MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Alunos acusam Ufsb de espionagem

 


Mais de 40 alunos da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) acusam a entidade de gravar dados sem autorização. Segundo o grupo, a Ufsb vem salvando as conversas de WhatsApp, senhas de banco e até fotos íntimas que os alunos mantém nos computadores usados para as aulas online. Eles foram entregues pela universidade com um programa espião que salva tudo sem avisar ao usuário. O software monitora tudo o que o aluno faz, escreve, lê, vê ou salva no aparelho. Um aluno diz que encontrou todas as suas conversas no WhatsApp salvas no notebook. Uma aluna diz que mais de dois mil prints de conversas dela no aplicativo foram salvas pelo programa espião e que sua sorte foi ter coberto a câmera do notebook com um adesivo, do contrário poderia ter até fotos íntimas guardadas sem ela saber. A Ufsb emitiu uma nota negando ter instalado o programa e alegando que nunca violou a privacidade dos alunos. Ela afirma que instalou uma sindicância de pró-reitores e servidores para investigar o caso. (A Região)

Itabuna: 13.518 casos (+28) e 326 óbitos (inalterado) (SMS)

 


Nesta quinta-feira (29) Itabuna registra 13.518 casos confirmados (+28), sendo 245 casos ativos; 12.947 casos curados; 23 internados em UTI, 19 em leito clínico e 326 óbitos. Os óbitos inseridos a cada boletim correspondem aqueles que ocorreram em dias anteriores e estavam sob investigação, não tendo, necessariamente, ocorrido nas últimas 24h. Atenção! O Coronavírus está se espalhando rapidamente em Itabuna. Proteja sua família. Fique em casa.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

O melhor - e o pior - da propaganda política norte-americana

 



De Brad Pitt a paródias de filmes, a campanha fervilha com os anúncios de televisão e Donald Trump é o mais negativo, um mau sinal para ele. Vilma Gryzinski:


A melhor peça de propaganda política de todos os tempos nem é da campanha presidencial: mostra Dan Crenshaw, deputado republicano e ex-comandante SEAL da Marinha, promovendo a candidatura de antigos companheiros de armas.

Numa paródia da série Vingadores, ele sai para uma missão especial, salta de helicóptero, faz piadinhas típicas dos filmes do gênero. O olho que perdeu no Afeganistão ganha superpoderes.

Nada se compara a um personagem como Crenshaw, mas a seis dias da eleição, a propaganda política está pegando fogo.

A campanha de Joe Biden tem muito mais dinheiro e domina os espaços na televisão, que obviamente são pagos, não gratuitos como no Brasil.

Só para dar uma ideia dos estonteantes números envolvidos: os gastos com os mais de cinco milhões anúncios de tevê e internet chegam a oito bilhões de dólares. Na arrancada final, eles praticamente ocupam todo o tempo dos comerciais entre a programação.

A campanha de Donald Trump não conseguiu os efeitos viralizantes dos anúncios pela internet como em 2016, mas está tentando.

Uma das peças mais engraçadas mostra Joe Biden como um “cavalo de Tróia do socialismo”.

A montagem deliberadamente tosca coloca a cabeça do candidato democrata no falso presente dos gregos tal como reproduzido num dos piores filmes de todos os tempos, Tróia.

Em resposta, Brad Pitt, o Aquiles do filme, fez a narração de um anúncio com o clássico apelo a todos os americanos, acima dos partidos políticos, mostrando Biden como o presidente que vai “entender suas esperanças, seus sonhos, seu sofrimento” e governar para todos.

Na voz de Brad Pitt, os lugares-comuns são bem convincentes.

A primeira propaganda política pela televisão foi feita por Dwight Eisenhower em 1952.

Em preto e branco, sem nenhuma sofisticação, o ex-comandante supremo das forças aliadas expedicionárias na Europa responde a supostos eleitores comuns – uma tática usada até hoje.

Numa das peças da campanha de Trump, uma mulher não-branca simplesmente vai mostrando cartazes com mensagens bem diretas: “Estou preocupada com Joe Biden, ele é fraco”, “Biden aderiu a propostas da extrema esquerda”, “Biden vai aumentar os impostos”, “Dar anistia a onze milhões de imigrantes ilegais”, “Tenho medo de falar isso em voz alta”, “Não vou arriscar o futuro dos meus filhos com Biden”.

Os cartazes praticamente são um resumo dos argumentos de Trump contra o adversário, embora estejam entre as peças menos agressivas.

Destacar apenas os defeitos do oponente, sem se apresentar como uma alternativa muito melhor, é considerado um exercício dos candidatos em desvantagem, como é o caso de Trump.

Geralmente, por estarem no poder, disputando, portanto, com adversários que podem se apresentar como mensageiros das boas notícias e promessas melhores ainda, em oposição aos que têm os ônus de governar – com destaque, no caso de Trump, para a devastação em vidas humanas e empregos por um agente destruidor como o coronavírus.

Dentro do espírito de mostrar cidadãos comuns, a campanha democrata fez uma peça bem-humorada com um suposto eleitor arrependido de Trump.

Sem camisa, fumando um cigarro não convencional e com fala meio enrolada, ele diz que nunca, jamais votou num democrata, mas se Joe Biden por acaso saísse da eleição e uma lata de tomate entrasse em seu lugar, votaria na lata só para derrotar o presidente.

O alvo é evidente: homens brancos sem educação superior (chamados de WNC, as iniciais em inglês) são os eleitores mais fieis de Trump. Mostrar um estereótipo exagerado deles pode ter algum efeito positivo?

A essa altura, vale tudo.

Inclusive uma paródia de filme de terror, usando uma entrevista real em que Joe Biden se irrita com a pergunta de um apresentador negro – “Faria um teste de capacidade cognitiva?” – e retruca que seria o mesmo se o entrevistador tivesse que fazer um teste sobre uso de cocaína.

Na propaganda, a imagem dele some e começa a aparecer, ominosamente, atrás do apresentador, numa cena clássica das narrativas de terror.

Uma das peças mais fortes da campanha republicana continua a ser a intitulada “O que está acontecendo com Joe Biden”. Mostra flagrantes do candidato quando era apenas alguns anos mais moço, e outros com suas falhas de memória e confusões de linguagem.

Os democratas responderam com um filmete em que Trump aparece segurando um copo d’água com as duas mãos e descendo uma rampa com passos hesitantes – isso antes da recuperação a jato da Covid-19.

Na realidade, Trump, aos 74 anos, está fazendo três comícios por dia com uma energia impressionante. Parece se renovar com a adoração do público que grita “Superman”, “SuperTrump” ou “Nós te amamos”.

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Biden, a menos de um mês dos 78 anos, aguentou bem os dois debates com Trump. Já saiu vitorioso só por não demonstrar nenhuma das falhas cognitivas exibidas em outras circunstâncias.

