Sérgio J. Kaminski
Dias difíceis vivemos nós brasileiros ... Nem todos!
Um vírus, desde muito existente, alojado se encontra nos três poderes da nação brasileira, leia-se Legislativo, Executivo e Judiciário...Se alastra e contamina número maior daqueles que detém o poder adquirido pelo voto ou por nomeações generosas...
O mal cheiroso corporativismo dos "nossos políticos", aliado ao objetivo de reeleição duradoura e ampliação dos privilégios para si e os seus, nos trouxe aos dias tristes que compartilhamos com todo cidadão brasileiro...
Deseducação nas escolas, insegurança, desemprego, desassistência na saúde e caos jurídico em todas as instâncias.
A Praça dos Três Poderes é posse de "autoridades" que exalam o mau cheio da corrupção e desobediência ao galgar os degraus da legislação vigente (deficiente, confusa e inacabada...)
Inoculados com o vírus do "egoísmo corruptivo" acreditam que, vírus que também são, vítimas não serão em um horizonte que se avizinha, levando de roldão todos brasileiros ...
Cicatrizes profundas se avizinham num horizonte logo ali...
A mídia, tida e havida como quarto poder, deveria agir como agente neutro e apolítico, com boa técnica e ética profissional no desempenho do papel de mediadora entre os poderes.
Lamentavelmente a verdade verdadeira é sonegada de modo torpe aos brasileiros.
A concertação do caos não irá acontecer com decisões futuras...A oportunidade, mais uma vez, vai estar disponibilizada nas eleições de 4 de outubro. Nossas escolhas não podem uma vez mais serem errôneas!
É preciso que nosso direito sagrado do voto seja usufruído com olhar no futuro do Brasil e dos brasileiros!
Urge eliminarmos a "ratazana" que ocupa por inteiro os rodapés da política brasileira, corrigir a rota com atitudes e navegar solidários e resilientes na busca de dias melhores que todos brasileiros merecem.
Lembrando nosso hino da Proclamação da República, de autoria de José Joaquim Medeiros e Albuquerque/Leopoldo Miguez:
"Seja um pátio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz."
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