MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Relatório da Oxfam mostra a urgência de tributar super-ricos no Brasil e no mundo

 


Projetos tramitam no Congresso Nacional desde setembro passado e prevêem recursos para políticas sociais

O relatório Lucrando com a Dor, apresentado pela Oxfam na abertura do Fórum Econômico Mundial, dia 22/05, explicitou a urgência de tributar os super-ricos no Brasil e no mundo. De acordo com o estudo, a pandemia da covid-19 foi “um dos melhores momentos da história para a classe bilionária” e impulsionou “o maior aumento sistêmico da desigualdade de renda já visto”.

São 573 novos bilionários no mundo que ganharam dinheiro com a dor e o sofrimento de milhões de pessoas. São empresários do setor alimentício, grandes petrolíferas, gigantes farmacêuticas e de tecnologia que controlam as redes sociais e plataformas digitais.

No Brasil o cenário de crise jogou para a insegurança alimentar cerca de 120 milhões de pessoas e o país voltou ao mapa da fome, enquanto o número de bilionários subiu para 55, de acordo com o ranking da revista Forbes. O desemprego está em patamares recordes e o atual governo brasileiro encerra a gestão com o salário mínimo menor do que quando entrou em 2019, antes da pandemia.

“É decisão política acabar com a pobreza, a marginalização e a fome. Com esforço coletivo da população e participação predominante dos super-ricos é perfeitamente possível acabar com a pobreza”, afirma o auditor fiscal e vice-presidente do Instituto Justiça Fiscal (IJF), Dão Real Pereira dos Santos.

“Na pandemia, mesmo com a economia estagnada, os bilionários acresceram 40% na sua riqueza. Parte desse acréscimo provém do empobrecimento da população. Isso é injustiça”, aponta o auditor fiscal.

Justiça fiscal e seguridade social

O IJF é uma das 70 organizações nacionais que integra a campanha Tributar os Super-Ricos que defende tributar apenas 0,3% da população mais rica aumentando a arrecadação em R$ 300 bilhões ao ano. Esse percentual abrange apenas 59 mil pessoas entre 213 milhões de brasileiros.

Seis projetos elaborados pela campanha tramitam no Congresso Nacional desde setembro de 2021 condicionando parte da receita aos atingidos pela Covid, tanto aos mais de 130 mil órfãos como para tratamento das sequelas.

Para o dirigente do IJF, se dependesse do mercado o número de pobres só aumentaria e a renda e riqueza concentraria infinitamente nos super-ricos. “É preciso que o Estado promova justiça fiscal. Por isso é tão importante aprovar os projetos que tributam as grandes fortunas, as altas rendas e os grandes patrimônios acumulados com isenção ou subtributação, enquanto os pobres pagam proporcionalmente muito mais impostos”, resume Dão Real.

Exigência ética

A Associação Nacional em Apoio e Defesa dos Direitos das Vítimas da Covid-19 Vida e Justiça é uma das entidades que reforça a importância de aprovar a tributação dos super-ricos e destinar à seguridade social para reduzir o flagelo da crise sanitária aprofundada pela ineficiência do governo federal.

“Há milhares de vítimas da covid-19 desamparadas após a doença que sofrem as mais variadas sequelas – desde problemas crônicos de saúde física e mental, além das dificuldades econômicas e sociais como a orfandade resultante de vidas perdidas”, observa o coordenador executivo da Associação Vida e Justiça, Renato Simões.

Ele acentua que a pandemia atingiu mais profundamente os setores tradicionalmente excluídos e acumulou riquezas na mão de poucos. “A reforma tributária como proposta pela campanha é uma exigência ética da pandemia”, conclui Simões.

O que propõe a campanha?

Entre os principais projetos da campanha estão os que corrigem distorções no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) como a isenção sobre lucros e dividendos distribuídos na pessoa física e a dedução de juros sobre o capital próprio, elevando alíquotas para as altas rendas, isentando os que menos ganham.

