MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 4 de abril de 2026

Salvador desmente a nota do estado

 

JORNAL A REGIÃO

A Secretaria de Saúde de Salvador rebateu as alegações do governo estadual sobre o fluxo de avaliação vascular nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). A SMS destaca que as UPAs são voltadas ao atendimento de urgência e emergência, com foco na estabilização clínica dos pacientes.

Elas sem seguida enviam os pacientes, que necessitam, para os hospitais. "A chamada avaliação vascular especializada não faz parte desse escopo assistencial, tendo sido incorporada pelo município de forma adicional, como uma colaboração à dinâmica estadual de regulação, para liberação de leitos", diz.

No entanto, a prefeitura conta que essa medida não tem surtido o efeito esperado. "Mesmo com a realização da etapa complementar, centenas de pacientes seguem aguardando transferência para unidades hospitalares, já regulados e com indicação de internação", explica.

Atualmente, 327 pacientes permanecem nas UPAs municipais nessa situação, incluindo casos vasculares. "Ou seja, são pacientes que já foram atendidos e estabilizados pelas equipes municipais, mas que continuam ocupando leitos de urgência por depender de vagas hospitalares sob gestão estadual".

A prefeitura de Salvador afirma que o cenário evidencia que o entrave não está na etapa complementar realizada pelo município, mas na oferta de leitos para continuidade do cuidado. Diante disso, a SMS optou por revisar fluxos que não fazem parte das atribuições diretas das UPAs.

A Prefeitura reforça que o atendimento à população segue garantido, com acolhimento, estabilização e inserção dos pacientes no sistema de regulação, conforme preconiza o SUS. Destaca ainda que o pleno funcionamento da rede de urgência e emergência depende da atuação entre Município e Estado.

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