01 de Janeiro de 2019 às 14:00 Por: Reprodução//GloboNews Por: Redação BNews
O
presidente Jair Bolsonaro (PSL) manteve a tradição e desfilou em carro
aberto, na tarde desta terça-feira (1º). Ao lado da primeira-dama,
Michele Bolsonaro, o presidente ainda fez questão de levar o filho
Carlos Bolsonaro no Rolls Royce modelo Silver Wraith conversível que
pertence à Presidência da República.
Desde os primeiros
preparativos para a cerimônia de posse, o desfile em carro aberto era
uma dúvida. O futuro ministro da Secretaria-Geral da Presidência,
Gustavo Bebianno, chegou a falar em "temeridade" devido ao atentado a
faca que Bolsonaro sofreu em setembro, durante a campanha, em Juiz de
Fora.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril e condenado
a 12 anos de prisão, afirmou que 2019, ano em que Jair Bolsonaro inicia
seu mandato como chefe de Estado, será de resistência e que não baixará
a cabeça. “Eles podem prender uma pessoa, como fizeram comigo, mas não
podem encarcerar nossas ideias, muito menos impedir o futuro. 2019 será
um ano de muita resistência e muita luta, para impedir que o nosso povo
seja ainda mais castigado do que já foi. O Brasil precisa mudar, sim,
mas mudar para melhor”, declarou Lula em mensagem de ano novo que
escreveu em sua cela e que foi divulgada no site do PT. A mensagem de
Lula foi publicada algumas horas antes de Bolsonaro iniciar um mandato
de quatro anos, nos quais promete que o Brasil porá fim às políticas de
esquerda que o PT impulsionou em 13 anos de governo. “Nosso objetivo em
2019 deve ser a defesa do povo brasileiro. Defender o direito à saúde e
educação de qualidade. Ao emprego e à oportunidade de estudar e
trabalhar em paz por um Brasil melhor”, afirmou Lula, que liderava todas
as pesquisas de intenções de voto para as eleições presidenciais de
outubro, mas foi impedido de disputar por ter sido condenado em segunda
instância. (Exame)
Jair Messias Bolsonaro tomou posse nesta terça-feira (1º), como novo
presidente do Brasil (38º), em cerimônia que se iniciou às 15h00, com o
cortejo que levou ele e o vice-presidente eleito Hamilton Mourão à
solenidade no Congresso Nacional. A ascensão de Bolsonaro ao cargo
ocorreu sob um forte sistema de segurança – mais de 10.000 agentes,
entre Forças Armadas, polícias e setor de inteligência, atuaram no
evento. A passagem da faixa presidencial, do presidente Michel Temer
(MDB) para o novo ocupante do Planalto, ocorrou sob a vista de um
público estimado em 500.000 pessoas. "Temos diante de nós uma
oportunidade única de reconstruir o país e de resgatar a esperança dos
nossos compatriotas", afirmou o presidente. Bolsonaro também disse que
seu governo vai combater ideologias, citando nominalmente a ideologia de
gênero. "O Brasil voltará a ser um país livre das amarras ideológicas",
disse. Ele também fez referência à defesa da posse de arma ao mencionar
o direito à legítima defesa. Ao contrário de Bolsonaro e Mourão, os
presidentes do Senado, Eunício Oliveira, da Câmara, Rodrigo Maia, e do
STF, Dias Toffoli, foram recebidos com vaias do público antes de
chegarem ao Congresso Nacional.
Fontes policiais desconfiam que o terrorista italiano Cesare Battisti
estaria escondido em território nacional, em São Paulo. Com prisão
decretada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), o
criminoso condenado duas vezes à prisão perpétua em seu país é
considerado um foragido.
Uma das pistas investigadas dá conta de que importante político do PT
paulista estaria escondendo o terrorista. A informação é da Coluna
Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O político petista que estaria
escondendo o Battisti teria ajudado a criar no Congresso, anos atrás, um
comitê de solidariedade ao terrorista.
A suspeita é que Cesare Battisti já tinha plano de fuga e esconderijo
determinado, para o caso de sua prisão ser decretada. Battisti e até
mesmo a Polícia Federal souberam da ordem de prisão pela TV, na noite do
dia 22. Ao amanhecer ele já havia sumido. Com Diário do Poder.
Instituto fez 2.077 entrevistas entre 18 e
19 de dezembro em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos para
mais ou para menos
Redação
BAHIA.BA
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (1º) pelo jornal
“Folha de S. Paulo” mostra os seguintes percentuais de expectativa em
relação ao futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL):
Ótima/boa: 65%
Regular: 17%
Ruim/péssima: 12%
Não sabe: 6%
O Datafolha fez 2.077 entrevistas entre 18 e 19 de dezembro em 130
cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Damares Alves é um dos alvos do grupo que ameaçou Bolsonaro, no último sábado (29)
Redação
BAHIA.BA
Foto: Reprodução / YouTube
Depois de ameaças públicas, a Abin e a Polícia Federal reforçaram o
esquema de segurança da futura ministra da Mulher, Família e Direitos
Humanos, Damares Alves, para a cerimônia de posse, nesta terça-feira
(1º). A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.
No sábado (29), o grupo que ameaçou o Bolsonaro e anunciou ter
deixado uma bomba no Santuário Menino Jesus , em Brazlândia (DF), postou
mensagem afirmando que Alves estava entre seus alvos.
Parlamentar menos assíduo foi João Gualberto
(PSDB), que não disputou a reeleição e acumulou, ao longo dos quatro
anos, 41 ausências
Redação
BAHIA.BA
Foto: Gustavo Lima/ Câmara dos Deputados
Três deputados federais da Bahia finalizaram o mandato de quatro anos
no Congresso com cerca de 10% de faltas nas mais de 400 sessões
deliberativas realizadas entre 2015 e 2018. O levantamento foi feito
pela coluna Satélite, do jornal Correio*.
Segundo o jornal, o parlamentar menos assíduo foi João Gualberto
(PSDB), que não disputou a reeleição e acumulou, ao longo dos quatro
anos, 41 ausências sem justificativa. Derrotado na disputa pelo Senado,
Irmão Lázaro (PSC) faltou a 38 sessões na Câmara dos Deputados sem
justificar e ficou na segunda posição.
Em terceiro está Sérgio Brito (PSD), que foi reeleito, com 37 faltas.
Atrás deles está o também reeleito Arthur Maia (DEM), com 32 ausências
sem justificativa, seguido por Bebeto Galvão (PSB) e Lucio Vieira Lima
(MDB), tiveram 30 faltas e não renovaram o mandato. Enquanto Lucio não
conseguiu a reeleição em outubro passado, Bebeto foi eleito suplente de
Jaques Wagner (PT) no Senado.
No total, os 39 deputados federais do estado e os cinco suplentes que
assumiram ao longo dos quatro anos tiveram 504 faltas registradas nas
sessões deliberativas. O levantamento foi feito pela Satélite com base
em dados da Câmara.
As operadoras de aplicativos orientam as vítimas a denunciarem abusos e procurarem a polícia
A estudante Gabriela*, de 24 anos, estava indo para
uma festa de formatura na avenida Raja Gabaglia, na região Centro-Sul de
Belo Horizonte, em um carro de aplicativo de mobilidade, quando foi
assediada pelo motorista. O episódio levou a transtornos de ansiedade
e crises de pânico. Hoje, ela faz tratamento psicológico para amenizar o
problema, não usa mais os carros de app quando está sozinha e leva
sempre na bolsa uma espécie de arma de choque de curta distância para se
proteger.
