MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 24 de junho de 2026

CRA-SP TRF-3 mantém condenação de homem que usou diploma falso para tentar registro profissional no CRA-SP Decisão judicial valida a rigorosa verificação documental do Conselho, reafirmando o seu papel na proteção da sociedade contra a atuação de profissionais sem qualificação A 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou, por unanimidade, o recurso de apelação e manteve a condenação criminal de um indivíduo que apresentou um diploma falso de Bacharel em Administração ao tentar obter seu registro profissional no Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP. A penalidade aplicada na primeira instância foi integralmente mantida: 2 anos e 6 meses de reclusão (em regime inicial aberto), além do pagamento de multa, pela prática do crime de uso de documento falso (artigo 304 combinado com o artigo 297 do Código Penal). Por preencher os requisitos legais, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas restritivas de direitos (como a prestação de serviços à comunidade e a proibição de exercer cargos ou função pública). Como a fraude foi descoberta O falso profissional ingressou com o pedido de inscrição anexando uma cópia fraudulenta de um diploma de curso superior, alegando ter se formado em uma universidade paulista. Como o documento não apresentava indícios óbvios de adulteração, o registro foi inicialmente emitido. A farsa foi descoberta graças aos procedimentos periódicos de auditoria do CRA-SP, que oficiou a instituição de ensino citada e a universidade responsável pelos registros. Com a confirmação de inautenticidade do diploma por parte das instituições, o próprio envolvido admitiu que comprou o documento falso. Em sua defesa judicial, o réu tentou alegar "crime impossível", argumentando que a falsificação seria grosseira e incapaz de enganar as autoridades. No entanto, o desembargador federal relator do caso rebateu a tese apontando três fatores determinantes: Investigação detalhada: a falsidade não era evidente à primeira vista, tanto que demandou uma apuração técnica por parte do CRA-SP; Consumação imediata: o crime se efetiva no exato momento em que o falso documento é apresentado ao órgão regulador, independentemente de o autor obter lucro duradouro com isso; Intencionalidade (dolo): o acusado demonstrou plena consciência do ato ao assinar o requerimento, outorgar poderes a um procurador e pagar as anuidades do Conselho. Proteção à sociedade: o papel da fiscalização e da tecnologia Mais do que uma vitória institucional, o desfecho desse caso reforça o caráter de proteção à sociedade por parte do CRA-SP. Entregar a gestão de empresas, sejam elas públicas ou privadas, a pessoas sem a devida qualificação técnica e ética compromete a saúde dos negócios, a segurança de investimentos e a geração de empregos. Para coibir essas práticas, o CRA-SP tem investido continuamente na modernização tecnológica dos seus processos de triagem e verificação documental, automatizando dados e fortalecendo as parcerias de checagem direta com as instituições de ensino superior. "A sociedade precisa ter a certeza de que o profissional contratado passou por uma formação acadêmica e responde a um código de ética estruturado. Fiscalizar e manter controles rígidos na checagem de documentos não é um ato meramente burocrático; é salvaguardar o mercado e proteger a sociedade", ressalta o presidente do Conselho, Adm. Alberto Whitaker. Serviços à sociedade Como parte de suas atribuições públicas, o CRA-SP orienta empresas e cidadãos a adotarem alguns cuidados na contratação de serviços: Exija o registro: todo profissional ou empresa atuante na área da Administração deve possuir o registro no CRA de sua jurisdição; Faça a consulta pública: no site do Conselho Federal de Administração - CFA é possível consultar o cadastro de pessoas físicas e jurídicas registradas em todo o Brasil; Denuncie: as suspeitas de atuação ilegal, uso de documentos falsos ou demais infrações podem ser reportadas de forma segura e anônima no CRA-SP por meio do seu Canal Ético. Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker. Imagens relacionadas baixar em alta resolução CRA-SP Informações para a imprensa: Katia Carmo – katia.silva@crasp.gov.br Telefone: (11) 3087-3474 Karen Rodrigues – karen.rodrigues@crasp.gov.br Telefone: (11) 3087-3477

 


CRA-SP

TRF-3 mantém condenação de homem que usou diploma falso para tentar registro profissional no CRA-SP

Decisão judicial valida a rigorosa verificação documental do Conselho, reafirmando o seu papel na proteção da sociedade contra a atuação de profissionais sem qualificação

A 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou, por unanimidade, o recurso de apelação e manteve a condenação criminal de um indivíduo que apresentou um diploma falso de Bacharel em Administração ao tentar obter seu registro profissional no Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP. 

