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sábado, 1 de junho de 2024

Arremessadora campeã das Escolares melhora marcas e ganha três ouros no Meeting Paralímpico Loterias Caixa do MA

 

Comitê Paralímpico Brasileiro
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Comitê Paralímpico Brasileiro
São Luís, 25 de maio de 2024

Arremessadora campeã das Escolares melhora marcas e ganha três ouros no Meeting Paralímpico Loterias Caixa do MA

Maria Luiza Magalhães ampliou distâncias alcançadas no arremesso de peso e no lançamento de dardo em primeiro evento realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro no Estado, com provas de atletismo e bocha para 78 atletas neste sábado, 25

Fotos: CPB

A maranhense Maria Luiza Magalhães, 16, dona de três medalhas de ouro da Etapa Nacional das Paralimpíadas Escolares de 2023, conseguiu melhorar suas marcas no arremesso de peso e no lançamento de dardo neste sábado, 25, durante o Meeting Paralímpico Loterias Caixa do Maranhão.

Essa foi a primeira competição do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) no Estado. Ela reuniu 78 atletas na Universidade Federal do Maranhão, sendo 60 esportistas do atletismo e 18 da bocha. As provas realizadas na capital maranhense foram Seletivas Estaduais de três competições organizadas pela Diretoria de Desenvolvimento Esportivo do CPB: Paralimpíadas Escolares, Paralimpíadas Universitárias e Intercentros (competição entre alunos dos Centros de Referência do CPB, com idade de 7 a 10 anos).

Durante o Meeting, Maria Luiza competiu nas três provas em que é campeã das Escolares na classe F33 (para paralisados cerebrais). No arremesso de peso, ela marcou 2,13m e, no lançamento de dardo, atingiu 4,12m. No ano passado, ela havia obtido 1,81m e 3,21m, respectivamente. Já no lançamento de disco, o resultado foi ligeiramente inferior. Ela alcançou 4,73m no Meeting, enquanto nas Escolares 2023, a atleta obteve 4,81m.

"Gostei muito da minha prova. Competir é um grande desafio. Eu fico nervosa, mas fico feliz. Eu estou treinando bastante. Minha prova preferida é a do dardo, eu consigo jogar bem alto. Para as outras, ainda preciso ficar mais forte. Eu gosto muito de competir, de treinar, ficar com meus amigos do esporte", disse a atleta.

Maria Luiza já foi atleta da bocha. Porém, em 2022, passou por uma avaliação para sua classificação funcional que detectou sua inegibilidade para a modalidade. Começou, então, a praticar o atletismo.

A mãe da jovem, Roseli Magalhães, contou que, no início, Maria Luiza estranhou a mudança. "No começo era difícil, ela não gostava muito do atletismo. O professor foi passando treinamentos de força, fazendo adaptações. Aí, quando veio o primeiro ouro, mudou tudo. Ela se apaixonou e passou a ser muito dedicada aos treinos."

Roseli também elencou os benefícios trazidos pelo esporte para Maria Luiza. “Depois que ela começou no atletismo, mudou muita coisa. A qualidade de vida dela melhorou demais, assim como a alimentação, a interação com os amigos, a qualidade do sono”, avaliou.

Treinador de Maria Luiza, José Ribamar Ribeiro afirmou que a atleta já é uma referência para outros jovens. “Eu vejo que é um desenvolvimento não só da Malu, mas de todo o esporte paralímpico no Maranhão. Os atletas veem o sucesso que ela está tendo e passam a querer fazer atletismo também. Ela fez boas marcas neste sábado, mas tenho certeza de que vai fazer ainda melhor na Etapa Nacional das Paralimpíadas Escolares no final do ano [em São Paulo]. Ela tem todo o potencial para seguir evoluindo no esporte e ter grandes resultados”, afirmou.

Na competição de bocha, um dos destaques foi Maíres Lemos, 13, medalha de ouro na classe BC2 (que não recebem auxílio). Ela obteve o título ao vencer Pamela Rakelly da Silva, convocada para treinar com a Seleção Brasileira de jovens da bocha no início do mês, por 3 a 1. “Fiquei muito feliz com a competição. Dá nervosismo primeiro, e depois alegria. Eu estou treinando muito para conseguir ganhar mais”, disse a atleta, que começou a jogar bocha com 11 anos e também pratica tênis de mesa.

Meeting Paralímpico em 2024
A temporada do Meeting Paralímpico Loterias Caixa de 2024 começou em fevereiro com etapas simultâneas em Porto Alegre (RS) e Rio Branco (AC). O evento já passou, também, por Florianópolis (SC), Porto Velho (RO), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Campo Grande (MS), Goiânia (GO), Aracaju (SE), Recife (PE), Palmas (TO), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB), Natal (RN), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Boa Vista (RR) e Teresina (PI). Além disso, uma etapa do Meeting foi realizada neste sábado na cidade de Manaus (AM).

Neste ano, o evento oferece mais modalidades e passará por todas as capitais brasileiras. Em 2024, além de competições de atletismo, natação e halterofilismo organizadas pela Diretoria de Esportes de Alto Rendimento (DEAR) do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os Meetings também recebem etapas regionais de competições organizadas pela Diretoria de Desenvolvimento Esportivo (DDE): Paralimpíadas Escolares, Paralimpíadas Universitárias, Paralimpíadas Militares e Intercentros (competição entre alunos dos Centros de Referência do CPB, projeto que aproveita espaços esportivos em estados de todas as regiões do país para oferecer modalidades paralímpicas, desde a iniciação até o alto rendimento). Com isso, os Meetings passam a abrigar também disputas em três novas modalidades: bocha, tiro com arco e tiro esportivo.

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa tem o objetivo de desenvolver o paradesporto em todo o território nacional, com a participação de novos talentos e atletas de elite. É idealizado e organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) desde 2021, como uma atualização dos tradicionais Circuitos Loterias Caixa, que já eram realizados desde 2005. Entre 2021 e 2023, reunia provas de atletismo, natação e halterofilismo, sendo que cada cidade sediava disputas de, pelo menos, uma dessas modalidades.

