicáveis ao cotidiano empresarial, estruturando um ambiente mais propício para que compartilhem suas experiências, desafios e estratégias frente a um mercado dinâmico e sedento por competitividade.

O crescimento empresarial deve ter uma boa base teórica aplicada desde cedo no sistema educacional, mas não deve se limitar às salas de aula. O conhecimento transmitido deve ser baseado em experiências reais, networking estratégico e soluções práticas que podem ser implementadas imediatamente por todos que seguirem esse caminho, independentemente da motivação.

A troca de experiências é um dos pilares centrais desta fórmula moderna, promovendo um ambiente onde empresários compartilhem desafios, estratégias e soluções práticas para o seu dia a dia. Essas visões reforçarão seu preparo para enfrentar as demandas e empecilhos do mercado, tornando os empresários mais resilientes para alavancar seus negócios com máxima prosperidade.

Wander Miranda é fundador da Enjoy, ecossistema de negócios focado em conectar e desenvolver empresários, promovendo soluções disruptivas e transformadoras. 

 

Sobre a Enjoy: 

https://enjoywork.com.br/ 

A Enjoy é um ecossistema de negócios focado em conectar e desenvolver empresários, promovendo soluções disruptivas e transformadoras. Por meio de nossos grupos de negócios, imersões e eventos, ajudamos líderes a ampliar suas habilidades em gestão, vendas, estratégia, marketing e liderança de pessoas. Mais do que uma escola, somos uma comunidade comprometida em fomentar parcerias estratégicas e acelerar o crescimento sustentável de empresas, sempre com foco na colaboração e em resultados práticos para o sucesso. 



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Nathália Bellintani


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Agronegócio: como superar os desafios do setor?

 


Por Jaron Rosendo

Não há como negar a potência econômica do agronegócio. Só no Brasil, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, essas exportações atingiram, em 2024, um montante de US$ 164,4 bilhões, sendo este o maior valor da série histórica, correspondendo a 4,9% do total do país. No entanto, mesmo em meio a um cenário altamente favorável, o setor enfrenta desafios que impactam diretamente na sua gestão e eficiência.

Entre os obstáculos enfrentados pelo segmento, se destacam, principalmente, exercer uma gestão de custos e a assertividade na elaboração de preços, considerando que se trata de um mercado dinâmico. Além desses aspectos, o agro também lida com outros desafios, desde o controle da cadeia produtiva, melhoramento no desempenho operacional, gestão de gastos, mão de obra, recursos produtivos, transporte até, em alguns casos, a resistência cultural.

Isso é, mesmo no atual contexto, algumas empresas do segmento ainda possuem uma mentalidade restrita ao uso de ferramentas de gestão para apoiar no enfrentamento desses desafios. Atrelados a ideia de que conhecem o negócio e, até hoje, o que tem sido feito gerou “resultados”, acabam deixando de lado a ideia de mudança, impactando diretamente no desempenho e produtividade do setor.

O agronegócio é um mercado volátil e, diferente de outros setores, é responsável por todas as etapas da cadeia produtiva. Na prática, isso exige um controle ainda mais eficiente e rigoroso, bem como o monitoramento de cada uma das etapas. Certamente, torna-se impossível executar tais tarefas manuais de forma assertiva. Quanto a isso, a tecnologia se mostra como uma grande aliada, mas é preciso utilizar a ferramenta correta, do contrário, seu uso não terá eficácia. Neste contexto, o ERP se mostra como a principal solução.

Um estudo realizado pela pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB), Maira de Souza Regis, revelou que mais de 70% dos produtores rurais do Brasil já utilizam softwares e aplicativos. Esse crescimento se dá, principalmente, pois, por meio deste recurso, é possível centralizar informações pertinentes ao negócio, indo desde custos até gestão de equipamentos e maquinários.

Ao ter os dados localizados no mesmo lugar, a empresa consegue realizar uma gestão de forma assertiva, baseada em informações confiáveis e apontadas em tempo real. Em se tratando do agronegócio, é facilitado o ciclo completo das operações desde o insumo, pulverização, controle dos custos de operação desde o talhão até o uso de combustível, entre tantos outros aspectos.

Com a atribuição de um software de gestão, é possível localizar e eliminar erros e gargalos que podem atrapalhar o desempenho e competitividade. Por sua vez, é essencial que a ferramenta a ser utilizada tenha ampla aderência às características do setor, bem como a facilidade em se adaptar com as especificidades da empresa.

Obviamente, a automatização dos processos está relacionada a mudança cultural da organização, a qual passará a executar uma gestão guiada em dados e processos. Nessa jornada, contar com o apoio de uma consultoria especializada não apenas na ferramenta, mas no setor, é um diferencial, tendo em vista que o time de especialistas irá fazer um estudo completo, mostrando qual o melhor caminho a ser seguido.

Ainda de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, para 2025, há projeções de uma supersafra de grãos, com a expectativa de superar os resultados de 2024. No entanto, para garantir um desempenho promissor, é imprescindível que as empresas tradicionais comecem, desde já, a implementar uma gestão centralizada, contribuindo para o desempenho do agronegócio. Afinal, o que garante o futuro das próximas gerações do setor, é o empenho de hoje.

Jaron Rosendo é executivo de negócios da SPS Group.

Sobre a SPS Group:
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 300 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 230 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro.



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Cinthia Guimarães


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Dia dos Namorados: Casal coloca o Brasil entre os países mais inovadores do mundo

 


Alexandre Pierro e Marília Cardoso fizeram história ao assumir protagonismo na ISO de inovação

Ela é das letras. Ele é dos números. Um de exatas; outro de humanas. Juntos, Marília Cardoso e Alexandre Pierro, casados há sete anos, estão colocando o Brasil em uma posição de destaque entre os países mais inovadores do mundo.

Com históricos profissionais totalmente diferentes, o casal nunca se imaginou trabalhando juntos. Pois foi justamente dessa mistura que nasceu a PALAS, consultoria pioneira na ISO 56001.

Tudo começou quando Marília, que é jornalista e empresária no ramo de comunicação há mais de 15 anos, insistiu para que Pierro largasse o emprego de executivo para empreender. “Eu sentia que ele podia ir muito além e o incentivei a buscar o empreendedorismo”, lembra.

