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O que o cigano, o negro, o islâmico e outras minorias devem aprender é que não se libertam da miséria enquanto aceitarem viver proibidos pelo branco de esquerda de se criticarem livremente a si mesmos. Gabriel Mithá Ribeiro para o Observador:
Seria
impensável, há meio século, sequer imaginar a dimensão da patologia
mental coletiva para onde a esquerda conduziu os povos, especialmente na
Europa (a França afunda-se sem paralelo) e nas Américas (o Brasil e
sobretudo os Estados Unidos da América são outros casos).
Alimento
a esperança de os portugueses, articulados com o crescimento do Partido
Chega, destacarem-se no caminho do resgate da sanidade mental da
espécie. Basta que nos articulemos, cada vez mais, em torno de três
questões decisivas para que se reabram as portas do progresso
civilizacional universal de que tanto necessitamos.
Primeira pergunta: Quem instiga o ódio racial?
Que
eu saiba, hoje apenas os indivíduos de pertença racial branca ocidental
nascem condenados por supostos crimes raciais que cometeram antes de
terem nascido.
Libertar
a futura descendência do estigma da culpa à nascença é um dever
inerente à condição maternal e paternal. A pretexto do combate sem
fronteiras ao dito racismo, o amor de mãe, pai, avó, avô nunca foi tão
desumanizado. Não é por serem brancas ocidentais, ou com essa
ascendência identitária, que as crianças não têm o direito a nascer
livres e inocentes.
Também
a pretexto de precaver crimes num futuro que ninguém sabe qual será, a
pertença racial branca de matriz ocidental é a única condenada por
antecipação. Desde os bancos de escola, os indivíduos são policiados
sobre o que pensam, dizem ou fazem como não acontece a nenhuma outra
pertença racial na face da terra.
Não
existem tempos mais sombrios, não existem regimes mais desumanos e
repressivos do que aqueles que condenam os indivíduos por aquilo que
herdam à nascença ou que os condenam por antecipação.
A
violência da inquisição, a violência dos totalitarismos, a violência do
Islão assassino e demais radicalismos ou a virulência do ativismo
antirracista atual alimentam-se do pior da miséria humana, o atropelo de
princípios morais elementares. Estamos de regresso à barbárie.
A
esquerda progressista acrescentou ainda outro detalhe sórdido: fazer,
ou permitir que se faça, das minorias trelas para uma parte da população
branca domesticar, intimidar, reprimir, insultar a outra parte da
população branca.
Segunda pergunta: Quem é hoje supremacista branco?
Que
se saiba, indivíduos e comunidades que são criticados e que aprendem a
tolerar a crítica autocorrigem todos os dias as suas atitudes e
comportamentos e prosperam geração após geração. Pelo contrário, os
excluídos da crítica social livre dificilmente se libertam de
predisposições para a desinserção social, delinquência, corrupção,
violência social.
Não
é difícil entender: o branco passa a vida a criticar o branco, e de
forma impiedosa, pelo menos desde Martinho Lutero no século XVI. Com o
fim dos impérios coloniais europeus, entre as décadas de sessenta e
setenta do século XX, os ideólogos esquerdistas, daí em diante donos
mentais da espécie, passaram a instigar as minorias e demais povos a
criticarem os povos brancos ocidentais de todas as formas e feitios. Aos
últimos só passou a ser tolerado o elogio e jamais a crítica a outras
pertenças raciais e povos.
Resultado:
a discriminação racial transitou para fórmulas das mais perversas da
história. Basta saber que a liberdade da crítica social sempre foi e
será a fonte da prosperidade dos povos.
O
que o cigano, o negro, o islâmico e outras minorias e povos têm de
aprender é que não se libertam do falhanço, miséria ou violência
enquanto aceitarem viver proibidos pelo branco de esquerda de se
criticarem livremente a si mesmos, serem livremente criticados pelos
outros e elogiarem a pertença racial branca.
Não
custa perceber as razões da violência criminal, corrupção ou
irresponsabilidade política progressista andarem há meio século a
destruir a América Latina, a África ou o Mundo Islâmico.
Ao
banir a liberdade da crítica social, ou tão-só a liberdade, a esquerda
arrastou a espécie de regresso à barbárie da desumanização.
Terceira pergunta: Quem ameaça o Estado de Direito e a Democracia?
A
discriminação racial sempre foi e será instigada pelo Estado, nunca
pela Sociedade. É historicamente irrefutável que as diferenças raciais
apenas se transformam em racismo, apenas geram sentimentos
crescentemente agravados de humilhação, injustiça, exclusão social,
tensões ou violência quando o atributo racial entra na órbita do Estado
para corromper a neutralidade e imparcialidade racial do ordenamento
jurídico.
Seja
porque a classe política, por via da lei, decidiu impor a discriminação
racial negativa, a origem da patologia racial do século XX. Seja porque
a classe política, por via da lei, impõe hoje a discriminação racial
positiva, a origem da patologia racial do século XXI. Discriminar
negativamente alguém é beneficiar injustamente outros. Discriminar
positivamente alguém é sobrecarregar injustamente outros.
Foi
assim no tempo do nazismo (1933-1945), da África Colonial ou do
Apartheid na África do Sul (1948-1994) onde hoje prossegue em forma
invertida e muitíssimo mais violenta. Foi e continua a ser assim nos
Estados Unidos da América. A França deixou-se arrastar apenas com
diferença de intensidade em relação às demais sociedades ocidentais.
Felizmente algumas começam a escapar (Polónia, Hungria, Áustria ou
Itália).
A
discriminação racial sempre foi e será filha da perversão do estado de
direito. É por isso que o Partido Chega sabe não poder ceder na absoluta
neutralidade e imparcialidade racial das leis. Só assim se defende o
estado de direito, a justiça social ou a democracia.
Vamos continuar a deixar destruir as nossas sociedades ou vamos travar a fundo a ignorância esquerdista?
Postado há 3 weeks ago por Orlando Tambosi

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