MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Mentoring no desenvolvimento profissional: como elevar os resultados?

 


Por Jordano Rischter

Falar sobre o mentoring nas empresas não é uma completa novidade. Mas, essa vem sendo uma ferramenta em crescimento no mercado nos últimos anos, que visa desenvolver ao máximo o potencial dos profissionais e orientá-los para que deem seu melhor. Até porque, não existe um momento único para que seja aplicado, porém, é preciso muita organização ao ser adotado, para que consiga atingir seu propósito de gerar líderes e sucessores qualificados para comandar o negócio rumo ao sucesso.

De acordo com um levantamento realizado pela ABMEN com usuários do LinkedIn, o número de profissionais que afirmaram realizar algum tipo de mentoria nos negócios subiu de 8 mil para mais de 35 mil entre 2016 e 2020, correspondendo a uma média de crescimento de 19,5% ao ano. E qual o motivo para isso? São vários, na verdade, em resposta às intensas mudanças que o mundo corporativo vem presenciando no que diz respeito às demandas e desejos de seus consumidores e como atendê-los.

Ao contrário do coaching, que é mais voltado à conquista das metas individuais de cada trabalhador, o mentoring se caracteriza pela transmissão do conhecimento, normalmente, de um profissional mais sênior a um mais júnior, para desenvolver as competências de cada um. Nele, algumas técnicas de coaching podem ser aplicadas para potencializar os resultados, mas o contrário não consegue ser visto, justamente, por sua premissa básica.

O mentor assume uma figura de tutor para com seus mentorados. Um guia, que irá compartilhar seus conhecimentos e aconselhá-los para que sejam capazes de encontrar suas próprias soluções no dia a dia corporativo. Quando organizados devidamente, essa relação entre as partes é extremamente vantajosa para a construção de carreira dos profissionais, os preparando para que se tornem mais autônomos em suas tarefas e estejam qualificados para lidar com todas as responsabilidades de seu cargo.

Em uma análise mais profunda, é com o mentoring que os colaboradores conseguem ser desenvolvidos para um nível mais individualizado e completo, ampliando seu conhecimento em métodos e estratégias de aperfeiçoamento de sua carreira junto a um olhar mais propositivo sobre seu futuro. Um conjunto de benefícios valiosos para seu crescimento na área, que apenas será atingido caso compreendam o que é necessário para aplicar este programa com êxito.

Um programa de mentoring deve ter uma dor a ser solucionada. Um objetivo maior, seja preparar novos líderes, aproveitar ao máximo seus talentos ou engajá-los mais, como exemplo. Quanto mais claro este propósito estiver, melhor será para que consigam formar a equipe de suporte necessária para a condução desse processo – o qual, normalmente, costuma ficar sob responsabilidade do departamento de recursos humanos.

Agora, mesmo tendo claro o plano de ação que será adotado e quem serão os mentores e mentorados, nem todos estarão preparados para integrar essa missão. Por isso, é extremamente recomendado buscar por metodologias que os ajudem a conduzir essa transmissão de conhecimentos da melhor forma possível. Afinal, nada garante que essa estratégia dará 100% certo, mas quanto mais entenderem sobre o tema e as necessidades de cada profissional, mais preparados estarão para ensiná-los o que precisam.

Em meio à intensa digitalização do mercado, muito vem sendo notado em uma mentoria invertida, na qual profissionais mais jovens dedicam tempo para ensinar os mais seniores a como utilizar certos recursos tecnológicos e sistemas em suas atividades. Apesar desta ser uma opção mais pontual do que estrutural, também deve ser abraçada e muito bem-vinda nas companhias, para que todos estejam à par destas ferramentas e saibam como manuseá-las corretamente.

Aprender nunca é demais. Principalmente, vindo de pessoas com uma ampla experiência no mercado. Investir no mentoring é uma excelente forma de transmitir essa expertise a todos os membros do negócio, capacitando-os para que tenham um melhor desempenho em suas responsabilidades. É uma estratégia onde todos têm a ganhar, principalmente a própria empresa que, certamente, verá seu nome deslanchar em seu segmento.

Jordano Rischter é sócio da Wide, consultoria boutique de recrutamento e seleção.

 

Sobre a Wide:

https://wide.works/

Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio.

Imagens relacionadas

baixar em alta resolução

Nathalia BellintaniTel: +55 (11) 9849-1352 Email: nathalia@informamidia.com.brwww.informamidia.com.br


 Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "GUIA DO INVESTIDOR 23/05/2023 GBRASINHA_NEWS Falências disparam no Governo Lula: pedidos de recuperação judicial aumentam 43% em Abril"

Como o ESG pode combater as mudanças climáticas?

 


Por Alexandre Pierro

Quão verdadeiramente preocupada a sua empresa está em preservar o meio ambiente? Muito tem sido falado, nos últimos anos, no que diz respeito à implementação da Agenda ESG (Environmental, Social and Governance) no mercado, atestado como um selo importante perante clientes e investidores através de ações que atinjam esse equilíbrio entre ações de impacto ambiental, social e de governança. Um discurso realmente importante, mas que ainda não é eficientemente incorporado em diversos negócios – o que vem desencadeando consequências climáticas preocupantes no mundo todo.

Em um estudo feito pelo Pacto Global da ONU e Accenture, 98% dos líderes concordam que a sustentabilidade é um fator primordial em seus cargos, considerado ainda como um investimento indispensável para vencer momentos de crise, como o que vivenciamos durante a pandemia. Este sentimento cresceu 15% em comparação aos últimos 10 anos, ainda de acordo com a mesma pesquisa, em resposta, dentre tantos fatores, às intensas mudanças climáticas que estão preocupando líderes globais.

A própria pandemia é um exemplo nítido dessa realidade. Há poucos meses, todos éramos obrigados a usar máscaras de proteção ao sairmos de nossas casas, nos protegendo contra um vírus que causou muitas mortes ao redor do mundo.  Até hoje, muitos ainda sentem danos em seus sistemas respiratórios ocasionados pela doença, agravados ainda pela baixa qualidade do ar mais visto nas grandes metrópoles. Segundo a própria OMS, quase toda a população (99%) respira ar que excede os limites de qualidade recomendados pela organização, o que ameaça gravemente sua saúde.

Analisando essas mudanças climáticas um pouco mais distante do nosso país, o Nepal, um pequeno país asiático localizado entre a Índia e a China, está enfrentando situações perigosas desencadeadas por essas alterações. O local atrai milhares de pessoas todos anos que desejam escalar o Everest – a qual, por mais desafiadora que realmente seja, ainda é uma montanha das mais simples de ser percorrida quando comparada com outras que possuem mais de 8.000 metros.Em seus dados oficiais divulgados em 2022, ele já foi escalado 10.657 vezes desde 1953, quando o nepalês Edmund Hillary e o tibetano Tenzing Norgay, se tornaram os primeiros a realizar esse percurso.

O caminho, contudo, apresenta suas dificuldades. De acordo com o último senso divulgado também em 2022, 311 pessoas morreram tentando escalar essa maior montanha do mundo, decorridas, acima de tudo, justamente pelas alterações climáticas que estão afetando a região. Fora o ar rarefeito agravado pelas temperaturas extremamente negativas, o gelo e chuva constantes dificultam ainda mais aqueles que se aventuram no trajeto – desencadeando avalanches perigosas, ventos fortes e outros efeitos que, certamente, prejudicarão mesmo aqueles mais preparados.

