Não apenas a energia física se foi, mas a psíquica: qualquer conversa resvala sempre para o presidente e seus filhos. João Pereira Coutinho para a FSP:
Percival Puggina
É comum representar-se a virada da folhinha com o desenho de um bebê que chega para suceder o ancião que se retira. Sai o ano velho e entra o ano novo. O ano velho sai trôpego e fatigado; o novo chega enrolado em fraldas.
O tempo é convenção e relatividade. Meia hora na cadeira do dentista dura bem mais do que meia hora numa roda de amigos. Na infância, é uma eternidade o tempo decorrido entre natais. Minha mãe, porém, tão logo terminava um ano, começava a se preocupar com o Natal vindouro “porque, meu filho, logo, logo é Natal outra vez”.
A vida familiar e a vida social se fazem, entre outras coisas, do cotidiano encontro da maturidade com a juventude. Imagine-se um mundo onde só haja jovens; ou onde, pelo reverso, só existam anciãos. Imagine-se, por fim, a permanente perplexidade em que viveríamos se a virada da folhinha nos trouxesse, com efeito, um tempo novo, flamante, que nos enrolasse nas fraldas da incontinência urinária, com tudo para aprender.
Felizmente não é assim, nem deve ser visto assim. O importante, em cada recomeço, é ali estarmos com a experiência que o passado legou. Aprender da própria vida, aprender da história e, principalmente, aprender da eternidade.
Quem aprende da eternidade aprende para a eternidade. Aprende lições que o tempo não desgasta nem consome, lições que não são superadas, lições para a felicidade e para o bem. Por isso, para os cristãos, a maior e melhor novidade de cada ano será sempre a Boa Nova, que infatigavelmente põe em marcha a História da Salvação, cumprindo o plano de amor do Pai. Bem sei o quanto é contraditório com a cultura contemporânea o que estou afirmando. E reconheço o quanto as pessoas se deixam cativar pela mensagem do hedonismo “revolucionário”, supostamente coletivista e igualitário. Mas é preciso deixar claro que tal mensagem transforma o mundo num grande seio onde, a cada novo ano, se retoma a fase oral e se trocam as fraldas da imaturidade.
A quantos lerem estas linhas desejo um 2022 de afetos vividos, saudades curadas, aconchego familiar, realizações, vitórias, saúde e paz.
Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.
A AUTOPROCLAMADA CORAGEM DO STF
Percival Puggina
Ao longo do último ano esta Suprema Corte e o Poder Judiciário como um todo também enfrentaram ameaças retóricas, que foram combatidas com a união e a coesão dos ministros; e ameaças reais, enfrentadas com posições firmes e decisões corajosas desta Corte. (Ministro Luiz Fux no encerramento do ano judiciário de 2021)
Pus-me a pensar sobre o que faz a virtude cardeal da Coragem nesse discurso. Não existe coragem, onde não existe o medo. Entre outras características, o ato corajoso representa, necessariamente, uma vitória sobre o medo. Segundo Aristóteles, o ato de coragem envolve a aplicação da razão, a busca do bem e a disposição de superar o perigo presente na ação.
Tão nobre virtude, faz lembrar, isto sim, a professora Heley Abreu Batista, que em 5 de outubro de 2017 morreu queimada ao salvar as crianças de uma creche em chamas no município mineiro de Janaúba. Coragem teve o sargento Sílvio Delmar Hollenbach, que em agosto de 1977 pulou para a morte ao salvar um menino que caíra no poço das ariranhas. Coragem demonstraram os jovens que correram para a própria tragédia ao entrarem na boate Kiss em chamas para resgatar amigos que lá estavam caídos, pisoteados pelos que conseguiam escapar. Coragem tiveram todos os europeus que esconderam ou deram fuga a judeus na Europa tomada pelos nazistas. Coragem teve o padre Kolbe (São Maximiliano Kolbe), que se ofereceu para morrer por um chefe de família no campo de concentração de Auschwitz. E por aí segue um livro de muitas e nobres páginas.