Com alta qualificação técnica, ele, que é engenheiro mecânico e físico nuclear, aceitou o desafio para montar sua própria consultoria. Tendo mais tempo juntos, o casal percebeu que, embora fossem totalmente diferentes, suas expertises eram muito complementares.

Ela, que já há alguns anos vinha se dedicando aos estudos de inovação, passou a compartilhar seus aprendizados com ele. “Eu ajudava as empresas a gerarem muitas ideias, mas por algum motivo que até então eu desconhecia, elas nunca saíam do papel”, pontua. Foi aí que ele se despertou para a necessidade de buscar processos bem definidos para inovar.

Com mais de 20 anos de atuação em gestão de projetos, Pierro decidiu buscar mais conhecimento sobre o tema. Foi então que descobriu que a ISO, uma organização internacional de padronização de negócios, estava justamente criando um modelo de governança para a inovação. Ele se voluntariou para participar de um comitê internacional, sediado em Genebra, na Suíça, e se tornou um dos únicos brasileiros a ajudar na formatação da ISO 56001.

Desde então, os dois não pararam mais de trabalhar juntos e passaram a colecionar recordes. A PALAS conquistou uma das primeiras certificações ISO 56001 do mundo e se tornou a única consultoria certificada nessa norma no Brasil. Atualmente, o portfólio já conta com 17 cases de implementação no país e várias propostas para a América Latina e Europa, para onde buscam a expansão.

O segredo para construírem um negócio de sucesso juntos? Um propósito de vida compartilhado. “A gente dorme e acorda pensando em como podemos inovar o Brasil. Se não estivéssemos juntos nessa missão, talvez ela não estaria gerando tanto impacto”. Além do propósito, ele garante que também é preciso uma boa dose de paciência. “Nem sempre é fácil. A gente pensa de formas muito diferentes. O bom é que nossas visões abrem possibilidades e se somam, nos tornando muito mais fortes juntos”, garante.

Com tanta sinergia, motivos de orgulho não faltam. Recentemente, o casal lançou sua mais nova empresa justos: o CRIARE, um software para a gestão da inovação que auxilia as empresas em todas as etapas desse processo, da geração à execução de projetos inovadores. “Como temos expertises diferentes, cada um fica livre para focar no que tem de melhor. Um confia no outro e, assim, vamos trabalhando em projetos que nos desafiam e nos completam”, finaliza Marília.

 

Sobre a PALAS:

www.gestaopalas.com.br 

A PALAS é uma consultoria de inovação e gestão com o maior número de cases de implementação da ISO 56001 no Brasil. Oferecemos treinamentos, consultorias e implementação de normas ISO com o propósito de preparar as empresas para o futuro.



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Nathália Bellintani


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 Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "Na vida é preciso três coisas: Humildade de não se sentir superior a ninguém; Coragem para enfrentar os desafios; Sabedoria para ficar quieto diante da estupidez de algumas pessoas."

Como humanizar a IA para melhorar a relação com o cliente?

 


Por Thiago Gomes

Há alguns anos, quando falávamos sobre a IA, o grande foco era como utilizá-la para robotizar e automatizar muitas tarefas corporativas, como o atendimento ao consumidor. Hoje, o cenário já é outro: não prezar apenas pela incorporação dessa tecnologia, mas trazer junto um lado mais humanizado que melhore a conexão com as pessoas e eleva sua satisfação e retenção à marca. Mas, como gerar um comportamento em uma tecnologia que é apenas pertencente aos seres humanos? Através de muitos pontos de atenção que partam da empatia, sensibilidade e transparência com o cliente.

De acordo com dados divulgados pela HiverHQ, empresas que adotam uma comunicação personalizada orientada por IA podem ter um aumento de 30% nas taxas de retenção de clientes – e não faltam argumentos que justificam isso. O consumidor moderno não quer mais interagir com uma tecnologia robotizada, fria e impessoal, porque sabem quanto que esses recursos podem contribuir para um atendimento muito mais personalizado e aderente às suas necessidades.

Sua expectativa, agora, é ter interações mais significativas que promovam uma experiência mais humana, o que pode trazer enormes benefícios para ambos os lados. Sua satisfação com a marca, certamente, será melhorada, se sentindo mais compreendidos e valorizados, com chances ainda maiores de se fidelizarem ao negócio pela conexão emocional bem mais positiva. Para as empresas, além de terem essa maior retenção de clientes, que serão menos propensos a buscar um concorrente, poderão melhorar sua imagem no mercado pela preocupação em atender essa demanda e tendência latente dos consumidores.

Internamente, essa estratégia também trará uma maior eficiência operacional e redução de custos, liberando os agentes humanos para resolverem problemas mais complexos; além de permitir a coleta de insights mais valiosos a respeito do comportamento e expectativa de seu público-alvo, para que aprimorem, constantemente suas estratégias a favor de um crescimento contínuo em seu segmento.

Observar esses benefícios brilha os olhos de todo empreendedor, porém, conquistá-los não é tão simples assim. A falta de um planejamento estruturado sobre essa estratégia pode fazer com que a IA vire uma armadilha no atendimento, ao invés de um recurso valioso, não atingindo uma verdadeira humanização que atenda as necessidades dos clientes e compreenda suas emoções. Sem o devido cuidado em levar a identidade e tom da marca a essa tecnologia, sua autenticidade e confiabilidade no mercado podem ser bem abaladas.

Superar as limitações tecnológicas internas também é um desafio comum enfrentado por muitas empresas, uma vez que o sucesso da humanização da IA envolve aspectos como a complexidade da linguagem humana, contexto cultural, algo que, na extensa territorialidade do nosso país, com tantas culturas e sotaques, é ainda mais complexo. Isso, sem falar na segurança e privacidade dos dados, uma vez que a IA processa informações sensíveis que precisam ser resguardadas tecnologicamente.

Os custos que envolvem tudo isso costumam ser elevados, dependendo da complexidade do projeto desenhado. Por isso, para que as empresas consigam humanizar essa tecnologia e obter as vantagens destacadas, é necessário, primeiramente, compreender os níveis de humanização que podem ser incorporados na IA e no seu atendimento, que irão nortear os próximos passos nesse sentido.

