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sábado, 28 de março de 2026

Relator da CPMI pede prisão de Lulinha

 

JORNAL A REGIÃO

Na madrugada desta sexta-feira, o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (PL-AL), concluiu seu relatório com 4.400 páginas, indiciamento de 218 investigados por crimes no roubo bilionário a aposentados e pensionistas da Previdência. Entre os acusados está Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do mandatário Lula da Silva (PT).

“Em nome dos aposentados e pensionistas, não nos curvamos aos poderosos de Brasília, faremos Justiça! A esperança vencerá o arbítrio e a corrupção. Obrigado, Deus!”, celebrou Alfredo, nas redes sociais, ao destacar “6 meses de muito trabalho e inúmeros obstáculos”.

A conclusão do relatório da CPMI do INSS deve ser lida e votada ainda hoje, um dia depois de o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubar a decisão do ministro André Mendonça, que determinava a prorrogação da comissão, por mais 60 dias para além do prazo, que se encerra amanhã.

Gaspar incluiu em seu relatório um pedido para que a Advocacia do Senado Federal peça à Justiça a decretação da prisão preventiva dde “Lulinha”, por indícios de crimes de organização criminosa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

O filho de Lula da Silva (PT) é apontado como integrante do esquema criminosos que roubou bilhões de aposentados e pensionistas, no documento que será votado pela comissão do Congresso Nacional nesta sexta-feira (27), com um total de 216 indiciado por crimes.

O elo de Lulinha com Roberta Luchsinger levou à indicação de que ele seria o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil pela empresa de sua amiga, quando foi encontrada referência à expressão “o filho do rapaz”, em conversa interceptada pela Polícia Federal. A investigação sugere que Roberta atuaria como intermediária financeira para o repasse de propina. Com Diário do Poder

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