Não vejo onde inscrever nelas os acontecimentos de 2021 no âmbito do STF. Não vejo coragem – e menos ainda motivos para coragem autoatribuída – por parte e arte de quem libertou corruptos e os devolveu à política nacional, efetuou insólitas prisões políticas, fechou meios de comunicação, inspirou medo, impôs censura, reivindicou para si mesmo uma fé religiosa e inibiu liberdades.
Que espécie de medo terá sido superado por quem assim procedeu? Em que dobras desse tempo se ocultaram a razão e o bem?
Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.
Reconhecidamente grandes “mestres” em tapear todos os povos ,Hegel e Karl Marx,nas suas respectivas “dialéticas”, desenvolveram a “política”,ou “estratégia das tesouras”,segundo a qual a esquerda adotaria sempre dois candidatos,nas eleições presidenciais de que participasse,um dos quais da esquerda mais “radical”,visível,transparente,outro da esquerda mais moderada,disfarçada,branda,os quais deveriam sempre polarizar qualquer eleição no sentido de garantir a vitória de um ,ou de outro,mas sempre assegurando a vitória da esquerda.
O grande “politiqueiro” do Brasil, professor e sociólogo Fernando Henrique Cardoso,na condição de então Ministro da Fazenda do Presidente Itamar Franco,em 1993,valendo-se do grande sucesso do Plano Econômico chamado “Plano Real”,elaborado pela equipe de técnicos do seu ministério,e passando a colher pessoalmente os seus “louros”,sem entender nada da economia e,sim,talvez alguma coisa de “sociologia”,e com certeza ,muito de “sacanagem política”,viu com muito oportunismo nesse plano a grande chance de “decolar” a sua candidatura a presidente da república,uma vez que esse plano assegurou durante um curto período de tempo o direito do pobre colocar na sua mesa e consumir galinha muito barata.
Nesse “embalo”de prestígio pessoal pela obra de outros, pegou o primeiro avião que partia para os Estados Unidos ,mas antes combinou um encontro lá com o líder sindicalista Lula da Silva,o mais expressivo representante do Partido dos Trabalhadores,e que em 1990 havia fundado,junto com Fidel Castro,o “Foro San Pablo”,uma organização plurinacional cuja meta seria estabelecer o socialismo em toda a América Latina.
O “intelectual” FHC,espertamente, escolheu a charmosa Universidade de Princeton,da cidade do mesmo nome,e ali assinou,juntamente com Lula - o primeiro representando o “Diálogo Interamericano”(de esquerda),e Lula, o PT e o Foro San Pablo – ao que chamaram de “Pacto de Princeton”,adotando na íntegra a estratégia das tesouras,das dialéticas Hegel e Karl Marx,o qual estabeleceu,conforme o “pacto’,um rodízio,ou uma alternância no poder político,entre os candidatos dos principais partidos esquerda,ou seja,o PT e o PSDB.
“Dito e feito”. Em 1994 FHC venceu a eleição presidencial ,assumindo em 1995,depois ”arranjando”a sua própria reeleição,através de uma “PEC”,surgida do “toma-lá-dá-cá” entre o Planalto e o Congresso,e governando até 1993,quando passou a “coroa” do “Pacto de Princeton”,a Lula da Silva,do PT,que também foi reeleito e governou até 2010,sucedido que foi por Dilma Rousseff,também do PT,que governou de 2010 até 2016,também reeleita em 2014,mas que teve o seu mandato interrompido por “impeachment”,em 2016,sendo sucedida pelo “vice” José Temer.
Mas na evolução e na plena vigência do antigo “Pacto de Princeton”,de 1993,que não foi revogado,derrogado,ou “ab-rogado”,e agora visando as eleições presidenciais de 2022,que terá o atual Presidente Jair Bolsonaro como candidato à reeleição,dessa vez adotando a sigla partidária “PL”,a esquerda brasileira “inovou” a “tesoura” do Pacto de Princeton.
