Entre
as muitas maracutaias do ministro da saúde reveladas ultimamente, como a
do contrato milionário de publicidade fechado por Mandetta no porão
ainda em 2019, mais uma, especialmente grave, aparece divulgada pelo
site Terça Livre.
Não é caso de deposição de ministro, é caso de prisão mesmo.
Como
é notório, Mandetta reluta e procura protelar o máximo possível o uso
da cloroquina no país, de uma forma que vai se tornando cada vez mais
vergonhosa, diante da realidade em diversos países, opinião de
infectologistas e especialistas, e outras evidências.
Dezenas de fatos ilustram essa situação, apelos dramáticos para que Mandetta libere o uso do medicamento não faltam.
São muitos.
Um
deles, a atitude do presidente da Prevent Senior, uma das maiores
empresas de saúde privada do país, que se deslocou até Brasília para
pedir ao ministro que reconsiderasse o uso da cloroquina, aplicada com
sucesso na rede.
Segundo o presidente da rede, foi recebido por Mandetta com ‘desdém’ e ‘arrogância’.
Mandetta
mostrou absoluto desprezo pelas valiosas informações trazidas,
inclusive a evidência de tratamento com sucesso nos casos de Covid-19 em
centenas de pessoas idosas.
O representante da Prevent saiu
frustrado da reunião e Mandetta continuou a contar suas mentiras na TV,
impedindo o uso do medicamento.
Hoje, o Terça Livre publica trecho
do próprio manual do Ministério da Saúde datado de 2017 onde recomenda o
uso da cloroquina no tratamento da SARS, outra variante do corona
vírus.
Entre as vantagens, há alí a referência ao seu baixo risco
de efeitos colaterais e testes conclusivos sobre seu poder em combater
infecções respiratórias graves.
O fato do medicamento ser vendido há anos nas farmácias sem ser necessária receita médica atesta isso de forma cabal.
Portanto, ou Mandetta não leu o próprio manual de seu ministério ou mente descaradamente. Assim como mentiu David Uip, funcionário de Doria, o psicopata que governa São Paulo, que teve que assumir a farsa..
O que sobra dessa história sórdida é o que, na realidade, impede a liberação da cloroquina no país:
O fato do medicamento ter sido trazido e anunciado por Bolsonaro.
Como
fator político, a cloroquina significa o sucesso do presidente, já que
toda a sociedade sabe de sua posição favorável ao uso do medicamento.
Para um enorme grupo de inimigos do Brasil, entre eles Maia a Alcolumbre, parceiros de Mandetta, o caso nunca foi de saúde.
O caso é mesmo de jogo político de poder.
Mais nada.
Já
se poderia condenar e exorcizar um simples político filho da puta por
colocar o jogo sujo do poder acima da saúde de uma nação.
Agora, observar um ministro da Saúde com esse procedimento realmente ultrapassa todos os limites.
Especialmente porque condena milhares de cidadãos literalmente à morte.
Mandetta
fala a mesma língua que psicopatas como Doria ou Witzel falam,
defendendo uma ditadura policialesca no país que afronta a democracia e a
Constituição.
E, evidentemente, usa o que lhe caiu no colo, como
um presente do inferno: o vírus criado nos laboratórios de Wuhan, cria
do Partido Comunista Chines.
Partido com o qual, lembremos, esses sociopatas namoram.
Se houvesse necessidade de entendimento maior, eu poderia desenhar.
Mas acho que não é necessário.
Nenhum comentário:
Postar um comentário