Por Redação Bocão News | Fotos: Agência Brasil
Juca Ferreiras (Cultura) é um dos ministros que está com a malas
prontas para deixar o governo tão logo a presidente Dilma Rousseff (PT)
seja afastada pela comissão especial do Senado que analisa o processo de
impedimento da mandatária. Embora não comente o assunto, Juca está
inconformado com uma especulação que vem sendo divulgada com intensidade
nos últimos dias: trata-se da junção do Ministério da Cultura com o da
Educação.
No
bojo da reforma proposta por Michel Temer, vice-presidente que assumirá
a chefia do Poder Executivo assim que Dilma for afastada, há uma clara
intenção de reduzir a quantidade de ministérios, ainda que a absorção de
pastas não represente em si grandes economias e tampouco seja
suficiente para tirar o país da crise, a ideia do peemedebista, segundo
pessoas próximas a ele, é dar uma resposta a aqueles que pedem redução
do tamanho da máquina pública.
Neste sentido, reduzir o número de ministérios é essencial, embora não represente necessariamente um corte de gasto significativo. A ideia é antagônica à da atual gestão que criou ministérios e fundou secretarias com status ministerial com o objetivo de atender a determinados segmentos que precisavam de foco e “poder de fogo”, no entanto, não é incorreto afirmar que muito mais poderia ter sido feito nestes anos. Ou seja, o fato de uma secretária não necessariamente garante atenção e eficiência no atendimento das demandas de determinada área.
Voltando ao ministério da Cultura, Michel Temer ainda não falou sobre o assunto. Juca Ferreira também não comentou oficialmente o assunto. O fato é que Marta Suplicy, a senadora que trocou o PT pelo PMDB, caso não seja eleita prefeita de São Paulo, pode ser indicada ao ministério da Cultura/Educação. Outro senador, Cristovam Buarque (PPS) também teve o nome aventado, mas já se negou a participar da eventual futura gestão de Michel Temer.
Neste sentido, reduzir o número de ministérios é essencial, embora não represente necessariamente um corte de gasto significativo. A ideia é antagônica à da atual gestão que criou ministérios e fundou secretarias com status ministerial com o objetivo de atender a determinados segmentos que precisavam de foco e “poder de fogo”, no entanto, não é incorreto afirmar que muito mais poderia ter sido feito nestes anos. Ou seja, o fato de uma secretária não necessariamente garante atenção e eficiência no atendimento das demandas de determinada área.
Voltando ao ministério da Cultura, Michel Temer ainda não falou sobre o assunto. Juca Ferreira também não comentou oficialmente o assunto. O fato é que Marta Suplicy, a senadora que trocou o PT pelo PMDB, caso não seja eleita prefeita de São Paulo, pode ser indicada ao ministério da Cultura/Educação. Outro senador, Cristovam Buarque (PPS) também teve o nome aventado, mas já se negou a participar da eventual futura gestão de Michel Temer.
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