Seja no Nepal, no Brasil, ou em qualquer outro país, não é difícil enxergar os impactos que as mudanças climáticas estão trazendo para nossas vidas e, cabe a nós, combater esses efeitos. Muitas atividades empresariais geram, diariamente, impactos consideráveis ao ecossistema, principalmente quando não administradas corretamente em uma gestão mais sustentável para todos os envolvidos.

Muitas companhias, hoje, compreendem a importância de assumirem esse papel perante toda a sociedade – mas, ainda existem aquelas que apenas incorporam o ESG no papel. A própria Americanas é um exemplo disso, a qual, em 2021, se dizia fortemente comprometida com esses pilares e uma gestão mais sustentável. Ela continha um dos melhores indicadores do mercado, mas, mesmo assim, acabou sofrendo o rombo contábil que tomos observamos neste ano.

Incorporar o ESG e, acima de tudo, seu pilar sustentável, não é um discurso que consegue ficar apenas na teoria. Até porque, hoje, empresas realmente sustentáveis são buscadas por quase 70% dos consumidores, segundo o que aponta uma pesquisa da Opinion Box. Se o próprio mercado está exigindo uma mudança verdadeira, não faz sentido abandoná-la e não se preocupar em incorporá-la em toda a cultura do negócio.

Nos próximos anos, cientistas estimam que a temperatura do planeta ultrapasse, pela primeira vez, um marco crucial para sua saúde. Segundo especialistas, há 66% de chance de passarmos do limite de 1,5°C de aquecimento global entre hoje e 2027, em uma probabilidade que tenderá a aumentar a cada ano devido às emissões provenientes de atividades humanas e outros fenômenos climáticos.

O funcionamento e sucesso das empresas sempre se moldará conforme as necessidades de seu público-alvo. Hoje, a preocupação em preservar o meio ambiente está intensa, e não há espaço para negócios que não se atentarem a essa questão. É preciso acompanhar esse momento, inovar nas estratégias corporativas e assegurar a manutenção climática em suas ações. Com isso, os benefícios financeiros serão apenas uma parte de tantas conquistas que a empresa sentirá em sua jornada.

Alexandre Pierro é mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e sócio-fundador da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.

Saiba mais sobre a ISO de inovação:

www.isodeinovacao.com.br

A ISO de inovação é uma metodologia internacional de governança para a inovação que vem sendo adotada por empresas de todos os portes e segmentos ao redor de todo o mundo. Estima-se que mais de 400 companhias já adotaram o modelo, sendo mais de 10 apenas no Brasil. Há casos de indústrias, serviços e até empresas públicas. Baixe o e-book e leve essa ferramenta de gestão para sua empresa também.

Imagens relacionadas

baixar em alta resolução

Nathalia BellintaniTel: +55 (11) 9849-1352 Email: nathalia@informamidia.com.brwww.informamidia.com.br


Progresso x preservação: o impasse entre IBAMA e Petrobras

 


Por Felipe Kury

Há mais de uma década, comenta-se sobre o enorme potencial petrolífero na Margem Equatorial do Brasil, onde, a partir do Norte, encontram-se as bacias Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. Entretanto, durante este período, apesar dos inúmeros poços perfurados na região até 2011 (a grande maioria em águas rasas), pouco resultado foi alcançado no sentido de confirmar o potencial petrolífero do local.

Mais um capítulo desta novela se iniciou recentemente. No último dia 17 de maio, o IBAMA indeferiu licença solicitada pela Petrobras para atividade de perfuração marítima no bloco FZA-M-59, na bacia da foz do Amazonas. Importante destacar que o bloco está localizado a uma distância de 175 quilômetros da costa do Amapá, a mais de 500 quilômetros da foz do rio, e encontra-se em águas ultra profundas.

É a segunda negativa para atividades de perfuração na região. Em 2018, o IBAMA também negou a solicitação de emissão de licença para os cinco blocos sob controle da empresa TotalEnergies, que resultou na desistência da empresa na exploração da Margem Equatorial no lado brasileiro. Acreditando no potencial da região, a empresa investiu na exploração na bacia Guiana-Suriname, e tem prosperado com resultados promissores, com descobertas desde janeiro de 2020, no Bloco B58.

O processo de licenciamento ambiental do bloco FZA-M-59 teve início em 2014. Na época, a solicitação foi feita a pedido da BP Energy do Brasil, que não prosperou. A empresa era originalmente operadora do projeto, com 70% de participação no consórcio e a Petrobras com 30%. Assim, com a desistência da BP Energy, no final de 2020, os direitos de exploração de petróleo no bloco foram transferidos integralmente para a Petrobras.

Importante ressaltar que no pedido de licenciamento negado na semana passada pelo IBAMA, a Petrobras havia solicitado tão somente a realização de uma avaliação pré-operacional (APO), que consiste em uma simulação de emergência e não a licença propriamente dita para exploração da região. Ou seja, nem realizar estudos preliminares para avaliar o potencial da riqueza a ser explorada, está sendo autorizado.

A Petrobras tem em seu plano estratégico 2023-2027 uma previsão de investimentos de cerca US$ 3 bilhões destinados à exploração na Margem Equatorial. Isto significa que, já com a iniciativa de pesquisa cientifica/exploração, a região da Margem Equatorial será beneficiada com aumento da atividade econômica, geração de empregos, aumento da renda e crescimento socioeconômico.

Espera-se que os resultados exitosos desta campanha exploratória possam transformar a região em um “novo pré-sal brasileiro”, com benefícios incalculáveis para a sociedade, para o setor de petróleo e gás natural e para o Brasil. Do ponto de vista da segurança energética, o êxito na Margem Equatorial seria transformacional e, ainda, incrivelmente importante para a transição energética, já que recursos poderiam ser direcionados para pesquisas e projetos de energia renovável.

Estudos geológicos preliminares sugerem que essa nova fronteira de exploração tenha a possibilidade de produzir de 5 a 7,5 bilhões de barris de petróleo recuperáveis, se considerado um fator de recuperação de 25%. Ou seja, pode existir um volume inicial in situ de 20 a 30 bilhões de barris de petróleo.

No âmbito das preocupações levantadas pelo IBAMA, de fato, não foram realizadas avaliações ambientais de área sedimentar (AAAS) para a bacia da foz do Amazonas. Esta avaliação é uma análise ampla, estratégica e bem detalhada que permite identificar áreas em que não seria possível realizar atividades de extração e produção de petróleo e gás em razão dos graves riscos e impactos ambientais associados.

Ainda segundo o IBAMA, a bacia da foz é considerada uma região de extrema sensibilidade socioambiental e, por isso, existe a necessidade de uma AAAS. O órgão cita unidades de conservação, terras indígenas, mangues, formações biogênicas de organismos, como corais e esponjas, além de grande biodiversidade marinha com espécies ameaçadas de extinção.

Porém, considera-se que este estudo não seja um impeditivo para liberar a licença para exploração, pois, segundo parecer do próprio IBAMA, de janeiro de 2023, o órgão informa que “não há instrumentos jurídicos para justificar a recomendação de não emissão de licenças ambientais de perfuração exploratória até que seja realizada uma avaliação ambiental estratégica – como a AAAS.”