A estudante não é um caso isolado: pelo menos duas vítimas de
assédio de motoristas de carros de aplicativo procuram a Delegacia
Especializada de Investigação a Violência Sexual todos os meses.
Considerando que o boletim de ocorrência pode ser feito em qualquer
batalhão de Polícia Militar ou delegacia, o número de casos pode ser
ainda maior. Mas a maioria guarda uma semelhança: as vítimas são
surpreendidas na volta para casa pós-festa, quando estão mais
vulneráveis.
"Tem mais ou menos um ano que isso aconteceu. Estava pronta para ir
à festa de formatura de uma prima e achei que seria mais seguro chamar
um carro, já que estava sozinha. Durante todo o trajeto o motorista
ficava me cantando e passou por um caminho diferente do que deveria.
Parou em um lugar mais distante do local da festa e eu fiquei tão
assustada que só abri a porta do carro e desci. Foi quando ele me chamou
pelo nome, eu me virei e ele puxou o meu braço para tentar me beijar",
lembra.
A delegada titular da Delegacia Especializada de Investigação a
Violência Sexual, Larissa Mascotte, orienta as vítimas a fazerem o
boletim de ocorrência comunicando o crime. Ele pode ser feito em
qualquer posto policial ou delegacia, mas ela recomenda priorizar a
delegacia especializada para agilizar o procedimento. Os casos são
diversos, podendo envolver desde uma intimidação verbal ou uma cantada,
até o motorista se masturbar na frente da vítima, tocá-la ou consumar o
estupro.
"Geralmente, as vítimas estão sozinhas no veículo, voltando de uma
festa, e o motorista percebe que ela está em uma situação de
vulnerabilidade. É interessante que, na medida do possível, a mulher que
tenha feito uso de bebida alcoólica evite pegar estes veículos
sozinha", recomenda a policial.
Além do perigo dentro dos veículos, algumas mulheres têm medo fazer a
denúncia na polícia porque o autor do crime, geralmente, têm acesso ao
endereço da casa delas ou de alguém próximo, dependendo do ponto de
embarque e desembarque solicitado.
Após uma experiência traumática, a empresária Thaís*, de 28
anos, aboliu o uso de aplicativos de mobilidade há cerca de dois anos e
passou a usar somente o serviço de cooperativas de táxi quando precisa
se locomover pela cidade.
"Eu estava com um vestido curto e me sentei no banco de trás. O
condutor me cumprimentou como se já me conhecesse. Entendi que ele
estava sendo apenas simpático e conversei normalmente, até que ele
chegou o banco dele pra trás. Neste momento, ele disse que me viu numa
casa de swing com uma amiga na noite anterior. Eu rapidamente neguei e
disse que ele estava me confundindo. Ele continuou insistindo e, em
determinado trecho do trajeto, passou a dirigir muito devagar e falar
coisas como 'você não precisa ter vergonha, eu sou super liberal, aceito
outros tipos de pagamento'. Fechei a cara e liguei para o meu namorado
no viva voz, com quem eu estava indo me encontrar. Fiquei com muito medo
depois disso ".
A dançarina Lorena*, de 25 anos, ainda se lembra de quando estava em
casa em um domingo e recebeu a visita de um motorista de carro de app.
"Estava em casa e minha mãe me disse que meu amigo Luís estava me
procurando, mas eu não tenho nenhum amigo com este nome. Passei
rapidamente pela janela para ver quem era e me desesperei ao ver um
homem desconhecido me procurando pelo nome. Falei pra minha mãe que não
podia atender e pedi para ela pegar mais informações. Ela anotou a placa
do carro e eu fui pesquisar por curiosidade nos aplicativos que tenho
de mobilidade, e vi que era um motorista que tinha feito uma corrida pra
mim no mês anterior", lembra.
Depois disso, Lorena passou dois meses sem sair de casa. "Como eu
moro muito longe, para sair é sempre com carro de app, e depois que
aconteceu isso eu fiquei com muito medo. Hoje eu tomo todas as
preocupações quando preciso sair, compartilho minha viagem com alguém
e mando minha localização atual", relata. Mecanismos de defesa
Muitas mulheres que já foram vítimas acabaram encontrando como meio
de se protegerem armas de defesa pessoal. A loja virtual Self Defense
Women de BH, por exemplo, que surgiu há cerca de quatro meses e
comercializa produtos como spray de pimenta, chaveiro-alarme, armas de
choque e soco inglês, viu suas vendas crescerem cerca de 10% em dezembro
em relação a novembro.
"As pessoas estão procurando se proteger. Há uma procura muito
grande por parte das mulheres e dos LGBT's. Acho que é porque, depois
das eleições, as pessoas intolerantes pararam de ter vergonha de mostrar
os seus preconceitos e escancaram o deboche ao movimento feminista",
aponta.
A motivação para criar a loja partiu de uma experiência pessoal da
fundadora do negócio, que pediu para não ter o nome publicado. "Eu era
contra artigos de defesa pessoal porque achava violento. Até que eu e
minhas amigas sofrermos uma situação bem desagradável no Centro da
cidade. Era um feriado e tínhamos combinado de almoçar em um restaurante
da região, mas estava fechado. Fomos procurar outro lugar para comer e
um rapaz começou a nos seguir e passou a chegar muito perto, nos
abraçar, até que eu falei pra ele não encostar. Aí ele respondeu que
adorava mulher brava. Nós sentimos muito medo e depois disso desistimos
de almoçar por ali. E isso foi de dia, no horário de almoço, em pleno
Centro da cidade", lembra. O que dizem as operadoras
A reportagem entrou em contato com as três principais operadoras de
aplicativos de mobilidade em Belo Horizonte para saber qual o
procedimento adotado em casos como este. A Cabify informou que solicita
que todos relatem qualquer situação atípica e suspeita para a central de
atendimento da Cabify, disponível 24 horas nos 7 dias de semana. "Além
disso, também buscamos contatar e ouvir todos os envolvidos para
entender o ocorrido ao ter conhecimento dos casos. Assim, podemos
realizar as ações cabíveis, inclusive eventual suspensão ou bloqueio do
motorista parceiro".
A operadora também respondeu que "disponibiliza o botão de segurança
que está facilmente acessível para os passageiros durante toda a viagem
no mapa da corrida, sendo exibida na lateral direita do aplicativo. Caso
o passageiro se encontre em uma situação de emergência, ele pode entrar
em contato direto com as autoridades policiais locais ao clicar no SOS.
A empresa reforça que este recurso deve ser utilizado apenas para
relatar incidentes relacionados à segurança do passageiro ou do
motorista parceiro".
A 99 também informou que mantém o botão de segurança para que os
passageiros possam ligar automaticamente para a polícia em caso de
emergência, e que verifica o histórico público dos motoristas a partir
de documentos como CPF, CNH e licenciamento. "Na 99, qualquer
comportamento inadequado pode ser denunciado à Central de Segurança pelo
telefone 0800-888-8999, que oferece auxílio imediato e apoio emocional.
A ajuda pode incluir o envio de um carro em ocorrências em que a vítima
se encontre em um local isolado, por exemplo", informou ainda, por meio
de nota.