Continuará com um candidato “radical” de esquerda (que é de esquerda apenas por conveniência política,não por convicção, ou conhecimento de qualquer doutrina socialista),que passa a ser uma das “lâminas” da tesoura,a “radical”,novamente na pessoa de Lula da Silva,que já exerceu dois mandatos anteriores (de 2003 a 2010),e trocará a “segunda làmina” da tesoura do Pacto de Princeton,a “moderada”,por DIVERSAS OUTRAS LÂMINAS,também de esquerda,em escalas de “radicalidade” e “moderação” oscilantes.
Dentre essas novas “lâminas” da “geringonça”em que se transformou a “tesoura” da esquerda,destacam-se João Doria,candidato pelo PSDB,Ciro Gomes,pelo PDT,e um verdadeiro “coringa”que saiu do PSDB e anda à caça de uma candidatura a “vice” por algum partido que queira lhe emprestar a sigla para concorrer a “vice”,mas que é muito “bom de voto” em São Paulo,a exemplo de Doria,Estado com o maior número de eleitores.
Portanto Bolsonaro deve se preparar para enfrentar um verdadeiro exército de candidatos de esquerda à presidência,já no primeiro turno das eleições e,se for o caso,no segundo turno, a “união” de todos eles em torno de uma só candidatura,impondo-se registrar que os partidos citados (PT,PSDB e PDT,dentre outros) são integrantes do Foro San Pablo. Portanto,Bolsonaro deverá enfrentar praticamente sozinho um verdadeiro exército de candidatos de esquerda,tanto no primeiro,quanto no segundo turno das eleições.
Evidentemente que por motivo de “força maior”,porventura não seria cogitável uma medida preventiva qualquer ,antes da repetição de uma eventual “tragédia”política, estancar o curso da falcatrua dessas malditas làminas de esquerda da “tesoura” concebida por Hegel e Marx?
Pessoalmente creio que por se tratar de uma situação de “emergência”,qualquer medida seria válida,mesmo que mediante alguma alternativa não contemplada no pretenso “estado democrático de direito”,deturpado,e que mais favorece qualquer “patifaria”política que o “stablichment”,na verdade uma “bíblia” da esquerda, deseje fazer.
Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilPor Amanda Pupo e Luci Ribeiro
O
presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira, 31, o projeto
que cria o MEI Caminhoneiro, possibilitando que o transportador autônomo
de cargas possa se inscrever como Microempreendedor Individual se tiver
um faturamento (receita bruta) anual de até R$ 251,6 mil. O limite é
mais de três vezes o valor permitido às outras categorias, de R$ 81 mil.
O projeto foi sugerido no Congresso pelo senador bolsonarista Jorginho Mello (PL-SC) e faz parte do pacote de agrados à categoria, que constantemente faz ameaças de paralisação. A ideia é estimular a formalização dos caminhoneiros como empresários individuais facilitando as condições para a adesão ao MEI e garantindo o acesso ao regime especial que conta com tributação simplificada e menor.
"A sanção presidencial, assim, será relevante para promover o empreendedorismo e o desenvolvimento dos micro e pequenos empreendedores, especialmente aos que atuam com transporte de cargas", afirmou a Secretaria-Geral da Presidência da República
Pela lei, o valor mensal da contribuição dos caminhoneiros enquadrados como MEI para a Seguridade Social será de 12% sobre o salário mínimo mensal.
A lei também mudou as regras de funcionamento do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) em relação ao quórum de reunião e de aprovação. Segundo o governo, foram incluídos no CGSN representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e das confederações nacionais de representação do segmento de microempresas e empresas de pequeno porte.
Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Tomaz Silva/Agência BrasilA América do Sul é a região com o pior histórico da pandemia de Covid-19 do mundo, com as ondas mais mortais e o maior acumulado de mortes pela doença no planeta.
Desde que começaram a ser registrados os óbitos de pacientes com Covid-19, houve 2.740 mortes por milhão de habitantes na América do Sul, segundo o banco de dados Our World in Data.
Nos Estados Unidos, foram 2.450; na Europa, 2 mil; e na Ásia, 267.
O pico de mortes diárias ao longo da pandemia também ocorreu na América do Sul, com uma média de 10,85 por milhão de habitantes em abril deste ano.
