O fato é que, nos Estados Unidos, o progressismo é puritano e repressor da sexualidade, tal como na questão gay. Bruna Frascolla para a Gazeta do Povo:
Alex Pipkin, PhD
Sou cinquentenário, 5.5, portanto, de acordo com o conjunto de valores que fui ensinado e que prezo, eu respeito os mais velhos.
Não, os mais velhos não representam sinais de autoridade, pelo contrário, são símbolos da sabedoria acumulada. É evidente que, de um modo geral, eles têm mais janela do que eu, mas, sobretudo, considero-os porque eles leram muito mais e, claro, no papel, com as letras impressas.
Tenho ficado impressionado negativamente com a escassez de leitura, especialmente dos jovens estudantes. Será que é possível ter uma compreensão adequada e ampliada do mundo - e de suas coisas - sem ler “de tudo e de todos”?
Tenha em mente - se é que já não esqueceu do parágrafo acima - que me refiro a uma leitura atenta, sem distrações e, de fato, comprometida. Uma leitura interessada nos faz viver outras vidas, imaginar, compreender múltiplas perspectivas e, acima de tudo, refletir com os pés no chão e os pensamentos viajando criativamente no tempo e no espaço.
Eu não sei... penso que em alguns aspectos estamos andando para trás, o que não é nada bom.
Primeiro, porque embora não tenha realizado uma pesquisa formal, minha amostra indica cabalmente que a grande maioria das pessoas não lê. Quem não lê fica a mercê da famosa brincadeira do telefone sem fio, na qual uma pessoa fala uma frase ao ouvido de outra ao seu lado e a tal frase vai movendo-se até o último participante. Além da turma acreditar numa pseudo-verdade tribal, esta acaba sendo ainda mais distorcida. Não é preciso aprofundamentos para sacar a alegria de líderes populistas em geral com esta situação, no fácil quesito de manipulação dessa gente desinformada.
Segundo, muita gente “se informa” pela grande mídia e/ou pelas redes sociais.
Faz tempo que a grande mídia deixou de informar os fatos como eles são, omitindo e distorcendo-os de acordo com a sua notória agenda ideológica; até cego enxerga.
Por sua vez, as redes sociais transformaram-se em câmaras de eco tribais, que somente dão voz e vez para a ditadura de suas visões de mundo parciais, enviesadas e, muitas vezes, completamente desarrazoadas.
Terceiro, porque se “lê” não se lendo. As telinhas dos laptops e dos telefones são salvadoras, mas quando se trata de leitura, pode-se estar passando os olhos, rapidamente, prejudicando ou matando a capacidade de apreensão daquilo que se lê. Ok, pode-se descartar o que já se sabe, porém, o calamitoso é desprezar o que não se sabe.
Talvez não seja unicamente um hábito que possuo, mas o tocar no papel e o mirar a tinta impressa, creio eu, atiça minha atenção e concentração. Na presença da distração, os pés voam junto com a cabeça... O mais trágico é que quem não lê atentamente, provavelmente só irá querer confirmar aquilo que vai ao encontro de suas crenças apreendidas; o bicho-homem assim funciona.
As consequências problemáticas do acima exposto não cessam com o estreitamento e a deturpação das realidades. Outro problema abissal é a falta de memória daquilo que - quando se lê - se leu.
Ou tudo que se leu e se viu do demiurgo de Garanhuns não são suficientes para comprovar seus atos ilícitos e seu achaque aos cofres públicos?
Ou tudo que se leu sobre a plataforma econômica liberal do ministro Paulo Guedes, reiteradamente afirmando que não haveria aumento de impostos, e agora propondo um inacreditável aumento a pessoa jurídica, não é um fato? Ou é um fato do mundo político?
Quem lê mesmo compreende que estamos no país de Lewis Carroll!
Como li atentamente o saudoso Paulo Francis, fecho com uma de suas
frases: “Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um
servo”.
Percival Puggina
Gasto, recortado, mal iluminado e trepidante, o filme está novamente no rolo, pronto para impiedosa reexibição. Na perspectiva de muitos, de tantos, numa fé que supera todos os fanatismos, é perfeitamente normal e tudo está como deve ser.
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Se George Orwell não tivesse existido, teria que ser inventado. Sua visão sobre as habilidades e mistificações do totalitarismo não teriam o roteiro de observação que sua obra antecipadamente proporcionou nos idos de 1955. Sem ele, seria bem menor a percepção dos danos causados pela novilíngua, que tanto degrada o discurso político, ainda que satisfaça paladares acostumados à mediocridade e ao uso pervertido do idioma.