Patrocínios
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do Meeting Paralímpico Loterias Caixa
As Loterias Caixa e a Braskem são as patrocinadoras oficiais do atletismo
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial da natação
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do halterofilismo
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial da bocha
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do tiro esportivo

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

 Pode ser uma imagem de carro

A tragédia já foi. E agora?

 


Janguiê Diniz - Fundador e presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educacional - Presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo

Impossível não se sensibilizar e chocar com a situação do Rio Grande do Sul, atingido por chuvas sem precedentes que causaram inundações em grande parte do estado, da capital ao interior. A tragédia não aconteceu sem ter sido prevista: relatórios já indicavam a intensificação de eventos climáticos. Foram ignorados. Agora, resta saber: o que será feito daqui pra frente?


Não se trata de apontar culpados, mas de assumir responsabilidades. Neste ponto, todas as esferas do poder público têm responsabilidade solidária. Governos federal, estadual e municipal parecem não ter agido da melhor forma para preparar a região para o que poderia acontecer. Um relatório de 2015, encomendado pelo governo federal, foi considerado “alarmista” por alertar para os eventos que poderiam acontecer; engavetado, acabou perdido. Nada foi feito. Já a gestão do estado, que tem frequentemente enfrentado problemas climáticos, pouco investiu em infraestrutura preventiva. Prefeituras tampouco agiram, embora estas tenham orçamento e possibilidades bem menores de engendrar bons planos de contenção de riscos.


A situação do Rio Grande do Sul reflete um grande mal do Brasil como um todo: trabalhamos de forma reativa, não proativa. Sempre se espera acontecer uma grande catástrofe ou algo chocante para se tomar uma atitude, quando a prevenção é sempre mais barata e proveitosa. Isso se aplica a eventos climáticos, ao crime, à política e à gestão das cidades como um todo. E não é uma catástrofe inédita. Em 1941, o estado foi atingido também por fortes chuvas que causaram mortes e destruição. Matéria do jornal A Época alarmava: “As inundações assumiram proporções verdadeiramente avassaladoras”. A história se repete.


Penso que o trabalho preventivo, por vezes “invisível”, dá menos retorno de imagem do que a ações de reconstrução – estas podem pintar o gestor como um “salvador”. Na conta do marketing político, prevalece a opção mais obscura. E, no meio desse jogo, quem mais sofre é a população, particularmente as camadas de mais baixa renda. São os morros que desabam, as favelas que pegam fogo, as ruas não calçadas que alagam. Reiteradamente vemos esses casos, e pouca ou nenhuma solução é dada.


Já passou da hora de gestores públicos tomarem consciência de que passamos por um período de grandes mudanças climáticas (em boa parte, causadas pela ação humana) e que, com elas, é preciso estar preparado. A chuva virá, os ventos soprarão, mas, se as cidades não tiverem estrutura para suportar, a contagem de mortos apenas aumentará e os prejuízos serão enormes. A pergunta é clichê, mas permanece válida: quantas vidas mais precisarão se perder para que se tome atitude?


Desafios empresariais

 


*Leonardo Chucrute é Gestor em Educação e CEO do Zerohum

 

Empreender envolve correr riscos e encontrar soluções para os problemas das pessoas. Identificar uma necessidade, ou falta no mercado, e trabalhar para oferecer uma solução são a essência do empreendedorismo. Focar em resolver problemas e atender às necessidades do público-alvo é uma abordagem sólida para quem deseja empreender com sucesso.

 

Sempre tive a mentalidade empreendedora presente em todas as fases da minha vida, desde as atividades iniciais até o momento em que compartilhei conhecimento e experiência em sala de aula. Minha preocupação sempre foi em oferecer o melhor serviço, resolver problemas e gerar bem-estar nas pessoas.

 

Agora na minha transição de carreira busco sempre ter a abordagem centrada no cliente e no impacto positivo. Isso é fundamental para o sucesso em diversas áreas, desde o empreendedorismo até a educação.

 

Já pensando na minha equipe, uma dica é comunique-se eficazmente! Acho fundamental dar adeus às reuniões longas e ineficientes. Opte por encontros breves, claros e objetivos. Alinhe-se, crie briefings e certifique-se que seu time entendeu e está tudo claro para as metas estarem alinhadas. Lembre-se de que a comunicação é a chave para o sucesso empresarial.

 

Compreendo a importância da comunicação eficaz nas empresas e como reuniões claras e concisas podem contribuir para melhorar esse aspecto. É essencial que as interações entre as pessoas sejam diretas e alinhadas com objetivos específicos, evitando desperdício de tempo e garantindo que todos estejam em sintonia.

 

Logo, a comunicação clara é fundamental para o bom funcionamento de uma empresa e para o alcance dos objetivos propostos. Fique atento! Resolva problemas dos seus clientes e tenha mais sucesso como empreendedor.

 

(*) Leonardo Chucrute CEO do Zerohum, mentor de empresários, palestrante e autor de livros didáticos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 





Agência Drumond - Assessoria de Comunicação

Joyce Nogueira

Assessora de Imprensa

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Acidentes de trânsito, um problema de saúde pública

 

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Hospital Universitário Cajuru

Acidentes de trânsito, um problema de saúde pública

Thiago Cassi Bobato*

A cada dia que passa, as manchetes dos jornais nos confrontam com uma realidade que transcende as páginas impressas, a tela da TV ou as publicações nas redes sociais: os acidentes de trânsito. Até então considerados distantes e estatísticos, têm se tornado mais próximos de grande parte da população com a escalada dos números nos últimos anos. Essas tragédias figuram como uma das principais causas de morte no Brasil, impondo um fardo adicional aos hospitais já sobrecarregados. Um cenário que destaca a urgente necessidade de mudanças para aliviar o impacto dessas ocorrências na saúde pública.