Depois que o resultado sair, e por muitos anos mais, a influência da propaganda de cada um deles será analisada pelos especialistas em busca de lições para o futuro.

Nos dias finais da campanha, o que conta é o volume.

“A quantidade de dinheiro dos dois lados é tão grande que a eficiência não importa”, disse ao Los Angeles Times um ex-assessor próximo de Barack Obama, Dan Pfeiffer.

Se eficiência importasse, Dan Crenshaw estaria eleito presidente.

E ninguém vai processar os aloprados de Bolsonaro?

 



Arapongagem contra os fiscais da Receita, e aí? José Nêumanne para o Estadão:


Na pandemia de covid-19, enquanto convencia néscios de que a obrigatoriedade de vacina fere direitos individuais, o presidente da República reuniu chefões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) fora da agenda. O encontro constou da agenda do serviçal Augusto Heleno, que nunca se destacou pelo uso da inteligência. Em 25 de agosto, Jair Bolsonaro levou à presença deste e do delegado Alexandre Ramagem as advogadas do primogênito, Luciana Pires e Juliana Bierrenbach, para denunciarem eventual crime de fiscais da Receita Federal na ação contra a ilícita prática de peculato quando Flávio Bolsonaro dava expediente na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O aval dado pelo chefe do governo à teoria conspiratória do atual defensor do filho “zero um”, Rodrigo Roca, conhecido pelo patrocínio de causas de acusados de tortura na ditadura militar e substituto de Frederick Wassef, em cujo falso escritório de advocacia escondeu o subtenente PM-RJ Fabrício Queiroz, vassalo do filho, foi revelado sexta-feira 23 de outubro. E tem sido tratado como corriqueiro. Mas é grave. Muito grave. Não só por configurar nova tentativa de contornar, como num drible da vaca, a natureza técnica, fria e impessoal do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que originou o inquérito no Ministério Público do Rio (MP-RJ) sobre extorsão de parte dos vencimentos de servidores da Alerj praticada pelo ex-assessor. Mas, sobretudo, para esclarecer que papai Bolsonaro não estava brincando quando disse que não deixaria seus parentes e amigos serem prejudicados (no jargão sujo de hábito) em reunião ministerial, tornada pública. Esta motivou a saída do ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro do Ministério da Justiça e da Segurança Pública e a seu respeito corre ação sem futuro no Supremo Tribunal Federal (STF).

O fato configura crime de responsabilidade, passível de impeachment. Pois o chefe do governo deslocou o Coaf do Ministério da Fazenda para o da Justiça, a pedido de Moro, e depois para o Banco Central, para sacá-lo da alçada do ex-magistrado. O Coaf nunca foi subordinado à Receita, nem no périplo armado por ele e seus aliados do Centrão no Congresso para aliviar a barra do rebento. Não estranhem o uso da gíria de Rio das Pedras, sede da milícia que foi chefiada pelo capitão PM-RJ Adriano da Nóbrega, cujos depósitos na conta de Queiroz fazem parte do acervo probatório do MP-RJ. Mas não basta. Wassef, que nunca deixou de se gabar de ascendência sobre a famiglia presidencial e seu mais poderoso chefão, conseguiu do então presidente do STF, Dias Toffoli, a suspensão por seis meses de todas as investigações de crimes financeiros no País para poupar Flávio. Mas a normalidade foi restaurada no plenário por nove votos a dois, tendo o autor votado contra a própria decisão monocrática.

A presença de Ramagem na citada reunião seria prova suficiente no inquérito aberto no STF, se não fosse mero pretexto para ganhar tempo. Como o seria a denúncia do empresário Paulo Marinho, que deu explicação plausível para as demissões de Queiroz do gabinete do filho e de sua filha Natália do do pai, segundo a qual um delegado bolsonarista da Polícia Federal (PF) havia avisado o senador sobre o adiamento da Operação Furna da Onça para não prejudicar a vitória do pater familias no segundo turno do pleito presidencial. A informação poderia ter sido confirmada ou desmentida se o juiz federal Elder Fernandes não tivesse negado a quebra do sigilo dos telefones da PF para confirmar a versão do suplente, em lugar da acareação, fancaria que tenta mascarar o óbvio ululante (apud Nelson Rodrigues).

No entanto, a não ser pela débil manifestação do líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Câmara, Alessandro Molon, não houve um “pai da pátria” (todos comprometidos com o conluio-mor que paralisa a democracia e a justiça no País) que tomasse atitude capaz de deter novas tentativas espúrias de justificar o inexplicável que, na certa, estão por vir.

Nem original é. Circula pela Câmara dos Deputados o líder José Guimarães, cujo assessor foi detido com dólares na cueca no processo que investigava o financiamento espúrio de dossiê para comprometer José Serra, candidato tucano favorito ao governo de São Paulo, em 2006. Na ocasião, o então presidente Lula deu definição exata à manobra abortada: aloprados. Agora, com o Congresso Nacional e o STF mais uma vez desmoralizados com o acordo espúrio para evitar a punição de sócio da alta corte bolsonarista, Chico Rodrigues, de Roraima, o tirambaço dado por Jair Bolsonaro propondo arapongagem explícita para limpar o cueiro sujo do primogênito presidencial afundará em água de esgoto.

Assim como as ações no STF com punição adiada para as calendas gregas para evidente interferência política de Bolsonaro na PF, na Abin e no GSI e o uso do gabinete do ódio do filho “zero dois” promovendo manifestações fascistoides, essa tentativa de perseguir fiscais da Receita com devassa inadmissível será despejada na vala comum do lixão da covardia.
 
BLOG  ORLANDO  TAMBOSI

Por que Trump é "o cara"

 



É importante notar que não há na história registro de coalizão tão contrária à de um presidente brasileiro como a de Sleepy Joe e sua vice Kamala (a “Obama de Saias”). Artigo do economista Ubiratan Jorge Iorio para a Gazeta do Povo:


Não se trata, para os norte-americanos, de simplesmente escolher entre um conservador fanfarrão, de cabelo alaranjado e delicado como um rinoceronte e um tio “progressista”, bolinador contumaz e devoto piedoso do deus Morfeu. O buraco é bem mais embaixo: preservar a velha alma americana dos Founding Fathers, que rapidamente transformou 13 colônias pobres na maior potência do mundo, ou embarcar em uma aventura socialista justo no país que sempre foi a antítese dos coletivismos?

Para suportar essa afirmativa forte, precisamos de três sapatas: economia, cultura e política externa. Na economia, as duas propostas são semelhantes, especialmente no que diz respeito à política monetária frouxa, à manipulação da taxa de juros pelo Federal Reserve e ao protecionismo. O desacordo está na paixão doentia dos democratas por impostos, regulamentações e saúde estatal.

