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05 de Abril de 2018 às 13:42 Por: Reprodução Por: Redação BNews
O
advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, entrou
nesta quinta-feira (5) com um pedido de liminar no Supremo Tribunal
Federal (STF) para evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva e outros réus que possam ir para a cadeia sem que o processo tenha
transitado em julgado — ou seja, que todos os recursos possíveis sejam
analisados.
De acordo com O Globo, o pedido deve ser analisado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que relata uma ação declaratória de constitucionalidade sobre a possibilidade de prisão em segunda instância.
Kakay, autor da ação declaratória de constitucionalidade, argumenta que a concessão de uma liminar “certamente impedirá a injusta prisão de inúmeras pessoas”. O advogado vem conversando em um grupo de mensagens com cerca de 150 profissionais no qual muitos tem dado sugestões e proposto estratégias para a revisão da execução da pena em segunda instância, cerne da defesa de Lula.
Além de Kakay, o grupo reúne advogados de vários outros investigados pela Polícia Federal, como Alberto Toron, Pierpaolo Bottini, Nélio Machado, Fábio Tofic e Ticiano Figueiredo.
Lula ficou mais perto da prisão depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por 6 votos a 5, o habeas corpus preventivo apresentado por sua defesa.
De acordo com O Globo, o pedido deve ser analisado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que relata uma ação declaratória de constitucionalidade sobre a possibilidade de prisão em segunda instância.
Kakay, autor da ação declaratória de constitucionalidade, argumenta que a concessão de uma liminar “certamente impedirá a injusta prisão de inúmeras pessoas”. O advogado vem conversando em um grupo de mensagens com cerca de 150 profissionais no qual muitos tem dado sugestões e proposto estratégias para a revisão da execução da pena em segunda instância, cerne da defesa de Lula.
Além de Kakay, o grupo reúne advogados de vários outros investigados pela Polícia Federal, como Alberto Toron, Pierpaolo Bottini, Nélio Machado, Fábio Tofic e Ticiano Figueiredo.
Lula ficou mais perto da prisão depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por 6 votos a 5, o habeas corpus preventivo apresentado por sua defesa.
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