MEDIÇÃO DE TERRA

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quarta-feira, 13 de março de 2019

Maia diz a aliados que governo deve evitar especulações sobre votos para Previdência


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Mais está se referindo à entrevista de Paulo Guedes ao Estadão
Andréia Sadi
G1 Política
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem dito a aliados que o governo deve evitar especulações sobre o número de votos favoráveis à reforma da Previdência Social. Por se tratar de emenda à Constituição (PEC), a proposta precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação, quando for analisada pelo plenário. Rodrigo Maia repete a aliados que, quando o governo fala em número de votos, cria “pressão” e “expectativa” para que a cada dia o número cresça.
O presidente da Câmara tem afirmado a interlocutores que nunca fez previsões, por exemplo, sobre a eleição para a presidência da Câmara, exatamente para evitar expectativas e narrativas de que esperava mais ou menos votos (ele recebeu 334 dos 512 votos).
ESTRATÉGIA – Agora, Rodrigo Maia quer repetir a estratégia com a reforma da Previdência, que foi assunto principal da conversa entre Rodrigo Maia e o presidente Jair Bolsonaro, no último fim de semana. Bolsonaro quis saber sobre a instalação da Comissão de Constituição e Justiça, prevista para esta quarta (13).
Maia tranquilizou Bolsonaro, mas disse que os deputados querem uma conversa, a “boa política” – e ficou de levar parlamentares para falar com o presidente.
Nesta segunda-feira (dia 11), Maia articulou com líderes que a reforma só será votada na CCJ após a chegada do projeto que trata da aposentadoria de militares.
SEM OBSTRUÇÃO – O principal objetivo de Maia é garantir que deputados da oposição não obstruam a instalação da CCJ nesta quarta, já que o texto dos militares só vai chegar na próxima semana à Casa.
Integrantes da equipe econômica confirmaram ao blog que tudo caminha para o texto sobre a aposentadoria dos militares ser enviado até 20 de março, como já anunciado pelo secretário da Previdência, Rogério Marinho.

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