No entanto, o subcontinente encerra 2021 com um dado auspicioso: é o que possui a maior taxa de vacinação contra o coronavírus, com 63,4% de sua população completamente imunizada (com duas doses ou dose única, conforme o requerimento de cada vacina) e 74,3% de seus 434 milhões de habitantes com pelo menos uma dose, segundo dados oficiais divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde até a última quinta-feira (23/12).
Além disso, de 17 a 23 de dezembro, a região teve uma média diária de 0,7 óbitos por milhão de habitantes, seis vezes menos que a Europa ou os Estados Unidos, segundo a plataforma Our World in Data.
A Europa é a segunda região com mais gente completamente imunizada, um percentual de 60,5%, enquanto outros 4,2% da população estão parcialmente vacinados.
A América do Norte aparece em terceiro lugar, com 59,6% dos 500 milhões de habitantes do México, Estados Unidos e Canadá com a vacinação completa, e os que tomaram pelo menos uma dose somavam 71,4% até a última quinta-feira.
O Caribe apresenta, por sua vez, 43% da população com a imunização completa e 49% com pelo menos uma dose, enquanto na América Central, estes percentuais são de 42% e 54%, respectivamente.
O continente americano como um todo conta com 59,7% da população vacinada com duas doses (ou dose única), 70,8% com pelo menos uma dose e 10,6% com doses de reforço.
Já a Oceania tem 58% de sua população imunizada com duas doses, e a Ásia, 55%. Por último, vem a África, com apenas 8,8% de seus habitantes com o processo de vacinação completo.
Os países mais bem colocados
O país com melhor
taxa de vacinação da América do Sul é o Chile, onde 85,6% da população
recebeu o programa de imunização completo. Lá, crianças a partir de 3
anos podem tomar a vacina.
Em seguida, aparecem o Uruguai (76,6%), Argentina (76,5%), Equador (69,1%) e Brasil (65,7%).
Em piores condições, estão Guiana, Bolívia e Suriname, com uma taxa inferior a 40%.
Terceira dose
Embora dois países da América do
Sul — Chile e Uruguai — registrem altos níveis de vacinação com doses de
reforço (52,7% e 42,7%, respectivamente), a média do subcontinente é
consideravelmente menor (8,8%).
A Europa é o continente com o maior número de doses de reforço aplicadas (21,5%).
Na América do Norte, 13,4% da população recebeu a dose de reforço.
A Oceania (5%) e a Ásia (4%) são as regiões onde menos se administrou a terceira dose, tirando a África, onde a aplicação do reforço tem sido insignificante.
Fonte: G1.
Foto: Isac Nóbrega / PRCom base em informações recebidas das prefeituras, a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) atualizou, na tarde deste sábado (1°), os números referentes à população atingida pelas enchentes que ocorrem em diversas regiões do estado. São 32.737 desabrigados, 57.531 desalojados, 25 mortos e 517 feridos. O número total de atingidos chega a 661.508 pessoas.
Os números correspondem às ocorrências registradas em 165 municípios afetados. É importante destacar que, desse total, 153 estão com decreto de situação de emergência.
As localidades com vítimas fatais são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2) e Ubaitaba (1).