Considerando todo o histórico e as ponderações de lado a lado, é preciso que o diálogo continue de forma construtiva entre todos os envolvidos para que se possa desenvolver uma visão estratégica de longo prazo com o objetivo de explorar esta riqueza de forma sustentável. Não há dúvidas de que o IBAMA está legitimamente buscando proteger nossas riquezas naturais. Assim como também é legitimo dizer que o povo do Amapá e a sociedade brasileira podem ter a oportunidade de buscar o desenvolvimento econômico sustentável da região, especialmente, se confirmado o potencial petrolífero na campanha exploratória.

Por mais que se tenha todo cuidado para prevenir acidentes, os riscos e impactos ao meio ambiente de qualquer atividade produtiva sempre existe. E, o que se espera é minimizar estes riscos com diversas atividades preventivas e de contingência vis a vis com os benefícios gerados para a sociedade. A Petrobras é reconhecida nacional e internacionalmente pelo excelente histórico na prevenção de acidentes e atividades de contingenciamento, já que utiliza padrões muito rigorosos de segurança operacional e proteção ao meio ambiente.

Importante lembrar que, não muito longe da fronteira do Brasil, do lado da Guiana-Suriname, já existem diversas empresas operando na exploração e produção de petróleo de forma segura e com resultados expressivos. A ExxonMobil, por exemplo, espera alcançar uma produção de cerca de 500 mil barris/dia este ano e cerca de 1.2 milhões de barris em 2027.

Outro fator importante a ser considerado é que, do lado brasileiro da Margem Equatorial deveria existir planos de contingência e proteção ao meio ambiente, caso ocorra algum acidente do lado da Guiana-Suriname. Porém, somente conseguimos isso de forma efetiva com empresas operando na exploração/produção de petróleo do lado brasileiro.

O processo decisório de concessão de uma licença ambiental não pode ficar restrito aos aspectos técnicos socioambientais, especialmente, em casos de grande relevância para o desenvolvimento econômico do país. A exploração na Margem Equatorial, certamente, é um projeto estratégico e de grande relevância, portanto, precisa ser avaliado por um conselho multidisciplinar, à exemplo do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), e com anuência, em última instância, do chefe do executivo e de seu governo, por se tratar de um projeto de estado.

É preciso modernizar o marco legal do licenciamento ambiental para reduzir a burocracia e equilibrar o processo decisório e de governança, para, assim, simplificar, agilizar e padronizar os procedimentos para diferentes tipos de licenciamento ambiental em todo o país.

Nada mais importante – especialmente considerando a conjuntura geopolítica para a segurança/transição energética e desenvolvimento socioeconômico do país – do que conhecer seu potencial energético e explorá-lo de forma sustentável.

Os recursos provenientes da exploração de combustíveis fosseis podem acelerar a transição energética, ajudar na preservação do meio ambiente e criar condições diferenciadas no desenvolvimento econômico da margem equatorial e do país. Há quem diga que o maior inimigo do meio ambiente é a proliferação da pobreza e do atraso no desenvolvimento econômico.

Felipe Kury é ex-diretor da ANP – Agência Nacional de Petróleo e consultor independente.

Imagens relacionadas

baixar em alta resolução


Nathalia BellintaniTel: +55 (11) 9849-1352 Email: nathalia@informamidia.com.brwww.informamidia.com.br

Google impulsiona RCS para reforçar evolução do SMS

 


Por Thiago Gomes

Nem todos já o conhecem pelo seu devido nome, mas algo é fato: o RCS (Rich Communicaton Service), novo sistema de mensageria do Google, está dando muito o que falar. Ao longo do mais recente evento organizado pela big tech neste mês de maio, o Google I/O 2023, foi divulgado que este protocolo de comunicação atingiu a marca dos 800 milhões de usuários mensais ativos em todos o mundo, sendo 300 milhões só esse ano. Muitas expectativas estão cercando este tema – mas, afinal, o que está o tornando tão popular?

Tido pelo próprio Google como sucessor do antigo padrão SMS, o RCS representa um protocolo de comunicação mais seguro e completo entre operadoras de telefonia móvel, no qual é possível enviar mensagens mais ricas, interativas e personalizadas a partir de um conjunto de textos, imagens, gifs e carrosséis ao mesmo tempo. Todos os textos contêm um selo de autenticidade assegurado pelo próprio Google, contendo a logomarca e nome da empresa verificados para assegurar o destinatário sobre quem o está contatando.

Apesar de ainda só estar disponível para Android, a big tech não vem poupando esforços para reforçar seus benefícios de incorporação a todos os dispositivos. Tanto é que, ainda durante o I/O, reforçou que atualizou a tecnologia de SMS e MMS para o RCS. Na prática, a mudança permitirá que todos os dispositivos Android estejam aptos a receber e utilizar este protocolo de comunicação – reforçando, sobretudo, os diferenciais deste novo sistema de mensageria perante os outros existentes no mercado.

Em um comunicado oficial do vice-presidente de gerenciamento de produtos da empresa, Sameer Samat, há uma forte expectativa de que todos os sistemas operacionais consigam adotar o RCS, unificando os usuários em uma mesma comunidade de mensageria sem barreiras tecnológicas no acesso a um serviço seguro e de qualidade. Mas, esta parece ser uma realidade ainda distante, considerando que a Apple se mostra contrária à esta adoção ao iMessage, justificando a falta de interesse de seus clientes ao padrão.

Mesmo diante desta recusa, as novidades apresentadas no evento reforçam os altos investimentos do Google na expansão de seu protocolo, almejando que empresas e pessoas possam se comunicar de forma mais simples, eficiente e segura, independentemente do dispositivo utilizado. Tanto é que, a estimativa para o final deste ano, é de que a quantidade de usuários ativos neste sistema chegue à marca de 1 bilhão.

O RCS chegou oficialmente ao mercado há pouco tempo, tendo sido lançado em 2020. Mas, muitos avanços e vantagens se tornaram notáveis ao incorporá-lo, especialmente na manutenção de uma comunicação mais próxima e personalizada entre as empresas e seus clientes. Em um mundo omnichannel, onde a integração de diferentes canais se mostra uma adaptação necessária para elevar a satisfação dos consumidores em sua jornada de compras, a presença destas características é algo crítico para impulsionar o engajamento entre as partes.

A substituição do SMS por um recurso mais seguro e completo é uma demonstração importante do potencial de impacto do RCS no mercado, o evidenciando como um dos canais mais positivos de se investir para uma comunicação mais enriquecida para todos. Sua expansão já está ocorrendo em passos largos, com fortes expectativas de que se torne, logo menos, uma das maiores tendências no mercado de mensageria global.

Thiago Gomes é Diretor de Customer Success da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

Sobre a Pontaltech:

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.

Imagens relacionadas

baixar em alta resolução


Nathalia BellintaniTel: +55 (11) 9849-1352 Email: nathalia@informamidia.com.brwww.informamidia.com.br

Toffoli suspende execuções trabalhistas que acionam empresas do mesmo grupo: qual o impacto?

 


Por Caroline Garcia

Polêmicas crescentes vêm sendo registradas no Superior Tribunal Federal (STF) no que diz respeito à inclusão de empresas que integram o mesmo grupo econômico, no pagamento de condenações, ainda que não tenham participado da fase de conhecimento para produção de provas e julgamento da ação.

