Além do valor, a classe também pede a condenação e indenização por
perdas e danos materiais e também danos morais. “Essa ação visa garantir
os direitos do transporte por táxi previstos em lei”, explica o
presidente da AMT, Valdeilson Miguel.
Após o recebimento da Ação Civil pela Justiça Estadual, os taxistas
pretendem agendar ainda uma carreata até a Justiça Estadual para
explicar as dificuldades encontradas pela classe.
Carreata
Na última terça-feira (23), os taxistas saíram em carreata pela cidade
contra o Uber. Eles usaram suas buzinas e apitos para chamar a atenção
por onde passam.
Os taxistas protocolaram um dossiê com denúncias sobre o transporte
clandestino. Segundo o coordenador jurídico do MPF, Dennis Martins, o
documento será encaminhado para o mesmo procurador que já estava com um
outro dossiê que havia sido protocolado pela categoria no ano passado.
O taxista Gilberto de Oliveira afirmou que a categoria quer manter o
direito de trabalhar. "Só estamos aqui pelo direito trabalhar
dignamente. Eu tinha dois filhos em escola particular e agora minha
realidade não está permitindo mais", contou.
VERDINHO DE ITABUNA
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