Os números não mentem. Segundo dados do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), as lesões e a violência relacionadas ao trânsito são classificadas como a terceira principal causa de morte da população brasileira. Só em 2023, onze pessoas morreram diariamente nas rodovias federais do país em decorrência de sinistros de trânsito. Essa estatística chocante não apenas demonstra a dimensão do problema, mas também revela a necessidade de ações efetivas para combater essa questão de saúde pública que põe fim a tantas vidas e deixa outras centenas de milhares com sequelas permanentes.

Além do impacto emocional devastador para as famílias afetadas, os acidentes de trânsito representam um ônus econômico gigantesco. Os custos associados a leitos hospitalares ocupados, cirurgias de emergência e reabilitação são exorbitantes e acabam sobrecarregando o sistema de saúde. Apenas no Paraná, os acidentes de trânsito geraram um custo de R$ 36 milhões ao SUS ao longo de 2022 e 2023. Um valor que seria o suficiente para financiar, por exemplo, três novas unidades de alta resolutividade, que oferecem equipamentos modernos, consultas, exames e algumas cirurgias.

Acidentes não acontecem por acaso, mas, sim, por descaso. Essa é a realidade das estatísticas. Prova disso é que nove em cada dez mortes nas rodovias federais foram causadas por falhas humanas ao longo de 2022. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado pela Associação Brasileira de Médicos do Tráfego (Abramet), com dados da Polícia Rodoviária Federal. Com isso em mente, fica fácil saber quais são os principais motivos para tantas vítimas de sinistros no país. Excesso de velocidade, consumo de álcool e as distrações causadas pelo uso do celular são alguns dos fatores que precisam ser mencionados. Atrás do volante, estão seres humanos suscetíveis a erros. E o que falta é conscientização. 

É chegada a hora de agir e reconhecer a urgência de uma mudança profunda em nossa cultura e mentalidade em relação ao trânsito. Se não fosse o alto custo das internações hospitalares por lesões nas estradas, esses recursos poderiam ser direcionados para a prevenção e conscientização dos condutores. A educação, aliada à fiscalização rigorosa e aos investimentos em infraestrutura, poderia combater esse quadro preocupante.  

Não podemos mais nos resignar diante da violência no trânsito como algo inevitável. Veículos não devem ser armas. É necessário o empenho conjunto da sociedade, do poder público e das instituições para promover mudanças reais e significativas. É tempo de repensarmos nossa relação com o trânsito e trabalharmos juntos para construir um futuro onde todos possam circular com segurança e tranquilidade.

O que acontece nas estradas impacta diretamente na rotina daqueles que vestem jalecos brancos para salvar vidas. Nos corredores hospitalares, os acidentes de trânsito são uma realidade difícil, exigindo mãos habilidosas para lidar com ferimentos graves e cirurgias de alta complexidade. Cada ocorrência representa mais um desafio a ser enfrentado, mais vidas a serem salvas e mais trabalho dedicado à recuperação dos pacientes. Essa conexão entre as vias movimentadas e as unidades de saúde evidencia a importância de medidas preventivas e de conscientização no trânsito. Afinal, os leitos ocupados por vítimas de acidentes muitas vezes tiram a chance de outras pessoas receberem atendimento médico de alta complexidade.

Além das estatísticas alarmantes, é crucial refletir sobre o impacto humano por trás dos números. Cada um de nós tem um papel fundamental na transformação dessa realidade. Um ato inconsequente atrás do volante gera uma cadeia de más notícias: para a vítima e o causador do acidente, para os profissionais de saúde que se desdobram no socorro e para outros pacientes que correm risco de ficar sem atendimento. Assim como prevenimos doenças, defendemos a imunização e cuidamos da saúde de quem amamos, é nosso dever coletivo lutar por um trânsito mais respeitoso e consciente. Caso contrário, estaremos todos na mesma encruzilhada.

* Thiago Cassi Bobato é coordenador médico do Pronto Socorro e do Hospital Universitário Cajuru


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Dia do Detento, Cogestão Prisional e a ressocialização como ferramentas de inclusão

 


Eduardo Brim Fialho*

O dia 24 de maio - Dia Nacional do Detento – foi a data escolhida para propor a sociedade uma reflexão sobre causas e critérios que levam ao encarceramento, bem como, sugerir debates acerca da população carcerária brasileira e o seu convívio nos presídios e nas unidades socioeducativas.

Buscando ser uma voz ativa neste debate, há mais de 20 anos que as empresas especializadas associadas ao SEMPRE - Sindicato Nacional das Empresas Especializadas em Gestão de Presídios e Unidades Socioeducativas, promovem forte atuação nos presídios e unidades socioeducativas do país através de ações afirmativas proporcionadas pela gestão compartilhada, executando as assistências definidas pela Lei de Execução Penal – LEP, nas áreas da cultura, trabalho, educação, lazer, saúde, social, apoio jurídico, assistência material, apoio à família e as atividades religiosas todas com o foco de promover a ressocialização das pessoas privadas de liberdade tanto durante o cumprimento de penas como após o fim destas, buscando constantemente inovações e melhores práticas que possam aprimorar o sistema.

Segundo dados divulgados em 2023 pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) atualmente no Brasil há 644.794 custodiados em celas físicas e 190.080 em prisão domiciliar. E com toda essa população carcerária, trabalhar a ressocialização da pessoa privada de liberdade e ao mesmo tempo garantir direitos constitucionais é um desafio de grandes proporções e responsabilidades. Por isso, um sistema altamente eficaz e já atuante há mais de 30 anos, se torna um braço forte de apoio na gestão de presídios e unidades socioeducativas, bem como, na ressocialização da pessoa privada de liberdade junto ao Estado, baseando-se na Lei de Execução Penal de nº 7.210, de 11 de julho de 1984 que, de acordo com o seu artigo 1º, proporciona condições para a harmônica integração social do condenado e do internado.