Em meio a uma problemática que vinha gerando enorme insegurança jurídica desde 2003, após o cancelamento da Súmula Trabalhista que tratava do tema, a recente suspensão, até decisão final, do ministro Dias Toffoli, do STF, dos processos trabalhistas em todo o território que discutem a legalidade ou não desta inclusão, abre fôlego para que os executados deixem de ser prejudicados financeiramente em prol de uma decisão mais justa e benéfica para as partes.

Há mais de duas décadas o tema tem gerado conflito nas relações jurídicas, pela falta de legislação específica dentro da justiça especializada.  Afinal, após o cancelamento da Súmula 205 do TST, em 2003, que vedava a inclusão do integrante de um grupo econômico que não participou da fase de conhecimento no processo de execução, parte dos magistrados passaram a considerar plausível tal inclusão, proferindo decisões distinta e sem unanimidade.

Na prática, os efeitos desta anulação geraram impactos intensos e variados em todos os setores. Se tornou comum, por exemplo, a notificação de empresas para arcarem com valores elevados ao terem sido inclusas na fase de execução, passíveis de terem seus bens e/ou contas bloqueadas caso não cumprissem com a determinação de imediato. Não era assegurado a elas o direito de se defenderem e contestarem os fatos, sendo surpreendidas e obrigadas a efetuar ou ao menos garantir o pagamento, enquanto em determinadas situações só tinham conhecimento quando seus ativos já estavam penhorados.

A resposta para tamanha confusão foi inevitável: hoje, segundo informações disponibilizadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atualmente existem mais de 232 processos sobre o tema nos Tribunais Superiores, sendo 207 deles no TST.

Vale lembrar que diante da omissão da legislação trabalhista acerca de determinado procedimento legal, é possível a utilização subsidiaria do direito processual comum, a fim de suprir as demandas em tramite. No que tange ao tema em comento,  sobre a possibilidade de inclusão de outras empresas que não tenham participado no processo de conhecimento no processo de execução,  o artigo 513, § 5º do Código Processual Civil, prevê claramente a impossibilidade, devendo ser esse o entendimento pacificado da Corte.

Independente de qual seja a decisão final, passar a fazer parte de um processo de execução, sem ter participado das fases anteriores é uma grave violação aos princípios constitucionais da legalidade, do devido processo legal,  do contraditório e da ampla defesa. Responsabilizar empresas que não puderam se defender previamente, é o mesmo que desprestigiar a legislação e a própria Justiça.

A decisão proferida pelo ministro Toffoli evitará que, até que tenhamos uma decisão definitiva, sociedades sejam obrigadas a arcar com valores já liquidados em fase de execução, sem que tenham participado da fase de conhecimento. O direito de defesa e a correta apuração dos fatos na busca da verdade real deve ser concedido a todos, evitando assim novas decisões que repercutem em nítida insegurança jurídica.

Caroline Garcia é Coordenadora da área trabalhista do Arbach & Farhat Advogados.

Sobre o Arbach & Farhat:

https://arbachefarhat.com.br/

Fundado em 2014, o Arbach & Farhat Advogados atua nas principais áreas do direito a partir de uma prestação de serviços jurídicos altamente personalizados para empresas e pessoas físicas. Aliados às circunstâncias sociais e econômicas de seus clientes, traçam a melhor estratégia conforme cada caso, sempre buscando uma parceria de longo prazo.

Imagens relacionadas

baixar em alta resolução

Marília CardosoAssessoria de ImprensaTel: +55 (11) 98491-3527 / (11) 2834-9295 Email: marilia@informamidia.com.brwww.informamidia.com.br


Resiliência operacional: como a resolução de nº 304 do Bacen contribui para a segurança do ecossistema financeiro

 


Carlos Borella (*)

Clique aqui para visualizar a foto de Carlos Borella é sócio e líder da área de Cyber da Safeway

Vimos nos últimos anos várias resoluções e circulares publicadas pelo Banco Central do Brasil (BCB), que comprovam a preocupação do órgão regulador com o nível de maturidade do ecossistema financeiro nacional. Algumas dessas regulamentações eram focadas em temas específicos, como o caso da BC 4.6581 (substituída pela BC 4.8932) – foco em Segurança da Informação, outras voltadas mais a operação em si do sistema (funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro), como é o caso da BCB 3043 . Quando se fala de risco operacional, entre outros temas que devem ser comtemplados, a resolução é clara e estabelece que as Instituições Operadoras de Sistema de Mercado Financeiro (IOSMF) devem tratar questões como gestão de fraudes, gestão da terceirização de serviços (gestão de fornecedores4 ), continuidade de negócios, gestão de serviços de tecnologia da informação e segurança da informação e cibernética, devendo estas serem projetadas de modo a alcançar o objetivo de resiliência operacional do sistema. Tais diretrizes refletem – e reforçam - a necessidade de uma abordagem abrangente para proteger as instituições financeiras contra ameaças cada vez mais sofisticadas.A resolução ainda apresenta de modo direto que as IOSMF devem estabelecer mecanismos de acompanhamento e de controle, de modo a assegurar a implementação e a efetividade da política de segurança da informação e cibernética, do plano diretor de segurança da informação, do plano de resposta a incidentes e dos requisitos para contratação de serviços, em especial de processamento e armazenamento de dados e de computação em nuvem.Ainda sobre a preocupação com resiliência operacional, a resolução apresenta atividades que devem ser estabelecidas para a gestão de continuidade de negócios, citando: realização de análise de impacto de negócios (AIN, conhecido em inglês como Business Impact Analysis (BIA)), definição de estratégias para limitação de perdas, planos de continuidade de negócios com procedimentos que estabeleçam prazos de recuperação e plano de comunicação, testes e revisões do plano em periodicidade adequada.Do ponto de vista de segurança da informação e cibernética, a resolução não apresenta muitas novidades em relação aos temas que devem ser priorizados pelas IOSMF, além de reforçar a necessidade de ações focadas nos três pilares (processos, tecnologia e pessoas). Alguns destes temas são bastante conhecidos, tais como: prevenção, detecção, redução de vulnerabilidade, resposta e recuperação; monitoramento e rastreabilidade das informações e análise da causa e do impacto; continuidade de negócios, gestão de incidentes (compartilhamento de incidentes relevantes ao BCB), programa de conscientização, classificação da informação, testes periódicos dos sistemas, acompanhamento anual de evolução/implementação do plano diretor de segurança da informação.Vale ressaltar que a BCB 304, assim como outras resoluções ou circulares do BCB, menciona a necessidade de controles e proteções em níveis mais estratégicos e táticos, como, por exemplo, para o tema de continuidade de negócios. Porém, não direciona ou detalha suas implementações (nível operacional). De modo resumido, apresenta “o que” aplicar, mas não “como” aplicar. Desta forma a utilização de referências e boas práticas de cibersegurança - ISO 27.002, ISO 22.301, NIST, SANS, entre outros - devem continuar sendo utilizadas.De modo geral, a BCB 304 disciplina, no âmbito do Sistema de Pagamentos Brasileiro, o funcionamento dos sistemas, e desta forma trata de temas sensíveis ao negócio (liquidação, registro e depósito de ativos financeiros). Neste artigo, focamos em apresentar os principais controles ligados a segurança da informação e cibernética. Neste sentido, para as instituições que já possuem uma estratégia de segurança da informação e cibernética, e governança já estabelecida, por exemplo, para atender a um Sistema de Gestão, é importante que esta revise e incorpore-a dentro de seu sistema. Adicionalmente, esta ação proporcionará que as iniciativas de segurança da informação e cibernética, convirjam e evitando assim que haja sobreposição de controles para a cobertura e mitigação dos riscos já mapeados.(*) Carlos Borella é sócio e líder da área de Cyber da Safeway, empresa da plataforma de cibersegurança do Grupo Stefanini.