Já a Uber respondeu que adota medidas de segurança em todas as fases
da viagem e que "qualquer acontecimento indesejado reportado pelo canal
de ajuda do aplicativo é analisado e pode levar ao desligamento do
usuário ou do motorista parceiro da plataforma se houver infração ao
Código de Conduta da Comunidade. Em casos mais sérios, é importante
também que a vítima faça um Boletim de Ocorrência, para que os órgãos
competentes tenham ciência do ocorrido e possam tomar as medidas
cabíveis. A Uber sempre permanece à disposição das autoridades para
colaborar no curso de investigações, observada a legislação brasileira
aplicável". *Os nomes verdadeiros foram omitidos a pedido das vítimas.
Praia do Morro, em Guarapari, é umas das preferidas dos mineiros
Guarapari, Vila Velha e Vitória, no Espírito Santo,
cidades pertencentes à lista de destinos mais procurados pelos mineiros
no verão, tiveram a balneabilidade (índice de qualidade da água) das
praias analisada para este período de férias.
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente (Semma) de Vila Velha, a
balneabilidade é determinada a partir da quantidade de bactérias
(coliformes totais e fecais - escherichia coli e/ou enterococos)
presentes na água. A Prefeitura de Vitória complementou que o índice
assegura a recreação de contato direto e prolongado, como natação,
mergulho e lazer.
Algumas das praias, além de lagoas, foram consideradas impróprias para banho. Veja a lista abaixo: Guarapari
De acordo com a Prefeitura de Guarapari, 100% das praias do município
estão próprias para banho neste verão. O resultado é do mais recente
boletim de balneabilidade, com água coletada na última quarta-feira (19)
pela Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura (Semag).
Dessa forma, estão próprias para banho as seguintes praias:
Ponto 1 – Praia de Meaipe (em frente ao Hotel Gaeta);
Ponto 2 – Praia de Bacutia (em frente ao Ed. Reserva da Bacutia);
Ponto 3 – Praia de Peracanga (em frente ao Ed. Monteiro Lobato);
Ponto 4 – Praia da Areia Preta (em frente ao Ed. Solar da Praia);
Ponto 5 – Praia das Castanheiras (próximo ao Siribeira Iate Clube);
Ponto 6 – Praia dos Namorados (em frente ao Hotel Atlântico);
Ponto 7 – Praia das Virtudes (em frente à praça);
Ponto 8 – Prainha de Muquiçaba (em frente à rua Francisco Furtado);
Ponto 9 – Praia do Morro I (em frente ao Ed. Varandas de Guarapari);
Ponto 10 – Praia do Morro II (em frente ao quiosque 9);
Ponto 11 – Praia do Morro III (em frente ao Ed. Maison Classic);
Ponto 12 – Praia de Santa Mônica (em frente à rua Santa Rita);
Ponto 13 – Praia de Setiba (em frente ao Quiosque Alto Astral). Vila Velha
A pesquisa de balneabilidade feita pela Prefeitura de Vila Velha na
última sexta-feira (21) mostrou que quatro locais estão impróprios:
Praia da Barrinha, na Barra do Jucu; Praia do Ribeiro, próximo ao Farol
Santa Luzia; Praia 'da Prainha' e, por fim, a lagoa Morada do Sol.
Segundo a prefeitura, todas as praias são sinalizadas sobre
a balneabilidade. "As placas são trocadas toda semana se houver
alteração após os testes. A placa verde significa “própria” e a placa
vermelha indica “imprópria” para o banho", afirmou em nota.
Ponto 1 - Lagoa 20: própria;
Ponto 2 - Lagoa 110: imprópria;
Ponto 3 - Praia do Barrão (na av. Anderssem Fidalgo Pereira): própria;
Ponto 4 - Praia dos Recifes (em frente à rua Mar Azul): própria;
Ponto 5 - Praia de Ponta da Fruta I (em frente à pracinha da av. Judith Góes Coutinho): própria;
Ponto 6 - Praia de Ponta da Fruta II (em frente à rua da Bomba): própria;
Ponto 7 - Praia da Barrinha (próximo à foz do rio Jucu): imprópria;
Ponto 8 - Praia de Itaparica I (em frente à rua Itaiabaia): própria;
Ponto 9 - Praia de Itaparica II (Colônia de Pescadores): própria;
Ponto 10 - Praia de Itapuã – “Beverly Hills” (em frente à rua Jair de Andrade): própria;
Ponto 11 - Praia da Costa I (em frente à av. Champagnat): própria;
Ponto 12 - Praia da Costa II (Praia da Sereia): própria;
Ponto 13 - Praia do Ribeiro (em frente à rua Santa Berenice): imprópria;
Ponto 14 - Prainha – Meio da Prainha: imprópria.
A Prefeitura de Vila Velha também divulga o índice durante todo o ano em seu site oficial.
Reprodução/ Prefeitura de Vila Velha
Vila Velha tem praias impróprias para banho
Vitória
A Prefeitura de Vitória, capital do Espírito Santo, realiza testes de
balneabilidade semanalmente. De acordo com o município, 18 pontos do
litoral estão liberados para natação, mergulho e lazer.
Reprodução/ Prefeitura de Vitória
Segundo prefeitura, gráfico é atualizado semanalmente
Todos esses pontos podem ser vistos facilmente pelo gráfico interativo, disponível no site oficial da prefeitura.
Estão impróprios o ponto 9, no Canal de Camburi (a 50 metros após o
primeiro píer), que está interditado; a praia de Santa Helena (100
metros após a ponte da Ilha do Frade) e a praça dos Desejos (em frente à
guarderia).
Ponto 01A - Jardim Camburi(próximo ao Viaduto Araceli Cabreira Crespo): própria;
Ponto 02 - Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - esquina com Rua Silvino Grecco): própria;
Ponto 02A - Aeroporto/Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - em frente a entrada da antiga Feira dos Municípios): própria;
Ponto 03 - Aeroporto/ Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - a 150 metros antes do 2º pier): própria;
Ponto 04 - Mata da Praia/ Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - esquina com Av. Adalberto Simão Nader): própria;
Ponto 05 - Mata da Praia/ Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - esquina com Av. Nicolau Von Shilgen): própria;
Ponto 06 - Jardim da Penha/Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - esquina com a R.Comissário Otávio Queiroz): própria;
Ponto 07 - Jardim da Penha/Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - esquina com a R. Eugenilio Ramos): própria;
Ponto 08 - Jardim da Penha/Praia de Camburi (Av. Dante Michellini - a 150 metros antes do 1º pier): própria;
Ponto 09 - Jardim da Penha/Praia de Camburi (Canal de Camburi - 50m após o 1º pier): praia interditada;
Ponto 10 - Praia do Canto (80 metros após o Iate Clube): própria;
Ponto 11 - Prata do Canto (80 metros antes da ponte da Ilha do Frade): própria;
Ponto 12 - Enseada do Suá/Praia de Santa Helena (100 metros após a ponte da Ilha do Frade): própria;
Ponto 12A - Praia do Canto/Praça dos Desejos (em frente à Escola de Velas): própria;
Ponto 13 - Enseada do Suá/Praia de Santa Helena (200 metros antes das barracas da Curva da Jurema): própria;
Ponto 14 - Enseada do Suá/Praia de Santa Helena (em frente as barracas da Curva da Jurema): própria;
Ponto 15 - Ilha do Frade (Praia da Direita): própria;
Ponto 16 - Ilha do Frade (Praia das Castanheiras): própria;
Ponto 17 - Ilha do Frade (R. Des. Alfredo Cabral, em frente ao nº1255): própria;
Ponto 18 - Ilha do Boi (Praia do Nenel): própria;
Ponto 19 - Ilha do Boi (Praia Grande): própria;
Ponto 20 - Enseada do Suá (Praia do Suá - ao lado da Capitania dos Portos): imprópria;
Ponto 21 - Enseada do Suá (Praia do Meio - embaixo da 3ª ponte): imprópria;
Ponto 22 - Santo Antônio /Praia de Santo Antônio (Academia Popular): praia interditada;
Ponto 23 - Santa Luzia / Canal da Passagem (próximo a Ponte da Passagem -J.da Penha): praia interditada;
Ponto 24 - Jesus de Nazareth - praia interditada.