Cria Contribuição de Altas Rendas (CSAR) para quem ganhar mais de R$ 720 mil reais anuais e institui o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF) para pessoas físicas que ultrapassarem a R$ 10 milhões. Eleva a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro e do setor extrativo mineral, que aumentaram lucros mesmo em tempos de crise econômica e de pandemia.

A campanha visa a desonerar empresas do Simples com receita bruta de até R$ 360 mil anuais, reduzindo a alíquota em até 60%, abrangendo 75% das empresas. Propõe novas regras de repartição de receitas da União entre Estados e Municípios, acrescentando R$ 83 bilhões para Estados e R$ 64 bilhões para Municípios.

Prevê ainda revisão dos benefícios fiscais, combater a evasão e a sonegação fiscal e cobrar os grandes devedores da Previdência Social e da Fazenda Nacional.

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Assessoria de imprensa:

Katia Marko (MTB 7969) e Stela Pastore (MTB 7586)- (51)99913.2295

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Problemas com Despejo? Saiba como a Lei funciona neste caso

 


Nós falamos com o Dr. Robert Beserra sobre como funciona o Despejo por atraso de aluguéis 

  No ano passado o senado brasileiro aprovou uma lei que proibia despejo durante a pandemia, mas com o fim da emergência de saúde essa decisão deixou de valer e por isso pessoas com aluguel atrasado podem correr o risco de despejo. 

 Embora todos saibam o que é ser despejado, na prática não é tão simples quanto parece e um processo de despejo pode levar meses para chegar ao fim. Um proprietário não pode por conta própria exigir que um inquilino desocupe um imóvel e enquanto a ação não for decidida por um Juiz, o inquilino tem o direito de permanecer no local alugado, mesmo que não esteja pagando há bastante tempo. No entanto, a partir de um dia de atraso de aluguel, o proprietário do imóvel pode dar entrada em uma ação de despejo. 

 Em qualquer um dos casos, sendo inquilino ou proprietário, o ideal é procurar auxílio de um advogado. Se você quer saber mais como funciona na prática a lei em casos de despejo e outras desavenças que podem ocorrer durante um contrato de aluguel com pagamentos atrasados, nós consultamos o advogado Robert Beserra sobre as principais dúvidas envolvendo despejo, bloqueio de imóvel e situações irregulares. Veja o que ele disse: 

1- Robert, a partir de quantos aluguéis atrasados um proprietário pode entrar com processo de despejo?

Embora na prática se adote o procedimento de se acionar a justiça após vencido o segundo aluguel, na verdade basta um dia no atraso do pagamento do aluguel do mês para que seja autorizado o despejo.

2- Um proprietário pode exigir que um inquilino com aluguéis atrasados saia do imóvel sem ordem judicial?

O locador não pode tirar o inquilino do imóvel “à força”, ou seja, invadir o imóvel para tomá-lo de volta. Antes de fazer isso, ele deve buscar um advogado para que verifique a realidade contratual e ajuíze uma ação judicial apropriada visando tanto a rescisão do contrato como uma possível medida liminar de despejo, que é uma decisão que, atendidos os requisitos da lei, poderá ser dada no início do processo para autorizar desde logo a desocupação do bem.

  

 3- Proprietários de imóveis podem ‘’bloquear’’ fechaduras eletrônicas de apartamentos e flats?

Se tratando de um contrato de locação típico, do mesmo modo que a retomada do imóvel “à força”, isto é, sem ordem judicial, é proibida, é também ilegal ao locador realizar o bloqueio das fechaduras eletrônicas de apartamentos e flats para que o locatário não consiga acessar o interior do imóvel. Também é ilegal remover pertences do inquilino, cortar-lhe serviços públicos essenciais (ex. água ou eletricidade) ou remover janelas e portas visando forçar o locatário a deixar o imóvel ou a pagar o aluguel. O locador deve sempre buscar seus direitos junto ao Poder Judiciário, e sempre deve buscar o acompanhamento e a instrução de um bom advogado.

4- O que fazer quando um proprietário ameaçar bloquear um apartamento ou executar um despejo sem ordem judicial devido a inadimplência de um inquilino?

