Atraso em reforma prejudicou volta às aulas, na região norte de Goiás.
Colégio está interditado desde o fim de junho; prazo era de 30 dias.
A Escola Municipal Eusébio Martins da Cunha foi interditada no fim de junho. A reforma deveria durar 30 dias, mas, de acordo com o mestre de obras José Pereira, a demora no início dos trabalhos refletiu na entrega da escola no prazo de retorno às aulas.
O desabamento atingiu uma sala usada para reforço escolar. Ninguém se feriu. Um computador, uma impressora e brinquedos foram destruídos pelas telhas e pedaços de madeira. Além do teto, que precisou ser refeito, os operários fazem a pintura de toda a escola.
A secretária de Educação de Porangatu, Caticirene Mariano, garante que o aprendizado dos alunos não ficará comprometido. "Assim que a gente concluir, nós vamos montar o nosso novo calendário. Nossos alunos não perderão em nada", afirmou.
Avó de duas alunas que estão sem aula, Ozair Alcântara conta que faz as netas estudarem em casa. Mesmo assim, ela acha que as meninas serão prejudicadas. "Não tendo as aulas agora em agosto, com certeza em dezembro eles terão de repor essas aulas. É quando muitas pessoas gostam de viajar, é final de ano, e vai ter que ficar aí estudando", reclamou.
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