Nos outros campos, porém, as divergências são fortíssimas. No sistema moral-cultural, o cotejo é entre a tradição judaico-cristã da civilização ocidental defendida pelos republicanos e a feira livre dos democratas: globalismo, governo mundial, imposição de uma nova ordem, de uma religião única, de hábitos alimentares e sexuais, relativismo moral, intolerância com a tradição, divisões raciais, controle da linguagem e da vida das pessoas, desrespeito à individualidade, centralização, culto ao Estado e concentração de poder em um grupo de illuminati. Teoria conspiratória? Não, é só uma questão de não tomar lé por cré. Ou não é essa a pauta de Joe Biden?

A mídia mundial finge que não sabe, mas a verdade é que as bases dos democratas vêm se afastando de seu cariz original, de centro com leve tendência à esquerda, e fazendo o semblante do partido ficar cada vez mais socialista. Se antes apenas flertavam, hoje vivem um concubinato ostensivo com o populismo socialista, iniciado por Bill e Hillary Clinton e intensificado com “El” Barack, sob os aplausos de Hollywood e dos “especialistas”.

Já vão longe os protestos pacíficos de 1968, que introduziram na sociedade americana, além dos hippies, as pautas de esquerda: liberdade sexual, tolerância a drogas, desconstrução da família, ideologia de gênero, anticristianismo, crescimento do Estado, feminismo, ódio a Israel, ambientalismo, cotas raciais e outras. O romantismo ingênuo foi dando lugar à militância ideológica, à intolerância e, mais recentemente, à violência e atos terroristas. O Woodstock de 2020 não tem cabeludos com faixas de peace and love, mas agasalha os baderneiros do Black Lives Matter e dos Antifas; não tem decibéis de guitarras, mas endossa os coquetéis molotov atirados em supostos “supremacistas” e “fascistas”; não tem as metralhadoras da Guerra do Vietnã cantadas por Gianni Morandi, mas abriga bombas bem mais perigosas, com petardos que não ferem o corpo, mas adoecem as mentes e borram as almas.

É preciso mostrar ao mundo que Biden está longe de ser o “progressista moderado” que a mídia tenta retratar, e para isso basta comparar sua plataforma com as de partidos como PT e PSol, e constatar que as diferenças são mínimas.

No front externo, a vitória de Biden trará de volta a pusilanimidade premeditada da era Obama, muito apreciada pelos inimigos dos Estados Unidos, mas que permitiu ao Partido Comunista chinês perder qualquer receio e anunciar seu intento de chegar à hegemonia mundial em 20 anos. Já Trump manterá sua política de alianças militares para proteger a liberdade e a determinação de neutralizar o ímpeto totalitário chinês, como tem mostrado em várias ações, desde antes da pandemia.

Por fim, é importante notar que não há na história registro de coalizão tão contrária à de um presidente brasileiro como a de Sleepy Joe e sua vice Kamala (a “Obama de Saias”), que vêm repetindo críticas abertas, infundadas, insolentes e desrespeitosas ao presidente do Brasil, algo sem precedentes nas relações entre os dois países. Meter a mão em formigueiro é imprudência. Goste-se ou não dele e de seus tuites, o “cara” é Trump.

Ubiratan Jorge Iorio é economista e presidente do Conselho Acadêmico do Instituto Mises Brasil.

Cavaleiros de Granada

 



Coluna de Carlos Brickmann, publicada nos jornais de quarta-feira (para a tradicional malhação do bolsonarismo):


A reforma da Previdência definhou, as outras estão paradas, privatização é ainda um sonho, só o custeio da máquina do Estado consome praticamente todo o dinheiro que é possível arrecadar, estourar o teto dos gastos públicos é o sonho de toda a manada de chifrudos fura-tetos, o Governo está dividido, a Covid já matou 160 mil brasileiros e o que se discute no país? Se o SUS deve incluir na distribuição de vacinas a Coronavac.

Quais os problemas que o presidente Bolsonaro vê na Coronavac? Na verdade, nenhum, já que ainda se testa a vacina e até agora não houve problemas. Mas a vacina tem, aos olhos de Bolsonaro, dois grandes defeitos: o laboratório é chinês e trabalha em cooperação com o Butantan, subordinado ao governador Doria. Trump mandou sabotar os chineses, Bolsonaro obedece; Bolsonaro manda sabotar Doria, seus subordinados obedecem.

E daí? Daí, é perder tempo: mesmo se todas as vacinas em teste forem aprovadas, não serão suficientes. Iremos usar as chinesas, a inglesa, as americanas, ou não haverá o suficiente. Se a chinesa funcionar, será usada. Se não funcionar, não poderá ser usada. É simples.

Isso não lembra o famoso poema de Cervantes, citado no título? Riscando os cavalos! Tinindo as esporas! Través das coxilhas! Saí de meus pagos em louca arrancada! — Para quê? — Para nada!

Na verdade, este poema não é de Cervantes, é de Ascenso Ferreira. Mas se até a discussão está toda errada, por que o poema tinha de ser o certo?

Todos o kerem

O presidente prometeu um ministro “terrivelmente evangélico” no STF, depois prometeu alguém que tomasse Tubaína com ele. Acertou: Kassio Nunes talvez nunca tenha tomado Tubaína, mas vai tomar. E, se precisar, vai misturar com Diet Dolly e Licor de Ovos. Vejamos as características de Sua Excelência: liberou aquele famoso cardápio de lagostas e vinhos premiados, o que o torna credor de alguma simpatia no Supremo; não concorda com o cumprimento da pena após decisão em segunda instância, o que lhe traz a simpatia do PT, de boa parte dos parlamentares, daquele senador que gosta tanto de dinheiro que mantém com ele relações profundas; sua esposa já foi funcionária de senadores do PT; diz ter simpatias pelo chavismo.

Talvez até possa cumprir a ordem de Bolsonaro, de comprar arroz na Venezuela. Só é criticado pelos lavajatistas e pela ala mais radical do bolsonarismo – mas os filhos do presidente iriam brigar com quem se opõe à prisão em segunda instância? Bolsonaro acertou em cheio: Kassio é um retrato do Brasil de hoje.

O rigor implacável da Lei

Tão logo acharam aquele rolo de cédulas no cofrinho do senador, o país se alvoroçou: o ministro Barroso decidiu afastá-lo do mandato, mesmo sabendo só o esconderijo do dinheiro, sem investigar sua origem; falou-se em reunir o Comitê de Ética do Senado. Na prática, o afastamento do mandato pelo STF ficou pra lá, a Comissão de Ética não se moveu, o senador pediu licença por 121 dias. Este colunista até achou que Sua Excelência iria mesmo precisar de algum tempo de recuperação para sentar-se de novo na cadeira, mas a licença era só para dar posse ao suplente, por coincidência seu filho. Graças ao paipai, tem bom salário, nomeações à vontade – coisa fina.

