IA que resolve (ou tenta): empresas começam a sair dos chatbots e encaram o desafio dos agentesNovo movimento no setor de comunicação aponta para uma mudança menos sobre responder e mais sobre executar São Paulo, abril de 2026
– Durante anos, os chatbots ocuparam o centro das estratégias digitais
de atendimento. Prometeram escala, agilidade e redução de custos.
Entregaram parte disso, mas também acumularam frustrações: respostas
limitadas, fluxos engessados e pouca capacidade de resolver problemas
mais complexos. Agora, começa a ganhar força uma nova abordagem:
agentes de Inteligência Artificial capazes não só de conversar, mas de
agir. É nesse contexto que a Sinch passa a estruturar sua oferta em
torno do conceito de agentic conversations, uma camada que permite
colocar esses agentes para operar em canais como WhatsApp, RCS, SMS, voz
e e-mail, conectados aos sistemas das empresas. A mudança não é
apenas tecnológica, mas de expectativa. Se antes a IA era usada
principalmente para responder perguntas, agora a cobrança é outra:
resolver demandas completas, mesmo quando envolvem múltiplas etapas,
dados internos e diferentes canais. No Brasil, onde o uso de
aplicativos de mensagem é massivo e o RCS começa a avançar, esse tipo de
transição tende a acontecer mais rápido. Ao mesmo tempo, a
popularização da IA generativa acelerou o interesse por soluções que
consigam ir além da interface conversacional. Mas há um ponto
menos visível nessa discussão: fazer um agente funcionar no mundo real é
mais difícil do que fazê-lo responder bem. Para executar tarefas, esses
sistemas precisam acessar dados, acionar processos e operar com
segurança. Também precisam lidar com volume, falhas, regras regulatórias
e riscos como fraude ou uso indevido. É justamente nessa camada
que a Sinch posiciona sua atuação: menos como fornecedora de um agente
específico e mais como infraestrutura para que diferentes agentes possam
operar em canais de comunicação. “Existe uma diferença grande entre um
agente que responde bem e um que consegue realmente concluir uma ação”,
afirma Daniel Morris, Chief Product Officer da Sinch. “Quando você entra
na execução, entram também questões de segurança, integração e
confiabilidade.” A proposta da empresa é permitir que as
companhias avancem nesse modelo sem ficarem presas a uma única
tecnologia ou fornecedor. Isso inclui desde o uso de ferramentas
próprias até a integração com soluções desenvolvidas internamente ou por
parceiros. O movimento também antecipa um aumento relevante no
volume de interações. Se agentes passam a executar tarefas, a tendência é
que mais etapas da jornada do cliente migrem para canais
conversacionais, ampliando o tráfego em mensagens, voz e e-mail. Com
isso, a discussão deixa de ser apenas sobre inteligência artificial e
passa a envolver infraestrutura, governança e controle. A pergunta
que começa a surgir não é mais se a IA consegue conversar bem — mas se
ela consegue operar com consistência em ambientes reais, onde cada
interação pode envolver dados sensíveis, regras específicas e
consequências concretas. É nesse espaço mais complexo que a próxima fase
da comunicação entre empresas e clientes começa a se desenhar. Sobre a Sinch A
plataforma líder de comunicação em nuvem da Sinch permite que as
empresas cheguem a todos no planeta, em segundos ou menos, por meio de
mensagens móveis, e-mail, voz e vídeo. Mais de 150 mil empresas,
incluindo muitas das maiores empresas e operadoras móveis do mundo, usam
a plataforma de tecnologia avançada da Sinch para se envolver com seus
clientes. Desde sua fundação em 2008, a empresa tem crescido
rapidamente. Está sediada em Estocolmo, Suécia, e tem presença local em
mais de 60 países. As ações são negociadas na NASDAQ de Estocolmo:
XSTO:SINCH. Para saber mais, clique aqui. Assessoria de imprensa DFREIRE Comunicação e Negócios (11) 5105-7171/ (11) 97399-0031 Debora Freire - debora@dfreire.com.br - (11) 99976-1165 Luciana Abritta – luciana@dfreire.com.br (11) 99299-0411 Estela Naime - estela@dfreire.com.br - (16) 99762-1467 |
Nenhum comentário:
Postar um comentário