MEDIÇÃO DE TERRA

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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Área da construção civil segue em crescimento durante a pandemia

 


A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE, no fim do ano passado, registrou crescimento em quatro dos 10 grupos de atividades: construção civil, com a maior alta, de 10,7%;


Tribuna da Bahia, Salvador
18/06/2021 10:00 | Atualizado há 3 horas e 26 minutos

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Foto: Divulgação

Por Larissa Nunes

Apesar dos impactos da pandemia, o setor da construção civil foi o menos afetado e tem sido a solução para quem precisa se reingressar no mercado de trabalho. Devido não exigir alta especialização assegurando postos de serviço para a classe economicamente mais vulnerável da população, o ramo foi o que mais abriu vagas em 2020, tanto com carteira assinada, quanto para trabalhadores informais ou autônomos.

Com as atividades mantidas, a área vem garantindo um grande progresso e diante disso, empresários chegam a revelar que superando os desafios de desabastecimento e alta nos preços dos insumos, a indústria da construção civil pode se manter aquecida e deve continuar gerando mais oportunidades de emprego este ano.

O diretor de relações institucionais do Sinduscon-BA, Carlos Henrique Passos, afirma que mesmo diante dos altos valores de mercadorias para as construções, o mercado imobiliário cresceu surpreendentemente alcançando resultados positivos para o setor civil como vendas maiores no ano de 2020.

“Em 2020 vendemos mais imóveis que no ano anterior. Tivemos que usufruir de um ambiente econômico diferente, no qual as mídias digitais e vendas online começaram a ser absorvidas pela sociedade, ocasionando uma demanda grande de pessoas que queriam investir em um imóvel próprio, tendo até redução de taxa de juros que chegou a 2% ao ano e vamos continuar mantendo a tecnologia como aliada para alavancar o imobiliário.”

A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua mais recente, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no fim do ano passado, registrou o crescimento na ocupação em quatro dos 10 grupos de atividades: construção civil, com a maior alta, de 10,7%; comércio e reparação de veículos (4,4%); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,8%); e indústria (3%).

Carlos Henrique Passos, conclui que as perspectivas para o segundo semestre é continuar investindo nos orçamentos online, empreendendo e gerando empregos.

“As respostas positivas diante das vendas online foi crucial para o mercado, apesar do cenário preocupante por conta dos insumos, mas não podemos deixar de investir. As empresas tiveram que se adaptarem pro lado tecnológico e continuamos a procurar descobertas para permanecer gerando empregos e aumentando a economia.”


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