Família acima de tudo

Não é só o senador Chicofrinho Rodrigues que mistura cargo com família. O suplente de Alcolumbre, presidente do Senado, é o irmão José Samuel. O senador Ciro Nogueira tem a mãe, Eliane, na suplência. O senador Eduardo Braga, a esposa, Sandra. O Senado aprovou emenda constitucional que proíbe parentes na suplência. Mas sabe como é, né? O rigor implacável da lei não é para os amigos. A emenda está parada há uns sete anos na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Para que mexer no que agrada a todos?

Fato fake

O ministro Ricardo Salles e o general Luiz Ramos fizeram as pazes. Mas não é para levar a sério. Um cairá fora. O general tem apoio do Centrão, mas o ministro Salles é apoiado pelo olavismo e pelos filhos do presidente.

Problema 1 – Goiânia

O ex-governador Maguito Vilela, MDB, candidato a prefeito de Goiânia, com boas chances, tem quadro sério de coronavírus, com pulmões atingidos. Foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Problema 2 – Jayme Lerner

Ex-prefeito de Curitiba, com administração internacionalmente elogiada, ex-governador cujo trabalho se transformou em lenda, Jayme Lerner está no hospital, recuperando-se de cirurgia de apendicite realizada no domingo, 25. A cirurgia foi bem sucedida, mas Lerner, 83 anos, só descansa quando está internado. Atualmente, dedica-se à campanha de seu amigo e assessor Gerson Guelmann, que colaborou em suas principais obras, e que pela primeira vez disputa uma eleição. A propósito, dá vontade de ser curitibano para votar em Guelmann, por ele mesmo e em homenagem a Jayme Lerner.
 
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Mefistófeles não poupa ninguém: o preço da aceitação na Internet.

 



Estamos cultivando uma geração vazia, escrava da vaidade, da necessidade de se saber amada não só pela família e pelos amigos, mas também pela multidão sem rosto ou alma. Via Gazeta, a crônica de Paulo Polzonoff Jr.:


Mal dormi na noite passada. Fiquei rolando de um lado para outro na cama e, quando vi, já eram 21h30 da madrugada. A causa da minha insônia foi o vídeo no qual dois tiktokers, ele com 19 anos e ela com 12, dizem que estão namorando – para o espanto de alguns e a indiferença de outros. Logo depois de eu ter publicado meu texto a respeito do assunto, os dois gravaram um pedido de desculpas e disseram que tudo não tinha passado de trollagem, que em internetês significa “pegadinha”.

Não vou entrar aqui na questão quanto à sinceridade ou não da justificativa. Meu instinto velho, cansado, gordo, careca e com uns pelos brancos na barba me leva a crer que todos os envolvidos, principalmente o menino e os pais, sentiram na nuca o bafo quente da lei e da moral pública que, obviamente, jamais veria com condescendência o relacionamento entre um homenzinho e uma pubescente. Mas o instinto é meu e é falho – e não precisa condizer com a realidade.

O que me tirou mesmo o sono foi perceber como temos diante de nós toda uma geração que não mede esforços para se fazer aceita na Internet. Que não avalia as consequências de seus atos e palavras. Que vende sua alma a Mefistófeles em troca de alguns milhares de likes, talvez um milhão de seguidores, e de tudo o que essa exposição precoce e exagerada representa, da sensação avassaladora de aceitação até a inevitável rejeição superlativa.

Fiquei pensando sobretudo no homenzinho de 19 anos. No vídeo em que os tiktokers explicam que tudo não passou de uma brincadeirinha inocente, desculpe aí, foi mal, ele aparece em segundo plano, sorrindo um sorriso nervoso demais, recitando um texto evidentemente ensaiado, com aquela prosódia da Xuxa, fingindo uma calma que beira a estupidez, os olhos vazios, a voz com um quê de trêmulo, como se implorasse para não ser condenado, formal ou informalmente, pela evidente imaturidade.

Em algum momento da minha insônia de mentirinha, temi até pela vida dele. Porque é assim que essas máquinas de moer gente a que damos o nome de redes sociais funcionam. Elas ludibriam sobretudo os mais vulneráveis, os emocionalmente imaturos e os intelectualmente prejudicados, com a promessa de um Paraíso no qual todos celebrarão seus feitos, por menores e mais imorais que sejam. Em troca, quem aceita a barganha diabólica dá à multidão sem rosto nem compaixão o controle total sobre sua alma.

Que homens feitos se submetam a esse pacto fáustico já é um problema. Mas, no caso das webcelebridades adultas expostas a todo tipo de ridículo em troca de coraçõezinhos e outras demonstrações de “afeto”, considero que elas, a despeito dos cabelos coloridos, das onipresentes tatuagens, da linguagem para mim incompreensível e das selfies com biquinho, sejam maduras o suficiente para aguentar as consequências de sujeição voluntária à vaidade.

No caso de crianças e de jovens imberbes, a situação muda de figura. Ainda mais quando falamos de crianças que já cresceram sob a mística da fama virtual. Ainda que o menino do vídeo não enfrente consequências legais por ter assumido o namoro com uma pré-adolescente, fico me perguntando se ele (e os pais, porque sempre há pais dando o maior apoio para esse tipo de coisa, vai lá, meu filho, siga a sua estrela, este é seu caminho, acredite no seu potencial, o importante é o amor, etc.) foi capaz de aprender, nas últimas 24 horas, que palavras e atos têm consequências graves mesmo depois que a timeline envelhece.

No sempre recomendado (ainda que um tanto catastrofista) A Geração Superficial: o que a Internet Está Fazendo com os nossos Cérebros, Nicholas Carr explica que simplesmente não estamos preparados para sermos julgados, amados ou odiados por milhares ou milhões de desconhecidos. Mensagem que o documentário “O Dilema das Redes” ecoa. É por isso que as grandes estrelas do rock ou do cinema tinham vidas atribuladas e não raro trágicas. E é por isso que YouTubers (ou tuiteiros ou tiktokers) de maior ou menor sucesso vivem hoje à base de ansiolíticos e antidepressivos e, como se fossem profetas sempre à beira do martírio, da busca constante pela aceitação de seus instáveis seguidores.

Estamos cultivando uma geração vazia, escrava da vaidade, da necessidade de se saber amada não só pela família e pelos amigos, mas também pela multidão sem rosto ou alma, pela legião de mifistofelezinhos que distribui likes e coraçõezinhos dizendo que é de graça. Mas não é. Nunca é.
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O naufrágio da Era da Safadeza

 



Depois do trem-bala invisível, o governo Lula inventou o navio que não navega. Augusto Nunes:


Em 7 de maio de 2010, ao lado de Dilma Rousseff e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. A embarcação, com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo, havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.

Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que os transformavam em testemunhas do parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha. Seria uma festa perfeita se o colosso, batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata, não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse. E nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.

O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio. Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, o navio — sem sair do lugar — percorreu o país inteiro durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques. Foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da supergerente que Lula inventou. O petroleiro João Cândido acabou por aposentar-se sem ter trabalhado um único dia.

Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Safadeza: depois do trem-bala invisível, o governo do PT inventou o navio que não navega.
 
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Chile: da depressão ao suicídio coletivo.

 



Para Axel Kaiser, o paradoxo chileno tem raiz psicológica: a depressão que levou os chilenos a odiar o progresso alcançado conduziu-os ao suicídio coletivo, destruindo a institucionalidade que permitiu tal progresso (artigo publicado pelo Instituto Cato):


Cuando los historiadores del futuro analicen lo que ha ocurrido en Chile en los años finales de la segunda década de este siglo, se preguntarán perplejos cómo fue posible que el país más exitoso de la historia de América Latina decidiera, por una abrumadora mayoría, destruir la institucionalidad que le había permitido convertirse en referente regional. 

Especularán que el sistema había fallado, pues no lograba satisfacer las demandas de la ciudadanía y formularán todo tipo de teorías acerca de fuerzas sociales misteriosas que nadie anticipó. La verdad, sin embargo, es que el suicidio de Chile era previsible y algunos veníamos advirtiendo hace más de una década que ocurriría. 

Y es que, hace muchos años que Chile viene cultivando un estado depresivo mediante un discurso público flagelante, que se negó sistemáticamente a reconocer el progreso que habíamos conseguido mientras se encargaba de demonizar al mercado, a los empresarios, al lucro y a todos aquellos principios que nos habían sacado de la mediocridad que históricamente nos había caracterizado. 

Este discurso sumió a los chilenos en una depresión que a su vez los llevó a odiar lo que habían construido. En otras palabras, la raíz del problema chileno fue psicológica. En su best seller 12 Rules for Life, Jordan Peterson sugiere una regla de salud mental que Chile claramente no aplicó: compárate con el lugar en el que te encontrabas antes y no con el lugar en que están los demás. 

En el caso de Chile la evidencia de superación es irrefutable. La inflación crónica, que había alcanzado un peak de más del 500% en 1973, cayó por debajo del 10% en la década de 1990 y por debajo del 5 por ciento en los años 2000. Entre 1975 y 2015, el ingreso per cápita en Chile se cuadruplicó hasta alcanzar los 23.000 dólares, el más alto de América Latina. Como resultado, desde principios de la década de 1980 hasta 2014, la pobreza se redujo del 45% al 8%. 

Varios indicadores muestran que este “milagro económico” benefició a la mayor parte de la población. Por ejemplo, en 1982 sólo el 27 % de los chilenos tenía un televisor. En 2014, el 97% lo tenía. Lo mismo ocurre con los refrigeradores (del 49% al 96%), lavadoras (del 35% al 93%), los automóviles (del 18% al 48%), y otros artículos. Todavía más importante es que la esperanza de vida aumentó de 69 a 79 años en el mismo período y el hacinamiento en las viviendas se redujo del 56% al 17%. La clase media, según la definición del Banco Mundial, aumentó de un 23,7 % en 1990 a un 64,3% en 2015 y la pobreza extrema se redujo del 34,5% a 2,5%. 

En promedio, el acceso a la educación superior se multiplicó por cinco en el mismo período, beneficiando principalmente al quintil más bajo, que vio su acceso a la educación superior multiplicado por ocho. Esto es coherente con el crecimiento de los ingresos en los diferentes grupos socioeconómicos. Si bien entre 1990 y 2015 los ingresos del 10% más rico crecieron un total de 30%, los ingresos del 10% más pobre experimentaron un aumento del 145%. 

A su vez, el índice de Gini cayó de 52,1 en 1990 a 47,6 en 2015. Si se mide la desigualdad de ingresos dentro de las diferentes generaciones, la reducción es aún mayor. Otros indicadores de desigualdad también muestran una reducción de la brecha entre los ricos y el resto de la población. El índice de Palma, que mide la desigualdad de ingresos del 10% más rico en relación con el 40% más pobre, se redujo de 3,58 a 2,78 en el mismo período de tiempo, mientras que la relación entre los ingresos de los quintiles más bajos y los más altos disminuyó de 14,8 a 10,8. 

Además de esta disminución de la desigualdad de ingresos, un informe de la OCDE de 2017 mostró que Chile tenía mayor movilidad social que todos los demás países de la OCDE. Chile también ocupaba la posición más alta entre las naciones latinoamericanas en el Índice de Desarrollo Humano de Naciones Unidas. Nada de eso importó, porque una élite política e intelectual populista, progresista y conservadora social cristiana, convenció a la ciudadanía de que el problema del país era la desigualdad y el “neoliberalismo” y comenzó a comparar a Chile con Suecia y Noruega sin reparar, por supuesto, en los niveles de productividad, baja corrupción, eficiencia estatal, ingreso per cápita o libertad económica de esos países. 

Así se instaló la idea de los “derechos sociales” que abrazó la población esperando que el Estado mágicamente le proveyera de los recursos que le faltaban para vivir mejor. El reciente referéndum, que dio a la nueva Constitución un respaldo aplastante, es nada más que el último paso en el giro que, movido por la depresión y falta de fe en sí mismo, Chile dio en el camino hacia un Estado omnipotente. 

Un Estado cada vez más corrupto e ineficiente que las élites de siempre han capturado en su propio beneficio mientras convencen a la masa de que todo lo que hacen es “por justicia social”. 

Mientras tanto, los capitales se van del país, la inversión se seca, el gasto fiscal –y la deuda– explotan y la inestabilidad política se agudiza. Nada de esto, como es obvio, se resolverá con una nueva constitución sino por el contrario: se agudizará. Pero la suerte ya está echada; el suicidio de Chile parece asemejarse cada vez más al que cometió hace casi un siglo la vecina Argentina. Un suicido de manos de una ideología tan ponzoñosa y resistente que parece no admitir resurrección. 

Este artículo fue publicado originalmente en El Liberal (España) el 26 de octubre de 2020.
 
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Rótulos, ignorância e um tiquinho de má-fé: o que significa ser ultraconservador.

 



Ultrarrevoltados com a indicação de uma conservadora para a Suprema Corte dos EUA, ultraeditores gravaram nela as letras escarlates da heresia progressista. A crônica de Paulo Polzonoff Jr.:


No fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a indicação de Amy Coney Barrett para a Suprema Corte do país. Se o Senado aprovar, e tudo leva a crer que aprovará, ela vai assumir o lugar ocupado por Ruth Ginsburg. É, eu sei. O assunto é ultra-aborrecido e, em condições normais de temperatura e pressão, mereceria apenas uma nota com uma breve biografia da indicada.

