Aumento na procura causou escassez do produto na capital.
Distribuidores alegam que seca registrada afetou a produção de coco.
(Foto: Tita Mara Teixeira/ G1)
“Um dos motivos é a falta de incentivo à produção de coco devido ao alto custo de produção'', explicou o distribuidor. Segundo ele, o coco que antes era comprado a R$ 1 direto do produtor passou a ser vendido por R$ 1,60. O aumento acaba sendo repassado ao consumidor.
No Centro de Cuiabá, o efeito do calor próximo aos 40º C lota as barracas de água de coco. O vendedor Bevilton Monte Cruz, que trabalha há 18 anos em um ponto próximo ao prédio da prefeitura, é o único que resistiu à venda do produto na região e afirmou que esta é uma tendência comum nesse período do ano. “O consumidor sente a consequência, pois o preço variam muito", afirmou.
De 150 côcos vendidos anteriormente, o vendedor agora vende 100 cocos por dia. A garrafinha que antes era vendida a R$ 3,50 passou a custar R$ 4.
Em uma frutaria localizada na Avenida Coronel Escolástico, em Cuiabá, os sucos de frutas feitos com água de coco sofreu elevação do preço devido à falta do produto em Cuiabá. Já o preço da água de coco direto da fruta que até junho tinha o preço de R$ 2,50 é vendida a R$ 3,50, na frutaria.
A preocupação do gerente Simão de Oliveira é em relação à falta do produto no estoque do freezer que já está limitado. ”Muitos procuram água de coco e, na falta, somente alguns aceitam um suco de frutas no lugar do produto. Mas esperamos que até fevereiro ou março tudo se normalize'', disse. Para ele, a solução para a falta do produto é aumentar o plantio.
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