Não vou perder espaço, aqui, desfiando o dicionário político que alimenta essa prática. Ficarei apenas com a expressão “passar pano”. Enquanto o STF lava e enxágua o passado criminoso de tantos, ela vem sendo usada para desqualificar os apoiadores do governo, acusados de absolver sistematicamente o presidente e, em especial, por seu acordo com o centrão para tentar formar uma base de apoio.
Ora, uma coisa foi a expectativa de formar no Congresso uma base reunindo virtuosos e bem intencionados, atentos à vontade nacional expressa nas urnas. Outra é o convívio com o parlamento eleito, mais interessado em votar verbas e leis benéficas aos membros do poder, notadamente em seus conflitos com a lei e no favorecimento das ambicionadas reeleições.
A história da República desde 1950 mostra que, em períodos de normalidade democrática, foram interrompidos os mandatos de todos os presidentes (ou vices) que não tiveram ou perderam sua base parlamentar: Getúlio Vargas suicidou-se, Café Filho foi impedido de retornar após licença de saúde, Jânio Quadros renunciou, João Goulart teve o cargo declarado vago, Fernando Collor sofreu impeachment, Dilma sofreu impeachment. Michel Temer, após o diálogo com Joesley Batista, perdeu o apoio e cumpriu curto mandato tampão sem poder governar.
A análise de tais fatos, a rotina de crises políticas com consequências econômicas e sociais, a periódica expectativa de tantos por um governo militar (como garantia de estabilidade e correção) desmascara a absoluta incompetência de nosso modelo institucional! Entre muitos outros, dele pendem, como linguiças em armazém campeiro, o custo Brasil, a composição e atuação do STF, a corrupção, a partidarização do Estado e da administração pública, a robustez dos baronatos políticos e o corporativismo resultante da eleição parlamentar proporcional.
Não ter olhos para essa descomunal tragédia brasileira, a cegueira do não querer ver traz dor à alma de quem raramente passa um dia sem perceber sua maldita sombra obscurecendo nosso futuro como nação. Dói. Dói saber que sou, talvez, o único autor brasileiro a escrever rotineira e teimosamente sobre isso. O único, talvez, a não passar pano sobre esse aleijão metodicamente reproduzido em nossas sucessivas constituições republicanas.
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A pauta dos bons brasileiros tem três etapas: agora: resistência aos que querem voltar; depois: eleição dos melhores em 2022; finalmente: conseguir de Bolsonaro e do futuro Congresso as reformas institucionais em 2023.
Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.
Recebo com tranquilidade a notícia da possível convocação para a CPI da Covid-19 e estou à disposição para qualquer esclarecimento. Nada melhor do que a verdade para elucidar os fatos. Assim que a pandemia chegou ao país, no começo de 2020, sempre deixei claro que temos dois inimigos: o vírus e o desemprego. Me posicionei a favor da saúde, sem deixar de lado os cuidados com a economia do Brasil. Lutei publicamente para que as indústrias, empresas, comércios, escolas e demais atividades seguissem abertas, mantendo os empregos e o sustento das famílias. Intensifiquei as doações e incentivos à saúde. Compramos 200 cilindros de oxigênio para Manaus (AM), no valor de quase R$ 1 milhão, durante o período mais crítico do estado. A Havan destinou mais de R$ 5 milhões para áreas da saúde em 2020. Doamos respiradores, macas, roupas de cama, utensílios de cozinha e máscaras descartáveis a diversos hospitais. Custeamos a vinda de profissionais da saúde de outros estados para fortalecer o atendimento na região de Brusque (SC). E, com a união de empresários da cidade, conseguimos doar testes e medicamentos à Secretária de Saúde. Até hoje mantivemos todos os nossos 20 mil colaboradores, não desligamos nenhum por conta da pandemia e deixamos gestantes, pessoas com comorbidades e grupo de risco em casa. Continuamos investindo, abrindo lojas e acreditando no Brasil. Além disso, também me empenhei na luta pela compra e doação de vacinas pela iniciativa privada. Lançamos um abaixo-assinado com o objetivo de mudar a Lei para acelerar o processo de vacinação no Brasil e, consequentemente, diminuir a fila do SUS. Abraçamos essa causa, pois queríamos muito conseguir imunizar os trabalhadores e também dar a chance de outros empresários fazerem o mesmo. Eu mesmo peguei o vírus, perdi a minha mãe e amigos muito próximos. Acredito na importância de trabalharmos juntos para vencer essa guerra. É preciso buscar soluções para os problemas. Por fim, continuo onde sempre estive: do lado do Brasil e dos brasileiros. Estou de consciência limpa, não tenho e nunca tive nada a temer. Vamos em frente! | |
Em parceria com Todos Pela Educação e Itaú Social, a OCDE elaborou documentos que trazem uma visão abrangente da
situação do sistema educacional brasileiro, desde a educação infantil
até o ensino superior. Relatórios elencam ainda recomendações para as
políticas educacionais brasileiras
Lançamento ocorre no dia 30 de junho, às 11 horas, em webinário com a participação de Andreas Schleicher (OCDE), Priscila Cruz (Todos Pela Educação), Angela Dannemann (Itaú Social) e Maria Helena Guimarães de Castro (Conselho Nacional de Educação)
Relatórios inéditos da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), produzidos com apoio técnico do Todos Pela Educação e Itaú Social, trazem o panorama da educação brasileira em uma perspectiva internacional, desde a educação infantil e creche ao ensino superior. Além de analisar o desempenho do setor, os documentos elencam as prioridades e recomendações para as políticas educacionais brasileiras.