Eles passam pela linguagem e tom de voz (do mais sério ao amigável, dependendo do perfil da marca), personalização (adaptando a interação com base no histórico capturado e no aprendizado da IA), inteligência emocional (reconhecendo e respondendo, de forma apropriada, as emoções dos usuários, detectando frustrações, impaciência, irritação ou felicidade, como exemplo), transparência (explicando o porquê de cada resposta fornecida como forma de elevar a confiança e conexão com o cliente) e prezando por um design centralizado no humano, sendo intuitiva e considerando as necessidades e limitações das pessoas.

Todos os níveis acima devem ser levados em consideração ao seguir essa estratégia, utilizando os dados dos clientes para personalizar a IA sempre prezando pela empatia na leitura das emoções, transparência nas respostas fornecidas, criando fluxos fáceis de serem seguidos e, acima de tudo, monitorando todas as ações constantemente, identificando ajustes que devem ser feitos e melhorias frequentes assegurando o bom desempenho dessa tecnologia.

Não implemente essa humanização de uma vez só em toda a empresa. Identifique as áreas ou atividades em que essa estratégia é mais urgente e que trará um impacto mais significativo, que faça sentido ser adotada primeiramente. Isso será extremamente favorável para escalar essa tecnologia mantendo a qualidade, eficiência operacional e personalização em larga escala.

Estamos diante de uma tendência que veio para tomar cada vez mais conta do mercado, onde a automação robotizada já não faz mais sentido para as necessidades dos consumidores. Suas expectativas quanto à forma como são atendidos serão cada vez maiores e, mais do que nunca, é necessário unir o que há de melhor na IA com nosso lado humano, contando com uma ferramenta que otimizará essa tarefa em uma experiência muito mais personalizada e enriquecida a cada cliente.

Thiago Gomes é Diretor de Customer Success e Produtos na Pontaltech.

 

Sobre a Pontaltech:

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.



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Super CEO: até onde vai sua responsabilidade?

 


Por Thiago Xavier

 Se tem um executivo estratégico para alavancar o crescimento da empresa, certamente, esse é o CEO. A fama de sua responsabilidade nas operações corporativas é totalmente justificada, afinal, é ele quem toma decisões difíceis e define as estratégias e governanças que serão seguidas com base nas metas estipuladas. Uma cadeira de peso, mas que também costuma lhe conferir uma certa síndrome de super-herói ao agir isoladamente em seu trabalho – algo que pode ser bastante prejudicial para seus entregáveis.

Os grandes movimentos administrados por CEOs representam 45% do desempenho de uma empresa, segundo dados da McKinsey. Porém, ao mesmo tempo, é um trabalho extremamente exigente e estressante, no qual 68% deles não se consideram preparados para assumir a posição; além de apenas três em cada cinco mostram-se à altura das expectativas de desempenho nos primeiros 18 meses.

Não é fácil assumir a frente de tamanha responsabilidade em um negócio. Basta analisarmos quantos fatores externos influenciam – seja em menor ou maior grau – a prosperidade corporativa: reconfiguração do comércio global; geopolítica; avanços constantes da transformação digital, demandas sustentáveis, lideranças em tempos de incertezas e maior preocupação com a saúde mental das equipes, como exemplo.

Todas essas agendas visitam, constantemente, o trabalho dos CEOs, com uma margem de erro muito pequena e aceitável dentro das organizações. Até porque, todas as suas tomadas de decisões são pensadas a curto e longo prazo, estabelecendo uma governança e cultura robustas que estruturem um crescimento contínuo e próspero da empresa em seu segmento.

Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas, quantas vezes é possível notar este executivo solicitando apoio de outro colega para uma determinada tarefa? Quem é sua rede de apoio? Com quem eles podem, de fato, contar para estarem ao seu lado?

Por mais preparado que este executivo seja, ninguém lida com tantas responsabilidades sozinho. Ele precisa ter um ecossistema de rede de apoio, analisar o cenário em que se encontra e se tem um time preparado para ajudá-lo nessas demandas, se está com as pessoas certas para trilhar este caminho junto com ele. Se não, deverá tomar atitudes difíceis a este respeito, seja trocando as equipes ou contratando novos talentos.

Para que consiga mitigar qualquer possibilidade de riscos em suas atribuições, um CEO não deve ter síndrome de super-herói e agir isoladamente, mas refletir, profundamente, sobre quais competências não dispõe e onde buscar por profissionais que somem seus conhecimentos e experiências para auxiliá-lo nessa jornada. São essas relações de confiança que nos oxigenam e incentivam, um ao outro, a crescer e prosperar continuamente.

Questione a alta liderança sobre essa necessidade e analise seu legado como CEO onde está inserido. Para onde deseja chegar? Quais atitudes precisará tomar para atingir essas metas? Contratar novos talentos, criar áreas diferentes, intensificar uma cultura específica para promover um melhor desempenho das equipes? E, quais habilidades técnicas e comportamentais precisa reforçar em profissionais ao seu lado para construir essa jornada com maior assertividade?

O ecossistema corporativo deve sobreviver para além deste único CPF, reforçando o ambiente empresarial em termos de cultura para sustentá-lo nos desafios futuros. Por mais que o CEO seja um exemplo em termos de comportamento para os outros, é preciso uma maior comunicação e união nos esforços que serão direcionados, para que o ganho coletivo seja cada vez melhor e surpreendente para impulsionar o negócio como uma referência em seu segmento.

Thiago Xavier é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento de executivos.

 

Sobre a Wide:

https://wide.works/

Com mais de 50 anos somados de recrutamento especializado o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio.



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Planejamento de RH: como essa abordagem pode beneficiar a organização?

 


Por Andrey Menegassi

Se antes a área de Recursos Humanos era vista como mais uma área de contas a pagar e receber, hoje, dia após dia, vemos que a frente é estratégica para a organização. Além disso, o mercado vem exigindo, cada vez mais, que esta frente de serviço adote abordagens estratégicas.

No contexto atual, o RH enfrenta desafios para garantir o crescimento da organização, indo desde a gestão dos modelos de trabalho (remoto, híbrido ou presencial) até a busca por capital humano. Não à toa, segundo um estudo da PwC, 60% dos CEOs identificam a dificuldade em encontrar talentos qualificados como uma das principais barreiras para o desempenho da companhia.

Diante desse cenário, executar o planejamento do RH é uma ação que vem ao encontro desse objetivo, considerando que a abordagem visa garantir que a organização tenha os recursos necessários para alcançar os objetivos, cuja ação envolve a definição de metas e estratégias.