Esta imposição legal traz discussões importantes sobre de que forma a ressocialização é feita, se existe e a sua eficácia. Frente a tudo isso, o modelo eficiente da Cogestão Prisional se faz necessário para auxiliar o Estado em um tema tão sensível e de grandes desafiadoras proporções.

A Cogestão Prisional atua como provedora das atividades materiais acessórias, instrumentais ou complementares, como: alimentação, educação, saúde, manutenção e assistências jurídicas, reservando ao Estado a direção, segurança, inteligência, aplicação da pena e relacionamento com os órgãos de execuções penais e claro, o acompanhamento, supervisão e fiscalização dos serviços prestados pela gestão privada para garantir cumprimento e eficiência nas ações.

Nesse sentido, a ressocialização, efetivada sob regime de cogestão, é caminho crucial que se apresenta para interromper o ciclo de violência e reincidência criminal, além de, em decorrência do apoio aos familiares dos internos, contribuírem para a diminuição do recrutamento destas pessoas pelo crime organizado. O papel da cogestão especializada no cotidiano de uma unidade prisional se caracteriza por ser o agente integrador entre a segurança e a ressocialização. Otimiza a integração destes dois aspectos complementares da gestão prisional, possibilitando o alcance do resultado final comum pretendido, qual seja, a reintegração da pessoa privada de liberdade à sociedade.

*Eduardo Brim Fialho é presidente Sindicato Nacional das Empresas Especializadas na Prestação de Serviços em Presídios e em Unidades Socioeducativas - SEMPRE



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Personalização de e-mails: como usar a estratégia para alavancar as vendas

 



Personalização de e-mails: como usar a estratégia para alavancar as vendas

Ander Orcasitas*


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O marketing por e-mail é uma ferramenta essencial no atual momento competitivo do e-commerce. A estratégia é eficaz para construir relacionamentos, incentivar o consumidor a revisitar a sua marca ou para divulgar campanhas e ofertas. Mas para que os clientes se sintam especiais, esse contato precisa ser personalizado. Somente atendendo demandas específicas é que as taxas de abertura e envolvimento crescerão e haverá maior probabilidade de interação e, consequentemente, de conversão.

Comparando o nível de personalização atual das ferramentas de vendas on-line com o e-mail marketing é possível enxergar uma lacuna. Apesar do correio eletrônico continuar sendo um dos canais mais fortes para gerar engajamento e receita, o grau de individualização nas caixas de entrada de e-mail não corresponde ao de outros canais, gerando experiências inconsistentes que podem levar à perda de fidelidade e de novos negócios.

Há alguns anos, personalizar e-mails para cada destinatário exigia um esforço manual que não justificava o retorno sobre o investimento (ROI) desta ação. E embora os provedores de serviços de e-mail (ESPs) tenham, recentemente, começado a incorporar recursos em suas ofertas para atender a demanda por experiências mais individualizadas, eles não correspondem aos oferecidos pelos players de personalização. Isso porque as plataformas especializadas conseguem integrar com facilidade os recursos avançados de individualização entre canais, além de abrir portas para equipes criarem experiências de e-mails personalizados com muito mais agilidade.

Quando o assunto é incorporar personalização para uso, os ESPs normalmente oferecem recursos básicos e com funcionalidade limitada, levando em consideração o comportamento e hábitos dos clientes durante o contato com a marca. Por isso, empresas que desejam acelerar vendas por meio do e-mail precisarão complementar seu ESP com personalização mais profunda. Mas como saber quando é a hora de tomar esta iniciativa?
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Se a sua empresa só consegue incluir personalização básica e está personalizando e-mails no momento do envio, em vez de priorizar o horário de abertura; se está perdendo o aproveitamento de gatilhos comportamentais e se não consegue criar consistência entre o correio eletrônico e outros canais, existem sinais suficientes de que é preciso mudar o comportamento rapidamente.


Atualmente, a maioria dos ESPs permite que os profissionais de marketing personalizem e-mails com base em dados contextuais e comportamentais que incluem informações básicas de CRM e ampla segmentação de público. No entanto, não é possível incorporar recursos de personalização mais profundos, como conteúdo exclusivo e banners baseados no perfil de afinidade em tempo real do cliente, o que reflete seu comportamento, preferências e intenções mais recentes em todos os canais. Isso resulta em e-mails que parecem personalizados, mas na realidade são muito amplos e genéricos.


A melhor maneira de conectar uma solução de personalização diretamente ao ESP é criar e-mails em torno de múltiplas estratégias de recomendação, que podem incluir algoritmos bem avaliados e adicionados recentemente, bem como modelos mais sofisticados de recomendação de aprendizado de máquina. O objetivo é apresentar produtos interessantes e relevantes que possam ser atualizados automaticamente, de acordo com as mudanças.

Para garantir resultados mais efetivos, é importante que a empresa esteja atenta a alguns fatores:

  • O histórico total de compras de um cliente, incluindo compras on-line e offline;
  • A navegação de um cliente e produtos visualizados recentemente, levando em consideração a atualidade e o tipo de atividades, além da sequência de eventos;
  • O perfil de afinidade exclusivo de uma pessoa reflete suas preferências e intenções mais recentes;
  • Produtos populares e dados de prova social, como avaliações e classificações, afinidade com atributos de produtos, como marcas, cores, tamanhos e muito mais, assim como aspectos geográficos que possam ser relevantes.

A melhor maneira de personalizar os envios de e-mail marketing é utilizando as recomendações de produtos em tempo real. Isso significa optar pela personalização quando o e-mail for aberto, para que este possa refletir de maneira fiel o comportamento, as preferências e as intenções mais recentes do cliente. Unir essa tecnologia de tempo de abertura com a personalização de e-mail baseada em afinidade garante que as marcas tenham mais valor em cada envio, pois a mensagem é adaptada por destinatário.