Nesta quarta-feira, 30 de junho, às 11 horas, os relatórios serão tema do webinário “A educação brasileira em perspectiva internacional”, com a participação do diretor de Educação e assessor especial em Política Educacional da Secretaria Geral da OCDE, Andreas Schleicher; da superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann; da presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz e da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.
O primeiro relatório, A Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional, contou com o apoio técnico do Todos Pela Educação quanto ao histórico, contexto recente e cenário atual da educação básica no país. Traz uma análise detalhada do desempenho do sistema educacional brasileiro, em especial ao olhar para o Pisa, em relação a países comparativamente relevantes, incluindo os da América Latina e os membros da OCDE. Além disso, descreve dez passos para que o país melhore a qualidade e a equidade dos resultados educacionais .
“O estudo Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional aponta ‘o que’ precisa ser feito em termos de políticas estruturantes na área da Educação Básica. Muitas delas, inclusive, já estão em curso, ainda que em diferentes estágios. Mas a OCDE reforça que o momento atual é de mitigar os efeitos imediatos do prolongado período de fechamento das escolas e, em paralelo, retomar a visão de médio e longo prazos para as políticas educacionais do país. E para avançarmos nesses dois caminhos, o relatório traz análises detalhadas e recomendações específicas, algo razoavelmente inédito nas publicações da OCDE para o Brasil”, explica a presidente do Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Já a publicação Education Policy Outlook Brasil, que teve o suporte do Itaú Social, faz parte do observatório analítico das políticas educacionais da OCDE. Em duas versões, os relatórios fazem uma síntese dos pontos fortes, desafios e prioridades políticas atuais. Também analisam a evolução dos esforços em andamento das respostas educacionais à pandemia de Covid-19 e oferecem exemplos de políticas internacionais relevantes que podem servir de inspiração para o desenvolvimento de estratégias.
“O Brasil obteve muitas conquistas no campo da educação nas últimas décadas e suas políticas públicas foram exemplo para outras economias emergentes. Porém, nossas taxas de realização do ensino médio e superior são insuficientes comparadas a outros países e metade dos jovens de 15 anos não têm nível básico de proficiência em leitura, segundo o PISA. O aperfeiçoamento, continuidade e investimentos em políticas públicas são urgentes para oferecer qualidade e equidade aos estudantes brasileiros”, afirma a superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann.
Recomendações para a educação brasileira
Juntos, os estudos da OCDE oferecem uma perspectiva quantitativa e qualitativa dos pontos fortes, desafios e prioridades futuras, bem como indicativos de ação. A iniciativa tem o objetivo de apoiar na formulação de estratégias e políticas para o enfrentamento dos obstáculos inerentes da educação e gerados pela pandemia, a partir de evidências nacionais e internacionais.
De acordo com os relatórios, o principal desafio da qualidade no Brasil é melhorar os resultados de aprendizagem e enfrentar as ainda altas taxas de evasão escolar, em particular no Ensino Médio. Segundo a OCDE, aumentar os níveis de escolaridade com qualidade e equidade serão vitais para que o país se junte a outras economias mais avançadas. Em 2018, quase metade das pessoas com idades entre 25 e 64 anos não havia concluído o Ensino Médio (47%), mais do que o dobro da média da OCDE, que é de 22%.
Porcentagem de adultos de 25 a 34 anos sem formação no ensino médio ou superior, por gênero, 2018
| China | Indonésia | México | Costa Rica | Média da LATAM | Brasil | Colômbia | Argentina | Média da OCDE | Chile | Federação Russa |
Mulheres | 66 | 51 | 49 | 48 | 31 | 28 | 26 | 24 | 13 | 13 | 3 |
Homens | 63 | 48 | 51 | 54 | 37 | 37 | 33 | 32 | 17 | 16 | 5 |
Em relação à equidade, tema abordado inúmeras vezes ao longo dos relatórios, a Organização e afirma que o contexto social e econômico do Brasil tem um impacto maior sobre a participação e os resultados de aprendizagem do que nos outros países da OCDE. As crianças começam a escola com níveis já bastante diferentes de desenvolvimento e “prontidão para aprender”. Estudantes de origens familiares desfavorecidas têm suas habilidades básicas adquiridas tardiamente, colocando-os em uma trajetória de desempenho escolar fraco, altas taxas de evasão e chances de vida limitadas.