O ideal é registrar um boletim de ocorrência e produzir provas (ex. fotografias, impressões, gravações da tela de celular, etc.), para depois facilitar ao inquilino na busca de seus direitos, e até mesmo visando uma eventual indenização por conta de algum comportamento abusivo por parte do locatário.

5- Muitas imobiliárias alugam apartamentos para contratos de um ano ou mais, mas utilizam contratos nomeados como ‘’contrato de hospedagem’’ em que incluem cláusulas que falam de ‘’bloqueio de apartamento’’ e ‘’penhora de bens’’ se houver atraso superior a 10 dias no pagamento do aluguel. Este tipo de contrato é legal?

Quando a ocupação for rápida, de curto prazo, e o local oferecer serviços de hospedagem, é possível realizar um contrato de hospedagem, que não segue como base a Lei do Inquilinato, mas o Código Civil e, neste caso, podem ser tomadas ações como a lacração do imóvel no caso de falta de pagamento, independentemente de ordem judicial – claro, tudo isso deve estar muito claro dentro do contrato. Por outro lado, se a estadia ou moradia for de longo prazo, ou o imóvel não oferecer serviços, a hospedagem fica descaracterizada, e as partes ficam obrigadas a seguir a Lei do Inquilinato.

 

 

Dr. Robert Beserra


Este texto pode ser publicado gratuitamente para fins jornalísticos.

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Luciano Hang estreia novo visual em campanha de aniversário da Havan

 


O dono da Havan, Luciano Hang, está de visual novo. Para celebrar o aniversário de 36 anos da varejista, o “Véio da Havan” apresentou ao público uma nova versão do terno verde e amarelo, umas das suas marcas registradas.

Como o momento é de festa, o terno verde e amarelo foi repaginado e surge com ainda mais personalidade. Com uma proposta jovem e descolada, o novo terno do “Véio da Havan” foi confeccionado com muito brilho e paetê, uma tendência indispensável no guarda-roupa dos fashionistas. “A minha roupa ficou linda! Essa é uma ocasião que pedia uma celebração especial. Completamos 36 anos, plantando a Havan pelo Brasil, criando empregos e oportunidades. Nunca tivemos medo de ousar e fazer das coisas de maneira diferente. O retorno disso é o carinho dos nossos clientes, que são os mais amados do Brasil. Estamos muito felizes e tenho certeza que essa roupa vai fazer sucesso”, destaca Luciano Hang.

A nova roupa do “Véio da Havan” faz parte da campanha “Comemorar com você é o nosso presente”, que traz ainda a versão especial da música “Whisky a Go-Go”. O hit das pistas de dança foi adaptado para destacar as vantagens da varejista e claro, convidar os clientes para participar da festa.

Havan no Amazonas

A comemoração de aniversário também vai contar com a chegada da Havan em um novo estado. No dia 24 de junho, será entregue aos clientes de Manaus a Havan de número 172, primeira filial no Amazonas. Com o novo empreendimento, a varejista passa a estar em 22 estados brasileiros. A Havan ficará no Shopping Manaus Via Norte, com funcionamento diário das 9 às 22 horas. 

VEJA O VÍDEO DA CAMPANHA!

Avó viaja 1 mil km para pedir ajuda a Luciano Hang

 


Nena Reimberg é avó do adolescente Miguel, que precisa da doação de medula óssea. Hoje no Brasil, pelos menos 650 pessoas aguardam pelo transplante

O empresário Luciano Hang, recebeu nesta terça-feira, 31 de maio, uma visita comovente: uma avó que busca de todas as formas encontrar a cura para o neto. Nena Reimberg, veio de Pouso Alegre (MG) para encontrar Luciano e pedir ajudar na busca por um doador de medula óssea para o neto Miguel, de 15 anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), pelo menos 650 pessoas aguardam por um transplante de medula óssea no Brasil. Miguel faz parte dessa angustiante espera. Ele foi diagnosticado com Aplasia Medular, uma doença rara da medula óssea e somente um doador compatível pode salvar a sua vida. “Vim em busca de ajuda, pois sei da visibilidade do Luciano e queremos encontrar novos doadores. Não precisamos de dinheiro e sim, da sensibilidade das pessoas em ser doadoras. Essa corrente do bem pode salvar o meu neto e muitas outras pessoas”, destacou a avó.