Bolsonaro acha que a oposição não passará de 157 deputados
Leandro Colon Folha
O decreto para permitir a posse de arma de fogo a pessoas sem ficha
criminal é apenas um pedaço da avalanche de medidas a serem anunciadas
nos primeiros dias do governo de Jair Bolsonaro. A expectativa é que os
novos ministros revelem agora na largada ações de impacto nas pastas.
Estrelas da Esplanada, Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça)
devem dividir o protagonismo em janeiro.
Conforme mostrou reportagem da Folha no domingo (dia 30), a equipe de
Guedes quer fazer um gesto ao setor produtivo na busca da melhoria do
ambiente de negócios no país. RESPONSABILIDADE – A primeira impressão (sobretudo
para um governo novo) é importante e o ministro Paulo Guedes sabe que
não há outro colega com mais responsabilidade do que ele para que
Bolsonaro tenha uma perspectiva de sucesso.
Entretanto, para pouca coisa servirá um clima de euforia econômica
nas primeiras voltas da corrida se Guedes não revelar até fevereiro qual
é de fato a reforma da Previdência à mesa. Não há medida capaz de
superar um fiasco na aprovação da mudança na aposentadoria.
Naturalmente aguarda-se com ansiedade o primeiro mês de governo
Bolsonaro, mas é a partir de fevereiro, com o início da nova legislatura
do Congresso, que a força dele e de seus movimentos será percebida. BASE ALIADA – Sem uma base parlamentar coesa e
alinhada, Guedes e Moro terão dificuldades em levar adiante as
principais metas de seus ministérios. O ex-juiz federal pretende
entregar aos deputados e senadores um pacote de medidas legislativas de
combate à corrupção. São propostas que dependerão da boa vontade de uma
classe política que sempre demonstrou aversão à Lava Jato.
Moro terá condições de negociar com personagens atingidos por ações
dele nos tempos de Curitiba? Guedes vai topar ceder na reforma da
Previdência para conseguir sua aprovação no primeiro semestre?
Nenhum presidente governou nas últimas décadas sem a parceria do
Congresso. E não há chance alguma de ser diferente com Bolsonaro.
Sessenta e cinco dias após ter sido eleito, Jair Bolsonaro
assume a Presidência da República, em uma cerimônia marcada para o
início da tarde de hoje (1º), com atos no Congresso Nacional, no Palácio
do Planalto e no Itamaraty. Acompanhado da primeira-dama Michelle
Bolsonaro, o presidente eleito deixará a Granja do Torto, por volta das
14h10, seguindo para a Catedral de Brasília, na Esplanada dos
Ministérios, onde se encontrará com o vice-presidente Hamilton Mourão.
Na Catedral, acontece a troca de carros e se inicia o deslocamento dos
dois casais, em veículos separados, até o Congresso Nacional. No
trajeto, que deve durar cerca de 10 minutos, a comitiva presidencial é
acompanhada por policiais a pé, por batedores da Polícia do Exército e
pelo 1º Regimento de Cavalaria de Guardas – Dragões da Independência. A
sessão solene de posse de Bolsonaro será aberta às 15h, pelo presidente
do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE). Nesta sessão,
Bolsonaro assume o compromisso de “manter, defender e cumprir a
Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro,
sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”. O
juramento é seguido do primeiro discurso de Bolsonaro como 38º
presidente do Brasil. Parlamentares e convidados participam da
solenidade que deve durar cerca de 45 minutos e acontece no plenário da
Câmara dos Deputados. Na saída do Congresso, Bolsonaro acompanhará a
execução do Hino Nacional, a salva de 21 tiros de canhão e a exibição da
Esquadrilha da Fumaça, bem como passará em revista às tropas. Bolsonaro
e Mourão, acompanhados das respectivas esposas, subirão a rampa do
Palácio do Planalto por volta das 16h20. Serão recebidos pelo presidente
Michel Temer e pela primeira-dama Marcela Temer. Todos seguirão para o
parlatório. Depois de passar a faixa presidencial, Temer e a
primeira-dama se despedem do Palácio do Planalto. Já com a faixa
presidencial, Bolsonaro se dirigirá à nação, em um pronunciamento de
aproximadamente 30 minutos, que será acompanhado pelo público presente
na Praça dos Três Poderes. Após o discurso, o presidente vai para o
Salão Nobre onde receberá os cumprimentos dos convidados e dará posse
aos 22 ministros. O ato é seguido da fotografia oficial. A partir das
18h30, o casal Bolsonaro receberá os convidados em um coquetel no
Palácio Itamaraty.
A
flexibilização da posse de arma de fogo (não confundir com porte),
proposta por Bolsonaro, está sendo tratada por "especialistas" e a
imprensa como política de segurança. Trata-se de um erro; quando, claro,
não de pura má intenção.
Não cabe ao cidadão comum resolver o
problema da segurança. Não falamos aqui de um dever, mas de um direito. A
esquerda não fala de direitos todos os dias? Pois é disso que se trata:
um elementar direito, caso a pessoa queira, de tentar defender sua
vida, propriedade e família, usando uma arma de fogo.
Se
mais pessoas com armas em casa resultar em índices de violência
menores, ótimo, mas seria uma consequência, não o objetivo primário do
ato.
Outro aspecto positivo seria a movimentação da economia
com o comércio das armas. Ainda que os preços sejam impeditivos à maior
parte da população brasileira, devido ao monopólio existente na
indústria nacional e aos impostos. A abertura do mercado de armas deve
estar no horizonte do novo Congresso, assim espero.Inconformada
com a fala de Bolsonaro, a imprensa simplesmente ignora o plebiscito
sobre o tema, desrespeitado até hoje, e encomenda pesquisas ao Datafolha
com 2 mil pessoas. Evidentemente não dá pra levar a sério. É nítida a
vontade de, na marra, tentar empurrar uma agenda própria a um país
inteiro. Ainda não perceberam que a estratégia não funciona mais.
O
que o novo presidente e ministros como Gen. Heleno e Sérgio Moro
parecem perceber, felizmente, é que um direito suprimido do povo
brasileiro pode ser finalmente devolvido à sociedade, com anos de
atraso. É o mínimo. E louvável.
A
queda do PT é drástica, quase fatal. Militância aniquilada, incapaz de
ir às ruas e lideranças e parlamentares cada qual preocupado tão somente
com a sua própria sobrevivência.
A virada de ano com Lula foi uma
demonstração do fracasso. Segundo o próprio site do PT reuniu “centenas
de pessoas”. Sim, no máximo três centenas.
Nem o poste compareceu. Apesar de ter convidado a militância para o ato.
Benedita da Silva, que faltou na ceia de Natal, preferiu a queima de fogos no Rio.
Maria do Rosário também não quis saber do desconforto da vigília.
