MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quinta-feira, 31 de março de 2022

Arena 22: Náutico é o time base da Copa do Nordeste; confira a seleção

 


Fortaleza conta com três jogadores e o técnico Vojvoda na seleção do fantasy game; Ceará e CRB completam a lista com os mais escalados

Se em campo Sport e Fortaleza fazem a grande final da Copa do Nordeste neste final de semana, fora dele os torcedores online do Arena 22 (www.arena22.com.br), fantasy game oficial da competição, preferiram escalar a sua seleção do torneio com quatro jogadores do arquirrival Náutico. O Fortaleza conta com três jogadores e o técnico, já o Ceará tem três atletas entre os mais escalados, seguido do CRB com um. O fato curioso é que nenhum jogador do Sport – finalista do campeonato - mitou na escolha dos torcedores.

Entre os jogadores mais escalados pela torcida, por posição, estão o goleiro João Ricardo (Ceará); os zagueiros Titi (Fortaleza), Gum (CRB) e Luiz Otávio (Ceará); os laterais Júnior Tavares e Hereda (ambos do Náutico); os meio-campistas Yago Pikachu (Fortaleza) e Jean Carlos (Náutico); e os atacantes Moisés (Fortaleza), Mendoza (Ceará) e Ewandro (Náutico). O técnico mais valorizado foi Juan Vojvoda (Fortaleza).

Com o final da Copa Nordeste se aproximando, o Arena 22 também terá Fantasy de modo Tiro Curto (por rodada) para os Campeonatos Brasileiros das Séries A e B para aproveitar as participações dos grandes clubes do Nordeste. "Reconhecendo que a torcida nordestina é muito grande, bastante apaixonada e representada por verdadeiros fanáticos pelo futebol, queremos continuar servindo esse público com entretenimento e competições esportivas", afirma David Gough, Head da plataforma.

“Na cultura brasileira, a essência do futebol é paixão e o torcedor brasileiro é emocional e fanático, mas também demonstra seus conhecimentos para além do clubismo. “Ele acredita, como todas as forças, que o seu time é o melhor e, claro, que sabe mais do que o colega! Isso o incentiva a provocar, brincar e até palpitar nos jogos e, quem sabe, mitar e faturar prêmios!", explica o executivo.

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Instituto Arte na Escola abre inscrições para o 23º Prêmio Arte na Escola Cidadã

 

 

Professores selecionados ganham prêmio de 10 mil reais e as melhores ações são registradas em documentários

 

Reconhecer o valor de projetos desenvolvidos por professores de Artes é o principal foco do Prêmio Arte na Escola Cidadã, promovido pelo Instituto Arte na Escola. Este ano, em sua 23° edição, o PAEC segue valorizando criações que despertam novos olhares e inspiram alunos, cidadãos e comunidades. Os professores premiados ganham um prêmio de R$10.000,00 (dez mil reais). O Instituto Arte na Escola também vai produzir documentários para registrar as práticas dos projetos premiados, para que possam inspirar outros educadores. Estarão aptos a participar os professores que desenvolveram propostas envolvendo uma ou mais linguagens artísticas (música, teatro, artes visuais, dança), realizadas entre 2019 e 2021, em escolas públicas ou particulares. As inscrições ficam abertas até o dia dia 03 de abril, e devem ser realizadas através do site do Prêmio: www.artenaescola.org.br/premio .

            O PAEC, maior prêmio brasileiro voltado para arte-educação, incentiva que a Arte seja trabalhada para além da apreciação de obras artísticas, mas como forma de estruturar  o pensamento, com o objetivo de envolver os alunos com situações de narrativa, protagonismo e senso de pertencimento. Ao todo, são cinco categorias de premiação: Educação Infantil, Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). A cerimônia de premiação e o anúncio dos premiados está prevista para acontecer no dia 21 de julho.