Contudo, essa ação, embora estratégica, ainda é um desafio a ser executado em algumas organizações. Isso é, muitas têm dificuldades em realizá-lo, uma vez que, em alguns casos, os processos são descentralizados, em que cada líder de área gerencia sua equipe e encaminha dados e informações via planilhas; ou são centralizados no RH, que tem a morosa missão de averiguar cada registro recebido e alinhar manualmente, a fim de estar em conformidade com a legislação ou normas sindicais.

Na prática, essa abordagem acaba gerando impactos para a organização, como lentidão dos processos, falta de visibilidade e controle e, por fim, a falta de precisão do orçamento feito, na maioria das vezes, no início do ano, o qual precisa ter a menor margem possível de erros e falhas.

Neste contexto, não é difícil encontrarmos organizações que, ao identificarem a raiz dos problemas, buscam por ferramentas que ajudem a automatizar as tarefas do RH, a fim de torná-lo mais ágil e estratégico. No entanto, acabam sendo impedidas, considerando que o planejamento inicial não incluiu essa demanda.

Executar um planejamento estratégico para o RH não é, de longe, uma tarefa simples, considerando que há uma gama de aspectos que precisam ser inclusos e revisados durante o projeto. Esse processo acaba gerando, além do estresse, um desgaste, principalmente para as empresas que têm resistência à mudança cultural.

Quanto a isso, é importante ter o apoio de uma consultoria especializada nessa abordagem, a qual irá considerar todos os aspectos da organização, a fim de fazer um planejamento preciso, refletindo a atual realidade e processos da companhia. Esse direcionamento é efetivo, pois, além de identificar os gargalos, também irá orientar a melhor ferramenta para ajudar no dia a dia organizacional.

Afinal, de nada adianta contratar um software de gestão sem que se tenha uma estratégia eficiente para o seu uso e que beneficie a empresa desde a gestão de dados até a distribuição de recursos – garantindo que as operações da área tragam resultados mais efetivos e benéficos para a empresa.

Entre os pilares da organização, o RH, sem dúvidas, é uma área que detém um amplo potencial para contribuir com o crescimento da empresa. No entanto, sua eficácia depende de um planejamento construtivo, que vise agregar melhorias e confiabilidade aos processos. Além disso, o projeto deve ser revisitado constantemente, tendo em vista as diversas mudanças do mercado.

Mais do que uma área administrativa, quando alinhado corretamente, o RH é capaz de ajudar no desenvolvimento da empresa. No entanto, é necessário que a organização esteja realmente disposta a investir nos recursos corretos para atingir os objetivos não apenas no presente, mas também no futuro.

Andrey Menegassi é Parner da SolvePlan.

Sobre a SolvePlan
Fundada em 2012, a SolvePlan é especializada em soluções para planejamento orçamentário, consolidação societária, publicação de resultados e analytics, entregando aos clientes ferramentas que agregam valor aos negócios. A dedicação e o reconhecimento de seus clientes levaram a SolvePlan ao patamar de parceiro Gold SAP, com mais de 200 projetos entregues.



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Mercado saturado: como ganhar a confiança do consumidor moderno?

 


Por Márcia Assis

O que uma marca precisa fazer para ganhar a confiança e fidelidade de um consumidor? Hoje em dia, essa resposta não é tão fácil assim, diante de um mercado tão competitivo e da quantidade de informações que somos bombardeados diariamente. Essa é uma construção delicada que requer muitos cuidados na relação entre as partes – a qual, quando bem conduzida, pode fortalecer a segurança do cliente com a empresa, sua retenção e um aumento expressivo nas vendas.

Segundo a mais recente sondagem da FGV IBRE, referência em monitoramento e análise econômica no país, o Índice de Confiança do Consumidor recuou 2,6 pontos em fevereiro deste ano, uma perda de 10,8 pontos nos últimos três meses. Existem diversos motivos que justificam essa queda preocupante, relacionados a descuidos cometidos pelas empresas que podem afetar sua credibilidade e prejudicar a confiança com o público-alvo.

Um dos equívocos mais comuns nesse sentido é prometer o que não se pode cumprir. Seja no prazo de entrega, na qualidade do produto, suporte ao cliente, comunicação genérica, impessoal ou incoerente com os valores da marca ou outro aspecto, qualquer desalinhamento entre expectativa e realidade é extremamente prejudicial a isso. Outro ponto delicado é a falta de transparência em situações de crise — silenciando ou tentando "maquiar" erros, o que pode ter um efeito devastador em sua reputação.

Agravando ainda mais essa situação, o fato de vivermos em um ambiente saturado de conteúdos, mensagens publicitárias e estímulos vindos de todos os lados, traz uma sobrecarga inevitável que torna o consumidor muito mais seletivo, cético e, muitas vezes, desconfiado das comunicações corporativas. Hoje, não basta mais apenas aparecer: é preciso significar algo.

Nesse cenário, ser autêntico como marca exige mais do que um discurso bonito, demandando coerência entre o que se fala, o que se faz e o que se entrega. Essa é uma credibilidade construída nos detalhes: na forma como a empresa responde uma crítica, como assume um erro, como se posiciona em causas relevantes e, principalmente, como se relaciona com as pessoas no dia a dia.

Escalar a comunicação e o atendimento sem perder a proximidade é outro ponto que merece atenção. Afinal, por mais que a automação e a inteligência artificial tenham trazido ganhos de eficiência, muitas empresas acabaram se distanciando do toque humano. A chave está em encontrar o equilíbrio: usar a tecnologia como aliada para otimizar processos, sem deixar de lado a empatia, a escuta ativa e a personalização.

Além disso, o público de hoje valoriza marcas com propósito claro, que se posicionam com responsabilidade e mostram seus bastidores com transparência. Ser autêntico, nesse contexto, passa por assumir uma postura mais humana, vulnerável e menos polida. Mostrar quem está por trás disso tudo, como as decisões são tomadas e o que realmente importa para o negócio gera identificação real.

Construir essa confiança e fidelidade não é algo simples, o que exige que as empresas conheçam e coloquem seu cliente no centro de toda estratégia, tendo consistência na comunicação e em todos os canais, investindo em criar e disseminar conteúdos relevantes e com máxima transparência sempre. Algo que, para contribuir com este sucesso, pode ser favorecido com o apoio de ferramentas robustas que o mercado dispõe, como o RCS.

