Referência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) em
captação de órgãos, o HCN se tornou um grande aliado dessa causa,
instruindo e estimulando familiares e pacientes sobre a importância de
ser um doador. Apesar da difícil decisão e da dor da perda, as famílias
são abordadas e amparadas pela equipe multidisciplinar da comissão
responsável, composta por profissionais do serviço social,
fisioterapeutas, psicólogos, equipe médica e de enfermagem, entre outros
departamentos importantes para a efetivação da captação.
“É
importante trabalharmos, cada vez mais, na capacitação dos nossos
profissionais, para o melhor acolhimento das famílias doadoras. O
momento é delicado e para obtermos a autorização dos entes queridos
existe um serviço humanizado de acolhimento”, ressalta João Batista da Cunha, diretor assistencial do HCN.
O
Dr. Rogério Camapum, um dos médicos da equipe que auxiliou no
procedimento de captação dos rins, é natural de Uruaçu e expressou sua
gratidão por poder realizar esse trabalho tão importante em sua cidade
natal. “Me sinto muito lisonjeado e honrado de poder estar de volta
em Uruaçu, minha cidade maravilhosa, para realizar essa captação que vai
beneficiar muitas vidas. Fico muito feliz em poder ajudar outras
pessoas, em especial sendo aqui na minha cidade”, afirma o médico.
Doação de órgãos
No
Brasil, mais de 65 mil pessoas aguardam na lista de espera por órgãos,
um dos maiores números dos últimos 25 anos. A posição da pessoa na fila
depende de uma combinação de tipagem sanguínea, compatibilidade de peso e
altura, genética e critérios de gravidade distintos para cada órgão.
Quem regula a fila é o Sistema Único de Saúde (SUS) e independe de ser
um paciente da rede pública ou privada. Os órgãos doados vão para
pacientes que aguardam na fila nacional única, controlada pelo Sistema
Nacional de Transplantes.
A
doação de órgãos é um ato de amor que possibilita salvar muitas
pessoas. Para se tornar um doador em vida, a pessoa deve ter mais de 21
anos e concordar com a doação, desde que não comprometa sua própria
saúde. A doação após morte encefálica só acontece com autorização da
família. Por isso é importante comunicar para as pessoas mais próximas o
desejo de se tornar um doador.
Assessoria de Comunicação do HCN
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