 

“O Prêmio Arte na Escola Cidadã hoje representa o único prêmio destinado a professores de Arte brasileiros que estão inseridos no ensino formal. Essa premiação estimula a criação livre de professores e professoras, que na sala de aula criam projetos inovadores, estimulando a criatividade e o desenvolvimento cidadão dos alunos. Nós, do Instituto Arte na Escola, esperamos estimular outras ações de professores que, mesmo não tendo participado das edições anteriores do PAEC, aqui possam se ver espelhados nos projetos desses professores premiados. Essa talvez seja a maior importância do Prêmio Arte na Escola Cidadã no contexto da educação formal brasileira”, explica Jaqueline Vasconcellos, coordenadora de projetos do Instituto Arte na Escola.

            Todos os anos o Prêmio homenageia um artista brasileiro, e, pela primeira vez, uma criadora da área de Teatro foi eleita. Em 2022, o Prêmio homenageia a atriz-MC, cantora, diretora e pesquisadora Roberta Estrela D’alva, usando a peça ‘Antígona Recortada - Contos que Cantam sobre Pousopássaros’ como inspiração para o  material pedagógico que o Instituto Arte na Escola oferece para todos os professores inscritos - premiados ou não.            Além do Material Educativo, todos os inscritos também terão acesso a um curso online, desenvolvido a partir do trabalho de Roberta Estrela D’Alva, focado especialmente em práticas educativas teatrais.

 

“A escolha por Roberta Estrela D'Alva parte de uma vontade do IAE em estimular  o diálogo entre a aula de artes com outras disciplinas do currículo obrigatório, no ensino formal. Roberta, que é uma atriz MC, como ela mesma se intitula, do Teatro Hip Hop, é sobretudo uma atriz da palavra. Como uma criadora de SLAM, ela representa para nós uma artista multifacetada cuja obra propicia que o professor de arte entrecruze a matéria de português e literatura, por exemplo, com o próprio fazer artístico, incentivando seu aluno a realizar conexões entre conhecimentos. Além disso, Roberta é muito reconhecida no panorama nacional das artes cênicas, tendo recebido diversos prêmios ao longo da sua trajetória, dentre eles o Prêmio Shell de Teatro, um dos maiores prêmios concedidos a atores no teatro brasileiro”, finaliza Jaqueline.

            O 23º Prêmio Arte na Escola Cidadã é uma das ações que integram o Plano Trienal Instituto Arte na Escola - 2020/2022, que tem a apresentação da Lei de Incentivo à Cultura e Iochpe Maxion; patrocínio da CSN, Maxion Wheels, Banco Bradesco, Aliança Navegação e Logística, Hamburg Süd, Usiminas e VELT Partners; copatrocínio da Jandaia, Polimix  e BIC. A realização fica por conta do Instituto Arte na Escola, Fundação Iochpe, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 

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SOBRE O IAE

O Instituto Arte na Escola é uma associação civil sem fins lucrativos que, desde 1989, qualifica, incentiva e reconhece o ensino da arte no Brasil, promovendo  formação docente continuada através de  Polos em Universidades que formam a Rede Arte na Escola, presente em 32 cidades do país.

Além dos encontros de formação, o IAE elabora cursos online,  produz  e distribui materiais educativos para subsidiar os professores em sala de aula. A série de lives ‘Processos de Criação’ é uma das ações pensadas pelo Instituto. Nomes como Paulo Tatit, Barbatuques, Luiz de Abreu, Hilton Cobra e muitos outros  já participaram dessa ação.A Midiateca IAE disponibiliza, gratuitamente, mais de 62 documentários sobre arte brasileira, sendo 41 online, acompanhados por materiais educativos e cadernos do professor. Todos os materiais e informações sobre o IAE podem ser encontrados no site (artenaescola.org.br).–

Informações para a imprensa

Mika Mattos (Jornalista)

mika.artenaescola@gmail.com


Uma sociedade dividida e os patamares da pobreza

 


Paulo Roberto Haddad*

No período que se estende no pós II-Grande Guerra até 1980, o Brasil teve 33 anos, em dois ciclos de expansão, em que a taxa de crescimento da economia foi superior a 7,5 % ao ano. Se tivéssemos mantido esse ritmo de crescimento, o brasileiro poderia ter atualmente, em média, um padrão de vida equivalente ao que tem o italiano ou o espanhol hoje em dia. Entretanto, nas últimas quatro décadas, o Brasil tornou-se um país de baixo crescimento econômico, sendo que, desde 2014, a nossa economia encontra-se semiestagnada com quase 30 milhões de desempregados, subempregados ou desalentados (os que deixaram de procurar emprego).