Com este sistema de mensageria do Google, as marcas poderão se comunicar com seus consumidores contando com recursos muito mais completos que enriquecerão a experiência dos usuários. As mensagens poderão incluir texto, imagens, gif, vídeos, e um carrossel completo que permita que o usuário conduza sua jornada em um único ambiente. Tudo isso, assegurados por um selo de autenticidade no que garante a confiança de quem está enviando o conteúdo.

Essa e muitas outras plataformas de comunicação multicanal permitem uma maior agilidade no atendimento e que a empresa esteja presente onde seu cliente está. Una essas ferramentas com CRMs integrados que tragam o histórico de cada pessoa a fim de personalizar a comunicação, além de ter e acompanhar métricas de relacionamento, identificando a eficácia dessas ações ou a necessidade de ajustes.

Uma das maiores barreiras para construir confiança com os consumidores é o volume avassalador de informações ao qual ele está exposto. Não é, de longe, uma tarefa simples de ser conquistadas, mas que, seguindo os cuidados destacados, as chances de a sua empresa fortalecer uma relação mais próxima e segura será bem maior, atraindo e retendo clientes que serão fiéis à sua marca.

Márcia Assis é Gerente de Marketing da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.

 

Sobre a Pontaltech:

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.



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Na era dos dados, gerar insights confiáveis é o novo desafio

 


Por Milton Ribeiro

Vivemos a era dos dados. Diariamente, segundo a IBM, o mundo gera 2,5 quintilhões de dados. No entanto, diante dessa quantidade massiva de informações geradas, uma pesquisa da Salesforce mostra que muitos líderes não se sentem preparados para encontrar, analisar e interpretar esses registros, resultando na falta de confiança no uso desses indicadores para tomadas de decisões.

Segundo o estudo, que foi realizado com 500 líderes empresariais nos EUA, fatores desde a economia incerta até corte de custos têm gerado a demanda por insights mais precisos para orientar as estratégias da empresa. Porém, apenas metade dos participantes afirmaram que a extração de dados está alinhada com as prioridades da organização.

A pesquisa ajuda a ilustrar os desafios que os gestores enfrentam atualmente na geração de dados, relacionados principalmente à qualidade, integração e governança. Isso é, ainda hoje, muitas empresas ainda operam com sistemas legados e, com isso, armazenam dados de forma fragmentada em planilhas ou diferentes plataformas – o que dificulta a execução de um processo claro de validação e identificação da real utilidade do material coletado.

Diante desse contexto, dificilmente os dados serão confiáveis e, sem dúvidas, acarretarão prejuízos para o negócio, uma vez que os líderes, ao tomarem decisões com base em suposições ou percepções parciais, podem traçar estratégias equivocadas, investimentos errados e, consequentemente, perder competitividade. E, tendo em vista que, no ambiente de negócios dinâmico atual, a agilidade e precisão são essenciais, a falta de confiança nos dados compromete diretamente a capacidade de inovar e reagir rapidamente.

Neste contexto, o que diferencia empresas que são bem-sucedidas das demais é a capacidade de transformar esses dados em valor. A pesquisa da Salesforce ainda mostra que 76% dos líderes empresariais se sentem cada vez mais pressionados a apoiar seus argumentos e afirmações em dados. Em outras palavras, esse comportamento ajuda a enfatizar a importância insights confiáveis para ajudar otimizar operações, entender clientes, reduzir riscos e antecipar tendências.

Em um cenário altamente competitivo, dados confiáveis se tornaram uma vantagem estratégica. Entretanto, ainda estamos em um momento transição, em que muitas empresas reconhecem a importância de implementar uma governança dessas informações, mas poucas implementaram, de fato, uma estrutura robusta para isso.

Sem dúvidas, a tecnologia é o principal habilitador desse processo. Através de ERPs e plataforma de Business Intelligence, como exemplo, é possível centralizar e padronizar os dados, tornando-os acessíveis em tempo real e com confiabilidade. Isso porque soluções de integrações ajudam a eliminar silos, enquanto recursos de validação automatizada e dashboards visuais facilitam a interpretação e o uso prático dos dados pelos gestores.

Entretanto, de nada adianta ter recursos que ajudem na confiabilidade dos registros, sem que a cultura organizacional esteja alicerçada. Ou seja, para que a tecnologia cumpra o seu propósito, é fundamental que as pessoas confiem nos dados e saibam utilizá-los de forma correta. Para isso, as organizações também precisam realizar o trabalho de educar, capacitar e engajar os times, mostrando as razões pelas quais as decisões orientadas por dados trazem melhores resultados.

As organizações ainda têm pela frente o desafio de conseguirem fazer uma gestão assertiva, identificando lacunas e pontos de melhorias para deixar os processos confiáveis. Neste aspecto, ter o apoio de uma consultoria especializada nessa demanda e na aplicação de tais recursos é um importante fator a ser considerado ao longo dessa jornada.

A confiança nos dados nasce quando há clareza, transparência e domínio técnico, o que só é possível com uma cultura forte e o foco contínuo em formação. Cada vez mais, a busca por insights confiáveis se tornará uma necessidade para que as empresas consigam obter vantagem competitiva e sobreviver em um mercado altamente dinâmico. Por isso, o quanto antes começarem a se preparar, melhor, afinal, o futuro não espera e, para sair na frente, é preciso estar preparado.

Milton Ribeiro é Co-CEO da SPS Group.

Sobre a SPS Group:
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 300 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 230 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro.



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Cinthia Guimarães


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CNT e Fetracan promovem IV Encontro Técnico Regional do Programa Despoluir - Nordeste

 

Sistema Transporte


O Programa Despoluir já realizou, de forma gratuita, mais de 4,8 milhões de avaliações veiculares e 55 mil atendimentos a transportadores no país

A CNT (Confederação Nacional do Transporte), em parceria com a Fetracan (Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste), promove, nessa quinta e nesta sexta-feira (29 e 30), o IV Encontro Técnico Regional do Programa Despoluir na região Nordeste. O evento, que ocorre na unidade do SEST SENAT de Recife (PE), tem como objetivo capacitar equipes técnicas das federações nordestinas de transporte nas áreas de avaliação veicular ambiental, avaliação da qualidade do diesel, Serviço de Orientação Ambiental ao Transportador e nos cuidados técnicos previstos com os equipamentos do Programa.

