Conheça a poderosa executiva indiana que está por trás do banimento do presidente americano nas redes sociais. Lucas Ribeiro para o Brasil Sem Medo:
Quando
imaginamos a ação de censura de um governo, pensamos nas figuras de um
Stálin, Fidel Castro ou Maduro agindo sem piedade para impedir a livre
circulação de ideias. Outras vezes temos uma imagem genérica das Big
Techs funcionando de maneira automatizada, sem nenhum controle de seres
humanos: asséptica, tecnocrática, imparcial. Contudo, são pessoas de
carne e osso que definem as políticas das gigantes comunicação no mundo
digital, e quem está por trás de uma das maiores ameaças a democracia e a
liberdade de expressão recentemente não traz o estereótipo do autocrata
malévolo ainda que tome medidas equivalentes aos ditadores mais
sanguinários. Poucos se perguntaram: quem foi a pessoa responsável por banir o presidente Donald Trump do Twitter?
O
nome da executiva de relações públicas do Twitter é Vijaya Gadde. Ela é
uma indiana-americana, elegante, de fala doce e pausada. Gadde estudou
na seletíssima Cornell University ― da Ivy League ―, assim como na
Universidade de Direito de Nova York. A sofisticação, a fala fleumática e
o verniz de imparcialidade e tecnocracia disfarçam perfeitamente a ação
autoritária e cerceadora exercida por ela no Twitter. Neste mundo da
mentira e da farsa, as atitudes de censura não ocorrem como nos séculos
XX ou XIX, quando agentes brucutus entravam num jornal ou na casa de
alguém que incomodasse o G2 cubano, ou a KGB soviética invadia os lares
arrebentando os dentes dos cidadãos indesejáveis. A violência contra a
liberdade de expressão atualmente se dá com uma áurea de legitimidade.
Uns, mais cínicos, dizem:
― Isso precisa ser feito para cessar o discurso de ódio.
Alguns soyboys afirmam, do alto de sua estupidez:
― A empresa privada é sagrada.
― Contra Donald Trump, defender a liberdade de expressão não importa.
No
século XXI, a violência política e o fim das liberdades políticas não
ocorrem com broncos e parrudos censores, e sim através de uma jovem
indiana, cultivada, falando fino, com linguagem insípida, ao mesmo tempo
em que dá uma marretada no direito de expressão do presidente dos
Estados Unidos, censurando-o sumariamente a sua conta com mais de 80
milhões de seguidores (aproximadamente a população da Alemanha em
números).
O
site americano Político descreveu-a como “a mais poderosa executiva de
mídias sociais que já se ouviu falar”. A revista Instyle a considerou
como umas das 50 “Badass” de 2020 com o subtítulo: “Conheçam as mulheres
que estão mudando o mundo”. Todo o apoio da mídia progressista foca
sempre no fato dela ser mulher, inteligente, indiana, imigrante e
poderosa. Esses atributos são verdadeiros, mas o que dizer do seu
trabalho no aspecto da liberdade de expressão? E qual linha política e
ideológica é apoiada pela badalada executiva?
Não é difícil imaginar em quem a executiva de Relações Públicas do Twitter votou nas eleições americanas em 2020. Vijaya apoiou, por exemplo, a “Chalo Vote”,
organização de votos do Sul da Ásia nos EUA que declaradamente fazia
campanha para Kamala Harris. Ela também convenceu Jack Dorsay a não
vender o Twitter para um conservador (e como essa decisão há de ter
influenciado nas eleições americanas, não?).
Foi
a Sra. Vijaya também que tomou a decisão de censurar a reportagem do
New York Post que denunciava os atos de corrupção de Hunter Biden, filho
do então candidato a presidente pelo partido democrata. Para a chefe do
Ministério da Verdade, essa era uma notícia que não podia ser exposta.
Ela também retuitou personalidades vinculadas ao grupo de extrema esquerda Black Lives Matter,
que defende a retirada de recursos da polícia e em muitos casos a morte
de policiais como metas políticas. O apoio a essa política, obviamente,
sempre é munida de “coraçõezinhos” e “ódio do bem”. Quem pode dizer que
o BLM é um grupo violento ou extremista? Eles só querem o bem e a
igualdade racial, não é mesmo?
A
Sra. Vidaya Gadde tem todo o direito de ter sua posição política
alinhada com toda a esquerda radical, mas ter essa posição e censurar o
presidente dos Estados Unidos com 80 milhões de seguidores é um ato de
censura análogo aos feitos por ditadores brutais como Hitler, Stálin,
Fidel Castro e Maduro, ainda que nenhum desses tenha tido em mãos o
poder e o alcance de censura da descolada executiva.
As
Big Techs adoram falar em diversidade no aspecto de raça e opção
sexual. Contudo, a única diversidade proibida para grandes empresas de
tecnologias globalistas é a ideológica. A presença de conservadores em
suas redes é algo fora da imaginação da “beautiful people” de
bilionários. A hegemonia de esquerdista nessas empresas
é até confirmada na sincera entrevista no programa do Joe Rogan com a
presença da Sra. Gadde e do dono do Twitter Jack Dorsey. E sabemos que
esse domínio total da esquerda nessas plataformas tecnológicas é algo já de longa data, como já foi inclusive noticiado no BSM.
BLOG ORLANDO TAMBOSI

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