Com a conexão entre seu ESP e as soluções de personalização as equipes de marketing têm a capacidade não apenas de turbinar as campanhas de e-mail - com conteúdo em tempo real personalizado para o indivíduo -, mas também de garantir que a experiência no site ou aplicativo seja consistente com a experiência no e-mail que o trouxe até lá. A interação com o site pode ser usada para personalizar ainda mais as conexões entre os canais, incluindo o e-mail, criando um ciclo de feedback contínuo e relevante.

Hoje, os consumidores navegam no site, clicam em um e-mail, pesquisam em aplicativos e fazem compras na loja física na expectativa de que haja uma coesão em todos os canais. Embora os ESPs agreguem valor de muitas maneiras, confiar apenas em sua funcionalidade de personalização pronta para uso limitará a oferta de experiências personalizadas.

A boa notícia é que as equipes podem turbinar esta funcionalidade com softwares de personalização preditiva de e-mail, permitindo individualizar cada envio de maneira nova, interessante e simplificada para capitalizar todo o potencial de venda e conversão.

*Ander Orcasitas é RVP para Europa Ocidental e América Latina da Dynamic Yield, empresa da Mastercard

Asia Shipping automatiza 90% do processo de importação utilizando inteligência artificial

 



Desembaraço digital é realizado por meio de solução da Dati, startup catarinense adquirida parcialmente pela Asia Shipping

São Paulo, maio de 2023 - A inteligência artificial no comércio exterior (Comex) já é uma realidade. A Asia Shipping, maior integradora logística digital da América Latina, está automatizando suas operações de importação aérea e marítima com a ajuda da IA. Atualmente, cerca de 90% das funcionalidades do departamento do comércio exterior podem ser automatizadas pela plataforma da Dati, startup catarinense adquirida parcialmente pela Asia Shipping. 
 
Utilizando IA e Machine Learning, a plataforma consegue gerir e se comunicar de forma autônoma com todo o ecossistema de importação e exportação, atuando de maneira proativa e preventiva com base na análise de dados. Incorporada aos processos da Asia Shipping, a solução é capaz de gerar follow-ups automáticos, compilar respostas, gerar checklists para emissão de invoices e BLs, emitir declarações de importação e montar KPIs de todas as operações, identificando possíveis gargalos.
 
Com a implantação da plataforma, a Asia Shipping economiza cerca de 80 horas por mês. “No comércio exterior, lidamos com um volume massivo de informações que precisam ser processadas e analisadas rapidamente. Tarefas repetitivas e demoradas, como preenchimento de documentos e verificação de registros, podem ser realizadas rapidamente, liberando os colaboradores para se concentrarem em atividades mais estratégicas”, comenta Rafael Dantas, diretor de Vendas da Asia Shipping.
 
A plataforma também faz a diferença na conformidade e regulamentação. Com todas as informações compiladas pela IA, a plataforma é capaz de calcular todos os impostos e outros custos de qualquer operação. Além disso, a plataforma já está preparada para a transição gradual para a Declaração Única de Importação (DUIMP), que será implementada em breve. 
 
De acordo com o executivo, a tecnologia destaca-se por sua capacidade de integrar diferentes plataformas de fornecedores, como Forwarding ou armadores, por meio de APIs. Com a Dati, é possível centralizar agendamentos, acompanhamento de cargas e comunicação, simplificando o processo para os clientes do início ao fim do embarque. “Isso elimina a necessidade de entender diversos 'trackings' ou ‘follow ups’, pois todas as informações são automatizadas em uma única plataforma. Essa abordagem melhora a gestão da logística, desde o embarque até a entrega final, de forma mais eficaz e transparente”, complementa Dantas.

Sobre a Asia Shipping
Criada em Santos em 1996, a Asia Shipping é uma multinacional brasileira que atua na gestão de processos logísticos de mercadorias tanto na importação quanto na exportação, utilizando diversos modais como aéreo, marítimo e rodoviário. Além disso, a companhia também é especializada em Inteligência Fiscal e Tributária, Desembaraço Aduaneiro e Seguros de Cargas. 

Com 28 anos, a Asia Shipping é a maior integradora logística da América Latina e a única da região presente no Ranking dos 50 maiores agentes de carga do mundo, ocupando a 31ª posição. Também foi certificada pelo Great Place to Work como uma das “Melhores Empresas para se Trabalhar” no Brasil. A companhia está em 12 países, com 41 escritórios no mundo – 10 no Brasil – e mais de 1.000 colaboradores. A empresa aderiu ao Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado, o OEA, e ao Pacto Global da ONU. 

Atendimento à Imprensa – Asia Shipping 
DFREIRE Comunicação e Negócios – (+55 11) 5105-7171
Élida Gonçalves: elida@dfreire.com.br
Luciana Abritta: lucianaabritta@dfreire.com.br
Marcela Lima: marcelalima@dfreire.com.br
Daniela Rabelo: dani@dfreire.com.br

Abrasel articula iniciativas de apoio para bares e restaurantes do Rio Grande do Sul

 


Contatos da assessoria

Ísis Castro | isiscastro.br@abrasel.com.br

Tatiane Ferreira | tatianeferreira.br@abrasel.com.br


Abrasel articula iniciativas de apoio para bares e restaurantes do Rio Grande do Sul

Entidade adapta plataforma digital UP para ouvir necessidades dos empresários e entregar soluções individualizadas, além de buscar novas medidas, tanto emergenciais como de reestruturação do setor

Imagem: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

A Abrasel vem tomando medidas proativas para apoiar os bares e restaurantes do Rio Grande do Sul, que enfrentam uma crise sem precedentes devido às recentes enchentes no estado. Em um esforço coordenado, a Abrasel tem buscado soluções de curto, médio e longo prazo para ajudar os empresários a superar esse período desafiador e garantir a sustentabilidade de seus negócios. No curtíssimo prazo, o desafio é encontrar maneira de manter os empregos no setor, já que não há condições para pagamento de salários – mesmo as empresas que não foram diretamente atingidas pelas enchentes têm queda brutal no faturamento. Mas a entidade entende também que serão necessárias medidas graduais de apoio – a estimativa é que leve ao menos dois anos para a normalização das atividades do setor no estado.