Lindbergh, prestes a perder o foro privilegiado, não deu nem satisfação. Só
Gleisi deu as caras. Leu uma carta de Lula, disse algumas bobagens,
prognosticou que 2019 será um ano de luta e delirou insanamente,
dirigindo-se diretamente ao ex presidente Lula, que de sua cela ouvia
tudo. Gleisi disse o seguinte:
“Poderíamos estar em
Brasília hoje e amanhã. Se você tivesse concorrido à Presidência da
República, estaríamos na sua posse, pois você estaria eleito”.
Favreto ficou felicíssimo ao saber que ganhou a Piada do Ano
Carlos Newton A concorrência foi absurda. Pelo número
de piadas inscritas já se sabia que a decisão seria dificílima. A
Comissão Julgadora, depois do exaustivo exame das finalistas, acabou
escolhendo a piada criada em conjunto pelos três mosqueteiros do PT, que
imitaram o romance de Alexandre Dumas pai, pois na verdade eram quatro –
os três deputados federais petistas, que foram os criadores originais
da anedota (Paulo Teixeira, Paulo Pimenta e Wadih Damous), e o
desembargador federal Rogério Favreto, que entrou no papel de quarto
mosqueteiro, com a responsabilidade de apresentar a piada ao respeitável
público. A Comissão Julgadora ficou
impressionada com a criatividade dos três parlamentares, que
apresentaram o pedido de soltura de Lula justamente no fim de semana em
que o plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região era o
desembargador Fraveto, um veterano militante petista que trabalhou na
Casa Civil na gestão de José Dirceu e usa uma camiseta vermelha por
baixo da toga. AVISAR O CHEFE – Tudo
combinado, os três mosqueteiros viajaram para Curitiba no sábado, para
comunicar a Lula da Silva que ele seria libertado. No domingo, às 9 hs
da manhã, antes mesmo que Favreto assinasse o Alvará de Soltura, os três
entraram na cela de Lula para anunciar que ele estava sendo solto. Lula
pulou da cama, tomou uma chuveirada, se vestiu, arrumou a mala e ficou
esperando, ansioso, enquanto os três mosqueteiros trocavam telefonemas
com o desembargador. A todo momento, um deles saía da sala e
perguntava ao carcereiro: “E aí, já chegou a ordem de soltura?”. E a
resposta era sempre a mesma: “Ainda não, deputado”. E essa cena se
repetiu até a hora do almoço. O alvará para libertar o ex-presidente não
chegava nunca… LULA NO DESESPERO –
Embora a piada fosse da melhor qualidade, Lula não achava nenhuma graça,
os três deputados cada vez mais embaraçados, enquanto o quarto
mosqueteiro ligava aos gritos para a Superintendência da Polícia
Federal, reforçando a ordem de soltura que ninguém cumpria. Lula acompanhava tudo pela televisão,
xingava o juiz Sergio Moro, xingava Favreto, xingava os três deputados, e
seu palavrório era espantoso. Essa confusão durou até o final da tarde,
quando o presidente do TRF-4, desembargador Thompson Flores, enfim
suspendeu a liminar aprovada pelo plantonista e a Polícia Federal
recebeu a ordem definitiva para manter Lula na cadeia. Os policiais então pediram que os três
mosqueteiros se retirassem, para que o detento pudesse jantar e
prosseguir o cumprimento da pena. SEGUNDO LUGAR – A
piada que ficou em segundo lugar este ano foi uma variação da primeira
colocada e também teve repercussão nacional. O autor foi o ministro
Marco Aurélio de Mello, que no dia 19 de dezembro, de uma penada só,
resolveu libertar cerca de 160 mil presos que estão cumprindo pena após
condenação em segunda instância, e um dos beneficiados seria justamente…
Lula da Silva. O ex-presidente gostou da piada, é
claro, mas desta vez já estava escolado, nem se deu ao trabalho de se
arrumar e fazer a mala. Ficou acompanhando pela televisão, torcendo como
se estivesse na Copa do Mundo, e entrou em desespero quando Dias
Toffoli, no início da noite, cancelou a liminar de Marco Aurélio. E a
piada se tornou mais uma decepção para o ex-presidente, porque Toffoli
era seu grande amigo e o traiu na hora da verdade. TERCEIRO LUGAR – Na dúvida, a Comissão Julgadora decidiu dividir o prêmio de terceiro para três piadas realmente sensacionais – “TSE
diz que urna eletrônica brasileira é perfeita e imune a hackers”;
“Propinas a Aécio e Perrela entregues em caixas de sabão… em pó”; e
“Pesquisa da CUT desmente todas as outras e elege Lula no 1º turno”. Também foram muito votadas as seguintes Piadas do Ano: “PT lança candidatura de Lula ao Prêmio Nobel da Paz 2019”; Rocha
Loures diz que não sabia que havia dinheiro na mala…”; “Fiz uso de
caixa 2, mas não agi como corrupto”, alega Sérgio Cabral”; e “Vox Populi
diz que Haddad já está encostando em Bolsonaro”. E agora já estão abertas as inscrições para a Piada de 2019.
Equipe de Moro já preparou seus principais projetos de lei
Camila Mattoso Folha
O futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, vai usar os primeiros dias
após sua posse para uma revisão interna, organizar secretarias e fechar
o pacote de medidas legislativas que pretende apresentar ao Congresso. A
cerimônia de transmissão do cargo ocorre no dia 2 de janeiro, pela
manhã. Com praticamente toda sua equipe já definida, o ex-juiz federal
começará o ano com reuniões sobre os cem primeiros dias de governo.
De início, a ideia é organizar as secretarias do ministério,
incluindo a nova criada por ele, de Operações Integradas —a chefia
ficará com Rosalvo Ferreira, ex-superintendente da Polícia Federal do
Paraná. REVISÃO DAS NORMAS – Paralelamente, uma parte da equipe estará focada em fazer uma grande revisão de normas para avaliar o que pode ser revogado.
A orientação de Bolsonaro é para que todos os ministérios façam uma
varredura no sentido de tentar desburocratizar a máquina pública. Em
reunião com ministros, esse foi um dos pontos mais destacados.
Além disso, haverá também um pente-fino de atos do governo Michel Temer dos últimos 60 dias, como também mandou o presidente. NOVAS LEIS – Moro deve concentrar a maior parte de
seus esforços na conclusão de um pacote de medidas legislativas que ele
quer enviar ao Congresso logo no início da nova legislatura, que começa
em fevereiro.
Ele se reunirá com técnicos para finalizar os projetos. O ex-juiz
federal já anunciou algumas de suas ideias para mudanças de lei. Entre
elas, estão: alteração de regras de prescrição de crimes, clareza na lei
para determinar execução de condenado em segunda instância, previsão de
execução das sentenças dos tribunais do júri independentemente de
recursos, proibição de progressão de regime prisional em alguns casos,
regulamentação de operações policiais disfarçadas, aumento de proteção
para denunciantes anônimos. ENDURECIMENTO – Há também propostas para o
endurecimento de regime para casos de corrupção e crimes violentos. Moro
tem dito que pretende fazer um pacote simples, inicialmente, e deixar
para mais para frente questões mais complexas, como a regulamentação do
lobby, por exemplo.
O Ministério de Segurança Pública, criado no início deste ano de
forma extraordinária, comandado por Raul Jungmann, deixará de existir.
Ele e Torquato Jardim, titular da Justiça, foram convidados para a
transmissão de cargo.
A cerimônia no dia 2 de janeiro marcará também a posse do novo
diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo, que substituirá o
atual, Rogério Galloro.
