MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço

 



Fortinet


Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço

  • No Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a empresa anunciou dados que apontam para uma nova tendência de ampliação das atividades voltadas à preparação dos ataques

  • No 1º semestre de 2026, a Fortinet registrou 249,3 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao Brasil

  • Varreduras ativas, distribuição de malware e mineração irregular de criptomoedas superam, em seis meses, os volumes registrados durante todo o ano de 2025

 

São Paulo, agosto de 2026, FCS Brasil – Relatório inédito da Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em segurança cibernética que impulsiona a convergência de rede e segurança, aponta uma tendência de mudança no perfil de ataques cibernéticos direcionados ao Brasil. Apresentado durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a nova edição do relatório do Cenário Global de Ameaças traz dados dos primeiros seis meses deste ano e revela uma crescente valorização das etapas iniciais da cadeia de ataque – isto é, de mapeamento e de reconhecimento das vulnerabilidades e oportunidades para ações maliciosas – e de novas dinâmicas de financiamento das atividades criminosas, ampliando o uso de criptomoedas.

No primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 249,3 bilhões de tentativas de ataques e atividades maliciosas. Com destaque para 9 bilhões de varreduras ativas, volume 44% superior ao total registrado em todo o ano de 2025. Essa etapa passou a ter importância superior para os grupos cibercriminosos que, ao localizar pontos vulneráveis conseguem selecionar melhor os alvos que trarão o retorno esperado antes de iniciar uma tentativa de comprometimento.

Diante desse cenário, a Fortinet afirma que com a IA os criminosos trabalham de forma mais inteligente e com menos esforço. O relatório do Cenário Global de Ameaças revela como os agentes maliciosos estão utilizando a IA agêntica para executar ataques mais sofisticados.

Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil, afirma que o cibercrime é uma das ameaças mais disseminadas e que mais causam prejuízos financeiros no mundo “nas previsões de ameaças cibernéticas para 2026, alertamos o mercado de que os cibercriminosos estão funcionando como empresas semiautônomas. Incentivar o combate ao cibercrime nunca foi tão importante. Por isso, durante o Fortinet Cybersecurity Summit deste ano buscamos mostrar como a companhia está empenhada em combater o cibercrime, coletando e compartilhando informações sobre ameaças e trabalhando ativamente para combatê-las em escala global”, finalizou Tostes.

As ações de etapa final da cadeia de ataque figuram no relatório do 1º semestre de 2026 com 238 bilhões de tentativas de negação de serviço e 6.932 incidentes de ransomware. Outro ponto de atenção apontado pela Fortinet está na distribuição de malware, o Brasil contabilizou 406,8 milhões de atividades relacionadas à disseminação de softwares maliciosos no primeiro semestre de 2026, mais que o dobro identificado em todo o ano de 2025, que registrou 187,5 milhões de atividades desse tipo.

“Os dados do relatório reforçam as recomendações, análises e anúncios que fizemos durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil para todos os setores da economia: a segurança cibernética precisa evoluir suas operações para uma defesa industrializada também, e adotar ferramentas com IA que respondam e protejam na mesma velocidade que as ameaças modernas. A Fortinet defende o uso de uma plataforma unificada de operações de segurança, com tecnologia de IA, capaz de reduzir a complexidade operacional e acelerar as investigações, permitindo que as empresas brasileiras se defendam contra ameaças impulsionadas por IA em escala”, explica Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil.

A análise, elaborada pelo FortiGuard Labs, laboratório de inteligência de ameaças da companhia, utiliza como referência o modelo Cyber Kill Chain, que acompanha as diferentes fases de um ataque cibernético (do reconhecimento do alvo até a execução do objetivo). A etapa final da cadeia de ataque segue como as mais empreendidas em meio às atividades maliciosas, respondendo por mais de 95% das atividades mapeadas. Contudo, na perspetiva histórica do monitoramento do cibercrime, o laboratório da Fortinet identificou essa ascensão das iniciativas de reconhecimento. Ou seja, apesar da capacidade de disseminar milhões de ações simultâneas, os cibercriminosos têm investido tempo e preparação na identificação dos alvos e das melhores oportunidades de ataque, potencialmente as que tiverem maior impacto e melhor retorno.

O relatório do FortiGuard Labs ainda destaca que o Brasil recebeu no período:

  • 976 mil tentativas de drive-by download na fase de entrega do ataque; 

  • 42 milhões de atividades relacionadas a botnets no Brasil;

  • Os registros de trojans triplicaram ao saltar de 32 milhões, no último ano, para 100 milhões apenas no 1º semestre de 2026; 

  • Diferentemente de ataques pontuais, esse tipo de abordagem com trojans permite que os agentes maliciosos permaneçam dentro dos sistemas enquanto avaliam novas possibilidades de exploração.

 

Criptomoedas
Entre os indicadores que ganharam relevância no período está o crescimento das tentativas de cryptominer. Diferentemente de ataques que buscam impacto imediato, como ransomware ou negação de serviço, esse tipo de atividade está associado à exploração contínua de recursos computacionais obtidos de forma ilegal. As tentativas de cryptominer no Brasil também apresentaram crescimento significativo, alcançando 69 mil ocorrências em 2026, acima do total registrado durante todo o ano passado.

Esse comportamento amplia a discussão sobre os impactos financeiros do cibercrime. Além dos custos para as empresas associados à interrupção de operações ou recuperação de ambientes, ameaças desse tipo podem representar consumo indevido de recursos tecnológicos, aumento de utilização de infraestrutura e perda de eficiência operacional.

“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de recursos computacionais comprometidos. Atividades relacionadas a cryptominer revelam uma lógica diferente de monetização, os criminosos estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”, explica Bonatti.



Sobre a Fortinet

A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.


Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360

Nenhum comentário:

Postar um comentário