Uma das principais iniciativas da Abrasel é a adaptação da plataforma digital UP, que permitirá ouvir e analisar as necessidades dos empresários do setor, entregando a eles soluções possíveis, individualizadas e adequadas a cada momento. Uma característica da tragédia, sob o ponto de vista das empresas, é que cada uma foi atingida de modo muito particular – algumas perderam tudo nas enchentes, outras sofrem com a falta de insumos, outras estão sem clientes por causa da dificuldade de acesso, para citar apenas algumas. 


“É urgente termos informações sobre o setor de bares e restaurantes no momento, quantos negócios foram afetados, de qual forma e quem são, para mobilizarmos formas de auxiliar o empresário a superar esse momento”, aponta o presidente da Abrasel no Rio Grande do Sul, João Melo, que completa: “a inclusão do Up trará mais rápido os dados necessários para agirmos e reconstruirmos o segmento no estado”.  


A versão da ferramenta (que originalmente ajuda o empresário a analisar a sua gestão, comparar-se com o mercado e planejar a melhoria de forma mais eficiente) será fundamental para coletar dados em tempo real e fornecer um suporte mais direcionado e eficaz. “Devemos lançar esta versão para os empresários gaúchos nos próximos dias. Ela permitirá entender melhor as dificuldades enfrentadas por eles e irá oferecer soluções personalizadas. A ideia é não depender só do poder público, mas também viabilizar no dia a dia a ajuda dos fornecedores do setor. Há muitas empresas e outras associações que querem ajudar, como os nossos colegas da ABAD, a associação dos atacadistas e distribuidores. Com o diagnóstico individualizado dos problemas, podemos conectar a ajuda das empresas às principais necessidades de cada bar ou restaurante", afirmou o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.


Para auxiliar os empreendedores gaúchos na busca por informações relevantes, a Abrasel reuniu em uma publicação (acesse clicando neste link) todos os conteúdos relacionados às providências anunciadas pelo poder público e por entidades para a recuperação dos estabelecimentos afetados. Novas datas para pagamento de tributos federais, parcelamentos e obrigações acessórias, prorrogação do dia de vencimento no Simples Nacional, orientações da prefeitura de Porto Alegre, medidas do Governo Federal, renegociação de dívidas bancárias, cobertura de seguros, entre outros dados estão disponíveis no documento.


Outra grande preocupação é com a saúde dos empresários e funcionários do setor. A Abrasel acaba de lançar uma cartilha para apoiar esses estabelecimentos na limpeza e recuperação após as inundações. O material oferece orientações práticas sobre como realizar a limpeza e higienização dos locais afetados, garantindo que os empresários possam retomar suas atividades com segurança. O guia pode ser acessado neste link. A cartilha oferece um passo a passo sobre como proceder na limpeza de áreas afetadas pela água, abordando desde a remoção de resíduos e lama até a desinfecção de superfícies e equipamentos. "A segurança das pessoas é uma prioridade. Por isso, o nosso guia detalha os procedimentos necessários para garantir que os estabelecimentos estejam preparados para operar livres de riscos e contaminações", explica João Melo.


Ainda na questão de saúde, a Abrasel fechou um acordo com a plataforma Doctor8, que conta com mais de 1.500 médicos voluntários cadastrados, que darão auxílio gratuito por meio da telemedicina. “A saúde dos empreendedores, de seus familiares e dos funcionários merece muita atenção. Um cuidado muito importante neste momento é com a saúde mental, por exemplo. O aprendizado que tivemos na pandemia é que o choque e a sensação de impotência diante da crise são imensos, precisamos cuidar do psicológico das pessoas para que elas possam superar este momento. Para quem está em meio a uma tragédia como essa, receber apoio é fundamental”, afirma Paulo Solmucci.


Além destas iniciativas, a Abrasel continua pressionando por medidas governamentais rápidas e efetivas. A entidade critica a demora na liberação dos recursos públicos destinados ao auxílio dos estabelecimentos afetados. "Durante a pandemia, entre a primeira reunião e a edição de uma medida provisória para garantir os empregos, por exemplo, foram apenas três semanas. Já estamos há um mês com essa situação de calamidade no Rio Grande do Sul e não há nenhum movimento para tratar deste problema", destacou Solmucci. A Abrasel também está buscando alternativas de apoio financeiro para os empresários, permitindo que possam manter suas operações durante essa crise. "A curto prazo, os empresários vão precisar de um financiamento de uma ou duas vezes o faturamento mensal para manter as portas abertas", conclui.


Com essas iniciativas, a Abrasel reafirma seu compromisso em fortalecer o setor de bares e restaurantes no Rio Grande do Sul não só neste momento, mas ao longo de todo o processo de reconstrução e retomada, contribuindo para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do estado. "Estamos aqui para apoiar nossos empresários em todos os momentos, oferecendo e buscando por soluções práticas e eficazes para garantir a continuidade e o sucesso de seus negócios", afirma Paulo Solmucci.

No último dia de entrega, 150 mil declarações do Imposto de Renda ainda são esperadas na Bahia

 

Assessoria Central Sicredi Nordeste

Pauta Comunicação

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No último dia de entrega, 150 mil declarações do Imposto de Renda ainda são esperadas na Bahia

Declarações mais complexas devem contar com ajuda de um profissional para evitar inconsistências

Termina nesta sexta-feira (31) o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2024. Na Bahia, de acordo com informações divulgadas pela Receita Federal, foram entregues um total de 1.555.767 declarações até a manhã desta sexta. A expectativa da Receita no estado é de que 1,7 milhão de declarações sejam entregues.


Neste ano, estão isentos de enviar a declaração contribuintes com renda mensal de até R$ 2.640,40. Para quem possui rendimentos superiores a esse valor, são aplicadas alíquotas progressivas que variam de 7,5% a 27,5%.