Jorge Béja Anuncia-se para hoje, a posse de Jair
Bolsonaro por volta das 14 horas. Isso significa eu o Brasil está sem
presidente da República desde à meia-noite do dia 31 de dezembro de 2018
e o cargo só será ocupado, após estar vacante, quando Bolsonaro tomar
posse e prestar o compromisso legal num Diário Oficial da União com
cerca de 5 mil páginas. Certamente serão publicados muitos atos eivados
de ilegalidade, outros não. Aqueles são o resultado da falta da consulta
prévia a Sérgio Moro. É bem possível que uma daquelas ilegalidades seja
a edição de um decreto alterando o Estatuto do Desarmamento. POSSE DE ARMA – Em
havendo discricionariedade, que é a faculdade que tem a autoridade
judiciária (delegado de polícia) de dar ou negar o Certificado de
Registro de Arma de Fogo a fim de permitir sua posse, em casa ou no
estabelecimento comercial de que seja titular o dono da arma, não será
por decreto presidencial que o poder discricionário desaparecerá. Nunca. Somente por meio de projeto de lei ou
de Medida Provisória (que pode ou não se transformar em lei pelo
Congresso Nacional) é que o poder discricionário será abolido. O
comentário aqui deixado pelo leitor Pedro Meira sobre o assunto é
sucinto, objetivo e está corretíssimo.
BLOG STEPHEN KANITZ
Segundo Hass McCook, um MBA de Oxford, a lavagem de dinheiro gira em torno de 2,5 do PIB de um país.
Isto inclui dinheiro da corrupção governamental, tráfico de drogas, roubo de carga, propinas do setor privado e estelionatos.
Ou
seja, a corrupção governamental não chega a 0,5% do PIB, embora seja
muito dinheiro quando dividido entre digamos as 1000 famílias mais
influentes do governo.
O que muitos esquecem é que boa parte dos
orçamentos dos governos está comprometida com salários, aposentadorias e
juros. E os investimentos novos, onde haveria margem de manobra, são
menores que 1% do PIB. E o roubo seria uma porcentagem destes 1%.
Corrupção não é o nosso grande problema, aliás eu até acho que está sendo resolvido internamente.
Digo
isto porque hoje as 1000 famílias mais poderosas deste país estão
fazendo a maioria de seus negócios no exterior. Perdoando dívidas na
Nigéria, comprando petroquímicas nos Estados Unidos, construindo portos
em Cuba, longe portanto do poder de fiscalização do Tribunal de Contas.
Graças à Receita Federal e a Lei da Responsabilidade Fiscal está cada vez mais difícil fazer negócios escusos aqui no Brasil.
Algo para se pensar.
BLOG STEPHEN KANITZ
Para o seu bem e o de Bolsonaro, não aceite as contas que você está herdando desses governos anteriores de Esquerda.
Adote os ensinamentos da Contabilidade por Responsabilidade, e livre-se das acusações que fatalmente virão.
Contabilidade normalmente serve os interesses dos acionistas, e no Brasil, do fisco.
Porém, a Contabilidade que você conhece não protege o gestor.
Por isso sugiro que você se proteja, e bem.
Na Contabilidade por Responsabilidade haverá clara distinção entre tudo o que você fizer, e tudo que você herdou.
Depois
deixe comigo, eu vou divulgar constantemente que você só pode ser
responsabilizado pelos seu atos, e não pelo desastre que você herdou.
Dia 1o. de Janeiro encerre o balancete do fim do dia, e atribua tudo à situação fiscal herdada.
Dia
2 de janeiro abra um balancete novo da União, um 2.0 por assim dizer,
com todas as contas zeradas, caixa zero, patrimônio zero, e não esse
negativo em quase 2,5 tri.
No final do Governo ou no dia em que você for destituído como Superministro, seu sucessor fará a mesma coisa.
Encerrará o seu balancete, e aí poderemos lhe avaliar corretamente.
Conhecendo você, seu balancete final trará um Patrimônio positivo, dinheiro no caixa, poucas dívidas.
Acho
que você não está ciente, converse mais com o Levy, mas você está
herdando um Passivo a Descoberto de R$ 7 trilhões, dos quais somente R$
2,5 estão contabilizados.
Isso significa que você não poderá,
apesar de prometido, vender nenhuma estatal, nem resgatar nenhum título
público a partir de 1o. de janeiro, porque seria Fraude ao Credor.
Você estaria privilegiando um credor contra os demais credores a descoberto.
Siga
esta sugestão que isso o protegerá contra as acusações injustas sobre o
passado, e de processos por fraude aos demais credores do Estado. Administração Responsável das Nações tem muito a aconselhar.
Quantos de vocês pensaram que longevidade é um item de consumo, e não uma obrigação da companhia de seguro?
Os
custos médicos e de saúde estão aumentando assustadoramente no mundo
todo. Nos Estados Unidos crescem 15% ao ano e já correspondem a 15% do
PIB, e com o envelhecimento da nossa população um dia será o mesmo valor
no Brasil.
Isto não significa que médicos ganharão mais com este
crescimento, pelo contrário. Médicos que já recebem mal vão receber cada
vez menos e terão problemas médicos cada vez mais difíceis nas suas
mãos para resolver. Isto já vem ocorrendo nos últimos 10 anos no Brasil e
é a razão da deterioração do atendimento geral em medicina.
Honorários
médicos são cada vez mais uma parcela menor do custo de medicina, o
grosso dos dispêndios vai para hospitais, remédios, exames clínicos,
serviços de enfermagem e seguros contra erros médicos. E no fundo, todos
estes agentes concorrem entre si neste orçamento geral cada vez mais
limitado.
Culpar as empresas de seguro-saúde ou o governo por esta
situação é não entender corretamente o problema. E por não entenderem o
problema, a maioria das medidas tem sido no sentido de manter uma
constante pressão para redução de custos, o que só piora a situação.
Precisamos
entender o problema real por trás destes problemas, porque atualmente
médicos, hospitais, laboratórios e seguros-saúde estão numa guerra de
todos contra todos, cada um tentando repassar o prejuízo para o outro.
NINGUÉM está ganhando dinheiro nesta área crítica para o futuro da
humanidade, ao contrário do que a maioria dos intelectuais deste país
acredita.
As companhias de seguro estão tecnicamente quebradas, no
sentido de que não estão provisionando os custos médicos que terão no
futuro com seus clientes à medida que vão envelhecendo.
Muitos
vivem no regime de caixa e não no regime de competência, o mesmo erro do
nosso sistema de previdência. Não estão levando em conta que velhos
gastam de 8 a 30 vezes mais do que gasta um jovem, então não se
surpreenda quando seu seguro-saúde quebrar justamente quando você mais
precisar dele.
Estima-se que 50% do orçamento médico durante uma vida é gasto nos últimos 2 a 4 anos de vida, nada disto está provisionado.
Não
resolvido este problema grave, a qualidade do atendimento médico neste
país cairá continuamente, como já está caindo, razão da minha
preocupação que é compartilhada por todo cidadão brasileiro.
O Conceito de Seguro-saúde mudou.
O cerne do problema é o conceito de seguro-saúde.
Seguro-saúde, seja governamental ou privado, não tem o mesmo sentido como antigamente, com os contínuos avanços da medicina.
Antigamente,
poucos tinham doenças que poderiam ser de fato curadas. A maioria das
doenças era incurável, por isto 50% dos custos médicos eram gastos nos
últimos dois anos de vida.
Na época, seguro-saúde era poupar ao
longo da vida para poder pagar pela doença que no fundo o levaria daqui.