A programação conta com a participação de representantes da Fetrans (Ceará, Piauí e Maranhão), da Fetronor (Rio Grande do Norte), da Fetrabase (Bahia) e da Fetralse (Alagoas e Sergipe), além de técnicos e coordenadores regionais do Despoluir.

“É um momento de muito aprendizado. A programação inclui capacitações nas principais frentes do Despoluir – avaliação veicular ambiental e análise da qualidade do diesel – e orientações sobre a Plataforma Ambiental do Transporte e o Serviço de Orientação Ambiental ao Transportador. É uma oportunidade para trocar experiências e ampliar o conhecimento técnico de todos os que fazem o Despoluir acontecer”, destaca a diretora executiva interina da CNT, Fernanda Rezende.

Maior programa ambiental da iniciativa privada brasileira, o Despoluir completa 18 anos em 2025. “O Despoluir é reconhecido pela Organização das Nações Unidas como uma referência em sustentabilidade, tendo como diferencial o atendimento presencial nas empresas de transporte, com a oferta gratuita de serviços ambientais e a disseminação de melhores práticas voltadas à excelência ambiental no setor”, reforça a gerente executiva ambiental da CNT, Erica Marcos.

Resultado da parceria entre a CNT e o SEST SENAT, a iniciativa busca aliar desenvolvimento sustentável à eficiência operacional. Além de contribuir para a preservação ambiental e a melhoria da qualidade do ar, o Programa proporciona maior eficiência energética, gerando menor emissão de poluente e economia para os transportadores.

Desde 2007, o Despoluir já realizou mais de 4,8 milhões de avaliações veiculares ambientais. Também foram registrados mais de 55 mil atendimentos, sendo 27 mil a empresas e 28 mil a transportadores autônomos.

O Programa ainda se destaca na produção de conhecimento técnico e ambiental. Com publicações voltadas a transportadores, especialistas, gestores e acadêmicos, a CNT busca fomentar uma cultura de responsabilidade ambiental no transporte, contribuindo para os esforços globais de redução das emissões de GEE (gases de efeito estufa) e reforçando o compromisso do setor com práticas sustentáveis e competitivas.


Aline Roriz
alineroriz@email.sestsenat.org.br
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Dia dos Namorados, Buddha Spa celebra as 5 linguagens do amor com experiências que tocam corpo e alma

 

Dia dos Namorados, Buddha Spa celebra as 5 linguagens do amor com experiências que tocam corpo e alma

Neste Dia dos Namorados, o Buddha Spa — a maior rede de spas urbanos do Brasil — propõe um novo olhar sobre como demonstrar afeto. Inspirada nas 5 linguagens do amor (toque físico, palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes e atos de serviço), a campanha “As linguagens do amor indicam o mesmo caminho: uma experiência no Buddha Spa” convida os casais a trocarem presentes com mais sentido — e menos embalagem.

Durante o período da campanha, que vai até o dia 15 de junho, a marca selecionou experiências especiais para presentear com significado e sofisticação, oferecendo também ofertas exclusivas no e-commerce.

Presentes com significado: seleção especial de experiências

Para este Dia dos Namorados, o Buddha Spa traz sugestões pensadas para todas as formas de amar, com opções de day spa, combos que celebram o amor, kits e vales-presente. São experiências que conectam e cuidam.

Day Spa Casal

  • Day Spa Meu Momento Casal
  • Day Spa Relax e Bem-Estar Casal
  • Day Spa Ayurveda Casal
  • Day Spa Beleza Buddha Spa Casal
  • Day Spa Facial Casal
  • Experiência Ayurveda Casal
  • Mini Day Spa Casal

Combos

  • Ritual Amor Próprio (Massagem Relaxante Corporal + Óleo essencial à escolha)
  • Ritual a Dois (2 Massagens Ayurvédicas)

Kits

  • Kit Spa Namorados (Óleo de massagem + Óleo essencial + Home spray)
  • Kit de óleos essenciais (Energia + Antiestresse + Sono)

Vale Bem-Estar

  • Compre e compartilhe os créditos com o seu amor (a partir de R$ 150)

Assinatura Bem-Estar

  • Uma experiência Buddha Spa por mês (assinaturas trimestral, semestral ou anual)

Essas combinações transformam o presente do Dia dos Namorados em um momento de conexão, cuidado mútuo e lembranças afetivas.

A rede Buddha Spa está presente em todas as regiões do Brasil.

 

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Casal no Day Spa do Buddha Spa
Casal no Day Spa do Buddha Spa
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Ana Paula
ana.p@md.com.br
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Nova lei de cidadania italiana ainda gera dúvidas: especialista esclarece impactos para brasileiros, estudantes e empresas

 

Cartório Brasil Europa

Nova lei de cidadania italiana ainda gera dúvidas: especialista esclarece impactos para brasileiros, estudantes e empresas

A nova legislação que regula a aquisição da cidadania italiana (Decreto-Lei 36/2025), aprovada pelo Senado italiano no dia 20 de maio de 2025, trouxe mudanças significativas que seguem gerando dúvidas entre os brasileiros. Agora, apenas descendentes diretos — filhos e netos de italianos nascidos na Itália — têm direito à cidadania por via administrativa, excluindo bisnetos e gerações mais distantes.

As novas regras impactam diretamente cerca de 300 mil brasileiros, que tiveram o acesso à cidadania pela via consular interrompido. Em 2023, mais de 20 mil solicitações foram aprovadas no Brasil — um aumento de 40% em relação a 2022, segundo o Consulado da Itália no Rio de Janeiro. A Embaixada Italiana informou que, entre 2023 e 2024, mais de 38 mil cidadanias foram reconhecidas.

Com os agendamentos para pedidos consulares congelados, quem aguardava na fila provavelmente não poderá seguir adiante com a solicitação. A situação é diferente apenas para aqueles que já haviam entregue a documentação.

Segundo o advogado Rafael Aguiar, especialista em direito internacional e sócio do Cartório Brasil Europa — com sede no Brasil, Itália e Portugal —, o novo cenário exige planejamento e atenção às exigências legais.