Como doar?

Para se tornar um doador de medula óssea basta procurar o hemocentro da sua cidade ou região, ter idade entre 18 e 35 anos e um bom estado de saúde em geral. Durante a inscrição como doador voluntário, será retirado uma pequena quantidade de sangue (10ml) para testes genéticos. Essas informações vão para o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) e serão cruzadas com os dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar a compatibilidade. Todo o procedimento é feito gratuitamente, tanto para doadores, quanto pacientes.

O empresário Luciano Hang, ficou muito comovido com a busca de dona Nena, que vevio de tão longe pedir apoio a ela nessa corrida contra o tempo. Ele reiterou a importância das pessoas atenderem o clamor dessa avó: “A cura do Miguel e todas essas pessoas que aguardam por uma medula compatível pode estar em cada um de nós, basta a gente ajudar. Vamos fortalecer essa corrente do bem!”.

Mais informações: http://redome.inca.gov.br/

VEJA COMO FOI O ENCONTRO!

Matéria-prima: 71% das indústrias registraram alta acima do esperado

 

01/06/2022 – ECONOMIA


Pesquisa da CNI mostra um agravamento da pressão sobre os preços dos insumos, coincidindo com o

início da guerra na Ucrânia. Setor aponta para aceleração nos custos e atraso na entrega dos insumos

A alta dos preços de insumos e de matérias-primas atingiu o setor industrial de modo inesperado em março. A última Sondagem Especial feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o aumento dos custos de insumos e matérias-primas nacionais superou as expectativas de 71% das empresas, na média indústria extrativa e de transformação, e de 73% no caso específico da indústria da construção civil. Foram ouvidas 1.842 empresas, sendo 744 pequeno porte, 660 médio porte e 438 de grande porte.

Entre as empresas que dependem de insumos importados no seu processo produtivo, 58% das empresas na indústria extrativa e de transformação e por 68% na construção relatam aumento de preços acima do esperado. O gerente-executivo de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, explica que a pressão sobre os preços coincide com a invasão da Ucrânia pela Rússia, que, além da grave consequência humanitária, também agravou a desestruturação das cadeias de suprimento.

“O conflito e as sanções impostas à Rússia acentuaram o problema das cadeias de suprimentos, gerando gargalos no fornecimento de insumos e energia, além de barreiras ao sistema de logística internacional. Esse fato provoca atrasos e interrupções no fornecimento de insumos, além da excessiva elevação de preços, como temos visto”, explica.

Em cinco setores, o aumento generalizado dos preços nacionais surpreendeu mais de 80% das empresas. São eles: Produtos de Borracha, Biocombustíveis, Metalurgia e Veículos automotores Produtos de Limpeza. A alta de custos nos insumos importados superou as expectativas de 100% das empresas de biocombustíveis, de 94% das indústrias de produtos de borracha, de 75% do setor de impressão e 73% da indústria química.

43% das indústrias pretendem trocar fornecedores estrangeiros por nacionais

 

As dificuldades e os atrasos nas cadeias de suprimentos começam a gerar uma reconfiguração na produção das indústrias brasileiras. De acordo com a pesquisa da CNI, 40% da indústria geral (extrativa e de transformação) e 54% da indústria da construção que dependem de insumos importados pretendem mudar a estratégia de aquisição de insumos e matérias-primas e buscar fornecedores no Brasil. Entre as empresas que já compram no Brasil, 43% da indústria geral (extrativa e de transformação) e 50% da indústria da construção afirmam que buscam outros fornecedores no país.

A parcela de empresas nacionais que busca por fornecedores alternativos fora do país é de 18% na indústria extrativa e de transformação e de 3% na construção civil.