A falta de um processo de crescimento sustentado da economia brasileira tende a expandir o tripé das desigualdades sociais ao longo do tempo: as desigualdades da renda entre as famílias e entre as pessoas, as desigualdades da riqueza financeira e não financeira, e, principalmente, as desigualdades de oportunidades para que os jovens possam realizar os seus projetos de vida. O Brasil tem uma das mais elevadas taxas de desigualdades sociais do Mundo, o que ficou escancarado durante o ciclo da pandemia do coronavírus. Há, atualmente, segundo o IBGE, mais de 67 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza, dos quais muitos se encontram na miséria social. Somos uma sociedade dividida entre poucos brasileiros muito ricos e muitos brasileiros pobres e miseráveis.

Em um país de baixo crescimento ou em recessão crônica não se forma um excedente econômico que possa financiar as políticas de geração de renda e emprego ou, até mesmo, as políticas sociais compensatórias. As experiências históricas de diversos países nos mostram que:

  • As economias de mercado que apresentam melhor desempenho econômico sustentado são as que têm os melhores indicadores de igualdades sociais.
  • Políticas econômicas que aumentam as desigualdades sociais resultam em menor crescimento econômico.
  • As economias de mercado que têm piores indicadores de desenvolvimento social sustentável são as economias com pior distribuição de renda e de riqueza, independentemente do seu nível de desenvolvimento.
  • Políticas públicas bem concebidas e implementadas têm a capacidade de reduzir sensivelmente o número de pobres e de miseráveis de um país ou de uma região.
  • Economias de mercado que se envolveram em processos excessivos e dominantes de financeirização têm os seus níveis do tripé de desigualdades acentuados.

Entre os indicadores de desigualdades mais recentes, dois fatos merecem destaque: cresceu o número de pobres que se tornaram miseráveis (segmentos D e E da sociedade) e é possível identificar as trajetórias de empobrecimento de grupos sociais da classe média (funcionários públicos, profissionais liberais, microempresários, etc.) pelo desemprego, pelo apelo ao subemprego, pela fragilidade financeira ou pela perda de poder aquisitivo.

A trajetória, nesse caso, tem observado, frequentemente, o seguinte passo a passo: após a primeira queda de renda real, busca-se recompor o padrão de vida através da monetização dos ativos financeiros e não financeiros acumulados no passado. Esgotada essa alternativa ao longo dos meses, o efeito cremalheira ou a resiliência do padrão de consumo já conquistado induz a diferentes formas de endividamento (cartão de crédito, prestações), que pode ser fatal no momento seguinte. Um novo passo ocorre quando se abre mão do padrão de consumo, migrando do plano de saúde particular para o sistema público de atendimento à saúde, do aluguel em residências localizadas em bairros de classe média para moradias em áreas periféricas, etc. Nesse passo a passo, acumula-se o desalento, perde-se a autoestima, aumentam o estresse e a tensão emocional.

Quando um país passa por uma recessão prolongada ou por um extenso período de crescimento econômico muito baixo, a pobreza vai se configurando em diversos patamares que se diferenciam quanto ao acesso dos pobres a bens e serviços públicos e privados que atendam às suas necessidades básicas de sobrevivência, com o mínimo de dignidade humana. Não basta destacar como evoluem os indicadores de concentração de renda e de riqueza nacional, é também necessária uma imersão nas entranhas de cada patamar da pobreza a fim de se formularem e implementarem as políticas públicas mais adequadas à realidade de cada um.

Se a atual geração deixar como valor de legado para as futuras gerações de brasileiros uma sociedade dividida entre poucos ricos e muitos pobres miseráveis, terá confessado sua derrota na boa luta para a construção do futuro. E como disse o nosso poeta maior, Carlos Drummond de Andrade, em “Elegia 1938”: “Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes sozinho dinamitar a Ilha de Manhattan”.