“Muitos brasileiros veem na cidadania italiana uma oportunidade de mobilidade internacional e acesso à União Europeia. Agora, mais do que nunca, será fundamental contar com apoio jurídico especializado para evitar atrasos ou indeferimentos”, afirma.

O especialista responde às dúvidas mais frequentes:

1 - Como ficam os processos já iniciados com a nova lei em vigor? Serão afetados?
Não. A nova lei não afeta os processos já em andamento. Trata-se de um direito adquirido, protegido pela Constituição. A jurisprudência dos tribunais italianos assegura a continuidade dos pedidos iniciados antes da vigência da nova norma.

 

2 - O tempo dos processos em andamento será mais longo?
Não há indícios de atraso. Os tribunais seguem recebendo normalmente as ações judiciais de reconhecimento da cidadania e os prazos continuam os mesmos. Se houver acréscimo de tempo, isso dependerá da demanda das varas, e não da nova lei em si.

 

3- O processo ficou mais caro com a entrada do Ministério das Relações Exteriores?
Sim. O encerramento da via consular para descendentes distantes tornou o processo mais oneroso e burocrático. Estima-se um aumento de 30% a 50% nos custos finais, devido às novas exigências, traduções juramentadas e taxas administrativas específicas.

 

4 - Mesmo com a nova lei, os descendentes mais distantes ainda estão protegidos?
Sim. O princípio do direito adquirido, a irretroatividade da lei e o jus sanguinis continuam valendo. A Corte de Cassação já decidiu reiteradas vezes que o direito à cidadania por sangue não pode ser retirado por novas legislações.

 

5 - O senhor recomenda entrar com ação judicial agora ou esperar?
A orientação é: não esperar. A cada dia, crescem as incertezas jurídicas. Ingressar agora significa garantir o direito com base na legislação anterior, antes que novas interpretações possam restringi-lo. A via judicial permanece sólida e segura.

 

6 - Empresas que transferem colaboradores para a Itália também serão impactadas?
Sim. Empresas que se beneficiavam da dupla cidadania para expatriar profissionais agora precisarão utilizar vistos de trabalho e autorizações migratórias. Há caminhos legais possíveis, mas exigem planejamento especializado.

 

7 - E os estudantes, como devem proceder?
Estudantes sem cidadania reconhecida devem solicitar visto de estudos antes do embarque. Para os que estão na Itália aguardando a cidadania, a melhor estratégia deve ser definida com um advogado para evitar irregularidades.

 

8 - Um estudante que já pagou o curso e não conseguiu a cidadania pode ser regularizado?

Sim, desde que comprove vínculo com a instituição de ensino e solicite a regularização do visto de estudante. É possível até converter a estadia para outra modalidade, conforme o caso. A orientação de um advogado é essencial.

9 - O governo italiano está oferecendo apoio nesses casos (empresas e estudantes)?

Ainda não. Não há medidas diretas de apoio até o momento, mas há discussões em andamento sobre ajustes em vistos. Enquanto isso, cada situação deve ser analisada individualmente.

10 - Qual o principal conselho jurídico para quem quer buscar a cidadania italiana agora?
Informação, urgência e estratégia. A cidadania italiana continua sendo um direito legítimo, mas o caminho se tornou mais técnico. Por isso, é essencial contar com assessoria de um escritório experiente com atuação no Brasil, Itália e Portugal.

 

11 - Quantas pessoas estavam na fila dos consulados italianos no Brasil?
Cerca de 300 mil brasileiros aguardavam reconhecimento da cidadania jure sanguinis. Os prazos médios eram:

São Paulo: 10 a 12 anos;

Rio de Janeiro: 8 a 10 anos;

Recife e Curitiba: mais de 15 anos.

Com a nova lei, todas essas pessoas perderam o direito à via consular, exceto casos já agendados e com documentação aceita antes da mudança.

12 - Qual a alternativa viável agora?
A única alternativa é a via judicial, que segue válida e protegida pela Constituição Italiana e pela jurisprudência da Corte de Cassação.

 

****Dr. Rafael Aguiar é especialista em direito internacional e sócio do Cartório Brasil Europa — com sede no Brasil, Itália e Portugal. Inscrito na Ordem dos advogados do Brasil e na Ordem dos Advogados em Portugal, militante no direito imigratório e Direito Internacional, é Mestrando em Direitos Humanos pela Universidade do Minho em Braga Portugal, Pós graduando em Direito Internacional e Direitos Humanos pela Pontifícia universidade Católica de Minas Gerais - PUC Minas, atuante no auxílio de refugiados em solo brasileiro, mais precisamente com refugiados venezuelanos e haitianos

 

 



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Hospital Regional do Baixo Amazonas realiza cirurgia inédita para o tratamento oncológico

 



Gastrectomia com linfadenectomia é um procedimento importante para pacientes com câncer gástrico. Cirurgia foi realizada com sucesso através de nova torre de vídeo da unidade


Referência em média e alta complexidade no oeste do Pará, o Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA), em Santarém, realizou mais um procedimento cirúrgico inédito na cidade e na região: a gastrectomia com linfadenectomia. A cirurgia consiste na remoção de parte ou de todo o estômago e dos gânglios linfáticos próximos e é muito importante para o tratamento de pacientes com câncer gástrico.


O procedimento foi um sucesso graças à técnica de videolaparoscopia, que possibilita a abordagem dos órgãos internos por meio de pequenas incisões. É realizada com o auxílio de uma câmera conectada a uma ótica, introduzida através da parede abdominal, e é manipulada com auxílio de pinças. No ano passado, a unidade recebeu da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) uma nova torre de vídeo 4K, que auxilia em cirurgias como essa.


"É um marco para todo o hospital. Para realizar essa cirurgia, nós precisávamos de uma evolução na videolaparoscopia, que já vínhamos trabalhando com outros procedimentos também grandes e importantes. Mas a gastrectomia, em especial, é resultado de uma melhora inclusive de equipamentos, com a chegada da nova torre que nos possibilita fazer cirurgias de maior complexidade", destacou o cirurgião oncológico e chefe do serviço de oncologia do HRBA, Marcos Fortes.


Cirurgias - O HRBA oferece cirurgias em mais de 20 especialidades médicas, como: oncologia, ortopedia, neurocirurgia, transplantes renais, captação de órgãos, cirurgias cardíacas, cirurgias plásticas, entre outras. Só nos quatro primeiros meses de 2025, já realizou mais de 2 mil procedimentos cirúrgicos.