AES Brasil inicia a 6ª edição do projeto Geração+ e divulga a relação de novos municípios participantes

 

AES Brasil inicia a 6ª edição do projeto Geração+ e divulga a relação de novos municípios participantes

Com a entrada de mais municípios paulistas, projeto chega a mais regiões. Meta é envolver neste ciclo mais de 150 professores e cerca de 3 mil alunos

São Paulo, 31 de maio de 2023 – Com base na educação para o desenvolvimento sustentável, em que crianças e professores são convocados a adotar ações que transformam o mundo em um lugar mais justo, bonito e acolhedor tanto para a geração atual quanto para as futuras, a AES Brasil inicia a 6ª edição do projeto Geração+.

A iniciativa conta com parcerias firmadas com as secretarias municipais de Educação dos municípios paulistas de Barra Bonita, Santa Maria da Serra, São Pedro e São Manuel. Em 2023, as ações do projeto estão sendo levadas para 12 escolas da rede pública dessas cidades, envolvendo cerca de 150 professores e quase 3 mil alunos, do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. Desde que foi criado, em 2018, o Geração+ foi implementado em 54 escolas de 22 municípios de São Paulo e beneficiou mais de 15 mil alunos e 960 professores.

“Com atividades para o presente e olhos para o futuro, o projeto foca na educação para o desenvolvimento sustentável e convoca crianças e educadores a adotar ações que preservem o nosso planeta. Temas como os ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e energia –, fazem parte do conteúdo de aprendizagem”, diz Andrea Santoro, gerente de Sustentabilidade da AES Brasil.

O início dessa edição foi marcado pelo primeiro encontro de formação dos professores, realizado em cada um dos municípios durante o mês de maio. A partir de então, todos os participantes darão início à execução de atividades que estão organizadas em um conjunto de explorações divididas em 4 temas: Fauna e Flora, Gestão de Resíduos Sólidos, Energia Elétrica e Lazer e Segurança.

A cada etapa, os estudantes são estimulados a desenhar, ler, escrever, observar, elaborar perguntas, argumentar, buscar e organizar informações, se comunicar, criar e expor suas ideias, planejar e realizar intervenções para um mundo mais sustentável. Todo o percurso didático foi pensado e criado de forma a contribuir para que as escolas consigam atingir os objetivos presentes na Base Nacional Curricular Comum (BNCC).

A iniciativa faz parte do Programa AES Brasil Gera+, que reúne os projetos sociais da Companhia promovidos com as comunidades que integram suas áreas de atuação. O objetivo do programa é promover impacto positivo, com base em quatro pilares: proteção de direitos, educação, inclusão produtiva e empreendedorismo e segurança hídrica.

Sobre a AES Brasil

Acelerando o futuro da energia há mais de 20 anos, a AES Brasil é uma empresa geradora de fontes renováveis. A companhia oferece soluções inovadoras e customizadas dentro das necessidades dos clientes, apoiando-os como um importante parceiro em sua busca pela transição energética.

Hoje, a AES Brasil conta com um portfólio de ativos 100% renováveis, com capacidade instalada contratada total de 5,2 GW¹, sendo 2,7 GW hídrico, 2,2 GW eólico e 0,3 GW solar. Adicionalmente, a companhia possui em desenvolvimento parte de seu pipeline eólico e solar, ainda em negociação, que poderá adicionar até 1,5 GW de capacidade instalada.

¹ Considera 1,0 GW referente aos projetos em construção de Tucano e Cajuína

* Sujeito a alteração em função de otimizações nos projetos

Contatos para imprensa – AES Brasil:

InPress Porter Novelli - aes@inpresspni.com.br

Alexandre Carvalho – (11) 99329-0909


Pare de fumar e ganhe mais qualidade de vida

 


Por Ricardo Siufi 

Fechando o mês de maio, no dia 31, temos o Dia Mundial Sem Tabaco, uma campanha global que busca conscientizar as pessoas a respeito dos males do tabagismo e apoiar as políticas públicas de restrição ao uso de cigarro. Infelizmente, embora tenha sido criado em 1987, um dia como esse não é capaz de mudar a cabeça de tantas pessoas que ainda fumam, mas é um esforço que vale a pena ser mantido. 

O tabagismo é um problema de saúde pública global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se da principal causa evitável de morte em todo o planeta, responsável por cerca de 8 milhões de óbitos todos os anos. Estima-se que quase 1,3 bilhão de pessoas são adeptas ao tabagismo no mundo, o que representa cerca de 20% da população adulta global; e o consumo de tabaco é mais prevalente em países de baixa e média renda, onde as políticas de controle do tabagismo são menos abrangentes e eficazes. Mesmo sendo parte desse grupo de países, o Brasil possui bons resultados no controle do tabagismo. Segundo dados do Ministério da Saúde, o percentual total de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,1% (quase 20 milhões de pessoas), com maior concentração no público masculino.  

Embora os dados do tabagismo no Brasil indiquem uma tendência de redução no número de fumantes nas últimas décadas, ainda há desafios a serem enfrentados, como a alta prevalência de fumantes entre pessoas de baixa renda e a exposição ao tabagismo passivo em ambientes públicos e privados, bem como o advento dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).  

O tabagismo é responsável por uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias e problemas de saúde mental. Além disso, o tabagismo também afeta a economia global, causando perdas significativas em termos de produtividade e custos de saúde. 

Sobre os DEFs – cigarros eletrônicos e vapes – vale lembrar que a importação, venda, propaganda e publicidade são proibidas em território nacional desde 2009. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a decisão foi tomada com base em estudos que indicavam que esses dispositivos representavam riscos à saúde pública e que não havia evidências suficientes para comprovar sua segurança e eficácia. A ANVISA tem reforçado a proibição dos cigarros eletrônicos e, portanto, sujeitos às mesmas restrições legais que os cigarros convencionais. 

Parar de fumar é difícil, pois trata-se de uma dependência. Ela ocorre principalmente em razão da nicotina, um alcaloide que age no sistema nervoso central e é responsável pela sensação de prazer e relaxamento que muitos fumantes relatam sentir ao fumar. Quando a nicotina é inalada através da fumaça do cigarro, ela é rapidamente absorvida pelos pulmões e levada para o sistema nervoso central. Lá, a nicotina se liga a receptores específicos nas células nervosas e desencadeia a liberação de neurotransmissores, como a dopamina, que produzem sensação de prazer e bem-estar. O problema é que, com o tempo, o cérebro se adapta à presença constante da nicotina e os receptores de nicotina se multiplicam. Isso pode levar a uma maior dependência do alcaloide e a uma necessidade cada vez maior de fumar para manter a sensação de prazer e evitar os sintomas de abstinência. Além da nicotina, o cigarro também contém outras substâncias químicas que podem causar dependência, como a acetaldeído e a acroleína. Por isso, o cigarro é considerado uma das drogas mais viciantes e prejudiciais à saúde. 