Mas vivemos tempos ultraturbulentos, você sabe. E até a indicação de uma juíza para a Suprema Corte dos Estados Unidos, cuja influência no Brasil é praticamente nenhuma, vira um campo de batalha. Não à toa, no fim de semana, diante da indicação de Barrett, dois ultraeditores de pelo menos dois ultrajornais não hesitaram e tascaram um “ultraconservadora” para se referir a ela.

Não sei se é ultraignorância ou ultramá-fé dos meus colegas. Pode ser também apenas uma ultracoincidência – hipótese que talvez revele uma ultraingenuidade de minha parte. O fato é que o prefixo “ultra” seguido pelo rótulo que para muitos ainda soa como palavrão, “conservadora”, confere à indicação de Trump um ar maquiavélico, como se tudo fosse uma grande conspiração com algum objetivo macabro.

Aí você vai dar uma lida rápida na biografia de Barrett para descobrir o que a torna não apenas conservadora, mas, na visão dos progressistas, ultra. Casada, católica, mãe de sete filhos. Contra o aborto. Foi pupila de Antonin Scalia. Leitora de Flannery O’Connor e C. S. Lewis. Defensora da 2ª Emenda da Constituição Americana, aquela que garante às pessoas o direito a portar armas, mas que alguns brasileiros, novamente por ultraignorância ou ultramá-fé, acreditam garantir às pessoas o direito a sair por aí atirando em quem bem entender.

Me confesso ultradecepcionado. Afinal, para alguém merecer o rótulo de “ultraconservadora” eu esperava, no mínimo, que fosse ultramonarquista. Esperava ainda que não tivesse dois filhos não-biológicos, e ainda por cima com mais melanina na pele. Esperava uma pessoa que defendesse, talvez, a pena de morte para gays, como acontece ainda em alguns lugares que os ultraprogressistas teimam em enaltecer, acredito que só por birra mesmo.

Mas eu ultraentendo a ultramá-vontade de meus colegas ultrajornalistas. Primeiro porque o que está em jogo na indicação de Barrett é mesmo a possibilidade de a Suprema Corte dos EUA reverter o infame caso Roe vs Wade, que permitiu a prática do aborto por lá. Isso causa nos ultraprogressistas uma espécie de ultraurticária moral e intelectual. Daí a necessidade de marcá-la com um rótulo capaz de causar escândalo.

Para “piorar”, Barrett é uma originalista – espécie que, dizem, já habitou o Cerrado brasileiro, mas que ultimamente está em extinção. Ela acredita que a enxuta Constituição dos Estados Unidos basta para resolver os conflitos jurídicos atuais, mesmo tendo sido escrita há 233 anos. Porque os valores contidos naquele documento, sobretudo o respeito às liberdades individuais e à vida, merecem ser defendidos, ou melhor, conservados para o bom funcionamento da sociedade.

E deve ser ultradifícil para alguém entender isso na realidade brasileira, na qual juízes ultraprogressistas de um Supremo Tribunal Federal ultra-ativista interpretam a caudalosa Constituição Millennial de 1988 a seu bel-prazer, cada qual acreditando numa solução ultracriativa para conflitos pontuais, com consequências quase sempre nefastas.

Daí porque é mais fácil (ultrafácil!) pintar as letras escarlates “UC” nas costas de Barrett ou de qualquer um (pior ainda se for uma) que não reze pela cartilha do progressismo.
 
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Naeliton tem contas rejeitadas em Itapé

 


Na sessão desta quinta-feira (29), realizada por meio eletrônico, os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios rejeitaram as contas do exercício de 2019 da prefeitura do município de Itapé, de responsabilidade do prefeito Naeliton Rosa Pinto. O conselheiro José Alfredo Dias, relator das contas de Itapé, multou o gestor em R$ 7 mil pelas irregularidades apuradas durante a análise das contas e em R$ 55.231,99, que corresponde a 30% dos seus subsídios anuais, por não ter reduzido a despesa com pessoal. As contas de Itapé foram rejeitadas em razão da extrapolação do limite para despesas com pessoal. Os gastos alcançaram o montante de R$ 15.144.336,69, que equivale ao expressivo montante de 63,58% da receita corrente líquida do município, superando o percentual de 54% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Também contribuiu para a reprovação dessas contas a não recondução, de forma reiterada, da Dívida Consolidada Líquida ao limite legal, em descumprimento às normas que tratam da matéria. No exercício, a dívida correspondeu ao percentual de 152,88% da RCL. O relatório técnico ainda apontou diversas irregularidades, como a ausência de licitação para contratação de bens e serviços no total de R$ 371 mil; publicação tardia de decretos de abertura de créditos adicionais; saldo financeiro insuficiente para cobrir as despesas compromissadas a pagar do exercício financeiro; e ocorrências de ausência de inserção, inserção incorreta ou incompleta de dados no sistema Siga. O município apresentou uma receita arrecadada no montante de R$23.964.938,81, enquanto as despesas empenhadas corresponderam a R$  24.523.699,56, revelando déficit orçamentário da ordem de R$ 558.760,75. Os recursos deixados em caixa ao final do exercício não foram suficientes para cobrir as despesas inscritas como restos a pagar, o que contribui para o desequilíbrio fiscal. A relatoria advertiu o gestor para que adote, desde já, providências objetivando a reversão da situação, tendo em vista que o descumprimento do artigo 42 da LRF no último ano do mandato, por si, repercute negativamente no mérito. Em relação às obrigações constitucionais, o prefeito aplicou 27,28% da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino no município, superando o mínimo exigido de 25%, e investiu nas ações e serviços públicos de saúde 16,41% do produto da arrecadação dos impostos, sendo o mínimo previsto de 15%. Na remuneração dos profissionais do magistério foram investidos 71,49% dos recursos do Fundeb, também atendendo ao mínimo de 60%. Ainda no tópico da Educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB alcançado com relação aos anos iniciais do ensino fundamental (5° ano) foi de 5,30, superior à meta projetada de 4,50. Esse índice superou o IDEB do Estado da Bahia, que foi de 4,70, mas ficou abaixo do nacional, registrado em 5,70. Com relação aos anos finais do ensino fundamental (9° ano), o IDEB observado foi de 3,60, não atingindo a meta projetada de 3,90. O índice ficou abaixo tando do IDEB do Estado da Bahia, que foi de 3,80, quanto do nacional, registrado em 4,60.