De acordo com Erli Bandeira, Consultor de Negócios da Central Sicredi Nordeste, quem não entregar a declaração pode enfrentar uma série de sanções, como o pagamento de multa - que pode variar de R$ 165,74 até 20% do imposto devido, mais juros de mora.


"Além da multa, o contribuinte fica impedido de obter certidões negativas de débitos, o que pode dificultar a obtenção de financiamentos, empréstimos e participação em processos de licitação; e é incluído na malha fina da Receita Federal, o que pode resultar em uma auditoria detalhada e eventual cobrança de impostos adicionais”, explica o especialista. “Há, ainda, a possibilidade de abertura de processo criminal por sonegação fiscal, em casos mais graves e recorrentes de não declaração do Imposto de Renda", acrescenta.


A declaração pode ser feita por meio do programa disponível no site da Receita Federal ou do aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível para smartphones nas lojas online dos sistemas Android e iOS. 


Declarações mais complexas devem ser realizadas por um profissional


Apesar de ser possível realizar a declaração sozinho, Erli Bandeira afirma que, em certos casos, o mais indicado é contar com o auxílio de um profissional de contabilidade. 


“Isso é válido especialmente para casos em que o contribuinte possui fontes de renda diversificadas, como aluguéis, investimentos, trabalhos autônomos, participação em sociedades, entre outros, pois esses são fatores que tornam a declaração mais complexa”, diz. “Também entram nessa categoria pessoas com investimentos no exterior ou com renda de pessoa jurídica, pois são casos sujeitos a comprovações e documentações específicas”, afirma Erli.


A ajuda profissional é aconselhada ainda quando o contribuinte tem muitos dependentes a serem declarados, despesas médicas ou educacionais significantes, pois essas informações exigem cálculos específicos e comprovações documentais.


“É muito importante não deixar para a última hora, até para conseguir o recebimento mais célere da restituição. Por isso, enquanto instituição, orientamos sempre a realizar a declaração com calma, paciência e atenção a todos os detalhes”, conclui Erli Bandeira.



Sobre o Sicredi


O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 7,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com foco no desenvolvimento regional, a Central atende, suporta e apoia as cooperativas filiadas nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Com mais de 2.700 agências em todo o país, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.



Bancos revelarão estratégias de migração para a nuvem no FEBRABAN TECH 2024

 


Ganhar competitividade e agilidade no cenário financeiro digital define o futuro competitivo dos bancos, e nuvem é um caminho para o Banking as a Service (BaaS)

Jornalistas interessados em cobrir o evento poderão fazer o credenciamento neste link

O setor financeiro é pioneiro no país em investimento em tecnologia e, no quadro atual de digitalização de serviços, a migração para a nuvem da estrutura de TI passou a ser uma decisão estratégica. Inovação, agilidade e flexibilidade demandadas pelos clientes, além da competição, direcionam os bancos a optarem por soluções baseadas em nuvem.

A pesquisa “Febraban de Tecnologia Bancária 2024”, realizada pela Deloitte, revela que 79% dos bancos pretendem aumentar seus investimentos em cloud neste ano. Decisões estratégicas como essa serão discutidas por especialistas do setor na trilha temática “Agilidade, eficiência e custo como metas na multiplicação da nuvem” do FEBRABAN TECH 2024 – maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, de 25 a 27 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Mediado por Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban, um dos painéis da trilha será “Enfim o banco movido a nuvem?”, com a participação de Cíntia Scovine Barcelos, diretora-executiva de Tecnologia do Bradesco; Ricardo Contrucci, CTO do Santander Brasil; e Fábio Napoli, diretor de TI/CTO do Itaú Unibanco, que acontecerá em 26 de junho, às 14h45, no Auditório Febraban – Cinza.

No debate estarão questões como a adaptação dos bancos à nova realidade e novos caminhos para o crescimento de receitas, redução de custos e ganho de flexibilidade a partir de serviços como Open Finance, embedded loans, APIs e Banking as a Service (BaaS). Ao adotar soluções baseadas em nuvem, os bancos podem se beneficiar de uma maior escalabilidade, permitindo adaptar-se rapidamente às mudanças de mercado e às demandas dos clientes.

No mesmo dia (26 de junho), às 16h, no auditório Cinza, o destaque da FEBRABAN TECH 2024 será o painel “Multicloud híbrida, a aceleração da inovação e a busca de talentos”, com Suzan Barreto, sócia da PwC Brasil; Cesar Lima Piau, gerente-executivo da Caixa, e Diuliana França, diretora de Serviços Cloud B2B da Embratel; com moderação da jornalista Cristina de Luca.
Aqui, o impulso da Inteligência Artificial é o tema que envolve a adoção de uma multicloud híbrida para que os bancos tenham uma base sólida para integrar novas tecnologias, criar ecossistemas eficientes orientados por API e proporcionar uma excelente experiência aos clientes. Mas, será que isso é verdade? Esse é um dos questionamentos levantados por Suzan. E há mais a conferir. Os bancos têm talentos para essa tarefa, também quando se considera o uso de aplicativos em nuvens privadas e públicas? As tendências que ditam o futuro da tecnologia financeira baseada em nuvem serão reveladas nesta trilha temática.
FEBRABAN TECH 2024

O FEBRABAN TECH 2024 será uma edição histórica. São 19.681 m² de área construída, crescimento de mais de 50% em relação ao ano passado. A área de exposição também aumentou de 5.506 m² para 6.630 m², avanço de 20%. Serão 226 áreas de exposição – foram 188 em 2023 - e 8 auditórios.

A 34ª edição da conferência tem como tema central “A jornada responsável na nova Economia da IA”, e reunirá lideranças dos setores financeiro, de tecnologia, sustentabilidade, agro e de áreas interessadas em inovação.