Porém, por mais desafiador que seja, parar é possível. Demanda esforço e determinação, além de uma mudança na rotina, pois muito do vício no cigarro se relaciona com os hábitos do fumante. Vale lembrar que, atualmente, existem diversas alternativas terapêuticas para a cessação tabágica, que vão desde a psicoterapia até terapias farmacológicas, com evidências robustas na literatura. 

Portanto, se você é tabagista e já pensou ou tentou cessar o tabagismo e não conseguiu, procure um profissional de saúde. Caso ainda não tenha considerado parar de fumar, considere.  

 

* Ricardo Siufi é pneumologista e professor do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro – Unisa. 

Daniela Figueiredo
Unisa
(11) 93031-8536 - Whatsapp
imprensa@unisa.br

TERCEIRO EPISÓDIO DA WEBSÉRIE “OBCECADOS” DESVENDA A PAIXÃO DOS TORCEDORES DO ATLÉTICO MINEIRO PELA CONMEBOL LIBERTADORES™

 

TERCEIRO EPISÓDIO DA WEBSÉRIE “OBCECADOS” DESVENDA A PAIXÃO DOS TORCEDORES DO ATLÉTICO MINEIRO PELA CONMEBOL LIBERTADORES™

 Bolívia Zica Vai Para Belo Horizonte E Mostra Como Os Torcedores Vivenciaram A Vitória Sobre O Athletico Paranaense

Episódio Conta Com A Participação Especial De Djonga, Grande Torcedor Do Atlético Mineiro

São Paulo, 31 de maio de 2023 - O terceiro episódio da websérie 'Obcecados' vai ao ar hoje, às 20h, no canal do YouTube do Paramount+. Nessa emocionante etapa, Bolívia Zica embarca rumo a Belo Horizonte para vivenciar a paixão da torcida do Atlético Mineiro em um dos jogos mais importantes do ano, contra o Athletico Paranaense, válido pela quarta rodada da fase de grupos da CONMEBOL Libertadores™.

Em Belo Horizonte, Bolívia Zica tem a honra de conversar com uma verdadeira lenda do Atlético Mineiro, o goleiro Victor, carinhosamente conhecido como São Victor. O jogador ficou marcado pelos "milagres" realizados na conquista da CONMEBOL Libertadores™ em 2013 e compartilha suas histórias e experiências com o apresentador. Bolívia ainda ganhou um presente especial de Victor, que ele vai levar ao Mineirão para entregar a um torcedor do Galo que conseguir fazer um desafio. 

Além disso, Bolívia Zica ainda terá a oportunidade de conversar com Djonga, torcedor símbolo do Atlético Mineiro conhecido por sua devoção ao clube e por compartilhar a mística que envolve o time, repleta de superstições e ídolos inesquecíveis.

O terceiro episódio de "Obcecados" no canal do YouTube do Paramount+ será um verdadeiro mergulho na paixão pelo futebol, exaltando a torcida, os ídolos e a energia única que envolve o Clube Atlético Mineiro. No último episódio, Bolívia vai para Buenos Aires acompanhar a torcida do Fluminense no jogo decisivo contra o River Plate. 

O primeiro e o segundo episódios de “Obcecados” já estão disponíveis no YouTube  do Paramount+.

ESTRATÉGIA DA PARAMOUNT EM ESPORTES NA REGIÃO

Além do Brasil, a CONMEBOL Libertadores™ estará disponível, simultaneamente, nos demais países da América Latina pelos canais de TV aberta da Paramount, Telefe e Chilevisión, e também pela Pluto TV, serviço de streaming de TV gratuito. Na Argentina, a cobertura será ancorada pelos premiados comentaristas, Pablo Giralt e Juan Pablo Wasky, enquanto as vozes da Chilevision serão Claudio Palma e Aldo Schiappacasse, para a cobertura no Chile.

                                                                     

Seguindo o mesmo caminho de acordos anteriores para o Paramount+, como a transmissão exclusiva da inglesa Premier League, no México e América Central, e La Roja, no Chile, o acordo com a CONMEBOL solidifica ainda mais a estratégia esportiva da Paramount em toda a região e expande a forte oferta de esportes que se soma à montanha de entretenimento do serviço premium de streaming, Paramount+.

O Paramount+ e a PlutoTV estão se expandindo rapidamente em todo o mundo e a transmissão de esportes da empresa continuará a gerar assinaturas e engajamento globalmente. Esta parceria com a CONMEBOL Libertadores™ e com a CONMEBOL Sul-Americana™ marca a primeira oferta de esportes, ao vivo, dos serviços de streaming da Paramount na América do Sul e está alinhada com as estratégias da América Central, México, Estados Unidos e Austrália.

COMO ASSINAR O PARAMOUNT+

O Paramount+ está disponível no Brasil por apenas R$11,15 mensais no plano anual e oferece uma verdadeira montanha de entretenimento. Com a assinatura, a audiência tem acesso a uma ampla variedade de conteúdos exclusivos, como esportes ao vivo com a CONMEBOL Libertadores™ e CONMEBOL Sul-Americana™, além de séries de sucesso como Yellowjackets, Wolf Pack, Yellowstone, Tulsa King e Rio Shore. Para mais informações, acesse paramountplus.com.

***

Paramount+ é o serviço global de streaming por assinatura da Paramount que oferece uma montanha de conteúdo premium e entretenimento para audiências de todas as idades. Internacionalmente, o serviço apresenta uma vasta biblioteca de séries originais, shows exclusivos e filmes populares em todos os gêneros de marcas e estúdios de produção de renome mundial, incluindo SHOWTIME, CBS, Comedy Central, MTV, Nickelodeon, Paramount Pictures e Smithsonian. Channel™, além de uma robusta oferta de conteúdo local de primeira linha. O serviço está disponível nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, América Latina, Caribe, Austrália, Itália, Irlanda e Coreia do Sul. Para saber mais sobre Paramount+, visite o site.

 

***

Informações para imprensa

Paramount Global

Felipe M. Reis -- felipe.moraes@paramount.com

Thaisa Abreu -- thaisa.abreu@paramount.com

Spokesman Comunicação (CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul-Americana)

Guilherme Bottura - guilherme@spokesman.com.br

Ricardo Frota - ricardo.frota@spokesman.com.br





Uso inteligente do cartão de crédito: pagamento das contas do dia a dia no crédito podem gerar vantagens para o consumidor

 

Uso inteligente do cartão de crédito: pagamento das contas do dia a dia no crédito podem gerar vantagens para o consumidor

Especialista ensina como gerenciar corretamente os pontos e usufruir dos benefícios

Você usa o seu cartão de crédito exclusivamente para compras? Já ouviu falar sobre a possibilidade de pagar contas com ele? Utilizou ou sabe como funcionam os programas de pontos relacionados aos cartões? Embora ainda seja um assunto desconhecido para milhares de pessoas, o uso inteligente do cartão de crédito já é realidade para muitos brasileiros, que veem no pequeno dispositivo plástico uma oportunidade de gerar vantagens e obter inúmeros ganhos financeiros.