Municípios com decreto de situação de emergência:
1. ALCOBAÇA
2. AMARGOSA
3. AMÉLIA RODRIGUES
4. ANAGÉ
5. ANDARAÍ
6. ANGICAL
7. APUAREMA
8. ARATACA
9. AURELINO LEAL
10. BAIXA GRANDE
11. BARRA DO CHOÇA
12. BARRA DO MENDES
13. BARRA DO ROCHA
14. BELMONTE
15. BELO CAMPO
16. BOA NOVA
17. BOA VISTA DO TUPIM
18. BREJÕES
19. BREJOLÂNDIA
20. BUERAREMA
21. CAATIBA
22. CACHOEIRA
23. CAETANOS
24. CAMACÃ
25. CAMAMU
26. CANAVIEIRAS
27. CÂNDIDO SALES
28. CARAVELAS
29. CARINHANHA
30. CATURAMA
31. COARACI
32. COCOS
33. CONCEIÇÃO DO ALMEIDA
34. CONDEÚBA
35. CORDEIROS
36. COTEGIPE
37. CRAVOLÂNDIA
38. CRISTÓPOLIS
39. DÁRIO MEIRA
40. DOM BÁSILIO
41. ENCRUZILHADA
42. ENTRE RIOS
43. EUNÁPOLIS
44. FEIRA DE SANTANA
45. FIRMINO ALVES
46. FLORESTA AZUL
47. GANDÚ
48. GONGOGI
49. GUARATINGA
50. IAÇU
51. IBICARAI
52. IBICOARA
53. IBICUÍ
54. IBIPEBA
55. IBIRAPITANGA
56. IBIRAPUÃ
57. IBIRATAIA
58. IBITIARA
59. IGRAPIUNA
60. IGUAÍ
61. ILHÉUS
62. IPIAÚ
63. IRAJUBA
64. IRAMAIA
65. ITABELA
66. ITABERABA
67. ITABUNA
68. ITACARÉ
69. ITAETÉ
70. ITAGI
71. ITAGIMIRIM
72. ITAJU DO COLÔNIA
73. ITAJUÍPE
74. ITAMARAJU
75. ITAMBÉ
76. ITANHÉM
77. ITAPÉ
78. ITAPEBI
79. ITAPETINGA
80. ITAPITANGA
81. ITAQUARA
82. ITARANTIM
83. ITORORÓ
84. ITUBERÁ
85. JAGUAQUARA
86. JEQUIÉ
87. JIQUIRIÇÁ
88. JITAÚNA
89. JUCURUÇU
90. JUSSARI
91. JUSSIAPE
92. LAFAIETE COUTINHO
93. LAGOA REAL
94. LAJE
95. LAJEDÃO
96. LENÇÓIS
97. LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA
98. MACARANI
99. MANOEL VITORINO
100. MARAGOGIPE
101. MARCIONÍLIO DE SOUZA
102. MASCOTE
103. MEDEIROS NETO
104. MILAGRES
105. MUCUGÊ
106. MUCURI
107. MUNDO NOVO
108. MUTUÍPE
109. NAZARÉ
110. NILO PEÇANHA
111. NOVA CANAÃ
112. NOVA VIÇOSA
113. NOVO HORIZONTE
114. PALMAS DE MONTE ALTO
115. PARAMIRIM
116. PARATINGA
117. PAU BRASIL
118. PIRAÍ DO NORTE
119. PLANALTO
120. POÇÕES
121. PORTO SEGURO
122. POTIRAGUÁ
123. PRADO
124. PRESIDENTE JÂNIO QUADROS
125. PRESIDENTE TANCREDO NEVES
126. RIACHO DE SANTANA
127. RIBEIRA DO POMBAL
128. RIBEIRÃO DO LARGO
129. RIO DE CONTAS
130. RUY BARBOSA
131. SANTA CRUZ CABRÁLIA
132. SANTA CRUZ DA VITÓRIA
133. SANTA INÊS
134. SANTA MARIA DA VITÓRIA
135. SANTANÓPOLIS
136. SÃO FÉLIX
137. SÃO FÉLIX DO CORIBE
138. SERRA DOURADA
139. TABOCAS DO BREJO VELHO
140. TANHAÇU
141. TAPEROÁ
142. TEIXEIRA DE FREITAS
143. TEOLÂNDIA
144. TREMEDAL
145. UBAÍRA
146. UBAITABA
147. UBATÃ
148. URUÇUCA
149. VALENÇA
150. VEREDA
151. VITÓRIA DA CONQUISTA
152. WANDERLEY
153. WENCESLAU GUIMARÃES
As ações realizadas pelo Governo do Estado podem ser conferidas no www.ba.gov.br.
Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases/ NIAID / Direitos reservadosA Austrália começou o ano de 2022 com um número recorde de novos casos de covid-19, à medida que aumentam os surtos nos estados do leste. Ao todo, foram registrados 33.161 casos neste sábado, 1º. Devido ao número de pessoas hospitalizadas, estados falam em flexibilizar suas regras de isolamento para profissionais de saúde.
