MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 5 de maio de 2014

'Financial Times' critica Dilma e a compara a comediantes 'Irmãos Marx'


Texto começa com um 'pobre Dilma Rousseff' e critica a presidente.
Uma vez o 'queridinho' do mercado, Brasil está perdendo preferência, diz.

Do G1, em São Paulo

"A presidente do Brasil projeta uma aura tediosa da eficiência de Angela Merkel, com exceção de entregar ao parecido ao dos comediantes Irmãos Marx", afirma
Artigo publicado neste domingo (4) no jornal econômico “Financial Times” diz que o Brasil, uma vez o “queridinho” do mercado, está perdendo a preferência do investidor e precisa de um choque de credibilidade. O texto critica a presidente e a compara aos comediantes Irmãos Marx.
O texto começa com um “pobre Dilma Rousseff”, dizendo que os preparativos para a Copa estão envergonhando o país e que os para as Olimpíadas de 2016 “são os piores que o comitê internacional já viu”.
"A presidente do Brasil projeta uma aura tediosa da eficiência de Angela Merkel, com exceção de entregar ao parecido ao dos comediantes Irmãos Marx", afirma.
Diz ainda que a economia do país está em crise. “O país precisa de um choque de credibilidade. Se a presidente não entregar isso, as eleições presidenciais de outubro entregarão”, diz.
A publicação diz, ainda, que o governo tem três desafios imediatos: o escândalo da Petrobras; o risco crescente de escassez de energia e a Copa, em junho.

O artigo critica, ainda, os anúncios feitos pela presidente na semana passada dr correção da tabela do Imposto de Renda e reajuste no Bolsa Família.

“Ótima ideia, exceto pelo fato do que o Brasil precisa de políticas que impulsionem a eficiência, não mais medidas que impulsionam ainda mais a inflação”, cita.
O texto questiona que saber se Dilma é mesmo a pessoa certa para colocar o Brasil de volta aos trilhos é uma outra questão. "Afinal de contas, sua primeira administração tem sido desapontadora. Ao menos há sinais que os mercados do país estão trabalhando como deveriam ao transmitir preocupações generalizadas e crescentes. Começam a levar o debate político em uma direção amigável aos investidores. Isso só pode ser uma coisa boa."

Nenhum comentário:

Postar um comentário