O cartão de crédito é um instrumento de pagamento amplamente utilizado no Brasil. Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), apontou que no país foram movimentados R$3,31 trilhões no cartão em 2022, uma alta de 24,6% em relação ao ano anterior

Já o Serasa eCred informou que 29% dos brasileiros têm cinco ou mais cartões de crédito, enquanto 18% afirmam ter quatro cartões. A parcela de pessoas que têm três cartões corresponde a 23%, ao passo que 21% têm dois. Apenas 9% sustentam sua vida financeira com apenas um cartão de crédito.

Apesar de ser muito utilizado, os verdadeiros benefícios do cartão de crédito ainda são mal compreendidos por considerável parcela da população. Enquanto muitos consumidores não sabem como usá-lo de forma inteligente e acabam se endividando, outros não aproveitam ao máximo as vantagens oferecidas por ele através dos programas de fidelidade, entre elas a troca por pontos, milhas e cashback.

Os cartões oferecem inúmeros benefícios para nós, consumidores. Todos nós podemos acumular pontos com o próprio custo de vida, fazendo as mesmas coisas que já faz. Pontos e milhas valem dinheiro, podendo ser utilizados para excelentes viagens a custo zero! Assim como podem ser uma ótima fonte de renda para qualquer pessoa, pois podem ser comercializados e transformados em dinheiro”, explica o especialista em gerenciamento de pontos no cartão de crédito e influenciador digital, Diego Oliveira.

Cartão de crédito: mais do que pagar contas 

Quando utilizado de forma inteligente, o cartão de crédito pode trazer grandes vantagens para o consumidor, incluindo a possibilidade de obter ganhos financeiros. Um dos seus principais benefícios é a possibilidade de acumular pontos ou milhas, que podem ser convertidos em crédito, descontos ou em outras vantagens.

Para isso, é importante escolher um cartão que ofereça um programa de recompensas atraente, que permita acumular os pontos ou milhas de forma mais eficiente. 

Vale ressaltar que essas não são as únicas formas de utilizar o cartão de crédito de maneira inteligente. A possibilidade de pagar contas de consumo diário no cartão, além de possibilitar um maior controle - e visão - sobre os gastos mensais, contribui para um melhor monitoramento do orçamento.

Para o especialista e influenciador Diego Oliveira, que hoje possui mais de 140 mil seguidores no Instagram, é vantajoso - e muito interessante - saber gerenciar os pontos do cartão de crédito:

Todos nós possuímos várias contas a pagar mensalmente, como luz, água, internet, celular, financiamentos em geral, gastos com educação, entre outros. Algumas empresas já permitem o pagamento desses boletos através do cartão de crédito, sem taxas, e isso, através de um gerenciamento inteligente e um método eficaz, vai gerar para o consumidor ganhos financeiros e vantagens”, afirma. 

Segundo o especialista, o ideal é verificar com cada uma das empresas responsáveis se existe essa possibilidade de pagamento ou não:

Se houver essa forma, ótimo! Ao usar o cartão, ocorre o acúmulo de pontos, milhas ou cashback, o que gera benefícios”, explica. 

Especialista em gerenciamento de pontos no cartão de crédito, Diego Oliveira,

afirma que são inúmeras as vantagens para o consumidor

que utiliza esse instrumento financeiro para pagamento de contas 

O especialista destaca, ainda, um outro benefício:

Ao pagar através do cartão de crédito, temos um prazo a mais para o pagamento, que virá somente na data de vencimento da fatura. Nesse lapso temporal é possível investir o dinheiro (que seria utilizado para o pagamento das contas) em alguma aplicação segura, rendendo e se multiplicando”, ensina.

Cadastro em programas de fidelidade tem alta

Uma forma de usufruir das vantagens do uso inteligente do cartão de crédito é se cadastrar em programas de fidelidade, que oferecem diversos benefícios, entre eles acumular pontos ou milhas, que podem ser trocados por produtos, serviços ou passagens aéreas, por exemplo, e uma série de vantagens adicionais, como descontos em parceiros e acesso a promoções exclusivas. 

Muitos programas contam, ainda, com diferentes níveis de adesão, com benefícios cada vez mais vantajosos para os participantes.

As empresas que oferecem esses programas também se beneficiam, pois eles incentivam os consumidores a comprarem mais e a se manterem fiéis à marca. Além disso, os programas de fidelidade também permitem que as empresas tenham acesso a dados valiosos sobre seus consumidores, como hábitos de consumo e preferências.

Segundo os últimos dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), que reúne os programas de milhas e pontos, houve um aumento de 8,4% nos cadastros em programas de fidelidade em 12 meses, o que representa mais de 189 milhões de cadastros.

Fonte: Ambef

Esse aumento pode ser atribuído a diversos fatores, como a popularização dos cartões de crédito, a ampliação das opções de programas de fidelidade oferecidos pelas empresas e a crescente busca dos consumidores por benefícios e vantagens.

Embora seja um dado importante, o número é considerado baixo tendo em vista a quantidade de brasileiros que poderiam ter acesso e usufruir das vantagens adquiridas em pontuações no cartão de crédito. 

Um outro levantamento da mesma entidade indicou que o número de pontos expirados, que não foram resgatados, por terem sido perdidos ou porque simplesmente venceram (a chamada taxa de breakage) representou 15,8% do total

Fonte: Ambef

O especialista no gerenciamento de pontos no cartão de crédito, Diego Oliveira, afirma que muitas pessoas perdem dinheiro por não saber usar e gerenciar os pontos:

Infelizmente, a consequência disso são pontos jogados no lixo pela simples falta de conhecimento, pois eles possuem prazo de validade e expiram quando não são utilizados pelo consumidor”, conta.

Diego Oliveira ainda afirma que quem possui conhecimento sobre pontos e sabe fazer o gerenciamento correto consegue trocá-los por passagens aéreas gratuitas ou a baixíssimo custo (através da emissão realizada em programas de companhias aéreas) ou por dinheiro, através da venda das milhas dos programas de fidelidade das companhias. 

Até mesmo quem não possui amplo conhecimento sobre os pontos poderia ter trocado por produtos para casa, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos ou itens de decoração - o que já não seria tão vantajoso assim, pois a melhor utilização é para a emissão de passagens ou a comercialização das milhas, transformando-as em dinheiro.”, ensina.

O levantamento da Ambef apontou, ainda, que 31% do público que se utiliza dos programas de fidelidade são homens entre 26 e 40 anos e 33% são mulheres, de 41 a 60 anos.

Fonte: Ambef

Os programas de fidelidade também podem ter um impacto positivo na economia do país. Com o aumento do cadastro de brasileiros, mais consumidores passam a utilizar o cartão de crédito como forma de pagamento, o que gera mais receita para as empresas e para o setor financeiro como um todo. Além disso, o acúmulo de pontos ou milhas também pode incentivar os consumidores a realizar viagens nacionais ou internacionais, movimentando o setor de turismo.

Uso inteligente do cartão: estratégias práticas e comprovadas

Segundo o especialista no gerenciamento de pontos no cartão de crédito, Diego Oliveira, infelizmente ainda é muito baixo o percentual de pessoas que têm conhecimento sobre como o uso inteligente do cartão de crédito, com o pagamento das contas do dia a dia, por exemplo, pode gerar vantagens e, inclusive, contribuir como renda extra. 