Nova Gales do Sul, o estado mais populoso, e Victoria registraram, respectivamente, 22.577 e 7.442 casos neste sábado segundo dados do departamento de saúde. Quatro pessoas morreram no primeiro estado e nove no segundo, elevando o número nacional de óbitos para 2.250.
O país já havia superado seu recorde anterior de 32.946 infecções registrado na última sexta-feira, 31, antes mesmo que os números da Austrália do Sul, Austrália Ocidental e Território do Norte fossem divulgados.
Todos os estados australianos, exceto a Austrália Ocidental, começaram uma política de viver com o vírus após atingir níveis altos de vacinação. Com isso, houve maior flexibilização das restrições e, consequentemente, elevação dos casos.
O governo de Nova Gales do Sul mudou suas regras de auto-isolamento para trabalhadores de saúde assintomáticos que foram classificados como contato próximo de um caso confirmado, dando-lhes isenção caso sejam considerados essenciais para seu local de trabalho.
Ao longo da semana seguinte ao dia de Natal, os casos em Nova Gales do Sul mais do que triplicaram. As hospitalizações por covid-19 mais do que dobraram de 388 para 901, enquanto o número de pessoas em unidades de terapia intensiva aumentou cerca de 50% para 79.
Europa e EUA com recordes consecutivos
Em meio à circulação simultânea de duas variantes, a Delta e a Ômicron, diversos países da Europa e também os Estados Unidos registraram recordes de casos nos últimos dias. No Reino Unido, a falta de trabalhadores de saúde devido a contaminações e isolamento está levando a uma sobrecarga do sistema de saúde.
De acordo com os números divulgados na sexta-feira pelo serviço de saúde britânico, mais de 24.000 funcionários precisaram se isolar por estarem infectados com o coronavírus ou por serem casos de contato. É mais do que o dobro do registrado há um mês, quando menos de 12.000 funcionários se afastaram no final de novembro.
Esta falta de pessoal ocorre justamente quando o número de pacientes hospitalizados com covid-19 segue aumentando, com 1 900 admissões anunciadas na sexta-feira, 60% mais do que uma semana antes.
O número de infecções no Reino Unido atingiu níveis recorde, com mais 189.000 casos registrados na sexta-feira e 203 mortes, elevando o total para 148.624.
Ainda assim, novas restrições na Inglaterra serão introduzidas apenas como último recurso, disse o ministro da Saúde Sajid Javid. Ele destacou que, embora as hospitalizações estejam crescendo, o número de internados em UTIs permanece estável.
Os recordes consecutivos, que levou o mundo a registrar mais de 1 milhão de infecções na terça-feira, 28, impactou as celebrações de Ano Novo, com Paris cancelando seu show de fogos de artifício, Londres relegando para a televisão e Nova York restringindo sua famosa celebração de lançamento da bola na Times Square.
Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Ascom/SaebO Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o Projeto de Lei (PL) 5.149 de 2020 que prorroga a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de automóveis de até 2 mil cilindradas por motoristas profissionais, como taxistas e motoristas de aplicativos, e para pessoas com deficiência. A sanção foi publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU).
A prorrogação da isenção do IPI na compra de veículos novos vale até 31 de dezembro de 2026. O benefício vale para a aquisição de veículos novos de até R$ 200 mil, incluídos os tributos incidentes. Anteriormente, esse limite era de R$ 140 mil.
A isenção vale para motoristas profissionais e para pessoas com deficiência física, visual, auditiva e mental severa ou profunda e pessoas com transtorno do espectro autista.
O projeto teve um trecho vetado, que ampliava a isenção para incluir acessórios que não sejam de fábrica. Hoje, apenas os acessórios e opcionais que sejam de fábrica são beneficiados pela isenção. O dispositivo foi vetado com o argumento de que não foi feito o cálculo do impacto econômico financeiro, nem foram apresentadas medidas compensatórias.
Fonte: Agência Brasil