Doria e uma manada de outros “heróis antivírus” proibiram o exercício da
atividade econômica no país e governo federal é impedido de agir. J. R.
Guzzo, via Metrópoles:
Os “direitos trabalhistas” no Brasil, codificados como uma das
grandes conquistas do ser humano na Consolidação das Leis do Trabalho
são um atraso de vida para o trabalhador brasileiro até quando o país se
vê sob o ataque de um vírus de impacto planetário.
Esqueça os desastres que a CLT
traz para as empresas, para a geração de empregos e para o avanço da
economia brasileira – fiquemos só no interesse do menor de todos na
escala, que é quem trabalha. Ou o governo intervém com força total, na
crise criada pelo pânico do coronavírus, ou teremos uma desgraça ainda
pior do que aquela que foi construída. Mais: faça o que fizer, a
“sociedade civil” vai cair em cima matando.
Não é preciso se informar sobre o assunto – basta dizer que “o
governo Bolsonaro” está sacrificando “os mais pobres”. É um disparate,
mas, e daí? O Brasil de hoje funciona cada vez mais na base da demência.
No caso, temos o seguinte: como o governador João Doria e uma imensa manada de outros “heróis antivírus” proibiram o exercício da atividade econômica no país, imaginem o que aconteceu? Milhares de empresas não vendem nada e não têm dinheiro para pagar os funcionários.
Na grande conquista dos pobres, que é a CLT, todos teriam
simplesmente de ser demitidos e depois ir reclamar para o bispo. O
Ministério da Economia está, agora, tentando colocar de pé um sistema em
que a empresa é autorizada a pagar metade do salário que pagava, dos
quais o governo cobre 25%, e o infeliz que está na porta da rua consegue
segurar pelo menos um pouco do que tinha. Perguntem se ele prefere essa
solução ou ficar com zero, como lhe garantem seus “direitos
trabalhistas”.
Mas o governo está errado. Os grandes patriotas são os que querem
continuar destruindo empregos para “salvar” o Brasil do coronavírus.
BLOG ORLANDO TAMBOSI

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