A penalidade aplicada na primeira instância foi integralmente mantida: 2 anos e 6 meses de reclusão (em regime inicial aberto), além do pagamento de multa, pela prática do crime de uso de documento falso (artigo 304 combinado com o artigo 297 do Código Penal). Por preencher os requisitos legais, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas restritivas de direitos (como a prestação de serviços à comunidade e a proibição de exercer cargos ou função pública).

Como a fraude foi descoberta

O falso profissional ingressou com o pedido de inscrição anexando uma cópia fraudulenta de um diploma de curso superior, alegando ter se formado em uma universidade paulista. Como o documento não apresentava indícios óbvios de adulteração, o registro foi inicialmente emitido.

A farsa foi descoberta graças aos procedimentos periódicos de auditoria do CRA-SP, que oficiou a instituição de ensino citada e a universidade responsável pelos registros. Com a confirmação de inautenticidade do diploma por parte das instituições, o próprio envolvido admitiu que comprou o documento falso.

Em sua defesa judicial, o réu tentou alegar "crime impossível", argumentando que a falsificação seria grosseira e incapaz de enganar as autoridades. No entanto, o desembargador federal relator do caso rebateu a tese apontando três fatores determinantes:

  • Investigação detalhada: a falsidade não era evidente à primeira vista, tanto que demandou uma apuração técnica por parte do CRA-SP;
  • Consumação imediata: o crime se efetiva no exato momento em que o falso documento é apresentado ao órgão regulador, independentemente de o autor obter lucro duradouro com isso;
  • Intencionalidade (dolo): o acusado demonstrou plena consciência do ato ao assinar o requerimento, outorgar poderes a um procurador e pagar as anuidades do Conselho.

Proteção à sociedade: o papel da fiscalização e da tecnologia

Mais do que uma vitória institucional, o desfecho desse caso reforça o caráter de proteção à sociedade por parte do CRA-SP. Entregar a gestão de empresas, sejam elas públicas ou privadas, a pessoas sem a devida qualificação técnica e ética compromete a saúde dos negócios, a segurança de investimentos e a geração de empregos.

Para coibir essas práticas, o CRA-SP tem investido continuamente na modernização tecnológica dos seus processos de triagem e verificação documental, automatizando dados e fortalecendo as parcerias de checagem direta com as instituições de ensino superior. "A sociedade precisa ter a certeza de que o profissional contratado passou por uma formação acadêmica e responde a um código de ética estruturado. Fiscalizar e manter controles rígidos na checagem de documentos não é um ato meramente burocrático; é salvaguardar o mercado e proteger a sociedade", ressalta o presidente do Conselho, Adm. Alberto Whitaker. 

Serviços à sociedade 

Como parte de suas atribuições públicas, o CRA-SP orienta empresas e cidadãos a adotarem alguns cuidados na contratação de serviços: 

  1. Exija o registro: todo profissional ou empresa atuante na área da Administração deve possuir o registro no CRA de sua jurisdição; 
  2. Faça a consulta pública: no site do Conselho Federal de Administração - CFA é possível consultar o cadastro de pessoas físicas e jurídicas registradas em todo o Brasil;  
  3. Denuncie: as suspeitas de atuação ilegal, uso de documentos falsos ou demais infrações podem ser reportadas de forma segura e anônima no CRA-SP por meio do seu Canal Ético.

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.



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Informações para a imprensa:


Katia Carmo – katia.silva@crasp.gov.br

Telefone: (11) 3087-3474

Karen Rodrigues – karen.rodrigues@crasp.gov.br

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