*Paulo Haddad é Membro do conselho consultivo no Instituto Fórum do Futuro. Economista, com especialização em Planejamento Econômico no Instituto de Estudos Sociais de Haia – Holanda, Professor Emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, ex-Ministro da Fazenda e do Planejamento. Presidente da PHORUM Consultoria e Pesquisas em Economia e Diretor da AERI – Análise Econômica Regional e Internacional.

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Fundacred apoia 5º Conecta por mais inovação e crescimento escolar no Brasil

 


Fundação de crédito educacional será parceira de evento, que fomenta o desenvolvimento do ensino privado, marcado para 13 de abril

A Fundacred, fundação sem fins lucrativos com atuação nacional no segmento de crédito educacional, é patrocinadora da 5° edição do Conecta, considerado o maior evento de inovação e crescimento escolar do Brasil. Idealizado pela instituição independente Escolas Exponenciais, com o intuito de ajudar o mercado nacional das escolas de ensino privado, o congresso deste ano é norteado pelo tema “Ressignificando o futuro da escola”. Voltando ao formato presencial, o Conecta ocorrerá no dia 13 de abril, das 8h às 18h, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A iniciativa tem como objetivo contribuir para que as escolas consigam alavancar seu crescimento. Com um dia inteiro de conteúdos, debates e networking, o Conecta possibilita a construção de um novo olhar sobre o papel da instituição de ensino, além de promover reflexões sobre novos significados para uma gestão escolar mais inovadora. Ao todo, serão 28 palestras voltadas a estratégias utilizadas para o sucesso das instituições de ensino.

Visando aumentar as possibilidades de futuro pessoal e profissional dos estudantes, a Fundacred possui um serviço de crédito educacional voltado ao ensino médio – o CredNEX. Assim, facilitando o investimento de famílias durante a etapa final de formação do ensino básico, proporciona mais qualidade e suporte ao estudante em um momento importante da vida acadêmica. O financiamento ajuda a cobrir parte da mensalidade dos estudos e os valores do crédito só são devolvidos após a data prevista de conclusão do ensino médio, aliviando a vida financeira das famílias e oportunizando financiamentos para outros estudantes, em um ciclo autossustentável.

“A conexão de pensamentos em prol da educação é uma das missões mais importantes que a Fundacred apoia nesses 50 anos de trajetória. E o Conecta tem como questão norteadora do congresso exatamente isso, a união de grandes especialistas da área de tecnologia e educação atuando em sinergia para achar soluções para a educação.”, afirma Alessandro Lohmeyer, Head de Novos Negócios e Relacionamento.

A programação da 5° edição do Conecta inclui uma série de palestras e uma feira de negócios, com expositores dos setores de tecnologia e educação. Neste espaço, os participantes poderão se conectar e fortalecer o networking. As inscrições para participar do Conecta estão abertas no site: https://escolasexponenciais.com.br/evento-conecta/.

 

Sobre a Fundacred

Ao longo de seus 50 anos de atuação no segmento de crédito educacional, a Fundacred, fundação sem fins lucrativos, vem ajudando a transformar o acesso à educação no Brasil. Com mais de 200 Instituições de Ensino Superior conveniadas em diversos estados, já modificou a realidade de cerca de 90 mil estudantes, apostando na educação como ferramenta de transformação e responsabilidade social. A Fundação é uma das certificadas pelo Instituto Great Place to Work, que anualmente reúne as melhores companhias para se trabalhar na opinião de funcionários e a partir da análise detalhada de cada setor. Desde 2017, a Fundacred fomenta e desenvolve iniciativas conectadas  aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Agenda 2030 da ONU, sendo também uma signatária do Pacto Global. Mais informações em: [../../Leonardo%20Prodanov/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/Content.Outlook/Downloads/www.fundacred.org.br]www.fundacred.org.br.

Mais informações à imprensaMartha Becker Connections

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