Caiu o percentual de empresas que acreditam em normalização na oferta de insumos ainda neste ano

A proporção de empresas na indústria extrativa e de transformação que preveem normalização da oferta de insumos e matérias-primas, ainda em 2022, foi de 39%. Em outubro de 2021, 80% das indústrias acreditam na reestruturação das cadeiras produtivas neste ano. O percentual de empresas da indústria geral e da indústria da construção que esperam normalização apenas em 2023 é de 25% e 36% para produtos nacionais e 31% e 45% para importados.

Também chama a atenção o percentual de respostas “Não sei/prefiro não responder” sobre as expectativas de normalização das cadeias de suprimento, o que sinaliza as dificuldades na definição de previsões diante do contexto atual.

Confira aqui imagens de apoio e entrevista em vídeo com gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, sobre a Sondagem Especial.

Na entrevista, Marcelo Azevedo fala sobre a falta de insumos da virada do ano, entre 2021 e 2022 (00:00'), os resultados da sondagem (00:17'), as expectativas de normalização (00:54'), a revisão em estratégias de aquisição de insumos nacionais e importados (01:20') e sobre os impactos do conflito Ucrânia e Russia nas empresas (01:40').


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Máscaras personalizadas usadas em sessões de radioterapia infantil do InRad reduzem uso de sedativo em até 32%

 


Criado em 2019 com o objetivo de humanizar o tratamento, projeto de customização dos acessórios facilita a adesão dos pacientes mirins ao tratamento 

São Paulo, 01 de junho de 2022 – Para facilitar a adesão das crianças ao tratamento de câncer, técnicos do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) decidiram customizar as máscaras usadas durante as sessões de radioterapia. Criado em 2019 pelos técnicos do InRad com o objetivo de humanizar o tratamento, o projeto já beneficiou aproximadamente 235 crianças. Outro resultado importante foi a diminuição da sedação dos pacientes, que caiu em até 32%, o que também influencia na duração da sessão e no custo do tratamento.

As máscaras termoplásticas são obrigatórias nas sessões de radioterapia, tanto para adultos quanto para crianças, a fim de imobilizar o paciente para que a radiação ionizante seja direcionada corretamente ao tumor. No caso dos pacientes mirins, isso nem sempre é possível, o que torna necessário a aplicação de sedativos. Além dos efeitos colaterais do medicamento calmante, que vão desde irritabilidade a alterações do ritmo de sono e da alimentação, a sessão que normalmente dura 20 minutos pode levar até uma hora e meia (contando desde a aplicação do sedativo ao despertar do paciente).

Já na primeira consulta com o médico, os pacientes de 1 a 13 anos, recebem orientações sobre cada etapa no combate ao tumor. Eles são acompanhados também por uma equipe multidisciplinar de saúde e técnicos em radioterapia que explicam a importância de ficar na mesma posição, sem se mexer, durante a sessão de radioterapia. O próximo passo é escolher o tema da máscara – super-heróis e princesas estão entre os preferidos das crianças. Por fim, os pequenos também recebem uma fantasia e, ao final do tratamento, um certificado.

De acordo com os idealizadores do projeto, os técnicos do InRad Robson Souza e Katia Brito, ele foi inspirado em modelos de hospitais norte-americanos. A prática já foi documentada em estudos científicos – como, por exemplo, uma pesquisa realizada pela International Journal of Radiation Oncology. Por essa razão, os técnicos do InRad têm ainda a intenção de publicar futuramente os dados que levantaram desde o início do projeto, assim como apresentar os resultados positivos em congressos de saúde.

International Journal of Radiation Oncology – “Reducing Anesthesia and Health Care Cost Through Utilization of Child Life Specialists in Pediatric Radiation Oncology” – disponível em: https://www.redjournal.org/article/S0360-3016(16)30298-X/fulltext Último acesso em 18/05/2022.

Sobre o InRad

O Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) é um centro de excelência em pesquisa, diagnóstico e terapias por imagem. Também é responsável pela produção farmacêutica de itens utilizados diariamente para pesquisas clínicas e, ainda, de produtos usados na rotina clínica e fármacos produzidos no setor de medicina nuclear. É lá que fica o ‘cíclotron’, acelerador de partículas que produz a fórmula radioativa de glicose FDG (Fluorodesoxiglicose), usados em exames PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons).