Temas em destaque este ano:
- IA Responsável: confiança, segurança e a transformação nos negócios
- Open Finance, Pix... Brasil molda cenário financeiro global
- DREX: oportunidades e tendências emergentes na economia tokenizada
- A visão futura dos bancos na garantia da cibersegurança
- A inteligência de dados na decisão da fidelidade do cliente
- Velocidade, confiabilidade e inteligência da conectividade impulsionam próxima geração de serviços financeiros
- Agilidade, eficiência e custo como metas na multiplicação da nuvem
- Cross industry: o digital expande e conecta mercados
- Agro 5.0 e o papel transformador da tecnologia financeira
- Empatia + tecnologia: o novo profissional do presente
- O caminho ESG no Brasil – transição, inclusão e equidade
- Parceria fintechs e bancos fortalece setor e promove inclusão

Informações para imprensa e Credenciamento
DFREIRE Comunicação e Negócios
Tel.: (+ 55 11) 5105-7171
E-mail: imprensa@febrabantech.com
O credenciamento para jornalistas pode ser realizado por aqui.
Contatos:
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Elisabete Leandro – (11) 99616-2885  
Marcelo Danil – (13) 99741-8833   
Vera Aranha – (11) 99360-1451  

SERVIÇO - FEBRABAN TECH 2024
Datas: 25, 26 e 27 de junho
Local: Transamerica Expo Center - Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro - São Paulo, SP
Inscrições no site: www.febrabantech.com

Comitês Baianos participam de I Encontro Regional de Bacias Hidrográficas do Nordeste

 

Comitês Baianos participam de I Encontro Regional de Bacias Hidrográficas do Nordeste

Encontro reuniu representantes de nove estados do Nordeste para debater gestão integrada de recursos hídricos

Com 50 membros do poder público, usuários de água e sociedade civil, os quatorze Comitês Estaduais das Bacias Hidrográficas da Bahia, participaram entre os dias 27 e 29 de maio do I Encontro Regional de Bacias Hidrográficas do Nordeste, em João Pessoa (PB). O encontro foi uma oportunidade para os mais de 600 presentes debaterem e promoverem a gestão integrada dos recursos hídricos e fortalecerem a cooperação entre os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piaui, Rio Grande do Norte e Sergipe.

“O encontro regional tem uma importância muito grande para a gente. É um aprendizado porque você tem um panorama dos estados do Nordeste, sobre o que eles estão fazendo em relação à gestão dos recursos hídricos. É a oportunidade de trocarmos experiência sobre o que eles já estão fazendo, como por exemplo, a questão da cobrança de água”, afirmou a coordenadora do Fórum Baiano e presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Peruípe, Itanhém e Jucuruçu, Ana Odália Sena.

Esse é o primeiro ano que os encontros serão realizados de forma regional, desde que o regimento do Fórum Nacional foi alterado em 2021. O coordenador geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Maurício Scalon, explica que os encontros regionais têm uma importância muito grande e servirão de subsídio para a estruturação do encontro nacional que será realizado em 2025. “A gente quer ouvir os comitês do Brasil de maneira mais segmentada e regionalizada para que a gente tenha uma ideia melhor do que tá acontecendo no Brasil inteiro”, afirmou o coordenador.

Maurício afirma que essa regionalização ajudará no fortalecimento e consolidação da política de recursos hídricos e na implantação dos instrumentos que são facilitadores para a gestão. “Nós estamos há quase 30 anos da criação da Lei 9.433. Um dos pontos principais da lei, são os instrumentos que são os facilitadores do gerenciamento da política de recurso hídrico para os comitês. Hoje, a maioria não têm os instrumentos como plano de bacia, outorga, cobranças, sistema de informação e o enquadramento. A gente quer trabalhar de maneira inequívoca o fortalecimento e a consolidação dessa política de recursos hídricos, implantando esses 5 instrumentos em todos os comitês do Brasil”, concluiu Maurício. 

Durante os três dias diversas palestras e mesas redondas foram realizadas em prol das bacias e águas do Nordeste, dentre elas: Panorama dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Nordeste; Variabilidade e Mudança Climática; Marco Regulatório do Saneamento Básico; Alocação Negociada de Água – Processo de Gestão para propiciar os Usos Múltiplos; Águas do Nordeste: Governança, Adaptação e Desenvolvimento; entre outros.

A presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas do Leste, Lucélia Argolo, afirma que o encontro ajudou a fortalecer os comitês nordestinos. “Os comitês passam a se conhecer e quando nós formos para o encontro nacional, vamos estar mais coeso e um apoiando outro”. Além disso, Lucélia pontua que as trocas possibilitam que os comitês conheçam o que avançou e os problemas dos outros estados. “Estou achando maravilhoso essas trocas com os outros estados, porque eles fazem a mesma coisa que a gente, estão inseridos no mesmo ambiente e com os mesmos problemas políticos. Eu vejo também que o meu estado também tem, então a gente tem que conhecer o que é bom, o que deu certo e o que pode melhorar”, finaliza.

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Entorno do Lago do Sobradinho, Ivan Aquino, pontuou que sentiu falta da presença da Bahia nas apresentações e mesas de discussão. “Como representante da Bahia, com 14 comitês instituídos, senti falta do nosso estado, dos nossos membros compondo as mesas de discussão, principalmente pelo peso que a Bahia tem no Nordeste na questão da gestão hídrica”. Todavia, Ivan destaca que o encontro foi bem positivo, principalmente por ter sido a primeira edição a ser realizada. “Quero parabenizar o estado da Paraíba por ter organizado esse primeiro Ercob. Mesmo com todas as dificuldades e falhas que surgiram, a gente vai melhorar a cada encontro. Cada Ercob Nordeste vai ser melhor que o anterior. Vai ajudar a fortalecer e mostrar o potencial dos comitês do nordeste, junto ao Brasil”, concluiu.

Os próximos Encontros Regionais de Bacias Hidrográficas serão realizados em julho, em Belo Horizonte (Sudeste), setembro no Centro Oeste e novembro em Tocantins (Norte).




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Pedro
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