Bahia: 351.277 casos (+1.566) e 7.571 óbitos (+25) (Sesab)

 



Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.566 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e 1.411 recuperados (+0,4%). Dos 351.277 casos confirmados desde o início da pandemia, 336.171 já são considerados recuperados e 7.535 encontram-se ativos. Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático. Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (26,19%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia ((8.483,54), Almadina (6.570,28), Itabuna (6.521,34)) Madre de Deus (6.452,38), Apuarema (6.125,51). O boletim epidemiológico contabiliza ainda 717.337 casos descartados e 85.127 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (29). Na Bahia, 28.859 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 25 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.571, representando uma letalidade de 2,16%. Dentre os óbitos, 55,99% ocorreram no sexo masculino e 44,01% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,33% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,79%, preta com 15,07%, amarela com 0,75%, indígena com 0,11% e não há informação em 11,95% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,89%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,76%).

Itabuna: 13.905 casos (+36) e 336 óbitos (+2) (dados Sesab) Ilhéus: 7.143 casos (+8) e 250 óbitos (inalterado) (dados Sesab)

 


Cemitério terá medidas sanitárias para o Dia de Finados

 


Os familiares que pretendem visitar o túmulo de seus entes queridos no Cemitério Campo Santo, da Santa de Misericórdia de Itabuna, na próxima segunda-feira (2), Dia de Finados, terão que seguir todas as regras sanitárias estabelecidas pela Prefeitura de Itabuna, por causa da pandemia do novo coronavírus. O Decreto Municipal 13.639 exige, por exemplo, o uso obrigatório de máscara. Por isso, a utilização do acessório deverá ocorrer desde a entrada e durante a permanência no espaço do cemitério. Para proteção de todos, a recomendação é que seja mantido o distanciamento de um metro e meio e o uso de álcool em gel. As visitas poderão ser feitas das 7h às 17h. O cemitério Campo Santo da SCMI fica situado na rua Antônio Muniz, próximo ao Hospital Calixto Midlej. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o número de participantes será limitado a 30 em cada missa. A primeira celebração será às 7h, pela Paróquia Santa Maria Goretti, com o vigário Francisco de Paulo; e a segunda acontecerá às 9h, pela Paróquia Nossa Senhora de Fátima, com o pároco Nicolau Klak. De acordo com a programação, às 11h, a missa será pela Paróquia Senhor do Bomfim, com o pároco Manoel Carlos de Jesus; às 14h, na Nossa Senhora Aparecida, a celebração será com o pároco Ezequias Gonçalves. A última missa do Dia de Finados será às 16h, pela Catedral São José, com Dom Carlos Alberto dos Santos.

Brasil: 5.494.376 casos (+26.106) e 158.969 óbitos (+513) (MS)

 


Prêmio Coffee of The Year levará os melhores cafés para degustação em cafeterias pelo país

 

Semana Internacional do Café


Organizado pela Semana Internacional do Café, o Coffee of The Year dará aos consumidores e especialistas a oportunidade de experimentar e votar nos grãos finalistas em sete regiões do Brasil na última etapa do concurso

O Coffee of The Year Brasil 2020 (COY), prêmio organizado pela Semana Internacional do Café – SIC, que tem como objetivo reunir os melhores cafés do Brasil e promover os grandes destaques do ano inova em 2020 e contará com o apoio do público para eleger o vencedor através de hubs (pontos de encontros) espalhados nas regiões de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Brasília e Espera Feliz (Região do Caparaó), entre os dias 11 a 15 de novembro.

Este ano, o concurso recebeu o total de 406 amostras de produtores de todo o Brasil e apresenta um novo formato. Na primeira etapa, todas serão analisadas às cegas por provadores de café situados em dez núcleos pelo país, com a coordenação do Professor Leandro Paiva, do IFSULDEMINAS, campus Machado. Após essa avaliação serão classificadas 21 melhores amostras (10 de arábica, 5 de canéfora, 3 de fermentação induzida arábica e 3 de fermentação induzida canéfora) que passarão para etapa final, na qual o público poderá participar e interagir.

“Diante do cenário mundial e com o evento 100% digital, esta ação foi elaborada com o objetivo de proporcionar aos consumidores e especialistas a experiência real de degustação. Por meio das Hubs, o público poderá conferir os destaques e votar nos seus preferidos através de um QR Code e seguindo todas as normas de segurança dos estabelecimentos”, explica Mariana Proença, diretora e curadora da Semana Internacional do Café. A prova nas cafeterias estará aberta para todos os apaixonados por cafés e a marca dos produtores também será ocultada nessa fase já que o peso das notas do público entra na somatória das impressões dos especialistas.

O resultado final dos vencedores só será anunciado dia 20/11, às 19h, durante a cerimônia on-line na SIC Digital.

 

Saiba onde encontrar os HUBs do Coffee of The Year 2020:

SÃO PAULO

Coffee Lab (Instagram @coffeelab_br)

Um Coffee CO. (Instagram @umcoffeeco)


BELO HORIZONTE

Oficina do Espresso (Instagram @oficinadoespresso)


RIO DE JANEIRO

Coffee Five (Instagram @coffeefiverj)


CURITIBA

Lucca Cafés Especiais (Instagram @luccacafesespeciais)


RECIFE

Kaffee Café (Instagram @kaffe.tt)


BRASÍLIA

Café Clandestino (Instagram @cafeclandestino)


CAPARAÓ

A Cafeteria (Instagram @acafeterianositio)


Fique atento as nossas mídias e a dos HUBS, pois cada um irá divulgar dia e horário em que os cafés serão preparados no mês de novembro!

Para mais informações acesse:

https://semanainternacionaldocafe.com.br/br/coffee-of-the-year-2020/

 

OS CAMPEÕES DE 2019

No ano passado os grandes vencedores do prêmio foram Wilians Valério, do Sítio Recanto dos Tucanos, em Alto Caparaó (MG), região do Caparaó, na categoria arábica, e o bicampeão Luiz Cláudio de Souza, do Sítio Grãos de Ouro, de Muqui (ES), região Sul do Espírito Santo, na categoria canéfora.

 

SOBRE O COFFEE OF THE YEAR BRASIL

Criado em 2012, o Prêmio COFFEE OF THE YEAR BRASIL tem como objetivo reunir os melhores cafés do Brasil e eleger os grandes destaques do ano, incentivando assim o desenvolvimento e aprimoramento da produção nacional e a divulgação de novas origens do café. Este ano, o concurso contará com duas fases. A primeira consiste em receber as amostras de produtores e todo o Brasil que são torradas e provadas por profissionais Q-Graders e R-Graders licenciados pelo CQI (Coffee Quality Institute). Na segunda fase, as 21 melhores vão para a final do concurso (10 amostras de arábica, 5 de canéfora, 3 de fermentação induzida arábica e 3 de fermentação induzida canéfora) serão disponibilizadas para o público. A revelação e a premiação do café mais pontuado e votado acontecerá no último dia do evento (20/11) na SIC Digital, que este ano se adaptou ao novo cenário mundial. O concurso é voltado para produtores de todas as regiões do Brasil.