Por isto, os primeiros a entrarem no ramo de seguro-saúde foram os
bancos, porque era mais uma questão financeira do que médica. Eles
recebiam as mensalidades ao longo dos anos e só devolviam a maior parte
no fim da vida do segurado, nem precisavam entender muito de medicina.
Os avanços na medicina mudaram esta lógica do seguro-saúde.
Hoje,
80% terá as chamadas doenças sérias, caras e de longo tratamento como
câncer e coração. Ou seja, não haverá seguro-saúde que aguentará
sucessivas doenças sérias e caras, mas que agora salvam o cliente.
Mais
dia menos dia, todos nós teremos uma doença séria e cara. Portanto, não
faz sentido pagarmos enormes quantias em dinheiro ao seguro-saúde para
recebermos de volta as mesmas enormes quantias.
O famoso cálculo
atuarial, onde todos pagam pelos tratamentos caríssimos de alguns, não
vale mais. Todos nós teremos eventualmente um tratamento caríssimo.
Para
que pagar custos administrativos das companhias de seguros, comissão de
venda, despesas de fiscalização, custos de inadimplências, fraudes
médicas e ainda pagar os “lucros exorbitantes” de empresas de
seguro-saúde segundo alguns, se todos nós teremos as mesmas doenças
graves e custosas nas nossas vidas?
No fundo o que mudou é que não estamos comprando mais saúde, e sim longevidade.
Longevidade e Seguro-saúde são dois conceitos diferentes.
Não
estou sugerindo o fim do setor de seguro-saúde, mas sim alertando o
consumidor e segurado que existe uma nova componente na equação que não
está sendo contemplada. A distinção entre garantir saúde para todo mundo
e garantir longevidade para todos.
Hoje, por erro de percepção do
verdadeiro problema, as companhias de seguro-saúde estão sendo
obrigadas a pagar não somente a saúde, mas também a natural erosão e
deterioração do corpo humano, como pontes safenas, hipertensão arterial,
que não são doenças adquiridas mas sim o curso natural da deterioração
do corpo humano.
Na hora da encrenca, o segurado não quer saber de
nada além da solução do problema, mas isto não é possível se não
tivermos pagado ao longo dos anos os valores necessários para tal.
O
que os especialistas da área da saúde, nossos jornalistas que cobrem a
área e os clientes que compram seguro-saúde não estão percebendo como já
foi dito, é que agora não estamos mais comprando seguro-saúde e sim
longevidade humana. E longevidade não tem preço. Ou pelo menos, o preço
será sempre maior do que aquilo que nós poupamos ou estamos dispostos a
pagar.
Quando membros do governo sugerem e conseguem a proibição
do aumento de preços de toda a área médica, eles estão reduzindo a
longevidade, o contrário do que pretendem, por não perceberem esta nova
realidade.
Ao querer proteger você dos médicos e do sistema de
saúde, o governo está reduzindo a sua longevidade, de forma lenta e sem
que ninguém perceba. Ao exigirem que seguros-saúde cubram doenças que
antes não existiam porque todo mundo morria antes, o governo deixará a
população sem longevidade e sem saúde também.
A
expectativa média de vida em 1960 era de 60 anos, agora é de 72, ou
seja, aumentou 12 anos, justamente na faixa em que existe a maior
incidência de falhas do organismo. Este aumento de 20% de expectativa de
vida gera um aumento de mais do que 50% de aumento nos custos dos
seguros, mas estes estão proibidos de cobrar este aumento.
Na questão de longevidade os gastos médicos são infinitos,
ao contrário das doenças que são finitos e até a pouco calculáveis por
técnicas atuariais. Você poderia gastar milhões de dólares reparando as
degenerações naturais do corpo humano, como pode fazer um trilhardário.
Mas, o governo e as companhias de seguro não podem nos tratar como se
cada um de nós tivéssemos os recursos financeiros ilimitados.
Pelo
menos em teoria, todos nós poderemos num futuro bem próximo comprar a
longevidade que quisermos, até certo ponto, basta poupar o dinheiro
necessário para tal durante sua vida produtiva.
Quem quiser viver
até os 80 simplesmente terá de pagar os exames preventivos necessários,
tomar os remédios adequados e arcar com os gastos necessários de,
digamos, R$ 100.000,00.
Quem quiser viver até os 90 provavelmente
terá de pagar um adicional, R$ 150.000,00, o custo de um transplante de
rim e uma ponte safena.
Quem quiser viver até os 100 provavelmente
terá de gastar algo em torno de R$ 500.000,00 ou mais, para trocar
vários órgãos e assim por diante.
Só que estes cálculos acima não
fazem o menor sentido num plano de saúde, nem queremos que planos de
saúde façam estes cálculos por nós. Não é o espírito do contrato, nem
tampouco poderemos fazer contratos de saúde diferenciados para quem quer
viver 80, 90 ou 100 anos. Ninguém pode garantir longevidade
contratualmente.
Decidir quanto dinheiro você está disposto a
gastar para aumentar sua própria vida não é mais uma decisão de saúde
nem uma questão médica. Ë uma questão financeira, o quanto você quer
gastar do seu patrimônio ou do patrimônio social
da coletividade para continuar vivo. E infelizmente, ou felizmente, o
Estado não pode nem tem os recursos para cuidar da longevidade de todos
ao limite máximo que todos nós desejaríamos. Quem vai ter que decidir
isto é você e sua família, não o Ministério da Saúde.
Obama está
neste momento decretando mais uma falência dos Estados Unidos,
oferecendo seguro saúde para 40 milhões de americanos, para poder se
eleger. Aí falam mal do Bolsa Família.
Várias
pessoas responsáveis já discutiram com seus médicos um limite fixo
nestes gastos, para não comprometer as finanças da família num coma
prolongado, por exemplo. Curiosamente, nem temos legislação que permita
fazer isto.
Médicos têm a responsabilidade legal de manter todos
vivos, custe o que custar, outra razão para os problemas atuais dos
médicos e da medicina em geral.
Não há dinheiro suficiente no
mundo para manter toda a população viva para sempre, nem privado muito
menos público. Esta verdade tem de ser disseminada, uma realidade cruel,
mas a realidade atual está sendo mais cruel ainda, porque ela é
injusta.
Hoje, alguns estão tendo tratamentos que aumentam sua
longevidade à custa dos outros que pagam a conta. Estamos diante de uma
questão ética de enorme complexidade.
Vejamos: você faz um
seguro-saúde privado e descobre que a empresa está gastando fortunas com
outros clientes, não para curar doenças e sim para aumentar a
longevidade de alguns dos segurados até os 110 anos.
Você porém é
jovem, com saúde, e percebe que continuando assim não vai sobrar
dinheiro para cuidar de você na velhice. Isto é justo?
Ou então,
você descobre que os clientes mais velhos do seguro estão pressionando
para trocar fígados e rins deteriorados por simples uso natural o que
está tornando o seu seguro-saúde caro demais para o seu bolso.
Ingenuamente, as pessoas acham que é o dono da companhia de seguro quem
paga todas estas contas, na realidade são os próprios mutuários, ou
seja, você.
Por que você deveria pagar esta conta se você só fez
um seguro-saúde para cobrir partos, pernas quebradas, bronquites e
pneumonias?
Se o governo não definir esta questão terá diante de si uma classe média que irá exigir estes direitos adquiridos ilimitados, bem como teremos dezenas de companhias de seguro falidas sem condições de honrá-los.