A gastrectomia com linfadenectomia agora é mais um tipo de cirurgia disponível na unidade, que é referência no serviço para uma população de 1,4 milhão de pessoas residentes em 29 municípios da região oeste do estado.


"A gente se orgulha muito do corpo clínico aqui da unidade, com médicos muito bem formados, atualizados e preparados. Estamos evoluindo cada vez mais nas cirurgias e preparando o terreno para em um futuro próximo realizarmos uma cirurgia robótica aqui. Santarém merece e estamos trilhando esse caminho", afirmou o cirurgião.


Homenagem - Por conta do ineditismo da cirurgia na região, os médicos do Regional de Santarém Marcos Fortes e Mariana Cardoso, além dos residentes Hitamar Almeida Jr, Matheus Borges e Junior Oliveira, receberam esta semana uma moção de aplausos promovida pela Câmara Municipal, de autoria do vereador Murilo Tolentino.


"Ficamos muito felizes com o reconhecimento ao trabalho não só dos nossos médicos, mas de todos os profissionais do Hospital Regional. Buscamos sempre avançar nas cirurgias e na assistência prestada como um todo, para oferecer o melhor serviço aos nossos usuários. Isto mostra que a dedicação e esforço de todos os que fazem o HRBA está dando frutos e beneficiando quem mais importa: os nossos pacientes", comemorou o diretor-geral da unidade, Matheus Coutinho.


Serviço - O Regional do Baixo Amazonas presta serviço 100% referenciado, atendendo à demanda originária da Central de Regulação do Estado. 
A unidade pertence ao Governo do Pará, sendo administrada pelo Instituto Social Mais Saúde, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), e fica localizada na Avenida Sérgio Henn, nº 1100, bairro Diamantino, em Santarém.

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Café de lançamento da 27ª Marcha para Jesus Salvador reúne lideranças evangélicas

 


Foto: Ever Lopes

Café de lançamento da 27ª Marcha para Jesus Salvador reúne lideranças evangélicas 

Ao som do reggae gospel de Nengo Vieira, evento realizado neste sábado (31) apresentou o planejamento da Marcha deste ano, que acontece em agosto


Líderes cristãos de diversas denominações espalhadas pela capital baiana e Região Metropolitana de Salvador se uniram em um encontro especial, neste sábado, 31. O Café de Lançamento da Marcha para Jesus Salvador 2025, realizado na Igreja Renascer em Cristo, na Pituba, fortaleceu a aliança e a comunhão entre os ministérios da cidade. Ao som do reggae do cachoeirano Nengo Vieira, o evento abriu oficialmente os preparativos para a tradicional caminhada de fé, que acontece em agosto deste ano e promete levar milhares de pessoas para o trajeto Ondina-Barra.


Mais do que um momento de confraternização, o encontro foi uma verdadeira prévia do que está por vir: uma multidão marchando pelas ruas de Salvador, proclamando fé, alegria e unidade sob o tema “Deus Forte”.


“Foi um momento para apresentar alguns detalhes da grande celebração que é a Marcha, estreitar laços e renovar o compromisso com a missão de propagar o amor de Cristo. Esperamos que todos as lideranças que estiveram no café mobilizem os membros de seus ministérios para juntos marcharmos no dia 30 de agosto”, convocou o bispo Rodrigo Castro, coordenador do evento em Salvador.


Durante o café, Castro ressaltou dados da pesquisa JLeiva Cultura & Esporte, segundo a qual Salvador tem hoje o gospel como o gênero musical mais ouvido, superando a MPB, o pagode e o sertanejo — um dado que reforça o protagonismo da cultura cristã, especialmente entre os jovens.


“A Marcha para Jesus Salvador é, justamente, uma das maiores expressões desse movimento, reunindo milhares de pessoas em um ato público de celebração e fé, com muita música, dança, intercessão e arte”, destacou.


União

O momento de oração foi compartilhado por líderes como o bispo Vagner Tavares, da Arena Batista do Avivamento – ABA Orla; bispo Paulo Jaime, da Igreja Batista de Cajazeiras; bispo Jonata Lima, do Ministério Ebenézer; os pastores Luis Henrique Oliveira, da Bola de Neve; Kleuder Leão, da Igreja da Aliança Profética; Márcio Santos, da Comunidade Cristã Paz e Vida; além de representantes de ministérios como Paz e Graça, MAP Vida, Igreja Batista da Lagoinha e Igreja do Evangelho Quadrangular, entre outros.


A cada edição, trios elétricos percorrem as ruas da cidade ao som de bandas, ministérios de louvor e artistas renomados do cenário nacional e local, atraindo multidões. No café, marcaram presença artistas do cenário gospel local, como Tirza Almeida, Caldeirão de Fogo e Primícias Roots.


Sobre a Marcha

A Marcha para Jesus chegou ao Brasil em 1993. Naquele ano, já sob a coordenação do Apóstolo Estevam Hernandes e da Bispa Sônia Hernandes, líderes da Igreja Renascer, foi realizada a 1ª edição, em São Paulo. Desde então, as edições da Marcha seguem por várias capitais do país, sempre com o apoio de diversas igrejas evangélicas e denominações cristãs da Coalizão das igrejas Apostólicas Global/BR (CIEAG).


A caminhada profética faz parte do calendário oficial do país desde setembro de 2009, quando a Lei Federal 12.025 foi sancionada. Em Salvador, é um dos eventos mais aguardados do calendário cultural e religioso, contando o apoio do Executivo municipal, por meio da Secretaria de Governo e da Saltur – Empresa Salvador Turismo. Na esfera estadual, a Secretaria da Segurança Pública garante o policiamento do ato, com a intervenção da 11ª Cia. Independente da Polícia Militar – Barra.



Marcha para Jesus Salvador 2025

🗓️ Sábado, 30 de agosto de 2025

🎵 Tema: “Deus Forte”

🚩 Local: Saída: Ondina, às 13h | Destino: Farol da Barra

Programação completa: em breve nas redes sociais oficiais

Fanpage: @marchaparajesusbahia

Instagram: @marchaparajesussalvador


Fotos: Ever Lopes

Contatos da assessoria

Tel: 71 99312-7590 (Whatsapp)

Email: comunicacaomarchaparajesusssa@gmail.com