 

Sobre a SIC

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), da Café Editora, do Sebrae e do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa).

Realizada desde 2013 em Belo Horizonte, capital do maior estado produtor do país, a SIC tem como foco o desenvolvimento do mercado brasileiro e a divulgação da qualidade dos cafés nacionais para o consumidor interno e países compradores, além de potencializar o resultado econômico e social do setor. Este ano de 2020, devido à pandemia, será realizada 100% em plataforma digital.

 

Patrocinadores

A edição deste ano tem patrocínio master Nestlé, patrocínio expert Sistema Ocemg, patrocínio specialty Melitta e Sicoob e patrocínio premium Cooxupé e Kahlúa.

 

Serviço:

Semana Internacional do Café 2020 - 100% Digital

De 18 a 20 de novembro

#conectadospelocafé

Cadastro gratuito: www.semanainternacionaldocafe.com.br

Redes sociais Facebook e Twitter: @semanadocafe
Instagram: @semanainternacionaldocafe

 

Informação para imprensa

KB!COM | Comunicação Corporativa

55 11 4332.9808 | 11 99211.7420

Kelly Boscarioli – kelly@kbcomunicacao.com.br

Rogério Porto – rogerio@kbcomunicacao.com.br

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Giovana Telles – conteudo@kbcomunicacao.com.br



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TIM conecta colaboradores e sociedade em seu maior programa de comunicação e desenvolvimento

 


·         Terceira edição do TIM Talks acontece em formato 100% digital e terá também eventos abertos ao público externo, com transmissão no YouTube da operadora;

·         Encontro reúne mais de 30 mil pessoas entre colaboradores, parceiros e convidados, e abordará temáticas de business e inovação, além de diversidade, saúde e ambiente;

·         Entre os palestrantes, estão executivos de grandes empresas, personalidades como Leandro Karnal e Carlos Alberto Sardenberg e influenciadores como Luccas Neto e Bella Falconi.

 

A pandemia fez o mundo rever processos, mudar rotas e traçar novos cenários. E, mais do que nunca, a ligação entre questões humanas, sociais e econômicas influenciam o posicionamento das empresas. A TIM quer explorar esses impactos na terceira edição do TIM Talks, maior programa de desenvolvimento do mercado corporativo brasileiro. O propósito é incentivar a reflexão sobre a relação entre o indivíduo e as macrotendências da evolução econômica, tecnológica e social, em uma iniciativa que reúne colaboradores, parceiros e toda a sociedade.

Dessa vez, o programa será totalmente digital e realizado ao longo de três semanas, de 5 a 24 de novembro, com 180 ações. O formato online permite que a operadora, pela primeira vez, estenda algumas iniciativas para o público externo, com transmissão em seu canal no YouTube (www.youtube.com.br/timbrasil). Um dos painéis com livre acesso será a abertura, capitaneada pelo CEO da empresa, Pietro Labriola. Ele participa de um bate-papo com presidentes de outras companhias, mediado pela jornalista Joyce Ribeiro, sobre os impactos da inovação nos diferentes modelos de negócio. Leandro Karnal enriquecerá a discussão trazendo reflexões sobre a relação entre as grandes mudanças e o indivíduo. O encontro será no dia 5 de novembro, das 14h às 18h.

“O TIM Talks começou como uma experiência de treinamento dedicada aos colaboradores da TIM e tornou-se uma oportunidade para irmos além, levando temas e reflexões relevantes para toda a sociedade. O propósito da edição 2020 é explorar os impactos da evolução tecnológica nos aspectos econômicos, sociais e ambientais e a importância do posicionamento das empresas nesse contexto. As telecomunicações se tornaram serviços ainda mais essenciais no mundo atual e temos muito a contribuir, não só para os nossos colaboradores e clientes, mas para a população de uma forma geral. Unir executivos, profissionais do mundo acadêmico e de diferentes setores para debater assuntos da atualidade e que permeiam a evolução do mundo é uma maneira de potencializar nossa contribuição e evoluir juntos”, destaca Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O TIM Talks teve início em 2018 com objetivo de proporcionar novas experiências de aprendizado e desenvolvimento aos 10 mil colaboradores da empresa. Este ano, o formato digital possibilitou um maior alcance do projeto: a expectativa é que o público seja superior a 30 mil pessoas, incluindo colaboradores e suas famílias, prestadores de serviço, parceiros e sociedade em geral.

A programação prevê 180 atividades organizadas em quatro jornadas, com metodologias multiformato como palestras, oficinas, rodas de conversas e experiências gamificadas. O diálogo direto com a sociedade traz temas de grande interesse, que vão desde inovação – como a chegada do PIX e da tecnologia 5G, passando por carreira, com os impactos da digitalização na evolução das competências e dos perfis profissionais, e indo até assuntos relacionados ao ambiente, bem estar e saúde com convidados como Bella Falconi, Ana Escobar e Carlos Alberto Sardenberg. Além disso, uma das jornadas do evento será dedicada às temáticas de Diversidade & Inclusão, com ações como o TIM Convida Raça, em que a sócia-fundadora do EmpregueAfro, Patrícia Santos, participa de bate-papo sobre questões ligadas ao combate ao racismo.

Pensando ainda na integração das famílias, a programação trará um dia inteiro de atividades para os filhos e filhas dos colaboradores. Bate-papo com princesas e super-heróis, oficinas de tie dye, teatro, mágica e criação de games são algumas das atividades online. Sucesso entre a criançada, o youtuber Luccas Neto e a dupla Palavra Cantada são atrações confirmadas.

A programação do TIM Talks estará disponível, em breve, no www.tim.com.br.

 

Sobre a TIM

“Evoluir juntos com coragem, transformando tecnologia em liberdade” é o propósito da TIM, que atua em todo o Brasil com serviços de telecomunicações, focada nos pilares de inovação, experiência do cliente e agilidade. A empresa é reconhecida por liderar movimentos importantes do mercado desde o início de suas operações no país e está à frente da transformação digital da sociedade, em linha com a assinatura da marca: "Imagine as possibilidades". É, desde 2015, líder em cobertura 4G no Brasil, conectando, inclusive, o campo para viabilizar a inovação no agronegócio. Foi pioneira na ativação de redes 5G no país, com a criação dos Living Labs em 2019, e está pronta para a próxima geração de redes móveis.

A TIM valoriza a diversidade e promove uma cultura sempre mais inclusiva, com um ambiente de trabalho pautado no respeito. A companhia é a única do setor de telecomunicações a integrar o Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de estar há 12 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), sendo operadora por mais períodos consecutivos nesta carteira. Também é a primeira empresa de telefonia reconhecida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o selo "Pró-ética", iniciativa que existe com o objetivo de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.

Para mais informações, acesse: www.tim.com.br.

 

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