Precisamos
evitar os erros que outros países já cometeram, como nos Estados
Unidos, que têm um Medicare falido com passivo superior a 20 trilhões de
dólares, que a nova geração terá de pagar.
Isto será uma mudança
brutal de concepção e de expectativa em termos de saúde que exigirá uma
enorme campanha educacional. Uma enorme mudança cultural onde clientes e
pacientes terão de se conscientizar de que não poderão esperar que
tenham assistência médica para combater a natural deterioração do corpo
humano.
Quantos de vocês pensaram que longevidade é um item de
consumo, e não uma obrigação da companhia de seguro? Quantos de vocês
pouparam o suficiente para viver até os 90 com dignidade?
Quando
um consumidor compra uma viagem para a Disney, será que ele está sabendo
que aquele dinheiro poderia lhe comprar 5 anos de vida? Ninguém nos
avisou, e por quê?
Estamos mentindo a nós mesmos ao achar que as
companhias de seguro nos manterão vivos diante de tantos avanços da
medicina, que vai curando uma doença atrás da outra, algo que ninguém
imaginava quando os cálculos atuariais foram feitos.
Saúde e degenerescência do corpo humano são duas questões que requerem duas abordagens econômicas e financeiras diferentes.
Se quisermos salvar vidas teremos que tirar da equação os problemas de longevidade.
Isto
devolverá aos seguros-saúde o seu equilíbrio financeiro, aumentará os
salários médicos e reduzirá a guerra de todos para com todos.
Devolverá ao Estado as suas verdadeiras responsabilidades, a de prevenção, vacinas e correção de defeitos genéticos.
Temos poucos anos para mudar toda uma forma de raciocínio construída antes destes maravilhosos avanços da medicina.
Se
deixarmos claro que degeneração do corpo é um problema caríssimo de se
resolver, a população terá mais preocupação médica, com mais respeito
aos problemas como fumo, sedentarismo e obesidade que contribuem no
processo de degeneração.
Caso contrário, teremos uma conta impagável, ou pior, teremos empresários ou governos decidindo quem vai viver e quem vai morrer.
Algo inadmissível numa democracia e num estado de direito.
Reitero a expressão: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
A esperança mais uma vez toma conta de nossas mentes e corações. As
pessoas se cumprimentam com votos de um ano de grandes realizações. Mas
afinal, o que são realizações? O que é sucesso?
Definições de alguns estudiosos sobre sucesso:
– Êxito, triunfo, vitória, sensação de glória; de sorte; felicidade;
– Significa ter êxito em alguma coisa;
– Ter um resultado feliz em algo;
– Conseguir chegar ao fim de uma empreitada.
Se avaliarmos friamente algumas pessoas de “sucesso”, percebemos que
apesar de tantas realizações materiais, êxito, triunfo, são pessoas
sedentas de amor e esperança.
O sucesso está nas pequenas coisas da vida. Num abraço sincero e num sorriso verdadeiro.
Sucesso é viver cada dia com a intensidade de maneira que façamos, falemos e perdoemos a quem nos ofendeu ou a quem ofendemos.
Por vezes, ficamos magoados por coisas tão pífias, que não fazem nenhum sentido à proporção que damos a elas.
Não tenha vergonha de perdoar ou de pedir perdão, de reconhecer que errou.
A vida é muito curta para que a vivamos com intrigas e desamor.
Relatarei três características relevantes para nos tornarmos pessoas de sucesso:
– As pessoas de sucesso são apaixonadas pelo que fazem independente do que a sociedade julga como profissão de sucesso;
– As pessoas de sucesso possuem foco e determinação e não tem vergonha de recomeçar;
– As pessoas de sucesso são pessoas alegres (por dentro e por fora), além de serem empáticas.
Que tenhamos neste novo ano a oportunidade de recomeçar e tentar
acertar. Avaliar o que deu certo e em quais pontos precisamos melhorar.
Será fácil? Com certeza, não! Mas a evolução consiste no simples fato de se propor fazer a diferença.
Findo com a sugestão de buscar sermos pessoas melhores, mais humildes
e humanas. Olhar o outro, fazer algo pelo outro, enxergar os que estão à
nossa volta.
Reitero a expressão: “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
Que 2019 seja um ano de oportunidades novas. Jaciara Santos é Master Coach
Brasileiros graduados no exterior têm até os dias 23 e 24 de janeiro
para selecionarem os municípios de alocação. Já nos dias 30 e 31 de
janeiro, médicos estrangeiros terão acesso ao sistema para optarem pelas
localidades em aberto.
Tribuna da Bahia, Salvador
26/12/2018 15:21
|
Atualizado há
5
dias,
8
horas e
56
minutos
Foto:
Karina Zambrana /ASCOM/MS
O Ministério da Saúde prorrogou o prazo para escolha
de vagas por médicos formados fora do país e que já enviaram
documentação para participar do Programa Mais Médicos. Brasileiros
graduados no exterior têm até os dias 23 e 24 de janeiro para
selecionarem os municípios de alocação. Já nos dias 30 e 31 de janeiro,
médicos estrangeiros terão acesso ao sistema para optarem pelas
localidades em aberto.
De acordo com a pasta, 10.205 profissionais
brasileiros e estrangeiros com habilitação para exercício da medicina
no exterior (sem registro no Brasil) completaram a inscrição no
programa. As documentações ainda estão em análise. A publicação da
validação dos médicos brasileiros aptos à escolha de municípios está
prevista para 22 de janeiro e a dos estrangeiros, para 29 de janeiro,
conforme o novo cronograma.
Inicialmente, foram disponibilizadas
842 vagas em 287 municípios e 26 Distritos Sanitários Especiais
Indígenas (DSEI). Os postos abertos são referentes às localidades não
ocupadas na segunda seleção aberta para médicos que possuem registro no
Brasil. Dados do ministério apontam que 1.707 profissionais escolheram
localidades. Eles devem se apresentar entre os dias 7 e 10 de janeiro.
“Os
profissionais que decidirem não comparecer mais às atividades devem
informar ao município alocado, que comunicará a desistência ao
Ministério da Saúde. Os candidatos que desistirem dos postos terão as
vagas colocadas de volta ao edital do Mais Médicos e o sistema será
atualizado com as vagas disponíveis para os profissionais formados no
exterior”, informou a pasta. Confira o cronograma das próximas etapas:
De 07/01 a 10/01 – apresentação nos municípios dos médicos com registro no Brasil.
De 23/01 a 24/01 – médicos brasileiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis.
De 30/01 a 31/01 – médicos estrangeiros formados no exterior escolhem vagas disponíveis.
31 de Dezembro de 2018 às 22:19 Por: Vagner Souza/BNews Por: Redação BNews
O
prefeito ACM Neto disse, em coletiva na noite desta segunda-feira (31),
na Arena Daniela Mercury, que a intensa briga ocorrida na noite
passada, durante o Festival Virada Salvador, foi um caso isolado.
Para
tal afirmativa, o gestor do Município usou como parâmetro as 2 milhões
de pessoas que participam do evento durante cinco dias.
"É
possível que esta arma branca que foi identificada dentro da Arena tenha
passado por outra forma que não através da revista. Nós inclusive
estamos apurando isso, porque é algo que a gente quer evitar de toda
forma que aconteca, mas foi um episódio isolado", afirmou. Ainda segundo
ele, o trabalho de revista no local é efetivo. Um homem foi preso após desferir golpes de facão durante o show da banda La Fúria, na noite de domingo (30). *Com informações do repórter Tiago Di Araújo