Por Redação Bocão News | Fotos: Reprodução
O Posto 1 foi desativado dentro do prazo
estabelecido, em maio de 2013. A data para a desativação do Posto 2 era
agosto de 2015, entretanto seu funcionamento foi suspenso um mês depois.
Já o Posto 3 tinha até dezembro de 2014 para encerrar suas atividades,
no entanto a data foi estendida para junho de 2015.
Segundo informações publicadas pelo
jornal da Metrópole, o proprietário do posto e presidente do Sindicato
do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de
Conveniência do Estado da Bahia, José Augusto Costa, garante que a
permanência não atrapalha as obras. José Augusto recorreu à justiça para
prorrogar sua manutenção. O processo está sob relatoria do
desembargador José Cícero Landin Neto, entretanto ainda não há prazo
para o julgamento.
Para o presidente da Companhia de
Transportes do Estado da Bahia (CTB), José Eduardo Copello, a
permanência do posto compromete as obras. Segundo José Eduardo, o caso
está na 6° Vara da Fazenda Pública e outro prazo foi estabelecido pela
Justiça para dezembro deste ano. O empresário avalia recorrer da
decisão.
De acordo com a Secretaria de
Desenvolvimento Urbano (Sedur), esse prazo foi concedido pelo Governo do
Estado como data inadiável, pois a postergação compromete o cronograma
das obras do metrô. "Após a desocupação da área, ainda é necessária a
descontaminação do solo e emissão de relatórios de diagnóstico ambiental
para protocolo junto ao Inema; providências que demoram, pelo menos 90
dias, para serem adotadas e concluídas", diz trecho de nota divulgada
pelo órgão.
A CCR Metrô disse que não comenta o impasse.
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