Com o objetivo de auxiliar quem busca gerenciar da melhor maneira o cartão de crédito, tendo-o como um aliado no orçamento, Diego Oliveira desenvolveu um método e oferece curso e mentoria sobre o assunto, com suporte em tempo real. 

Qualquer pessoa, de qualquer idade e gênero, pode aprender a gerenciar os pontos no cartão. O único item necessário é ter o limite disponível em um cartão de crédito. A partir disso, com conhecimento, é possível acumular pontos e se beneficiar através do gerenciamento correto”, garante. 

Ele explica que desenvolveu um método próprio, que já ajudou mais de 5 mil alunos, através do curso chamado “Sua Nova Renda”:

Inicialmente eu falo sobre a mentalidade necessária para que seja possível alcançar os resultados. Em seguida, apresento as melhores e principais formas de acumular pontos e milhas, tanto utilizando o custo de vida quanto falando sobre oportunidade de compra de pontos/milhas a baixo custo”, diz. 

Os programas de fidelidade dos bancos e cias aéreas existentes, como transferir pontos e vender milhas, cuidados com fake news e promoções enganosas são outros temas abordados por ele. 

Moradora em São José do Vale do Rio Preto, no Rio de Janeiro, Vanessa Vieira, de 30 anos, sabe quão difícil é muitas vezes conseguir manter as contas em dia e o quanto uma renda extra pode contribuir:

Essa renda veio na hora certa pois eu, como mãe de uma criança pequena de 3 anos na época, não podia trabalhar fora em tempo integral o que me deixava limitada nos meus planos e objetivos de vida”, conta. 

Em busca de crescimento financeiro, ela ficou sabendo sobre as vantagens do uso inteligente do cartão de crédito, em especial como os pontos e milhas podem contribuir para a renda financeira, e investiu no assunto:

Hoje, eu acumulo pontos com meu custo de vida como, por exemplo, alimentação, contas de consumo, compras de eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, roupas, brinquedos e praticamente tudo que vou comprar, além de outros serviços e também nas promoções de compra e venda de pontos. Tenho muito mais organização financeira”, diz. 

A confeiteira Milena Santos, de São Paulo, capital, de 45 anos, também viu sua situação mudar após compreender como poderia usar o cartão de crédito a seu favor:

No final de 2021, com o aumento dos preços e prevendo uma queda no meu trabalho, fui atrás de renda extra. Nunca imaginei o tanto de benefícios que deixamos de usar, pela falta de conhecimento”, afirma. 

Fiz um diagnóstico da minha vida financeira, verifiquei todos os meus gastos e de que forma poderia potencializá-los com o ganho de pontos com os parceiros e cartão. No começo deu trabalho, mas hoje consciente dos meus hábitos de consumo, já sei onde obter os melhores retornos. Consegui reorganizar a minha vida financeira e da minha família. E, pela primeira vez, consigo ganhar dinheiro do banco com o crédito que me deram. Consegui fazer investimentos, o que ainda potencializou os meus ganhos. O conhecimento é libertador”, comemora. 

5 Dicas de como fazer uso inteligente do cartão de crédito

Segundo o especialista e influenciador Diego Oliveira, o cartão de crédito deve ser utilizado para todos os gastos, ele comenta algumas dicas sobre como fazer um bom uso dos pontos acumulados no cartão. Confira:

  • Usar o cartão de crédito para todos os gastos: o especialista orienta que o consumidor priorize o uso do crédito ao comprar qualquer coisa, já que a medida permite acumular pontos ou milhas aéreas. “Além disso, você ganha o benefício do prazo, pois o pagamento virá somente com a data de vencimento da fatura. Enquanto isso, o dinheiro que seria utilizado para o débito pode ficar em alguma aplicação segura, rendendo.”,
  • Utilizar promoções de grandes acúmulos de pontos para compras de itens: segundo Diego Oliveira, existem promoções que oferecem muitos pontos por real gasto, onde é possível comprar praticamente tudo de uma rotina, como itens básicos de beleza, higiene, eletrodomésticos, eletrônicos, alguns alimentos, roupas, calçados. “Uma única compra pode significar um acúmulo tão grande a ponto de se tornar uma viagem internacional gratuita ou uma boa renda extra (caso opte por vendê-los)”, diz.
  • Aproveitar boas oportunidades de compra de pontos ou milhas: existem campanhas onde os programas de fidelidade bancários oferecem oportunidades de compra de pontos com 50% de desconto ou até mais. “Quando você adquire pontos a baixo custo, pode fazer um excelente uso, ao transformá-los em milhas posteriormente. E se for comprar milhas diretamente de algumas cias aéreas, temos campanhas que chegam a 80% de desconto, que são excelentes oportunidades de compra”,
  • Trocar pontos por milhas em promoções de transferências com bônus: de acordo com Diego Oliveira, o ideal é evitar transferências sem nenhuma bonificação. “Precisamos transformar os pontos do cartão em milhas aéreas para podermos tirar o melhor proveito dele. Sempre busque aproveitar a multiplicação de pontos através de promoções de transferências”,
  • Faça o melhor uso dos seus pontos e milhas: “Para encerrar, sempre priorize fazer um bom uso dos pontos e milhas acumulados, e isso significa utilizá-los para resgatar passagens gratuitas ou a baixíssimo custo; assim como, caso queira, pode também vendê-los e obter um ganho financeiro com isso,” finaliza Diego Oliveira.

Sobre Diego Oliveira

Diego Oliveira é especialista no gerenciamento de pontos no cartão de crédito e influenciador digital. Atua no mercado há 6 anos, se dedicando a ensinar pessoas comuns a gerarem renda através de conhecimento sobre o mercado de pontos e milhas. 

Com mais de 170 mil seguidores no Instagram e 31,4 mil inscritos em seu canal no YouTube, ele compartilha o método que o permitiu ter uma nova fonte de receita utilizando o seu cartão de crédito e seus gastos do dia a dia. Seu maior objetivo é ajudar outras pessoas a terem o mesmo resultado.

Atualmente, possui mais de 5.000 alunos em seu curso “Sua Nova Renda”.

Instagram: diego.oliveiram

Youtube: diegoaomartins

Imagens relacionadas

Vantagens do uso inteligente do cartão de crédito   ainda são desconhecidas por grande parte dos consumidores. Vantagens do uso inteligente do cartão de crédito  ainda são desconhecidas por grande parte dos consumidores. Foto divulgação baixar em alta resolução
Especialista em gerenciamento de pontos no cartão de crédito, Diego Oliveira,  afirma que são inúmeras as vantagens para o consumidor que utiliza esse instrumento financeiro para pagamento de contas Especialista em gerenciamento de pontos no cartão de crédito, Diego Oliveira, afirma que são inúmeras as vantagens para o consumidor que utiliza esse instrumento financeiro para pagamento de contas Foto divulgação baixar em alta resolução
Fonte: Ambef Fonte: Ambef Ambef baixar em alta resolução
Fonte: Ambef Fonte: Ambef Ambef baixar em alta resolução
Fonte: Ambef Fonte: Ambef Ambef baixar em alta resolução

Get Comunicações Gabriela DiasAssessoria de Imprensaimprensa@getcomunicacoes.com.br (19) 99442-2424