Além disso, o InRad conquistou a classificação de melhor centro de medicina nuclear do mundo pela Agência Internacional de Energia Atômica. Por ano, passam pelo InRad 215 mil pacientes. Nos últimos quatro anos, foram realizados mais de 1,5 milhão de exames, entre ultrassonografia, radiologia geral, tomografia computadorizada, ressonância magnética, medicina nuclear e mamografia. No instituto são 82 equipamentos de radiologia de última geração para realizar mais de 300 mil exames por mês, 25 mil só de raios-X.

Contatos para a imprensa

Camilla Conde – camila.conde@gbr.com.br | (11) 98270-1333

Distrito Federal recebe roadshow do Grupo Stefanini para discutir o impacto das metodologias ágeis nos negócios

 


O encontro passa por outras três cidades e busca disseminar estratégias para geração de valor aos clientes

Distrito Federal, maio de 2022 – O Grupo Stefanini, que acredita no poder das metodologias ágeis para solucionar problemas de negócios e agregar valor dentro da cultura Customer Centric, promoverá ao longo dos meses de maio e junho uma série de roadshows sobre o tema. O Stef Talks de Agilidade chega ao Distrito Federal, no dia 2 de junho, após passar por Belo Horizonte, em 19 de maio, e Rio de Janeiro, no dia 25. A série finaliza em São Paulo no dia 10 de junho, com a participação dos CEOs Global e Brasil, Marco Stefanini e Marcelo Ciasca. No encontro, o diretor de Business Agility e Agile Development do Grupo Stefanini, Renato Sozzi, abordará como as metodologias ágeis podem ser um diferencial competitivo para as empresas, impactando diretamente – e de maneira positiva – na geração de negócios. Na ocasião, Sozzi apresentará alguns projetos cocriados com clientes de segmentos variados, como energia, indústria e varejo. “Durante os roadshows, compartilharemos resultados práticos, que reforçam a eficiência das metodologias ágeis no desenvolvimento de jornadas que valorizem a experiência e, consequentemente, tragam valor ao negócio. No Agile, a entrega não é apenas uma abordagem de processos, mas uma entrega de valor”, complementa Sozzi. O modelo ágil é muito utilizado para construir produtos e serviços, bem como reorganização de processos de negócios, de uma forma que dê previsibilidade dentro do processo, para que o conhecimento do que está acontecendo a passos curtos permita corrigir a rota de maneira rápida, quando necessário, a fim de chegar mais depressa e próximo possível do resultado desejado pelo cliente. Nesse modelo, as equipes não esperam muito tempo para entender que talvez estejam errando ou indo num direcionamento diferente do que o contratante precisa, elas têm a capacidade de atuar de forma rápida para conseguir corrigir o curso e atender as demandas com excelência. “Para ter sucesso nesse processo, é necessário algo muito importante: o alinhamento de expectativas e perspectivas”, finaliza.

Sobre a Stefanini A Stefanini é uma multinacional brasileira com 34 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 41 países, a Stefanini é a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral.

Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Flavia Cunha– flavia@dfreire.com.br Talita França – talita@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Dia do Planejamento Familiar

 

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O Núcleo Recife do Grupo Mulheres do Brasil, que tem como uma das líderes Roseana Faneco, assinala o belíssimo trabalho do Instituto de Planejamento Familiar (IPFAM) e parabeniza a forte atuação das fundadoras Ana Clara Polkowski e Lilian Leandro em prol da conscientização das mulheres sobre seu direito legal de acesso a métodos contraceptivos e do próprio debate sobre o tema na sociedade civil e no âmbito político.

O IPFAM propôs audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participava do Senado Federal, realizada na última segunda-feira (30 de maio) para a discussão da criação do Dia do Planejamento  Familiar. Segundo Roseana, que participou do debate junto a outros representantes de entidades ligadas ao planejamento familiar, direitos e saúde da mulher e cidadania, o pedido foi acolhido pela senadora Mara Gabrilli e data, se aceita, deve ser comemorada no dia 26 de setembro.