Conforme dados do Pisa 2018, existe uma variação de 14% nas pontuações de Leitura em comparação com 12% na média em toda a OCDE, em relação ao desempenho dos estudantes mais ricos e dos mais pobres. Os alunos com nível socioeconômico mais elevado superaram seus colegas em situação vulnerável em 97 pontos em Leitura no Brasil, contra uma diferença média da OCDE de 89 pontos.
Os estudos inéditos apontam que estabelecer uma estratégia compartilhada de ação no curto e longo prazos é fundamental para a educação brasileira. Ela deve ter um compromisso claro para aumentar os resultados com os mais vulneráveis. É sugerido apoiar a implementação das medidas que estavam em curso no pré-pandemia (como a implementação da Base Nacional Comum Curricular) e adotar uma estratégia nacional bem elaborada para o pós-Covid, que sirva para recuperar o que foi perdido agora e melhorar os resultados educacionais para o futuro.
Ainda sobre a atuação do Brasil em relação à Covid, o relatório Education Policy Outlook traçou um panorama das respostas do sistema de ensino, incluindo ações do Ministério da Educação, sociedade civil e exemplos bem sucedidos em estados. Para o futuro, a OCDE sugere priorizar uma resposta nacional mais coerente de recuperação da aprendizagem; apoio a educadores no desenvolvimento de novas habilidades e conhecimentos; e tratamento das lacunas de aprendizagem com urgência para minimizar a interrupção das jornadas educacionais dos estudantes.
Os relatórios mostram que um desafio crítico do Brasil é alinhar suas políticas nacionais com quem trabalha diretamente nas escolas. Empoderar os agentes locais pode trazer inovação e respostas efetivamente aderentes. Porém, ao mesmo tempo é preciso trazer coerência ao processo. Por conta do contexto da Covid-19, definir de forma mais nítida as relações, papéis e responsabilidades assume uma nova urgência. Uma das formas de beneficiar os processos de implementação é o alinhamento do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) com as mudanças curriculares previstas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e a reforma no Ensino Médio.
A OCDE considerou uma vitória para o país a aprovação do novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), que é tido como uma “prova de um compromisso nacional contínuo com a proteção do financiamento da educação e o aumento da redistribuição''. Mas destaca que é preciso fornecer suporte técnico e financeiro suficientes e em tempo hábil para tornar as ações planejadas realidade. De acordo com os dados, os alunos mais jovens se beneficiam proporcionalmente menos com os gastos com educação do que os alunos mais velhos no Brasil, em comparação com a participação média nos países da OCDE, e as lideranças escolares das escolas públicas e rurais, em desvantagem, têm muito mais probabilidade de relatar escassez de recursos do que seus colegas na OCDE.
*Veja os 10 passos para um sistema de educação mais sólido apontados pelo relatório “A Educação no Brasil: uma Perspectiva Internacional”:
OCDE
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é um organismo internacional composto atualmente por 37 países, fundada em 1961 e com sede em Paris (França). Constitui-se em um fórum em que os governos podem trabalhar em conjunto para compartilhar experiências e buscar soluções para problemas comuns. O Brasil é um parceiro-chave da OCDE, com quem mantém cooperação desde os anos 1990.
Itaú Social
O Itaú Social desenvolve, implementa e compartilha tecnologias sociais para contribuir com a melhoria da educação pública brasileira. Sua atuação está pautada no desenvolvimento de projetos sociais, no fomento de organizações da sociedade civil e na realização de pesquisas e avaliações. Juntamente com uma rede de parceiros, fornecedores e colaboradores, trabalha para que municípios, Estados e União se unam para entregar aquilo que é direito de todos: acesso à educação de qualidade, sem restrição de tempo, espaço, raça, cor ou gênero.
Todos Pela Educação
O Todos Pela Educação é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, plural e suprapartidária, fundada em 2006. Com uma atuação independente e sem receber recursos públicos, tem como foco contribuir para melhorar a educação básica no Brasil. Para isso, desenvolve ações visando ampliar o senso de urgência para a necessidade de mudanças na Educação, produz conhecimento com o objetivo de apoiar a tomada de decisão das diferentes esferas do poder público e articula junto aos principais atores para efetivar as medidas que podem impactar os rumos da educação. Além disso, monitora crítica e continuamente os indicadores e as políticas educacionais do país.
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